História Destiny - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Lily Collins, One Direction
Personagens Lily Collins, Louis Tomlinson, Personagens Originais
Tags Futebol!, Lily Collins, Louis Tomlinson, One Direction, Romance
Exibições 12
Palavras 2.473
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Esporte, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


boa leitura!

Capítulo 4 - The Game Day: pt II


Fanfic / Fanfiction Destiny - Capítulo 4 - The Game Day: pt II

-Sabe, deixa eu te contar uma coisa. –Louis falava para o entrevistador quando ele já ia falar com o próximo jogador. –Quando eu estudava, aconteceu um daqueles campeonatos escolares e meu time perdeu a final, e eu já achava que era o fim da minha não carreira ali, então uma garota de quem eu gostava disse para mim que eu ia ser o novo Elvis Presley, sabe? Falaram que ele não ia ser ninguém em um show de talentos, e na época eu achei uma bobagem, mas, aqui estou eu. Moral da história? Nunca desista dos seus sonhos. Obrigada você sabe quem. –Ele disse e entrou no vestiário. Quando começou a contar a história eu já sabia do que se tratava, aqueles dias passavam como um filme na minha cabeça e com todas as emoções juntas deixei meus olhos encherem de lágrimas, com um sorriso maior do que qualquer pessoa ali.

-Meu deus. –Falei e Chloe olhou para mim.

-Você esta chorando? –Disse ela, querendo rir.

-Lembra que eu disse que estudei com Louis Tomlinson. –Ela concordou. –Então, aquela garota era eu.

-Como assim? Você nunca me disse que tinha trocado uma palavra com o garoto. –Ela disse sem acreditar.

-Pois é, nós namorávamos. –Ela e o seu namorado, Scott, olharam surpresos e já me encheram de perguntas que eu não conseguia parar de rir. Quando o tumulto passou, saímos do estádio e fomos embora, quando desci do elevador no meu apartamento meu celular começou a tocar era Louis.

-Alô. –Escutava a gritaria do pessoal fazendo festa atrás, até que ele foi a um lugar com menos barulho.

-Chupa. Nós ganhamos e você vai na balada comigo hoje a noite. –Eu ri.

-Qual é, você sabe que eu estava torcendo pra vocês!

-É, eu ouvi o seu mega grito pra mim. –Ele disse rindo. Eu só conseguia pensar no que ele falou na entrevista mas não queria tocar no assunto. –Você esta bem?

-Parece que funcionou. –Falei por fim.

-Então, que horas passo ai?

-Você acha mesmo que eu vou em uma festa com você, seus amigos jogadores e sua namorada? –Perguntei sincera.

-Acho. A Sophie está viajando e meus amigos vão levar os amigos deles também.

-Viajando bem no dia mais importante da sua vida?

-Ela disse que apareceu um trabalho importante. Mas não importa agora, passo ai ás dez.

-Eu só vou porque jamais vou recusar uma festa. –Disse, se ficasse chato era só eu pegar um táxi.

-Parece justo. Vejo você. –Ele disse e desligamos. Por algum motivo eu estava nervosa, parecia um primeiro encontro e eu jogava todas as roupas do meu guarda-roupa em cima da cama, por fim separei um vestido preto básico e um salto vinho (1). Ainda era cedo então coloquei uma música, fui comer, olhar minha agenda, etc.

[...]

Já estava pronta esperando e ele mandou mensagem dizendo que já estava lá em baixo.

-Olá, campeão. –Disse entrando em sua BMW e ele sorriu.

-Da ultima vez que andou no meu carro ainda era um Chevrolet, quem diria?!

-Eu amava aquele carro, pelo menos não eu não andava de ônibus. –Eu disse enquanto olhava pela janela e ele riu.

-Você.. você assistiu a entrevista que dei depois do jogo? –Ele perguntou finalmente sobre o assunto.

-Sim. Parece uma coisa que falei para um garoto anos atrás.

-Ah, pensei que você não lembrava. –Ele disse e um silencio constrangedor dominou o carro, aposto que ainda vamos ter muito desses. –Mas eu nunca tive a chance de te agradecer, não só por aquele dia, por todas as vezes que me apoiou no meu sonho, eu não fiz muito isso com você.

-Por nada. Pra você só falar que eu era bonita bastava. –Rimos.

-Bom, deu certo. E você continua linda, inclusive.

-Você esta arrumadinho também. –Falei pra tentar sair do clima. Mas na verdade ele estava mais do que lindo com aquela camisa de botões até o pescoço. (2)

-Arrumadinho? Eu estou maravilhoso. –Ele disse se gabando e eu revirei os olhos. Essa conversa foi só o que falamos no carro até chegarmos na festa. Saímos do carro pelos seguranças e alguns paparazzis tiravam fotos, não eram muitos pela entrada que entramos, tentava ficar o mais longe possível de Louis para não sair nenhuma foto de nós juntos. A festa era privada, então os amigos do clube já vieram cumprimentar Louis, as garotas dos jogadores, e até alguns amigos antigos e primos de Louis que eu conhecia.

-Seus pais estão aqui? –Perguntei no meio do barulho.

-Não, eles preferem fazer uma comemoração em casa. –Ele respondeu e fui pegar uma bebida no bar, porque sou dessas. Algumas meninas vinham conversar comigo sobre moda ou comentar do ultimo desfile que cai, tentei ser a mais simpática possível. Um dos amigos antigos de Louis que eu conhecia, Niall, veio conversar comigo e por fim acabamos indo dançar na pista de dança, graças a Deus alguém pra dançar comigo. Ele foi buscar bebida e eu continuei dançando sozinha com os desconhecidos.

Louis chegou esbarrando em mim para chamar minha atenção fazendo com que minha bolsa caísse e abrisse, deixando o chaveiro que estava na minha chave rolasse pelo chão, o chaveiro que ele me deu da ultima vez que nos vimos. Ele agachou para pegar as coisas e entregou pra mim com o chaveiro na mão.

-Eu não acredito que você ainda tem. –Ele disse sorrindo. Eu não podia estar mais envergonhada.

-É um chaveiro muito bonito. –Falei tentando pegar da mão dele enquanto se esquivava.

-Para de fingir que não se importa. Existem mil chaveiros bonitos no mundo, você guardou esse.

-Você deve ter bebido muito mesmo! –Falei finalmente pegando o chaveiro e guardando.

-Eu não bebo. Você pensou em mim todos esses anos, não pensou? –Ele insistiu no assunto.

-O que você quer que eu diga Louis? Eu pensei, sabe por quê? Porque você partiu o meu coração. –Falei logo. Ele colocou as mãos em minha cabeça e me puxou pra perto para me dar um abraço, em menos de um segundo seu perfume já era o meu também.

-Não foi só você que sofreu, Collins. Meus relacionamentos desde então foram uma droga. –Ele disse e me desvencilhei do melhor abraço do mundo. –Eu já pedi desculpas.

-Os meus também. –Falei e demos risada. Parecia que os dois estavam limpando as almas com cada palavra.

-Eu te disse que essa festa ia ser legal, então chega dessa bad. –Louis falou e me puxou mais pro meio das pessoas. Niall apareceu do nada entregando um copo pra mim.

-Eu não queria atrapalhar. –Ele disse e continuou dançando.

Ás vezes percebia que Louis estava encostando atrás de mim enquanto dançava mas continuava normal como se nada estivesse acontecendo.

[...]

Entramos no carro para ir embora rindo, eu tinha bebido pouco e eu realmente não vi ele beber.

-Você não bebe mesmo então? –Perguntei ligando o rádio do carro que estava com um CD e estava tocando “Do I Wanna Know” do Arctic Monkeys. –CRAWLING BACK TO YOU

-Não. Olha, ela conhece Arctic Monkeys!

-É minha banda favorita! Ever thought of calling when you've had a few? Cause I Always do.. –Continuei cantando como se fosse pra ele, ele parou em um semáforo que não precisava porque já era de madrugada.

Rapidamente ele se inclinou, puxou meu cabelo e me deu um beijo, ele parou e olhou para mim pra ver se eu correspondia e naquele momento eu não pensava mais em nada a não ser no tanto que queria aquilo. Puxei-o de volta e continuei o beijo, nenhum de nós queria parar, parece que nunca enjoava, até que veio a falta de ar e a música acabou. Grudamos a nossa testa, só escutando o barulho das respirações. Um carro passou correndo do lado buzinando e rimos.

-Vamos para casa. –Ele disse dando partida no carro e eu continuei cantando as músicas do Arctic Monkeys, afastando qualquer outro pensamento da minha mente.

-O que eu estou fazendo? –Perguntei para mim mesmo quando ele parou em frente ao condomínio que morava.

-Você só vai conhecer a casa. –Ele piscou e entrou com o carro parando em frente à mansão. Desci e ele pegou minha mão para entrarmos. –Você nem espera eu abrir a porta pra você. –Ele disse e eu dei um beijo nele, passando pela porta esbarrando, quando ele me pressionou na parede, erguendo e me pegando no colo, ele correu pelas escadas e me deu um ataque de risos.

Entramos no quarto e ele me colocou na cama, tirou os sapatos e deitou em cima de mim, sua boca foi para meu pescoço, enchendo-o de mordidas que me arrepiavam do pé a cabeça. Levantei e desabotoei sua camisa, e ele puxou meu vestido para baixo tirando pelos pés, fiquei só com a roupa intima e o salto. Ele se levantou para tirar a bermuda. Me beijou quando voltou para a cama e foi descendo até meus seios, apertando-o e chupando bem devagar, me fazendo fechar os olhos e gemer, foi descendo mais até chegar na minha calcinha que tirou rapidamente, aos poucos ele ia penetrando só a ponta de dois dedos e eu me inclinei um pouco para trás enquanto ele ia rápido.

-Ah, Louis.. –Tentava dizer alguma coisa.

-Eu quero tanto você. –Ele disse e quando achei que não podia ficar melhor, sua língua quente entrou em contato com o meu clitóris e eu gemi alto, com as pernas bambeando e segurei seu cabelo macio querendo mais, até o meu primeiro orgasmo chegar, o que não é muito difícil quando se trata de Louis. Ainda ofegante empurrei-o  na cama e fiquei por cima, fazendo pressão contra o seu membro ainda na box preta enquanto eu mordia seu lóbulo da orelha e o beijava.

-Camisinha. –Eu falei, mas ele não deu a mínima e eu teria que confiar nele e em meu remédio já  que não aguentava mais, então abaixei sua cueca e me posicionei em seu membro, rebolando bem devagar, aumentando a velocidade, suas mãos estavam na minha cintura me guiando, indo parar em minha bunda apertando com força. Rebolei com mais e mais força, ambos estavam completamente perdidos no momento, ele estava tão sexy, aquelas tatuagens só me deixavam com mais tesão, um gemido escapou de sua boca e da minha também me fazendo contrair os músculos e chegar no meu ápice.

-Porra, Collins. –Ele disse enquanto virava e se posicionava em cima de mim com mais e mais força enquanto carcava minhas unhas em suas costas, ele jogou a cabeça para trás mordendo o lábio e gemeu baixo, chegando em seu ápice também, se jogando do meu lado ofegante e ligando o ar condicionado. Ele começou a rir e colocou a mão na cara.

-O que é tão engraçado? –Questionei.

-Nós! Dá pra acreditar que estamos aqui, juntos? –Ele disse se virando para mim.

-Na verdade, dá. –Eu disse rindo também. Um silencio veio quando notei que ele olhava para mim e me virei para encara-lo também.

Aquela vista era de longe, uma das mais bonitas que eu já vi na vida, e olha que eu já vi muitas! Por baixo do lençol ele segurou minha mão e eu senti um choque bom, e, diga-se de passagem, sei que ele sentiu o mesmo.

-Seu peito cresceu, né? –Ele disse cortando todo o clima.

-Bom, não posso falar o mesmo do seu.. –Ele me cortou antes que eu pudesse completar.

-Cala a boca! Ninguém nunca reclamou. –Eu dei risada, mesmo imaginando o tanto de mulheres que já tinham visto.

-Deus! Eu ainda estou de salto. É  um tipo de fetiche agora?

-Digamos que o conjunto estava muito bom. –Ele disse orgulhoso e eu lhe dei um tapinha no braço, levantando para tira-los. Me encolhi em seu peito e dormimos.

[...]

Acordamos com o celular de Louis tocando. Quando pegou revirou os olhos e desligou.

-Porque não atendeu? –Perguntei mexendo no meu cabelo bagunçado.

-Era a Sophie. –Ele disse seco. Nessa hora, todos os problemas que esqueci completamente noite passada voltaram para minha cabeça e eu levantei, coloquei minha roupa e fui ao banheiro. Ele não disse uma palavra. Saindo percebi que ele não estava mais no quarto então desci as escadas e achei-o na cozinha fazendo algo na frigideira apenas de box.

-Voce gosta dela? –Cheguei perguntando e sentando em um dos bancos.

-Um dia meu assessor disse “Está na hora de arrumar uma namorada, em vez de ficar aparecendo cada dia com uma” e eu pensei bem e.. acabei arrumando. –Ele disse dando de ombros continuando seu omelete.

-Não foi isso que eu perguntei. –Disse seca, e ele desligou o fogo.

-Eu sei bem o que é amor, Collins! E acredite, não é o que sinto por ela. –Disse olhando para mim fixamente. –Eu vou terminar hoje mesmo quando ela chegar.

-Porque? –Ele pensava na resposta, parecia estar com medo, talvez.

-Porque eu trai ela, não é assim que funciona. –Ele disse e meu coração apertou, senti uma vontade de jogar aquele omelete na cara dele, não sei porque. Depois de engolir seco um pedaço do mesmo, corri para cima para pegar meu salto e minha bolsa, descendo já ligando para um táxi.

-O que você esta fazendo? Eu te trouxe, eu te levo.

-Não precisa, já gastou muito o seu tempo comigo. –Disse tentando fingir que não me importava.

-Eu passei anos da minha vida sem você. Por mim eu passaria todos os dias com você. –Ele disse como um susto bem na hora que o taxista atendeu, mesmo ouvindo isso, não voltei atrás e chamei o taxi.

Eu não entendia Louis, ele era meio bipolar, uma hora falava tudo o que eu mais queria ouvir e na outra coisas que eu menos queria ouvir. Talvez, demonstrar e lidar com sentimentos ficaram difíceis, para nós dois. Mas depois de tanto tempo, eu não podia mais enrolar.

-Sinceramente, eu não entendo você, uma hora age como se importasse e na outra não. –Eu disse guardando o celular. Sempre era a que tomava a frente dos assuntos de sentimentos, porque ele tinha um medo que eu conhecia bem, ser rejeitado.

-Só.. Me dê um tempo para pensar, ok?

-Não, eu não vou dar. O que você quer porra? –Perguntei de uma vez. Ele me olhou com aqueles olhos azuis que transpareciam ansiedade.

-Você. –Eu não conseguia relacionar aquela palavra de quatro letras, só engoli seco surpresa.

-Ótimo, então depois que terminar com Sophie, me procure. –Eu disse nervosa vendo ele relaxar os músculos do ombro, concordando com a cabeça.

-Eu vou. –Ele disse por fim e o porteiro ligou dizendo que o táxi tinha chegado. Eu tentei ir embora só com um “tchau” mas Louis me puxou pelo braço e nos beijamos calmamente e em sintonia. Eu sinceramente, não queria sair dali, parecia que estava perdendo-o de novo.


Notas Finais


(1) http://www.polyvore.com/friday/set?id=183356052
(2-louis) http://www.polyvore.com/cgi/set?id=209858725

pra quem não conhece Arctic Monkeys ou a música que citei olha aqui https://www.youtube.com/watch?v=bpOSxM0rNPM recomendo muito

comentem o que acharam, criticas são bem vindas <3


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