História Destiny - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias Bruno Mars
Tags Bruno Mars, Destiny
Exibições 54
Palavras 3.076
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa tarde amores!!
Sei que hj n e sábado, porem, e aniversario de uma amiga muito especial, e o que ela me pediu????? CAPITULO!!
Espero que gostem do cap!
Eeeeee feliz aniversario minha linda Tati!

Capítulo 20 - Capitulo -19-


Fanfic / Fanfiction Destiny - Capítulo 20 - Capitulo -19-

Parte Destiny

 

 

Encho mais uma taça de vinho, e caminho para a sala, me sentando no sofá em frente a janela. A noite esta linda, céu estrelado, e uma deliciosa brisa move as cortinas. Esta uma noite maravilhosa, ótima para ficar em casa olhando as estrelas.

 

A quem eu quero enganar? Eu queria era estar muito longe daqui, sem um pingo de risco de ser encontrada por certo alguém. Só a ideia de estar na mesma cidade que ele, no momento, me causa calafrios. Estou assumidamente correndo dele, eu sei, sou fraca demais, mais fraca do que eu pensei que seria. Mas infelizmente e mais forte do que eu.

 Viro a taça de uma vez. Quero algo mais forte, preciso saber que esta noite esta acabando logo. Mais cedo a Tathi me ligou, ficou sabendo que ele iria pedi-la em casamento.

O que eu senti? Não sei, só sei que não foi algo bom, não foi nada bom na realidade.

Não e mentira nem para mim, que por varias vezes eu sonhei em te-lo novamente, eu sonhei, em sermos uma família. Eu, ele, e o nosso filho. Mas isso foi apenas uma ilusão, ficou no passado, ainda mais agora, ele vai casar, e certamente me odeia tanto por ter lhe escondido a verdade, como por ter fugido dele, sem lhe permitir ver o filho.

 

Viro algo mais forte, desta vez um shot de tequila, o calor começa a tomar o meu corpo com a mistura de bebidas alcoólicas, e os meus sentidos começam a embaralhar um pouco. Adquiri o habito de beber quando estou tensa, ou muito nervosa. Na realidade eu bebo sempre que me da na telha! Isso não e bom, eu sei, mas me acalma um pouco.

Vou ate o quarto me trocar, estou com calor, e a calça jeans com blusa fechada que uso, não estão ajudando. Coloco um vestido mais fresco, e apenas uma calcinha. Claro, depois de um banho, já que a noite esta bastante quente. Volto para a sala, e me escoro na janela, queria estar na minha casa, com o meu filho, mas, ao contrario disso, estou no apartamento da Tathianna, esperando ela chegar, para quem sabe me arrastar para uma destas baladas loucas da vida, que só ela sabe onde se escondem.

 

A campainha toca, eu olho para a porta, não liberei a subida de ninguém, e eu não conheço nenhum dos vizinhos. Alias, se for um vizinho gato, quem sabe não podermos nos conhecer melhor?

Caminho ate a porta, e já a odeio pelo simples fato de não ter um olho magico, queria poder apreciar o boy por alguns segundos antes de abrir a porta. Sorrio. Quem me garante ser um boy lindo, e gostoso?

A campainha toca novamente, insistente, a pessoa esta com pressa. Esta ansiosa, sera que não sabe que a Tathi não se encontra?

 

-JÁ VAI!-grito enquanto me aproximo da porta.

 

Sinto cada pelo do meu corpo se arrepiar, o meu sangue gela dentro das minhas veias, a minha boca seca, e eu quero bater a porta, mas o meu corpo se petrificou. O que ele esta fazendo aqui? Como chegou aqui? Como soube que eu estava aqui?

 

-O que você...

 

-Se escondendo de mim?-ele apenas entra, entra como se tivesse sido convidado. Saia, a casa não e minha!

 

-Esconder, de você?-encaro a sua nuca enquanto ele adentra ao apartamento.

 

-Vai me dizer que não?-me encara cruzando os braços. Afinal, não retorna as porras das minhas ligações, e nem as mensagens! Hoje era para você estar na minha casa trabalhando. Correto?

 

-Como você me encontrou aqui?

 

-Isso e irrelevante caralho!-fechei a porta.

 

-Engano seu, e muito relevante para mim. Eu não queria nem sonhar em dar de cara com você em qualquer lugar desta cidade!

 

-Então assume que estava fugindo de mim?-me aproximo pelo outro lado do sofá.

 

-Eu ainda não estou preparada Peter...

 

-E quando vai estar? Quando o menino estiver com vinte anos? Ou quando eu mesmo for atras dele?

 

-Você não teria coragem...

 

-Eu teria sim! Parece que você não me conhece muito bem, não e Destiny? Eu sou capaz de virar São Francisco de cabeça para baixo, se for necessário!-eu não tinha fala, apenas o encarava. Caralho. Qual e a porra do seu medo? Eu só quero vê-lo, e um direito meu!

 

-Eu sei!-baixei a cabeça.

 

-Por favor, não se faça de coitada, isso não cola...

 

-Me fazer de coitada? Eu não preciso disso Peter, só acho que o meu filho viveu muito bem durante onze anos sem saber que tinha a porra de um pai! Ele teve a mim, sempre teve! Não vejo a necessidade de você chegar agora em nossa vida, e querer mudar tudo isso!

 

-E assim que você pensa?

 

-SIM! E por mim, você já pode sair da minha vida de uma vez por todas!

 

Caminhei ate a porta, mas antes de ao menos tocar a maçaneta, ele segurou firme, e bruto em meu braço, me fazendo virar para ele, colando o meu corpo na porta. Ele me encarava intensamente, olhava dentro dos meus olhos, e ali vi um misto de fúria, com algo que eu não consegui identificar. A minha respiração estava acelerada, mas eu não estava com medo, ele não me colocava medo, pelo contrario, ele ainda colocava o meu corpo em chamas. O seu cheiro e bom, e um perfume caro, e inebriante, os seus olhos ainda são intensos como a doze anos atras, a sua mão e forte, e parece que ele ainda sabe segurar uma mulher com força.

 

-Você quer que eu saia da sua vida de uma vez por todas?-me encarou, e eu assenti. Você quer continuar a ser este ser humano desprezível de merda, que mentiu para mim, mentiu para o nosso filho durante todos estes anos, que tirou de mim a chance de ser o pai, e o amigo do nosso filho? E isso mesmo que você quer?-eu o encarava, não era isso que eu queria. Quer continuar a ser esta filha da puta? Hum?-o seu maxilar estava tensionado, o deixando lindamente sexy. Caralho.

 

-Ele vai me odiar!- a minha voz saiu tremula, mas eu não iria chorar.

 

-Toda a ação tem uma reação minha querida, seria apenas uma consequência!-ele suavizou o seu tom de voz.

 

-Eu não saberei o que fazer se ele me rejeitar!-afirmei, e ele soltou o meu braço de vez, acolhendo o meu corpo no seu em um abraço, e eu fiquei quieta, chorando por dentro, para não ser uma fraca por fora.

 

-Ele não vai!-o seu queixo apoiado na minha testa, me permitia sentir o seu cheiro ainda mais perto, e aquilo estava me desconcentrando.

 

-Você não tem certeza disso!-apoiei as mãos em seu peito e o empurrei. E alias, o que você esta fazendo aqui, não era para você estar com a sua noiva?-o encarei seriamente, e a sua expressão que era seria, se suavizou imediatamente.

 

-Como você sabe que eu a pedi em casamento?-sorriu.

 

-Talvez pela mesma pessoa que te deu o endereço daqui! Aquela filha de uma puta!

 

-Esta brava!-arqueou a sobrancelha.

 

-Estou! Estou brava por você estar aqui!

 

-Sera que e só por isso mesmo?-sorriu mais uma vez, agora de canto, se aproximando de mim.

 

-E por que mais seria Peter?-o encarei também arqueando a sobrancelha.

 

-Talvez ciumes?-gargalhei alto.

 

-Ciumes, de quem? Você?-ainda gargalhava.

 

-Por que não? Eu sou o pai do seu filho, e sei que fui importante no seu passado.

 

-Pretensão...

 

-Sei que fui importante para você, por que você foi para mim!-agora ele estava muito perto. Eu não consegui parar de pensar em você, não consegui tirar você da minha cabeça!-ele elevou a mão tocando em minha face, e eu fui traída pelo momento fechando os meus olhos.

 

-Não sou mais nada para você!-abri os olhos encarando os seus que estavam muito próximos. E você não e mais nada para mim!-me virei de costas pronta para me afastar dele.

 

-Sera mesmo?-segurou novamente em meu braço, fazendo os nossos corpos se chocarem, e desta vez, ele me beijou.

 

Musica   ✌

 

Eu tentei, juro que tentei deixar o meu lado vaca bem guardado, bem escondidinho, la no fundo da minha calcinha. Mas, diante de um beijo deste, cheio de língua, e pegada, foi impossível mante-lo la por muito tempo.

As suas mãos que estavam espalhadas em meu corpo, como se ele fosse um polvo, e tivesse vários tentáculos, começava a deixar o meu corpo aceso. Segurei em sua nuca o beijando com ainda mais vontade. Se era para brincar, ele definitivamente esta brincando com a pessoa errada.

O ar faltou, a sala esquentou, e o meu lado vaca mandou a santinha ir tomar um sorvete para se refrescar, enquanto aqui a brincadeira esquenta de verdade. Enquanto aqui se torna brincadeira de gente grande! Nos encaramos, e ele pareceu um pouco surpreso. Sorri. estava com saudade da sua boca meu querido, e ainda estou de outras coisitas mas.

 

-Pensei que iria me dar um belo de um tapa na cara!-afirmou e sorriu de canto.

 

-Você quer um tapa na cara? Eu posso te dar! E posso te dar outras coisas também!-sorri mordendo os lábios, e ele pareceu confuso.

 

-E o que você me daria?-sorri.

 

-No fundo somos a mesma pessoa Peter! No fundo somos os mesmos, somos safados, dois filhos da puta, e estamos pouco nos fodendo para o resto. Concorda?

 

-Eu quero muito te foder, agora!-os nossos rostos estavam bem próximos. Sem um pingo de arrependimento!-fechei os olhos, e puxei o ar com força, me aproximando do seu ouvido.

 

-E eu quero que você me foda, agora! Sem arrependimentos!

 

E eu não vi mais nada! Eu apenas senti. Senti o meu corpo ser levantado, e logo estava envolta em seu corpo como um casaco de pele. As minhas costas bateram no acento do sofá, e ele se encaixou como se jamais pertencesse a outro lugar, a não ser entre as minhas pernas. Senti o seu pau extremamente duro. Mal ele sabia o estado da minha calcinha, mas, logo ele saberá.

A sua boca beija a minha a deixando dormente. Ele beija com força, com pressa com tesão. Alias, o tesão e tanto, que os nossos gemidos escapam pelos nossos lábios, sem nem mesmo serem notados.

Ele se ajoelha, e olhando dentro dos meus olhos, retira  ajaqueta, abre os três primeiros botoes da camisa, e em seguida o seu cinto. Ainda olhando em meus olhos, ele acaricia a minha coxa despida, e olha entre as minhas pernas levemente abertas, expondo a minha calcinha vermelha. Ele morde os lábios, e respira fundo.

 

-Você tem certeza disso? Se eu começar, não vou parar!

 

-Eu não sei o que você ainda esta esperando para me foder, quer que eu retire a roupa para facilitar as coisas para você?-sorri. Você já foi melhor nisso!-provoquei.

 

-Olha, eu não sei o que aconteceu ao longo destes doze anos, mas, eu estou adorando esta mulher que esta na minha frente!

 

-Então venha adora-la de todas as formas possíveis!-mordi o lábio.

 

Nossos lábios voltaram a se encontrar. As nossas bocas se tornaram apenas uma. O meu corpo queimava, era como se cada parte de mim estivesse em chamas. Cada lugar que a sua mão tocava, pegava fogo quase que literalmente.

As minhas mãos apressadas, começaram a terminar de retirar a sua roupa, e as suas a minhas. No caso, o vestido, e a calcinha que eram as únicas peças em meu corpo. Ele se sentou no sofá, somente de box, me puxou para o seu colo, as suas mãos se envolveram em minha cintura, e a sua boca sedenta achou o caminho para os  meus seios. Ele os chupavam, mordiam, lambiam, e me deixava ainda mais excitada do que já estava. Puta que pariu, que homem gostoso!

Com uma de suas mãos em minha bunda, ele me instigava a rebolar em seu colo. E eu rebolei. Mesmo separados pelo tecido da sua cueca. E eu gostei, ele gostou. Tanto que gemeu rente aos meus seios.

Puxei os seus cabelos da nuca o fazendo me encarar. A sua face estava avermelhada, e o seu corpo quente. Os nossos corpos estavam quentes. Mas um lugar em especial estava pegando fogo.

Sai do seu colo, me ajoelhando no chão a sua frente. Sem retirar os meus olhos dos seus, eu abaixei a sua box, liberando o seu pau do aperto da sua cueca. Ele estava úmido, e lindo. Estranho dizer que um pau e lindo. Mas, acredite, o dele e!

 

Nos encarávamos enquanto eu passava a língua da base ate a sua glande, e ele suspirava como um menino recebendo um carinho gostoso. As suas mãos se envolveram em meus cabelos quando o acomodei em minha boca, quente, e latejando, cheio de tesão. Eu também estava, estava com muito tesão, estava relembrando bons momentos que tive com ele no Havaí. Todos eles na casa de seu tio na praia, todos eles no apelidado de "nosso lugar". Daria qualquer coisa para voltar no tempo, mas claro, com a minha cabeça de agora.

Fui retirada dos meus pensamentos pelas suas mãos, me puxando contra o seu corpo "Quero te sentir, mas de outra forma!" Sua voz rouca, e sexy pra caralho sussurrou no meu ouvido, e eu quase gozei. Juro. Ele praticamente me jogou no sofá, novamente se acomodou entre as minhas pernas, e com uma delas em seu ombro, eu fui penetrada. Delicioso!

 

O seu celular tocou, mas parece que somente eu ouvi. Mas quem disse que eu vou interrompe-lo para que o atendesse? Ainda não comi merda meu bem!

 

-Puta que pariu. Tinha quase esquecido como isso era bom! Como você e gostosa, e apertada pra caralho!-arranhei de leve o seu peito, não quero deixa-lo com marcas.

 

 Ele era rápido, ritmado, gostoso, quente, e me fez gemer tanto, que a minha garganta secou. Literalmente. Uma verdadeira foda, deliciosa, e intensa. Os seus movimentos eram deliciosos, duros, e inebriantes. As minhas mãos seguravam em seus braços como se eu fosse cair de uma ribanceira a qualquer momento. E a sensação que vinha de entre as minhas pernas, não me deixavam sentir outra coisa. Eu iria gozar a qualquer momento.

 

-Que delicia Peter! Eu vou gozar!-anunciei, sentindo o meu corpo aquiescer violentamente.

 

-Goza no meu pau, quero te deixar completamente cheia!-mordeu o meu lábio o deixando dolorido.

 

Ele abandonou o meu corpo bem na hora que eu estava quase la. O meu olhar para ele certamente não foi um dos melhores, mas ele sorriu, e mais uma vez, me puxou contra si, me beijando intensamente. Me virou de costas para ele, e eu sorri. Isso era bom pra caralho. Segurou em meu quadril com as duas mãos, me apoiei no encosto do sofá, e com ele de pé atras de mim, fui novamente penetrada, desta vez por trás.

 

-Peter! Cacete!-soou como um gemido.

 

O seu pulso se envolveu em um nó em meus cabelos, os puxando contra si. O meu corpo pegava fogo, eu estava quase la. Os nossos gemidos ecoavam pela sala, eles eram o único som emitidos no ambiente. A nossa trilha sonora.

 

-Esperei quase doze anos para te fazer gozar novamente!-disse coma voz carregada.

 

-Então me faça gozar! Me faça sua por hora, por agora!-a minha respiração era pesada, deixando a minha fala arrastada.

 

Em uma sessão ininterrupta de investidas intensas, e prazerosas, eu gemi alto ao sentir o meu corpo ser tomado por uma deliciosa sensação, uma sensação muito boa, que incrivelmente eu só senti com ele ate hoje. Mas ele jamais, saberá disso!

 

Eu gozei, e gozei gostoso pra caralho!

 

Parecendo esperar apenas por mim, ele gemeu o meu nome, cumprindo a sua promessa de me deixar completamente cheia de si.

 

Sei que o meu rosto esta vermelho, as minhas pupilas dilatas, e o meu corpo todo suado. Ele esta quase da mesma forma que eu. Lindo, e com uma deliciosa cara de safado. Sera que eu posso te morder meu bem? Me aproximei mordendo o seu queixo, e ele gemeu sorrindo em seguida.

 

-Viúva negra?-sorri.

 

-Não! Mordi de leve, não quero te deixar marcado, vai que a sua noiva vê!-sorri me levantando do sofá quando a minha respiração era normalizada.

 

-Esta preocupada com ela?

 

-Eu?-sorri. Nem um pouco! Só não quero problemas para você!

 

-Se preocupando comigo, então?

 

-Sim! Não pode?-recolhi as minhas roupas.

-Claro que sim!-se levantou me surpreendendo com um abraço. Sem arrependimentos?-questionou-me, e eu sorri.

 

-Esta pergunta deveria ser minha! Eu nunca, jamais me arrependo de boa parte das coisas que faço! Principalmente as relacionadas a sexo!-nos olhamos nos olhos, e lhe dei um selinho. Vai, volta para os braços da sua noivinha!-sorri debochada.

 

-Eu vou! Mas antes me diz uma coisa.

 

-O que?

 

-Quando você vai contar a ele?

 

-Assim que eu chegar em casa, prometo!

 

-Destiny?

 

-Eu prometo!-envolvi os meus braços em seus ombros. Não confia em mim?-lhe dei mais um selinho.

 

-Quer mesmo que eu fale?-gargalhei.

 

-A minha credibilidade esta extremamente abalada!

 

-Comigo, sim!

 

-Eu prometo. Pelo nosso filho! E ele e a pessoa mais importante no mundo para mim!

 

-Quando vamos nos ver novamente?

 

-Depende de qual Destiny você quer encontrar!

 

-Qual Destiny? Como assim?

 

-Bem, assim como uma moeda, eu tenho dois lados. A recatada, que certamente não estaria nua na sua frente agora. E esta, a que você acabou de foder, deixou com um sorriso enorme no rosto, e esta louca para te arrastar para aquele quarto, e fazer mais uma.-beijei os seus lábios. Duas. -beijei de novo. Três vezes.-beijei novamente, mas desta vez sorrindo. Sem um pingo de remorso!

 

-Isso e covardia, você vai me complicar!-falou com, os olhos serrados.

 

-Por que?-o encarei, e ele olhou dentro dos meus olhos.-Nem vem!-me afastei dele colocando o meu vestido. Não quero problema para a minha cabeça! Quero continuar assim, exatamente assim, como a mãe do seu filho apenas!

 

-E o que acabamos de ter aqui, e agora?-sorri me aproximando novamente.

 

-Sera um prazer ter novamente quando os nossos corpos se encontrarem! Mas apenas isso!Agora vá, devem estar sentindo a sua falta, o seu celular tocou enquanto você me fodia, mas acho que não ouviu!-sorri de canto envolvendo o seu pescoço, e lhe dando mais um selinho.

 

-Merda!-foi ate a sua calça pegando o aparelho. Era a Ashley!

 

-Vá Peter, eu juro que de amanha não passa, você tem a minha palavra!

 

E ele se vestiu, me beijou novamente os lábios, e se foi. Se foi com a minha promessa de que os nossos "problemas" seriam completamente resolvidos amanha.


Notas Finais




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