História Destiny - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Justin Bieber, Romance
Exibições 116
Palavras 2.807
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - O mal em pessoa


Fanfic / Fanfiction Destiny - Capítulo 10 - O mal em pessoa

Katia narrando

Olhar para certas pessoas nessa empresa me dava ânsia, principalmente a baranga da Lana, odeio aquela fiona, ela deve se achar por ser a protegida de Justin, não sei o porque ele se importa tanto se xingo ou não aquele traste.

- Eu vou acabar com aquela desgraçada, vou acabar com aquelas duas - Beatriz chegou na sua mesa toda irritadinha, odeio essa garota, sempre com a mesma ladainha, adora me imitar, mas nunca vai chegar aos meus pés - Sabia que aquela vadia da Luíza teve a audácia de me enfrentar? - começou a falar merda, como se eu me importasse com ela, minha vontade é de voar ela prédio a baixo.

- Humrum -  Falo não dando importância, já estou cheia mesmo, se ela me irritar mando pra puta que pariu. Por sorte o meu telefone toca e eu atendo.

- Katia, vem aqui agora que eu tenho uma surprezinha - Só a forma que Alfredo falou já saquei que ele conseguiu oque queria. 

Me levantei e deixei aquela matraca falando sozinha, segui até a sala de Alfredo e entrei.

- Então... - cheguei me sentando.

- Então que deu tudo certo, Já marquei com Julius, você irá falar com ele no almoço e contará toda a verdade -  Ele diz com seu sorriso de sempre -  e quando essa palhaçada toda terminar eu serei o presidente e você a vice. 

Só de pensar que terei poder para demitir quem eu quiser me da uma felicidade enorme, sempre quis isso, poder, é oque eu quero e vou conseguir, primeiro vou demitir aquela horrorosa, só de vê-la no mesmo ambiente que eu, me da vontade de matar aquela desgraçada.

{...}

A hora do almoço chega, sou a primeira a me levantar, já não aguentava mais tanta ansiedade. Lanço um sorriso para Alfredo que sai da sala dele e assenti para mim, já esta tudo marcado, irei falar para Deus e o mundo ouvir que essa empresa esta no vermelho, então adeus Justin, e principalmente adeus mocreia horrorosa.

Pego a minha bolsa junto com uma pasta onde esta os papéis da empresa. Saio andando e só pra implicar empurro a mocreia que cai de lado, ela olha pra mim e eu sorrio irônica.

- Desculpa querida, foi sem querer - maldita.

 Deixo ela caída vendo a sua amiguinha me fuzilar com o olhar e indo ajudar ela.

Entro no elevador e reviro os olhos assim que a filha da puta da Beatriz entra sorrindo pra mim.

- Então, vamos almoçar onde? - pergunta animada, solto um suspiro forte e a encaro.

- Irei almoçar com outra pessoa, negócios- sorrio falso, mesmo ela sendo um saco continua sendo meus olhos e ouvidos na empresa.

- Ah, esta bem então -  suspira derrotada como um cachorrinho sem dono, eca.

Finalmente a porta do elevador abre, saio andando rápido para a saída da empresa e vou em direção ao estacionamento, entro no meu carro e dou partida.

Não demoro muito para chegar no restaurante, já que Alfredo marcou em um lugar próximo. Estaciono o carro e saio, ponho o meu óculos e com classe ando até o restaurante. 

Assim que entro avisto Julius com o seu notebook do lado, mesmo no almoço esse homem não para de trabalhar, lembrando que ele é um puta de um gostoso, caramba, a esposa dele tem muita sorte, alem de rico é bonito.

Me aproximo e ele olha por cima do notebook, sorri simpático e se levanta, nos cumprimentamos e eu me sento em sua frente.

- Então, você me disse que tinha assuntos sérios a serem tratados -  faz uma pausa - Oque seria tão sério para marcar um almoço tão rápido? - arqueia a sobrancelha, isso o deixa mais charmoso ainda.

Primeiro entrego os papéis a eles.

- É isso que eu preciso te mostrar Julius - falo séria enquanto ele analisa os papéis - Essa é a atual situação da empresa, infelizmente - Digo com uma cara triste.

- Engraçado Katia - Me olha confuso - Acho que esta vendo algum engano -  sorri de lado.

- Não, engano nenhum - nego com a cabeça - lamentavelmente nosso grupo passa por uma situação muito delicada, e eu quis revelar isso pra você em nome da nossa longa parceria profissional - balela e mais balelas, estou sendo tão formal que esta me dando repulsa.

- Muito obrigado - agradece - mas com certeza esta havendo um engano - mas que merda, os papeis estão na frente dele e o idiota ainda continua com essa porra.

- Porque esta dizendo isso? - franzo o cenho. Ele pega os papeis e olha com desdém.

- Porque esses números Katia, não conduzem com a real situação da empresa, alias, esta se recuperando muito bem - abre um sorriso satisfeito.

- Como assim? - pergunto mais confusa que cego em tiroteio.

- Vou te mostrar - da de ombros virando o notebook. Que? isso é impossível, esses não são os números da empresa.

- Que números são esses?

- Ainda não tinha visto? - questiona

- Não - respondo prendendo a vontade louca de sair gritando, que ódio, como isso é possível? Alfredo me mostrou os números, e eram completamente diferentes.

- O grupo esta se recuperando de uma forma surpreendente, Justin esta fazendo um excelente trabalho.

Olho para frente reprimindo a raiva, isso não pode ser verdade, não pode, merda.

Depois de me desculpar inúmeras vezes dizendo que me confundi eu finalmente sai do restaurante, Alfredo pensa que eu sou oque? pra me fazer passar por um vexame desse?

Entro no carro e bato a porta com toda a minha força. 

Dirijo o mais rápido que consigo até chegar na empresa, quero tirar essa história com Alfredo a limpo.

Entro no elevador com uma cara nada boa, foi tão tal que a mulher que estava ao meu lado nem se quer deu boa tarde, mas também se desse eu a mandaria se foder e descontaria toda a minha frustração nela. Saio assim que a porta se abre, sigo para a sala de Alfredo com um furacão, mas assim que passo pelas mesas a megera horrorosa me olha estranha.

- Ta olhando oque Fiona? - pergunto alto e ela se encolhe na cadeira enquanto todos riem. É assim que tem que ser, essa desgraçada tem que comer o pão que o diabo amassou.

Assim que chego na porta da sala de Alfredo, não bato, empurro a porta forte e o encontro com um sorriso na cara, mas logo se desfaz quando vê a insatisfação no meu olhar.

- Oque aconteceu? - pergunta visivelmente curioso.

- Não aconteceu nada - respondo me sentando na cadeira impaciente.

- como que não aconteceu nada? - questiona abismado.

- entrou areia no nosso plano -  bufo irritada. - se queria que eu passasse vergonha, parabéns, conseguiu.

- Quer fazer o favor de parar de falar coisa com coisa Katia, conta logo o que aconteceu -  fala alterado.

- Mostrei a droga do balancete da empresa pro Julius e disse como esta a situação na empresa, oque eu ganhei fazendo isso? bom, uma risada na cara - respiro fundo tentando manter a calma.

- porque?

- Porque a empresa esta em uma recuperação extraordinária - respondo sínica.

- Oque ? - se levanta bem devagar.

- Isso mesmo que ouviu meu querido, a empresa esta se reerguendo -  repito novamente.

- Que conversa é essa Katia? - continua com a expressão atordoada

- da uma olhada no balancete -  dou de ombros.

- Não é possível  - se senta e começa a mexer em seu notebook. - não, não, não, isso esta errado - continuava a resmungar até que seu queixo caí e ele me olha confuso - não acredito!

- não acredita? agora imagina a minha cara na frente dele.

- Isso é impossível, como é que a gente não viu isso antes? - começou o ataque - Isso não pode ser verdade -  se levanta rápido fechando o notebook com violência, isso me fez dar um pulinho da cadeira.

- infelizmente é -  bufo.

- IMPOSSÍVEL - grita

- Julius até elogiou o talento empresarial de Justin - ponho mais lenha na fogueira -  disse que..

- Cala a boca Katia - esbraveja - eu não quero ouvir elogios ao Justin na minha sala.

- Esta bem -  levanto as mãos em rendição.

- Tem alguma coisa errada Katia -  se senta e respira fundo - não da pra entender como a empresa saiu do vermelho tão rápido.

- Julius disse que o mérito é todo do Justin...

- Você é surda? não ouviu oque eu falei não? - levanta a voz pra mim, o olho com raiva e me levanto.

- Surda é a..  - ele tapa a minha boca antes de terminar a frase.

- Desculpa, eu tô nervoso caramba - tira a mão da minha boca e se senta puto da vida. -  é difícil manter a calma em uma situação como essa.

- Ué Alfredo - me levanto -  você que sempre foi sangue frio...

- E continuo sendo -  me interrompe - isso foi só uma batalha da nossa guerra. - agora sim, esse é o Alfredo que conheço.

- é isso mesmo  Alfredo, temos que manter a nossa meta.

- Tirar aquele idiota da presidência -  completa sorrindo -  vamos conseguir -  abro um sorriso. 

 

Lana narrando

Nossa, Katia esta mais furiosa do que antes, e quem é que leva a culpa? como sempre sou eu, e olha que não fiz nada, apenas a olhei confusa, já que ela saiu do elevador cuspindo fogo.

Suspiro fundo e volto a prestar atenção em... em nada, não estou fazendo absolutamente nada, só estou esperando Luíza, já que ela ainda não voltou do almoço, tomara que chegue rápido, pois ela é a única que me faz rir por aqui, já que eu sou a piada na boca dos outros. 

O telefone toca e eu agradeço mentalmente, pelo menos irei fazer algo.

- Lana vem aqui rápido - Antes de falar qualquer coisa ouço a voz de Justin bastante animado.

- Já estou indo - falo e desligo o telefone. Por qual motivo ele esta tão animado?

Praticamente corro para a sala dele, assim que entro encontro ele feliz olhando a tela do notebook.

- Vem cá, você tem que ver isso - Ele diz e eu corro para o seu lado - o número de visitas do site da empresa triplicou, o número de empresas querendo parcerias aumentaram -  ele falava tudo com um sorriso tão lindo.

- é mesmo -  falo olhando para a tela - eu juro que não imaginava que os resultados sairiam tão rápidos - sorrio viro o meu rosto ficando a uma pequena distância do seu pescoço, me fazendo sentir o cheiro do seu perfume. Meu Deus, porque ele tem que ser tão charmoso?

Ele suspira e seu sorriso cessa um pouco.

- Oque aconteceu Justin? você estava tão feliz - questiono e ele se levanta, oque ocorre depois? bom, dou de cara com o seu peitoral, e mais uma vez eu me desajeito toda.

- d-desculpa - falo baixo e rindo um pouco, dou passagem para ele passar e ele passa por mim.

- Na verdade tem acontecido umas coisas chatas na minha vida - responde passando a mão pelo cabelo. 

- Ah é? e oque aconteceu? -  pergunto - não, desculpa, eu me intrometi, não precisa responder.

- Lana, não precisa pedir desculpas - me alivia com um meio sorriso. - é só a Viviane -  bufa se sentando na cadeira em frente a mesa.

- a sua noiva não é? - pergunto, pelo que Luíza me disse ela é namorada\noiva, ou algo do tipo, sei lá.

- resolveu me pressionar pra casar -  solta uma risada negando com a cabeça.

- Casar? - devo ter soado um pouco alto. Ele assenti e ri novamente.

- Casar, exatamente -  confirma - Odeio quando me pressionam, então acabamos brigando.

- Então você ficou chateado por causa disso? - pergunto, digamos que um pouco curiosa.

- Nem tanto - responde confuso, em sua confusão tive certeza que ele não gostava dela. -  a gente acabou brigando, me irritei e terminei com ela. 

hum, gostei, conte-me mais sobre esse assunto.

- você acabou com ela? quer dizer, terminaram tudo? -   devo ter soado um pouco egoísta, já que perguntei tentando conter o riso.

- é, terminamos, esta tudo acabado -  se levanta.

- é mesmo é? -  estou tão surpresa, mas porque eu estou com vontade de soltar fogos e sai dançando por essa sala?

- é, é isso ai, acabou -  da de ombros e se vira. No momento em que ele se vira não contenho e abro um sorriso de canto a canto. Alguém me socorre que eu estou feliz pela desgraça dos outros.

- acabou né, que pena - falo e ele se vira, desfaço o sorriso e faço cara triste. Estou merecendo um Oscar por atuação.

- é, não era pra ser - da de ombros  -  mas agora vamos mudar de assunto.

- Claro - abro um sorriso -  vamos falar sobre oque? -  pergunto e ele segue para a sua cadeira e se senta.

- Sobre os números, vou enviar para o meu pai e passar na cara dele que eu posso ser um presidente empresarial melhor que ele - fala sorrindo e eu rio com a forma que ele fala, acho que.. acho não, tenho certeza, que ele e o pai são se entendem, deve ser uma confusão enorme.

Me sento na cadeira em sua frente e fico o observando enquanto ele envia os dados para o pai. Seus traços são tão bonitos, ou melhor, ele é tão bonito, a forma que seu cabelo se move, a forma que sua boca se contorce quando esta sorrindo, a sua mandíbula forte... suspiro e volto a realidade. 

"Vamos Lana, esta bom de parar com isso, ele é o seu chefe, pare de sonhar acordada e ai viver a realidade" digo pra mim mesma e me afasto um pouco.

- bom - me levanto chamando a sua atenção - me diz uma coisa, ainda vai precisar de mim? - pergunto.

- agora não, mas logo te chamo novamente para resolver a data correta da viajem para Los Angeles -  responde e eu assinto.

- Então vou para a minha mesa -  pronuncio e ele assente.

Saio da sua sala com um sorriso enorme, daqui a pouco o aparelho pula da minha boca. Me chame do que quiser, mas que eu estou me sentindo venenosa, sim, estou. Quando foi que eu fiquei feliz pela desgraça dos outros?  nossa, não estou me reconhecendo. 

Me sento na minha mesa com uma felicidade incrível, nem parece que Katia me xingou minutos antes. 

Olho pra a mesa de Luíza que até agora esta vazia, estranho, ela nunca se atrasa, tomara que chegue logo ou se não vai levar advertência. 

Engasgo seco assim que a porta do elevador se abre, por ela Viviane sai com um óculos escuro e arrumando o seu cabelo. Ela vem até a mim com um sorriso sínico e ameaçador.

A mesma se inclina ficando bem próxima a mim, engulo seco assim que ela tira o óculo e me fuzila com o olhar.

- Olha, só um conselho de mulher pra... sei lá oque você é - revira os olhos - Acho bom você se afastar de Justin, não sei oque você pensa quando esta perto dele, mas pro seu bem mantenha apenas contato profissional, não ouse opinar sobre a vida dele, você não sabe do que eu sou capaz - quase rosna, por um momento pensei que ela me daria um murro, mas a mesma colocou o óculos novamente e sorriu como se nada tivesse acontecido - Agora avise-o que estou aqui - manda enquanto eu a olhava paralisada - Agora seu monstro - acrescenta baixo. 

- s-sim -  gaguejo e pego o telefone, ela nem espera e sai batendo perna para a sala de Justin.

- Lana? - Ouço a voz de Justin na linha.

- j-justin, é.. Viviane esta indo pra sua sala - falo meio nervosa e ouço ele bufar.

- mulherzinha chata -  resmunga baixo, acho que com a intenção que eu não escutasse. - Ela já chegou aqui, mas obrigado do mesmo jeito.

- esta certo - desligo o telefone.

Olho para frente e repenso no que acabou de acontecer, até parece que todo mundo me odeia, quando não é Katia é Viviane, mas essa Viviane me coloca mais medo, ela tem um ar sombrio, quando olhei em seus olhos senti algo ruim preencher meu corpo, como se ela fosse o mal em pessoa. Coitado de Justin, tomara que saia dessa vivo.

 


Notas Finais


Primeiro eu peço mil perdões.... Se vocês não sabem eu estou reescrevendo a minha outra fanfic: OBSESSION, já que o começo ficou estranho, então comecei a reescrevê-la pra o final ficar melhor, estou postando capítulos lá se possível todos os dias, então dei um tempo nessa, mas estou de volta, juro que não vou demorar para postar capítulos novos.
Quem quiser ler a minha fanfic que estou reescrevendo: https://spiritfanfics.com/historia/fanfiction-justin-bieber-obsession-5685372


segundo::: lá vemmm tretaaaaaaaaa, próximo capítulo vai pegar fogo auhsauhsu <3

Terceiro: Será que Alfredo e Katia vão descobrir? nuss, sei não hein, só sei que vai dar um rolo enorme, ou melhor, uma treta maligna kkkkkkkkk
#comentem oque acharam,beijões e até o próximo capítulo


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