História Destiny - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bernard Duarte
Exibições 42
Palavras 1.570
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


CHEGAY GAY GAY

Aproveitem o capítulo! 💕

Capítulo 2 - Capítulo dois


Fanfic / Fanfiction Destiny - Capítulo 2 - Capítulo dois

Belo Horizonte — 2010

Saio de casa apressada. Se eu quisesse chegar na escola pra assistir o primeiro tempo de aula, teria que correr. 

Pego meu celular e mando uma mensagem para Carol, perguntando se a professora já tinha chego. Respiro aliviada quando ela nega. 

Na última noite esperei até Bernard voltar do jogo. Ficamos uma semana sem nos ver, e ontem, com a vitória de seu time era uma boa oportunidade. 

Bernard disse ontem que não iria assistir o primeiro tempo de aula, então, enquanto caminho até a escola — que hoje parece mais longe — coloco meus fones. 

Chego na escola no mesmo momento que o sinal indicando o começo das aulas toca e eu corro até a minha sala. 

Sento no meu lugar de lei, ao lado de minha melhor amiga. 

- Cadê o Bernard? – Carol pergunta antes mesmo de eu dar bom dia a ela. 

- Provavelmente dormindo. 

- Oh, a noite foi boa, afinal? – pergunta com um sorriso malicioso. 

- Não! – digo alto atraindo olhares dou um sorriso e faço sinal de “joia” para aqueles que viraram a cabeça. – Bernard vai chegar no segundo tempo de aula, apenas. 

- Deixe-me adivinhar, ficaram até tarde juntos? 

- Eu esperei ele voltar do jogo. – digo. – estava à uma semana sem ver meu melhor amigo, não me julgue. 

- Vai falar que não deu nenhum beijinho nele? – pergunta e eu rolo os olhos. 

- Somos amigos. Melhores amigos! 

- Que se beijaram diversas vezes. – rebate. – todo mundo sabe que vocês têm algo. O que ‘tá esperando pra sei lar, admitir isso pra ele? 

- Ana e Nathalia. – a professora nos chama e olhamos para ela. – algo pra compartilhar com a turma? 

- Ah não ‘fessora! – Carol diz com um sorriso no rosto. – esse povo é muito fofoqueiro, sabe como é né? 

A professora fecha os olhos e respira fundo reprimindo uma risada. 

- Apenas prestem atenção na aula. – diz e se vira para o quadro começando a escrever.

*** 

- A aula já acabou, Nah. – Carol balança meu corpo e eu abro os olhos. – por que não ficou em casa dormindo? 

- Ah, não tinha nada pra fazer. – digo baixo e levanto meu olhar para a porta, e quando faço isso a mesma se abre e Bernard entra. 

- Nossa, pareceu até cena de filme. – minha melhor amiga diz e eu rio. 

Bernard chega perto dela fazendo um toque com ela e se vira pra mim. 

- Você está horrível. – diz depois de dar um beijo em minha testa e se sentar na cadeira vaga em minha frente. 

- Sua cara também não é das melhores, idiota! – digo e abaixo a cabeça novamente. 

- O que está havendo, Nathalia? – Carol pergunta. – é tpm? 

- Estou com sono, apenas isso. – digo ainda com a cabeça abaixada. 

Um perfume doce chega em minhas narinas e eu levanto minha cabeça vendo que Manuela — a menina que me odeia sem motivos — estava quase que se jogando em cima de Bernard. 

Rolo os olhos e viro meu rosto para Carol que observa a cena com cara de nojo. 

- Manuela, querida. – Carol diz e a menina a olha. – você pode nos dar licença? Bernard é comprometido, linda. 

- É? – a menina diz e um sorriso maldoso surge em seu rosto. – então avise a menina que ele mantém um relacionamento, que ele não para de me mandar mensagens. – dito isso ela sai de perto. 

- Nah, eu.. – Bernard começa a dizer e eu me levanto saindo da sala. 

Precisava de ar, água e mais qualquer coisa que me acalme. 

Me encosto na parede do bebedouro bebendo um copo d’água e respiro fundo, tentando manter a respiração regulada. 

- Nathalia... – Bernard chega perto de mim e eu tento sair sendo impedida pelo mesmo. – sério, eu nunca mandei mensagem pra ela. Custa acreditar em mim? 

- Você pode mandar mensagem pra quem quiser, Bernard. 

- Não me pareceu com esse pensamento quando saiu da sala correndo. – diz e eu rolo os olhos. 

- Nem tudo é por você, Bernard. 

- Isso doeu. – ele diz rindo. – olha Nah, eu gosto de você. Você é minha melhor amiga. 

- E é esse o problema. Eu não quero ser só sua melhor amiga! Eu gosto de você, droga! – digo e antes dele falar alguma coisa eu saio. 

Pego minha mochila na sala e vou pra casa, pensaria numa desculpa para dar à Carol mais tarde. Mas no momento, eu só preciso manter distância de Bernard. 

...

- Nathalia, abre essa porta! – a voz de Carol é dura e eu me levanto e vou abrir a porta. 

Volto a mesa de meu computador e Carol se senta na minha cama. 

- Está esperando o que para começar a falar? – Carol pergunta e num ato que eu sei que foi infantil, eu aumento o volume da música que vem do computador. – o que você disse para Bernard? Ele ficou o resto das aulas estranho. 

- Eu disse a verdade. – digo e ela arqueia uma sobrancelha. – eu disse que gosto dele. 

QUE? – grita e se levanta. – e o que ele disse? 

- Nada. – respondo e ela segura meus ombros me virando para ela. – eu não quis ouvir oque ele tinha a falar. Mas sabemos que ele falaria que. 

- E o que ele falaria? – pergunta rolando os olhos. 

- Que não gosta de mim do outro jeito. – digo e Carol ri. 

- Por Deus, Nathalia! – ela volta a andar pelo quarto. – uma das coisas que eu mais tenho certeza nesse mundo é de que Bernard é caidinho por você! 

- Você acha isso, não tem certeza. 

- Ah claro! Se ele não fosse caidinho por você, não teria ficado com ciúmes só porque o Pedro comentou na sua foto. Ah e claro! Não teria te beijado no seu aniversário e nem no dele! 

- Aconteceu. – digo me levantando da mesa do computador. – a Cris ‘tá la embaixo? 

- Foi pra alguma reunião na escola do seu irmão. – diz e a campainha toca.

- Eu realmente espero que não seja alguma criança tocando a campainha por tocar, porque eu não ‘tô afim de ser presa. – digo e saio do quarto, descendo as escadas. Quando chego na porta, pra minha surpresa quem está lá é Manuela. – o que você quer? 

- O que você disse a Bernard? Ele não falou comigo o resto da aula, você falou de mim né? Inventou mentiras, não foi? – pergunta e eu rolo os olhos.

- Qual o problema de vocês? – pergunto. – eu nunca vou falar mau de uma menina só pra ficar bem com um garoto. Então Manuela, baixa sua bola e me dá licença porque eu estou cheia de coisas pra fazer. 

- Você gosta dele, não é? 

- Não eu não gosto dele. Eu sou completamente apaixonada por ele desde que tinha treze anos. – Manuela arregala os olhos. – agora, eu vou entrar e por Deus, da próxima vez não precisa vir aqui na porta de casa. É só me mandar mensagem! 

Antes de esperar uma resposta eu fecho a porta e volto ao meu quarto. 

- Quem era? 

- Manuela. – digo e minha melhor amiga arregala os olhos. – não me olhe assim! 

- Você esteve com ela e não a matou? 

- Por que eu faria isso? – pergunto. 

- Por que você não faria isso? 

- Sério, eu não tenho nada contra ela. – digo e Carol ri. 

- Ah, não? – pergunta. – e àquela cara que você fez quando ela chegou perto de Bernard? 

- Cala a boca que eu fiquei normal! 

- Aham, claro. – diz rindo e eu jogo um travesseiro nela. 


***

Já é noite quando Carol vai pra casa e eu aproveito o tempo antes do jantar pra ficar com meu irmão. 

Um pouco depois do jantar, enquanto eu lavo a louça, ouço passos se aproximando e eu já sei que é meu irmão, antes mesmo de olhar. 

- O que você quer Douglas? – pergunto ainda sem olhá-lo. 

- Bom, não é o Douglas. – me viro rápido. 

-  O que ‘tá fazendo aqui Bernard? 

- Bom, você não atendeu minhas ligações, nem abriu a cortina. – diz e se aproxima mais de mim. – eu realmente quero conversar com você, Nah. 

- Ok. O que quer falar? 

- Vem, vamos ali no jardim. – ele me puxa e assim vamos até o jardim. 

O encaro esperando ele falar alguma coisa. 

- Eu não sei como eu vou falar isso. – ele coça a cabeça visivelmente nervoso. 

- Não enrola Bernard! – digo e ele ri. 

- Quer namorar comigo? – pergunta e eu o olho prendendo o riso. – não me olhe assim, eu realmente gosto de você. Eu realmente estou completamente apaixonado por você e bem, depois do que me disse hoje a tarde, o medo de ser rejeitado passou. 

- Mas você sabe que mesmo eu gostando de você eu posso rejeitar esse pedido, né? – vejo o desespero em seus olhos oque me faz rir. – mas eu te amo o bastante pra não fazer isso. 

O sorriso que aparece no rosto de Bernard é o bastante pra iluminar toda Belo Horizonte. 

- Eu te amo. – ele diz antes de me beijar. – desculpa por só admitir isso depois de você ter esfregado a verdade na minha cara. 

- Você sempre foi lerdinho né. – digo e rio. – mas mesmo assim continuo apaixonada por você. 

E mesmo sem Exagerado tocando no fundo, eu sinto como se fosse a primeira vez que nos beijamos. 

 


Notas Finais


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