História Destiny - Yoonmin - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Sugamin
Exibições 94
Palavras 2.600
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OOOOI!
Essa é minha primeira fanfic ( que não seja one-shot) a ser postada aqui, espero que gostem bastante!
BOOOOOM, me perdoem pela falta de criatividade nas capas e também por qualquer erro ortográfico.
Beijos, nos vemos lá nas notas finais <3

Capítulo 1 - Retorno


Fanfic / Fanfiction Destiny - Yoonmin - Capítulo 1 - Retorno

Com os olhos quase fechados observei aquela vista da minha sacada, que era pouco tampada por uma cortina branca meio transparente, o que me permitia ver a noite estrelada como estava.

Todo aquela brisa leve do vento me fez dar um sorriso pequeno no canto da boca e aproveitar mais um pouco antes de cair no sono.

Fui surpreendido quando gotas de agua começaram a cair nas pontinhas dos meus dedos do pé – que estavam pra fora do quarto – e me levantei depressa para fechar todas as janelas e já usar o barulho da chuva pra dormir tranquilo. Assim fiz e me vi fechar os olhos por completo quando tudo parecia se acalmar aos poucos.

***

Acordo assustado com o barulho do despertador insistindo em me acordar. Sentei na beirada da cama e me espreguicei na tentativa de me livrar da preguiça. Fui ao banheiro e fiz minha higiene pessoal, pelo jeito eu estava dando uma boa enrolada e fui apressado vestir uma roupa quando vi que faltava apenas quinze minutos para as aulas começarem.

Meu nome é Park Jimin, tenho dezessete anos e estou cursando o penúltimo ano da escola. Sou um garoto qualquer e tenho muita dificuldade em me concentrar por isso sempre estou perdendo coisas ou destruindo objetos a minha volta. Tenho alguns amigos e recentemente moro sozinho. Adoro maças carameladas e pudim de caramelo. Ah, e eu estou atrasado no momento.

Não peguei nem dinheiro para lanchar, muito menos meu celular e fui correndo para o colégio.

Por muita sorte a senhora que cuidava da entrada dos alunos me deixou passar e tive que esperar a segunda aula começar para entrar na sala de aula. Durante esses longos minutos fiquei sentado em um banco de madeira no pátio do local e me concentrava em minhas mãos até que escutei passos vindo em minha direção – não exatamente.

Levantei minha cabeça e me deparei com um garoto um pouco mais velho que eu, e ele mantinha seus olhos fixos no fim do corredor onde estava a sala do diretor. Parece que nem tinha notado minha presença mas acabou me vendo quando abriu a porta da sala do diretor o qual gritou tão alto com ele que senti um pouco de pena. Quando fechou a porta me olhou um pouco ameaçador e depois disso trancou a porta, que tinha um vidro na parte superior indicando o lugar e foi fechado por uma persiana meio amarelada.

‘’ O que será que está acontecendo lá?’’ – era a única coisa que eu conseguia pensar e faltando alguns treze a quinze minutos para tocar o sinal vi o rapaz de mais cedo sair com um semblante de magoa e um roxo perto do olho. Seus cabelos lisos estavam meio molhados e bagunçados sobre aqueles pequenos olhos, e os mesmo avermelhados em si. O outro, quando percebeu que eu o fitava um pouco preocupado, colocou seu dedo sobre a fina boca e resmungou um: ‘’ Não conte pra ninguém’’. E saiu andando em direção as salas de aula e colocou óculos escuros, provavelmente para esconder o machucado próximo ao olho. Minha expressão agora era tipo ‘’ O que está acontecendo?’’ e eu teria que me livrar dela pois o sinal tocou bem alto e agora ia ter aula. Não podia ficar viajando em pensamentos alheios.

Entrei na sala de aula e acenei para meus amigos no canto da sala e um deles veio até mim.

- Oi sumido! – cumprimentou Hobi, um dos meus melhores amigos e confidente.

- Sumido? Talvez pelas férias de verão né Hoseok! – sorri e logo fui abraça-lo com muito afeto e felicidade.

- E aí? Como foi suas férias, Jimin ? – perguntou se sentando na carteira a frente da minha.

- Sinceramente? Um lixo...- disse fingindo uma cara de tristeza e o outro riu. Não saí para viajar só nas férias, fui um mês antes, e pra que? Frescura dos meus pais afirmando que eu devia passar minhas férias estudando para ter um bom futuro.

- Que isso, pior que a minha duvido muito! – disse Hoseok e logo veio Taehyung, meu outro amigo, e entrou na conversa.

- Hoseok, você tá falando besteira pelo menos foi a praia, eu fui cuidar de gado na fazenda da minha vó.

Eu e Hobi rimos de Taehyung imaginando como seria ele tirando leite de vaca.

- Ah... Tae você consegue se superar todo dia – disse em meio a uma respiração ofegante, segurando o riso.

E antes que pudéssemos terminar de conversar o professor entrou e chamou atenção de todo mundo. Combinamos de tomarmos lanche juntos, como sempre, e acabei me lembrando da desgraça que ia ser eu com fome, pois não tinha trago alguma coisa pra comer.

A aula foi bem chata já que eu odeio história com toda a minha alma e o professor não colabora. Depois dessa foi de matemática e enfim o intervalo.

Saímos devagar pelos corredores onde todo mundo saía desesperado.

- Bando de gente escrota. – diz revoltado Tae que quase bateu no garoto por tê-lo derrubado no chão. Não pude conter a gargalhada e Tae fingiu estar bravo comigo, enquanto Hoseok fazia graça com Tae fingindo ser seu guarda costas.

Quando chegamos no grande pátio, onde todos grupinhos da escola se reuniam, ouvimos um alarde vindo do meio de todas aquelas pessoas. E vi lá no meio uma garota correndo atrás de um garoto que andava em direção pra dentro da escola.

- Ei, não vá embora assim seu rude. – gritava ela.

- Se sou o problema é meu.

- Não quando você magoa uma pessoa, Suga.

- Então porque ela não para de ir atrás de mim? Estou farto disso e mais não me chame assim, não é como se você pudesse.

- Ela te ama. – e todos se silenciam no local.

O garoto vira e pude ver quem era. O veterano de mais cedo, só que agora parecia nervoso. Suspirou fundo e voltou aquela expressão de tédio e se pronunciou:

- Eu não me importo se ela me ama ou não, só quero que ela pare de encher a porra do meu saco, entendeu pombo-correio?

A garoto pareceu envergonhada e estressada o bastante para ter uma tentativa de agredir ele, mas foi puxada para longe por uma garota loira que chorava a soluços.

Até que então todos saíram e eu, Hoseok e Tae nos encarávamos no intuito de entender aquilo.

- Bom, ela não devia ter mexido com ele. – diz uma voz vindo de trás de nós. Me virei rápido para ver quem era e sorri alegre quando vi Seokjin, meu hyung, estava ali nos cumprimentando.

- Caramba Jin, quanto tempo! – diz Hoseok dando um breve abraço nele.

- É nunca mais falou conosco. – diz Tae que o abraça, sem jeito, de lado.

E por fim eu e ele nos cumprimentamos e fomos em direção à um banco mais escondido no ‘’ parque’’ que tinha ali na escola mesmo.

- Ah, mas então... você viu o que aconteceu agora pouco? – disse Hobi puxando assunto e tomando um suco de uva.

- Vi sim, como disse ela não devia ter se metido com ele. – disse Jin sentando no gramado no lado de Tae.

- Por que? – perguntou Tae já enchendo a boca de doce.

- Eu estudo com ele e acreditem o apelido Suga não quer dizer nada, ele não é flor que se cheire.

- Percebi – comentei.

- Mas essa garota é bem lerda também né? – diz Tae quase cuspindo o pudim de leite que comia.

- Ei cara vai devagar ai. – riu Jin e Tae se juntou a ele.

- E bom, sim, parece que ela não entende uma indireta. - disse Jin e eu fiquei só escutando o que dizia. Não seria novidade eu querer saber sobre ele, né? Parece tão mal-educado e frio, mas de manhã ele estava machucado e parecia triste. Não é dó, tá mais pra auto preocupação.

- Assim, ele nunca disse que gostava dela e a idiota fica dando em cima dele quando dá na telha. Além dele ser um dos caras mais disputados da escola. E também é todo misterioso, ninguém nem sabe onde ele mora. – disse Jin – Mas não estamos aqui pra falar dele não é? – e me encarou rindo no final.

- Você está bem Jiminie? Está quieto. – perguntou Hobi fazendo uma rápida caricia no meu cabelo.

- E-estou sim, só um pouco de fome.

- É, mas cada teu lanche? – perguntou Tae.

- Vim apressado e esqueci tudo em cima do balcão de casa. – disse tirando a blusa de frio que vestia, colocando-a no banco já que o sol estava começando a esquentar bastante.

- Continua distraído... e baixinho né, Jimin? – disse Jin se levantando. Nem deu tempo de retrucar, lá estava ele indo em direção a cantina. – Vou comprar alguma coisa pra disfarçar a fome, porém, é melhor que almoce direito hoje, ouviu?

- Sim, mamãe. – brinquei e todos ali riram.

Após comermos e temos conversado sobre coisas aleatórias e como tinha sido esse tempo fora da escola, o sinal tocou e todos fomos em direção as suas devidas salas. Mas aí então lembrei que tinha deixado minha blusa de frio no banco e fui correndo até lá. Por muita sorte ninguém tinha mexido nela e assim que fui pegar alguém a catou antes que eu pudesse ter feito. Olhei para cima e me surpreendi quando vi o cara que mantinha a expressão de tédio.

- É sua? Não devia deixar jogada por aí. – disse me entregando.

- A-ah, obrigado. – disse a tirando de suas mãos, aparentemente pálidas e magras.

- E sobre hoje cedo... – iria dizer, mas então foi interrompido por uma zeladora que nos mandou, rudemente, para sala.

- Depois conversamos sobre isso, por enquanto mantém a boca fechada, ok baixinho? – perguntou retoricamente e saiu andando pelo lado oposto, onde os veteranos estudavam.

‘’ Baixinho’’, ele vai ver o baixinho quando eu transformar aquela cara de nojo em cara de medo. Acabo rindo desse pensamento, mas odeio admitir que sou baixinho. Volto pra sala e me sento no meu lugar acompanhado de uma bronca da professora.

Assim que acabou as aulas fui até o refeitório para beber água e ouvi umas garotas cochichando.

- Você viu o fora que ela tomou? – diz uma.

- Vi, eu sabia que ia terminar assim. Ela é caloura e ele um veterano. - a outra disse.

- É, mas agora nós temos mais chance. – pronunciou-se a terceira.

Isso era sério? Realmente sério? Uma disputa pra ver com quem ele ficava? Nunca entendi direito as garotas mas isso passou do meu limite de raciocínio. Aposto que ele se aproveita disso. Galanteador ele não é então me pergunto o que elas veem nesse cara. Eu só vejo um rapaz com cara de deboche pra todo mundo. Essas garotas, viu.

Fui indo pra saída só que ai sinto alguém puxar meu braço e me levar para um beco ali perto. Não pude reconhecer quem era, pois andava rápido e estava de costas para mim. Porém, senti aquela mão fininha e grande na minha mão gordinha e já tinha ideia de quem poderia ser.

Me jogou dentro de um beco e sussurrou no meu ouvido:

- Se contar pra alguém o que viu, vai se arrepender. – disse em um tom calmo, como se nem estivesse me ameaçando.

Fiquei em choque pois estávamos muito próximos e ele me olhava lá no fundo dos olhos. Vi um sorriso sarcástico se esticar naquela cara pálida e ele veio perto da minha orelha e cochichou novamente:

- Seu zíper está aberto, criança. – e riu ali mesmo. Se retirou como se nada tivesse acontecido deixando pra trás um garoto assustado e vermelho no beco escuro.

Me recompus e fui para minha casa apressado. E antes de tudo fechei meu zíper que estava aberto o tempo todo, nem acredito nisso. Talvez o Jin tenha dito que eu era distraído também por isso.

Quando cheguei no meu lar me joguei na cama meio cansado e com calor. Tirei meu uniforme e o substitui por um pijama confortável. Liguei para um restaurante de comida japonesa e pedi um ramen, o qual eu sempre comia.

Enquanto eu esperava fiquei sentado na minha poltrona vendo um programa muito estranho de televisão e acabei reparando que meu quarto era muito espaçoso e tinha poucas coisas nele. Não faz muito tempo que me mudei pra este apartamento e ainda tem algumas caixas jogadas pela casa. Na verdade é como um dormitório, mas cada um tem seu próprio quarto, banheiro, cozinha e pagamos um aluguel bem barato. Se eu não me engano aqui tem no mínimo 14 alojamentos. Só um que está vazio, pois a senhorinha que morava lá morreu. É na minha frente esse dormitório e eu era um conhecido da senhora. Uma boa mulher, sempre gentil. Pena que as piores coisas acontecem para as melhores pessoas. Tenho certeza que não vai demorar para alguém ocupa-lo, apesar de não ser um lugar cinco estrelas aqui é muito bem arrumado e limpo.

Logo alguém toca minha campainha e pulo de felicidade quando vejo pelo ‘’ olho mágico’’ que é entregador de comida. Depois de pagar pela refeição vou para a cozinha e preparo um suco e faço assim minha refeição. Estava indo em direção a pequena mesinha que usava para tudo e acabei tropeçando em uma bendita caixa deixando toda comida se esparramar pelo chão limpinho. Primeiro eu queria gritar de raiva mas ai me contentei em apenas reclamar em silencio e ir dar uma limpada no lugar ensopado de molho.

Fiz isso e tomei uma ducha pois eu estava cheirando a macarrão instantâneo. Me troquei e peguei minha carteira pra ir comer em algum restaurante qualquer. Lembrei que tinha um amigo que trabalhava em um aqui perto e fui rápido até lá.

Fiz uma boa refeição e quando me senti satisfeito paguei a conta e voltei para o casebre. Assim que cheguei nele a dona do lugar me cumprimentou toda sorridente.

- Olá Sr.Park – ela disse.

- Olá Sra. Yori, pode me chamar apenas de Jimin. – disse e ela assentiu sorrindo.

- Bom, eu sei que é chato estragar sua tarde, mas poderia me ajudar a carregar essas caixas para aquele quarto vazio?

- Posso sim.

- Parece que a mudança chegou antes do proprietário.

- Que folgado. – disse e ela riu. Ficamos em silencio até chegarmos no lugar que seria ocupado e levamos todas as caixas pra dentro. Ela me agradeceu e eu fui para meu quarto. Deitei na cama e fui tomado pelo cansaço.

***

Me despertei tarde, quase noite e sabia que teria problemas para dormir ou acordar amanhã e bufei comigo mesmo. Ouvi um estralo lá de fora e a dona conversando com alguém.

Fui na sacada pra ver e se eu não tivesse com os olhos embaçados eu iria jurar que era o famosinho da escola. E eu não estava enganado, esfreguei meus olhos e confirmei: era ele. Pareceu que ele tinha percebido minha presença do segundo andar e acenou para mim com um sorriso suspeito. A dona perguntou para ele se nos conhecíamos – pela minha dedução de leitura de lábios – e ele fez em afirmativo. Pra uma pessoa grossa ele sabe mesmo ser um bom ator.

Pronto, acabei de sair do inferno da minha casa para ter um diabinho como vizinho. Não acenei de volta apenas entrei para dentro de casa e fui tentar me distrair mexendo no um notebook. Porém, tudo que eu conseguia pensar agora era como seria ser vizinho daquele imbecil. Aah! Por que a vida não facilita pra mim?

X end X


Notas Finais


E aí? Gostaram?
Comentem o que acharam que eu vou ser grata por toda minha vida !! <3
Sobre a postagem de capítulos é bem simples: Todas terças ou quartas vai ter
um novo capítulo e se eu conseguir VAI TER ANTES DO PRAZO >w<
Beijos <33


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