História DESTINY - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Garoto Popular, Maxine Bennett, Romance, Valient North
Exibições 4
Palavras 2.149
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


BROTEI \O/
Então kridados, só consegui um favorito na história e ela é minha best TE LOVE NICK
Mais não vou perder as esperanças e vou continuar postando.
Espero que gostem. Muitos kissus e Boa Leitura.

Capítulo 2 - CONTRA MIM


Fanfic / Fanfiction DESTINY - Capítulo 2 - CONTRA MIM

CAPÍTULO UM

__ O que? – Perguntou perplexo com o que eu havia acabado de dizer.

__ D-desculpa, eu não quis dizer isso, quer dizer, não é você. Bom, na verdade é você, mais não é… entende?

Valient parou por um segundo, pareceu pensar e depois sorrio se agachando para ficar de frente para mim.

Ele está rindo de mim? Era de se esperar… O que eu falei mesmo? Droga, se nem eu entendi, imagina ele? Deve achar que além de estranha e anti social, sou louca.

__ Entendo. – Rio. __Você está bem? – Perguntou.

Ele deu uma olhada pelo meu corpo cagado, digo, caído no chão. Logo em seguida, me olhou nos olhos, sendo assim, eu também fui obrigada a olhar de volta, porém, rapidamente desviei, pois eu não podia competir com tamanha intensidade.

Devo está parecendo um lindo e maravilhoso pimentão vermelho agora.

__ S-sim, me desculpe, eu não devia estar correndo por ai como uma louca, por um corredor cheio de pessoas e… É, foi mal. – Falei.

__ Bom, eu também tenho culpa nisso. – Disse desviando sua atenção de mim enquanto catava alguns dos meus livros e folhas que estavam mais próximos. __ Não devia estar parado que nem um louco em um corredor cheio de pessoas. – Olhou para mim sorrindo com a boca fechada. __ Foi mal.

Ele acabou de me zoar? Valient North, acabou de me zoar?

__ Não é sua culpa, eu devia ter mais cuidado. – Passei a mão na nuca, sem graça. __ E não precisa, eu mesma posso recolher. – Falei me referindo aos livros e folhas caídos e espalhados pelo chão do corredor.

Levantei com uma certa dificuldade e uma dor forte no joelho esquerdo – o mesmo que bati no chão na hora da queda. Acabei fazendo uma careta pela dor sentida. Valient que até então, estava agachado, se levantou logo em seguida, ficando novamente de frente para mim.

__ Está tudo bem mesmo? Eu ouvi seu joelho estralando na hora da queda. – Disse.

Então eu não estava louca. Que vergonha… Ai meu santo dos fantasminhas camaradas, porque isso está acontecendo comigo?

__ Não, está tudo bem, eu posso olhar isso depois na enfermaria. – Voltei minha atenção aos meus livros caídos no chão.

Mancando, dei a volta pelo pedaço de mal caminho – vulgo, novamente, Valient North. E catei alguns livros que estavam em um canto do corredor. Foi então que percebi que as poucas pessoas que estavam ali, caçoavam e riam de mim. Rapidamente catei o restante, logo depois me virei para Valient novamente. Ele observava as outras pessoas rindo, com uma expressão não muito agradável, como se não estivesse gostando nada daquilo, mais felizmente não disse nada, isso ia me deixar ainda mais constrangida.

__ Com licença… – Chamei sua atenção e apontei para meus livros e folhas que estavam em suas mãos.

__ Ah… – Me entregou. __ Tem certeza que está bem? – Perguntou apontando para o joelho.

__ Sim, não precisa se preocupar. – Me virei para ir embora, porém parei e olhei novamente para trás. __ E obrigado. – Me referi aos livros. Sorri e continuei caminhando, ignorando as pessoas que riam da minha cara.

One hour later~~

Depois daquele momento constrangedor, decide que não tinha paciência para assistir a aula de álgebra e fui para a biblioteca. Assim que sentei, joguei minha mochila na cadeira, deitei minha cabeça na mesa e fechei os olhos.

Jurava para mim mesma que nunca ia permitir que um desastre desse ocorresse comigo. No caso, nunca ia trocar uma palavra com Valient North, nunca ia correr no corredor e nunca cair no mesmo com várias pessoas em volta e ficar com cara de pimentão vermelho.

__ Droga, droga, droga… – Pensei alto.

__ Ei, você não me disse seu nome. – Aquela voz.

Pedi aos céus que fosse Deus. Abri lentamente os olhos, ainda com a cabeça deitada na mesa, olhei para a pessoa que agora estava sentada do meu lado, olhando para mim com um sorriso de tirar o fôlego. Levantei a cabeça lentamente e fiz meu melhor sorriso, falso, mais fiz. Já contei que fiz teatro na escola quando era mais nova? Ser falsa é uma arte que possuo.

Infelizmente, não era hoje que eu ia ver Deus. Mas, desde quando ele – Valient, estava ali?

__ Oi… – Falei sem graça.

__ Então, qual o seu nome? – Perguntou ansioso pela resposta.

__ Maxine Bennett. – Respondi automaticamente.

__ Prazer Maxine Bennett. – Estendeu uma das mãos. __ Valient North.

Fiz o mesmo gesto e apertei sua mão.

O que essas mãos não devem fazer entre quatro paredes?

Assustei com meus próprios pensamentos e puxei minha mão novamente com uma certa brutalidade, porém Valient não pareceu notar meu desconforto, ou fingiu não notar e continuou:

Será que ele fez teatro também?

__ Não pense que eu te segui. – Rio. __ Na verdade eu decide não assistir a aula e vim para cá. Acabamos tendo a mesma ideia. Pensamos igual. – Disse sorrindo.

__ É, parece que sim. – Ri.

Ficamos em um silêncio constrangedor por alguns segundos, mais felizmente Valient voltou a falar.

__ Seu joelho está melhor? – Perguntou.

__ Ah, claro, meu joelho. Por falar nisso eu tenho que ir, digo, ir na enfermaria. – Me levantei.

Isso é claramente uma oportunidade que os céus estão me dando para dar o fora daqui.

__ Então vamos. – Disse, também se levantando, pegando sua mochila logo em seguida.

Merda… Milhões de vezes merda.

__Olha, não precisa se incomodar. – Falei colocando uma das alças da minha mochila no ombro direito.

__ Você não me incomoda, muito pelo contrário. – Disse sorrindo, dessa vez, mostrando os dentes.

Congelei com suas palavras.

Caralho, mil vezes, caralho. O que ele acabou de dizer? Será que peço pra repetir? Não, melhor não. Já fiz muita cagada hoje, não preciso de mais essa.

__ Bom, então vamos… – Sai do transe e comecei a caminhar para fora da biblioteca.

Tentei caminhar rápido, para quem sabe despistar Valient e sair correndo por ai. Mais meu plano foi pro ralo quando percebi que o mesmo andava ao meu lado sem nenhuma dificuldade.

Fui uma iludida em achar que Valient não ia conseguir me acompanhar. Olha o tamanho do garoto. Ele é quase um armário, de dois passos que dou, ele deve dar uns 100 de uma vez só.

__ Ele realmente parece melhor. – Falou se referindo ao joelho. __ Não acha que está andando rápido de mais?

__ Sim, é de família, sabe? Essa coisa de ser forte e se regenerar rápido. Minha mãe mesmo, quebrou o braço escorregando da banheira enquanto raspava as pernas e ele melhorou em uma semana, nem teve tempo de se acostumar com o geso, e olha que eu tinha até inventado um nome pra ele.

Assim que terminei de falar, percebi o meu erro. Falei de mais, e tudo que eu queria era não criar nenhuma intimidade, mais contei uma coisa tão pessoal quando tomar banho de pantufas. Sim, eu tomo banho de pantufas.

Valient deu uma gargalhada gostosa, eu já estava parecendo um pimentão novamente, de tanta vergonha.

Foi mal mãe.

__ E qual o nome que você ia dar? – Olhei para ele por um segundo. Valient parecia mesmo estar curioso sobre o nome que eu daria ao gesso.

__ O gesso. – Falei, arrancando mais gargalhadas de Valient.

O engraçado é que eu não achava a graça, é um nome tão óbvio e idiota para se dar ao gesso do braço quebrado da minha mãe. Digamos que não sou uma pessoa muito criativa para nomes.

__ Você realmente é uma coisa Maxine… – Respirou fundo recuperando o ar.

Ignorei o seu comentário e continuei andando a caminho da enfermaria com Valient ao meu lado. Por sorte não estava muito longe, eu não aguentava mais ficar mais um minuto sozinha com ele. Afinal, eu não sabia o que falar, e nem como reagir a cada vez que ele dizia algo, é realmente constrangedor ficar perto de um cara tão lindo, inteligente, lindo, legal, popular e lindo como ele. Ainda mais com pessoas olhando desacreditadas para nos. Valient é realmente popular, eu podia escutar comentários do tipo: 'O que ele está fazendo com ela?' ou 'Ela é novata? Nunca tinha a visto por aqui' e o pior de todos: 'Eles estão saindo?'

E só de pensar que tudo que eu queria era ser um fantasma e não chamar atenção de ninguém, e agora estou nessa situação...

Quando finalmente chegamos, eu entrei primeiro, sem esperar que Valient fizesse aquela típica cena de filmes de romance, onde o personagem principal dá um de cavalheiro e permite a dama entrar primeiro. Ele veio logo atrás. Assustei quando senti sua mão tocar levemente nas minhas costas. Me afastei rapidamente, procurando pela enfermeira e a encontrei logo.

__ Olá crianças. – Dulce, como é chamada saiu de uma porta, fechando a mesma em seguida.

Aquela porta dá para seu escritório. Já entrei lá algumas vezes, é um pequeno escritório, muito fofo, com enfeites lindos de pelúcias, a parede da cor de salmão. Com computador, e até televisão. Dulce tem muito carinho com suas coisas, está tudo sempre arrumadinho e bem cuidado.

Já a visão de quando entramos dentro da enfermaria é de algumas camas separadas por cortinas, como se fosse um hospital mesmo. Tem pequenos armários com medicamentos e tudo de que uma enfermeira precisa para usar em um paciente. Também é muito bem cuidado, é aqui que venho, além da biblioteca, quando me atraso para alguma aula. Aproveito para tirar um cochilo, e Dulce sempre deixou que eu fizesse isso, inclusive, ela é um amor de pessoa. Afinal, digamos que é proibido vir até a enfermaria para tirar um cochilo, e ela encobre meus sonos de beleza como ninguém.

Eu e Dulce temos uma grande amizade, é como se ela fosse minha conselheira da vida. Conto muitas coisas pra ela, inclusive sobre meu projeto fantasma camarada. Ela achou besteira, já que acha que eu sou: 'Uma garota incrível e todos iam gostar de ter uma amiga como você'. Mais também entendeu meu lado, ou tentou entender e no fim, acabou me apoiando de qualquer maneira. Eu pretendia contar sobre o ocorrido envolvendo Valient North, porém ele me acompanhou até aqui, então vou ter que ser paciente e esperar até ficar sozinha com Dulce para lhe contar tudo. Falando em Valient, ele acabou se pronunciado primeiro.

__ Dulce, bom dia. – Disse sorrindo.

__ Bom dia querido. – Sorriu de volta. __ O que temos aqui mocinha? Andou correndo pelo colégio? Olha como isso está feio. – Sem eu nem ter dito algo, Dulce já notou meu joelho.

Até uma pessoa com sérios problemas de visão notária. Meu joelho está muito vermelho e roxo em alguns lugares, e está cada vez inchando mais e isso em pouquíssimo tempo.

__ Digamos que sim Dulce. – Falei.

__ Sério? Você realmente correu pelos corredores? – Me olhou incrédula.

Bom, se ela sabia do meu projeto, ela sabia das regras. E uma dessas regras é: Não correr em nenhum lugar no colégio. Mais tinha exceção, só podia correr em…

__ Caso extremo? – Me perguntou.

Confirmei com a cabeça.

Convenhamos, era aula de álgebra, a matéria que eu odeio e estou péssima. Tenho que, pelo menos, tentar entender, e para isso, tenho que estar lá e não me atrasar para a aula.

Dulce me guiou até uma das camas e pediu para que eu sentasse. Valient ficou de pé na beirada da cama, observando tudo.

__ Acho que não é tão grave assim, afinal estou conseguindo andar. – Falei.

__ Ela está mancando. – Valient disse.

Olhei para ele incrédula, que me olhou de volta e fez uma expressão tipo: 'O que? Só disse a verdade, querida.'

__ Ok, vamos dar uma olhadinha nesse joelho. – Dulce disse.

E foi o que ela fez, olhou aqui, apertou ali, me fez dar uns gemidos aqui, lacrimejar meus olhos por lá. E por fim concluiu que eu tinha um hematoma feio no joelho. Felizmente não tinha quebrado nenhum osso, o que era de se esperar.

__ Você vai ter que enfaixar esse joelho e tomar alguns analgésicos. – Abriu a gaveta do seu lado, pegou uma faixa e enfaixou o joelho. __ Agora os analgésicos… Onde esses espertinhos estão? – Procurou pelas gavetas, mais não achou nenhum. __ Bom, me espera aqui, vou ter que ir buscar mais. – Disse e saiu da enfermaria, me deixando sozinha com nada mais nada menos do que Valient North, que permanecia ali parado, olhando para mim.

__ Tá vendo, isso podia ficar pior. – Disse sério.

__ Sim, mais agora já está tudo bem, se você quiser, já pode ir. – Felei.

Mais Valient não arredou um pé. Ficou lá, me olhando com aqueles olhos penetrantes. Ele me olhava tão intensamente, que tive que desviar novamente.

__ Sabe, eu menti quando disse que não te segui. – Falou e eu estremeci o olhando novamente.

__ O que? – Perguntei sem entender nada.

__ O que você tem contra mim Maxine?

Continua.


Notas Finais


Sim, o capítulo é grande na medida certa. Espero que tenham gostado. Vou esperar ansiosa pelos favoritos e comentários.
Kissus e até a próxima.


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