História Destiny - Capítulo 45


Escrita por: ~

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Doyoung, Haechan, Jaehyun, Jaemin, Jeno, Johnny, Mark, Taeil, Taeyong, Ten, Winwin, Yuta
Tags Abo, Doeil, Jaeje, Jaeyong, Markchan, Markhyuck
Visualizações 360
Palavras 1.852
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, Magia, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu disse que ia demorar mas tive ideias e inspiração, então... cá estou eu again hahaha

Bem, vou jogar a bomba e fugir

Boa leitura❤️

Capítulo 45 - Mau pressentimento


*•*•*•* SETE SEMANAS DEPOIS *•*•*•*

*•*{DONGHYUCK POV}*•*


Sete semanas já se passaram desde que voltámos do Norte, sete semanas... repito, sete semanas!
Mark ainda não voltou porque tiveram de resolver uns assuntos, tenho tantas saudades dele... estou morrendo de saudades dele!

Relativamente ao cio... 
Sabem o que é sentir o cheiro dele mesmo estando a quilómetros de distância? 
Eu não sei se era eu que estava paranóico, mas eu sentia o cheiro dele e bem... aquilo estava me deixando completamente louco! 

Eu falei com Mark sobre isso e o mais estranho é... ele diz que também sentiu o meu cheiro, tal como da outra vez que estive com o cio. 

Agora: ou nós estamos imaginar coisas, ou algo muito estranho se passa, porque não é normal!

Eu estava no meu quarto, já não tinha mais aulas, estava sentado na secretária a tentar escrever alguma coisa. 
Sim, eu percebi que o que eu sinto pelo Mark está longe de ser apenas uma paixãozinha da adolescência, eu ainda não entendi bem os meus sentimentos, por isso não lhe vou dizer nada ainda. 

Sempre que penso nele um sorriso bobo forma-se nos meus lábios, sinto vontade de o abraçar e proteger, sinto comichões na barriga, o meu coração bate mais depressa. 


Ouvi alguém bater à porta, mas nem olhei para lá.

- Quem é? – Perguntei e ouvi a porta ser aberta. 

- Posso? – Nesse momento olhei para trás e foi como... foi um dos momentos mais felizes da minha vida (não, não estou exagerando).

- Mark! – Levantei-me rápido e corri para ele, atirando-me para os seus braços.
Abracei-o com força e ele riu, retribuindo. 

- Ficou feliz por me ver? – Ele riu e eu puxei-o para dentro, fechando a porta. 

- Claro que fiquei, porque não me disse que vinha? – Sempre que eu perguntava ao Mark quando é que ele voltava ele dizia: “espere mais um pouco meu anjinho”. 

Puxei-o até a cama e fiz com que se sentasse ali. 

- Surpresa. – Ele riu e eu sorri mais, dando vários beijos pelo seu rosto. 
Não acredito que ele está aqui...

- Eu tive tantas saudades suas. – Disse e dei um selinho nos seus lábios.
É tão bom voltar a sentir aqueles lábios junto aos meus, aqueles braços envolverem o meu corpo, ouvir aquela voz e saber que ele está ali mesmo. 

- Também eu Donghyuck. – Ele disse e acariciou uma das minhas bochechas. 
Sorri mais e voltei a abraçá-lo.

Ouvi um ladrar fofo e parei o abraço para olhar para ele. 

- Hyung? – Ele riu e levantou-se, indo até à porta.

- Tenho mais uma pequena surpresa. – Ele riu e saiu, pouco depois voltou com uma caixa muito grande com um laço cor de rosa enorme.

- O que é isso? – Vi a caixa mexer-se e mais um ladrar. – Você não fez isso! – Disse e ele sorriu, colocando a caixa à minha frente, em cima da cama. 

- Fiz sim. – Ele desamarrou o laço e nesse momento vi um focinho e umas patinhas fofas. 

- Cloud? – Ela saiu de dentro da caixa e veio para cima de mim, lambendo o meu rosto. 
Eu ri alto e tentei fazê-la parar. 

- Ela ficou muito triste quando você veio embora, então decidi trazê-la, além disso, temos oito cachorros no Norte, é mais que suficiente. – Mark disse sorrindo e acariciou o pelo da Cloud.

- Ela está tão grande, e pesada. – Eu ri e ela deitou-se em cima do meu colo, abrindo a boca e fechando os olhos. 

- Ela deve estar cansada. – Mark disse e acariciou a sua cabeça. 

Olhei para ele e percebi que estava olhando para mim. 
Tantas saudades daquele olhar...

- Você está ainda mais bonito do que da última vez que nos vimos. – Suspirei e juntei os nossos lábios num beijo carinhoso e necessitado. 

Mark levou as mãos até à minha cintura e percebi que sorriu entre o beijo.
Parámos depois de alguns segundos e ele beijou a minha testa, encostando a sua na minha em seguida. 

- Eu te amo. – Ele disse e mais uma vez, o meu coração bateu tão depressa que parecia que ia saltar do meu peito a qualquer momento. 

- Tinha tantas saudades de ouvir isso com você mesmo à minha frente. – Disse e sorri, fechando os olhos. 

- O que fazemos com ela? Não pode ficar aqui no quarto. – Mark disse e eu olhei para a Cloud. 

- Junto aos estábulos temos um lugar muito bom para ela ficar, vou pedir a alguém para tratar dela porque eu quero passar o resto do dia com você. – Eu disse e Mark sorriu, assentindo. 

- Parece-me muito bem. – Sorri e acariciei o pelo da Cloud para ela acordar. 

- Vamos dar uma volta sua fofa. – Disse pegando nela ao colo e bem... esta cachorrinha está bem mais pesada do que me lembrava. - Vamos antes que os meus braços caiam do meu corpo. – Eu disse saindo do quarto e Mark riu. 

As saudades que eu já tinha daquela gargalhada...


[*]


- Agora que já estamos sozinhos, há uma coisa que estou ansioso por fazer. – Mark disse fechando a porta do quarto e olhei para ele sorrindo.

- O quê? – Nesse momento ele agarrou na minha cintura e aproximou os nossos corpos, até que os nossos lábios se tocaram num beijo intenso. 

Levei uma das mãos até à sua nuca e outra até à um dos seus ombros.

Fui andando para trás até que cai em cima do colchão enquanto me deitava devagar. 

Parámos o beijo para recuperar o ar já em falta nos nossos pulmões e ficamos a olhar um para o outro. 

- Meu amor, eu nunca mais quero estar afastado de você por tanto tempo. – Mark disse e eu sorri, sentindo lágrimas de felicidade no canto dos olhos. 

- Eu também não quero, hyung. – Abracei-o e fechei os olhos. 

Ouvi alguém bater à porta e a voz de Doyoung fez-se presente no quarto. 

- Donghyuck você tem uma carta para ler. – Eu continuei abraçado ao Mark, abri os olhos e vi que Doyoung hyung estava a olhar para nós com um sorriso nos lábios. 

- Deixe aí em cima da mesa, eu já vejo. – Voltei a fechar os olhos e ele saiu do quarto. 

- Você agora recebe correspondência? – Ele perguntou e eu ri. 

- Você é que é demasiado preguiçoso para me escrever uma carta, mas existem outras pessoas que o fazem. – Disse e ele olhou para mim. 

- Você queria receber cartas minhas? Isso é tão clichê Donghyuck... – Rimos. 

- Pois é, mas a nossa vida toda é um clichê. – Ri e levantei-me. – Vamos lá ver o que querem de mim. – Fui até à mesa e agarrei na carta. -  Estranho... – Disse e olhei para ela com mais atenção.

- O quê?

- Não tem remetente. – Olhei para Mark e vi que ele ficou intrigado. 
Abri a carta e quando comecei a ler não pude crer nos meus olhos. 

“Olá meu amor, você tem saudades minhas? Aqui é o Liang.”

- O Liang? – Disse para mim e Mark levantou-se. 

- O que é que você disse? – Ele aproximou-se e eu continuei a ler a carta, já com as mãos a tremer. 

- “Você provavelmente está a pensar: como é que eu posso escrever se estou sob o efeito de medicação tão pesada, aí Donghyuck, você sempre foi tão ingénuo... 
Posso estar aqui preso, mas vou conseguir sair, e acredita, você não perde pela demora. 
Eu penso em você todos os dias, todas as horas, mal posso esperar pelo dia em que vai ser finalmente meu.” – Mark ficou com os olhos mais escuros e soltou um rosnado baixo. – “Eu vou conseguir sair daqui Donghyuck, mais cedo do que você pensa. 
Sabe Donghyuck, eu nunca fui um alfa de desistir do que quer, e agora eu quero você. 
Você vai ser meu um dia Donghyuck, e o Mark não o vai impedir. – Nesse momento eu senti um aperto enorme no peito e um mau pressentimento, muito mau pressentimento, não em relação a mim, mas em relação ao Mark. – Até breve, Liang.”

Quando acabei de ler a carta já sentia lágrimas escorrerem pelas minhas bochechas. 

- Mas ele estava internado hyung! Como é que isto é possível? – Mark tirou a carta das minhas mãos e olhou para ela. 

- Não dê importância a isto. – Ele disse e rasgou a carta jogando para o chão. 

- Mas ele está ameaçando você hyung, ele está completamente descontrolado. – Eu sabia que o Liang não estava bem, mas agora percebo que ele está louco, mesmo louco!

- Eu não vou deixar que ele se aproxime de você Donghyuck. – Mark disse sério e olhou para os meus olhos.

- Mas e você Mark? – Ele abraçou-me e senti mais lágrimas escorrerem pelos meus olhos. 
Eu sinto uma vontade enorme de chorar, sinto que algo de muito mau vai acontecer, mas eu não sei o quê.

- Eu não vou a lado nenhum, eu vou proteger você Donghyuck, custe o que custar. – Eu solucei e abracei-o com mais força. 

- Eu estou com medo hyung, não sei o que ele pode fazer. – Mark parou o abraço e olhou para mim. 

- Tem calma, ele não te vai fazer nada de mal. – Mark disse, mas eu não estou preocupado comigo, eu estou preocupado com ele. 

- Mas e você Mark? – Olhei para baixo e deixei mais lágrimas escorrerem pelas minhas bochechas. – Eu não me perdoo se ele te fizer alguma coisa. – Nesse momento ele fez com que levantasse o rosto e olhou para os meus olhos, limpando as minhas lágrimas. 

- Ele não me vai fazer nada, tem calma por favor. – Ele fechou os olhos e encostou a testa na minha. – Nós vamos resolver isto, vai ficar tudo bem. 

Eu estou com muito medo, sinto que esta história vai acabar muito mal... 
Muito mal mesmo!


*•*{DOYOUNG POV}*•*


Eu ando muito preocupado ultimamente, não sei o que se passa comigo e acima de tudo não sei como vou contar ao Taeil. 

Depois de sair do quarto do Donghyuck fui para o meu e esperei que Taeil fosse lá ter. 

Depois de chegar e de matarmos saudades e essas coisas, eu decidi que o melhor é contar.

- Você vai contar-me o que se passa ou vai continuar a fingir que está tudo bem? – Ele perguntou beijando uma das minhas mãos e eu suspirei. 

- Taeil, e-eu não sei como dizer isto... 

- O que se passa? Você está me deixando preocupado! – Ele disse e eu respirei fundo. 

- Eu ainda não tenho certezas de nada. – Olhei para os olhos dele e ganhei coragem. – Taeil, o meu cio está atrasado. – Ele fez uma expressão de confusão e levantou uma das sobrancelhas. 

- Mas isso pode acontecer não? Está atrasado quantos dias? Um? Dois? – Não exatamente...

- Três semanas. – Ele arregalou os olhos e vi que ficou em pânico.

- O que é que você me está dizendo? – Ele levantou-se e eu olhei para as minhas mãos. – Doyoung você está grávido? – Nesse momento senti uma lágrima escorrer por uma das minhas bochechas e suspirei. 

- E-Eu não sei hyung... 


Notas Finais


EITAAAA!!!

*correndo

Gente... VAI TER COMEBACK AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA


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