História Destiny: A lenda do Pistoleiro de Nenhuma Terra Além - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Destiny
Personagens Personagens Originais
Tags Destiny, Game, Rpg
Exibições 20
Palavras 1.012
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Caros leitores venho informar que os capítulos serão postados uma vez por semana toda segunda feira. Obrigada por continuarem a ler :)

Capítulo 3 - Restauração


Fanfic / Fanfiction Destiny: A lenda do Pistoleiro de Nenhuma Terra Além - Capítulo 3 - Restauração

As lembranças passavam em sua mente como um filme, o Pistoleiro podia sentir os sentimentos de antes apenas por relembrar seus momentos.

- Volte ao território dos Decaídos e cace peças para restaurar a habilidade de viagem interplanetária de sua nave. A localização é na Divisa, Antiga Rússia. Tem alguém que vai com você caçador? Ou é um lobo solitário?- perguntava Cayde-6 para mim.

No salão da vanguarda, indo em direção do comandante Zavala, Ghost informava sobre sua última missão de análise no cemitério de naves.

- Eu aceito a missão Cayde. - respondi firmemente.

Estava saindo do salão quando Ghost veio atrás de mim.

- Não vai pensando que vai sem mim né parceiro. - dizia Ghost se ajeitando.
- Hahahaha, tá certo então.
- Somos uma dupla, eu te ajudo você me ajuda e todo mundo sai ganhando. Olha que maravilha.

Já em órbita, registramos nossas coordenadas e partimos atrás do meu motor de dobra.

Chegamos na Estepe, local onde uma nave guardiã tinha acabado de ser derrubada.
Ghost e eu a encontramos, meu fantasma informava que podia ter peças que possamos recuperar.

- Sabe oque eu quero muito fazer?- perguntava Ghost enquanto ficava observando o cosmódromo pronto para atirar em qualquer decaído que aparecesse.
- Não sei, oque pretende fazer?

Meu fantasma estava escaneando a nave, era possível notar que o sistema da nave estava catatônico, mas o fantasma conseguiu as últimas transmissões.

- Ele conseguiu restaurar a central de rede descendo pelos túneis a baixo. - dizia o fantasmas.

A central de rede era próxima dali, mirei com minha Nenhuma Terra Além na cabeça de um rebaixado, tiro certeiro e único.
Ghost tacou uma granada levando um vândalo e uma sentinela.

- Você sabe que temos o Crisol. Quem vencer a batalha entre guardiões, vai ganhar a Dragão Sagaz, um fuzil de pulso incrível em combate. - dizia Ghost enquanto descemos as escadas para os túneis.
- Então você quer está arma?

Chegando na central, encontramos um mapa de toda a área. Mas com ele mais decaídos, atirei em um rebaixado, Ghost em outro e arremesso minha faca em um vândalo, o acertando na cabeça. Em seguida, o fantasma começa a escanear.

- Sim, e quero que você vá comigo. - dizia Ghost.

Estávamos voltando para a Doca 13, local onde o fantasma dizia ter meu motor de dobra.

- Ah meu amigo, não sou forte o suficiente para enfrentar grandes guardiões no Crisol. - respondi.
- Para de frescura Pistoleiro! Vai estar comigo.- disse Ghost empolgado.

Estávamos próximos mas uma notícia nos deixou enfurecidos.

- Guardião, tenho más notícias. O motor de dobra está em mãos decaídas. - disse o fantasma.

Chegamos na Doca 13, e meu motor estava com um Arconte Demoníaco chamado Riksis.

- Vamos fazer uma aposta?- perguntei.
- Fala Cayde ao quadrado.
- Se você matar o Arconte antes de mim, eu vou para o Crisol com você.

Não deu outra, Ghost avançou em direção ao Riksis, enquanto eu mirava de Nenhum Terra Além nos vândalos, Ghost saltou dando um tiro de escopeta na cara do Arconte.
Sai do meu posto pra atacar diretamente, respirei mais fundo e mirei no Riksis, pronto para atirar.   Ghost atirava contra um vândalo. Não esperava que o Arconte fosse pisar em Ghost, o golpe foi crítico, e eu ja estava sem paciência. Tive que mostrar para ele quem era o Pistoleiro.
Atirei com a Arma Dourada no Arconte bem na cabeça o deixando quase sem vida. Ghost por sua vez querendo muito a Dragão Sagaz, mostrou para mim, Riksis e os outros decaídos o poder do Punho do Caos.
Literalmente Ghost virava uma granada de arco humana, foi uma explosão de poder e o chão ainda tremia. Saltei e mirando com meu rifle e Ghost com sua escopeta, demos o último tiro que derrubaria o Arconte.

- Depois dessa que tal um crisol básico?- perguntou Ghost satisfeito.
- Foi um golpe duplo não valeu.
- Ah para Pistoleiro!
- Tô brincando, hahahaha. Vamos atrás do seu fuzil.

Perto de sermos levados para as naves Ghost parou e me contou algo que me deixou muito bolado.

- Não é um crisol comum. É a Bandeira de Ferro!

Voltamos pra Torre, eu tinha assuntos para resolver com o Porta Voz. Ele me dizia que houve uma época que éramos mais poderoso, e que agora a treva nos cercavam. No último suspiro do Viajante, ele criou os fantasmas, que buscavam aqueles que podiam usar a luz como arma, e que nosso dever atualmente era afastar a treva.
Nossa conversa não foi muito longa, e assim que terminamos fui ver o Ghost na área social da Torre, onde poderíamos sentar um pouco e descansar.

- Me explica como assim você pega a Nenhuma Terra Além com o Armeiro? Ela é uma arma exótica e poucos têm essa relíquia. - dizia Ghost indignado porque ele teria que lutar pelo Dragão Sagaz.
- O Armeiro disse que a largaram lá, reclamado da arma dizendo que era muito difícil de se usar. É que você chegou quando já estava com ela em mãos. Enfim, ele disse que não queria desmontar e por fim eu escolhi ela e eu consigo usá-la muito bem. Não vi problema.- expliquei.
- Sim ele tá certo, são poucos os guardiões que conseguem usar. Os que nao conseguem só reclamam e ficam de frescura.
- Nenhuma arma é ruim, basta saber como usar.
- Bora descansar Pistoleiro, a Bandeira começa amanhã.

                        ...

  Os portões se abrem, algo ilumina a sala, essa luz iluminava a silhueta de uma moça.

- Você se dizia forte, mas não é tão assim. Não consegue nem fugir daqui. Vai morrer aqui, mas antes toda sua luz será drenada. Aproveite enquanto pode, e feliz aniversário Pistoleiro.
- Se passou tanto tempo assim?
- Tirando que só conseguimos te capturar sim, mas seus dias estão contados e na próxima vê se não deixa rastros.

Ah sala voltou a ficar escura, foram anos fugindo, levando o mal para longe dos amigos e agora ele o encarava de perto.

   



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