História Destiny Games - Capítulo 14


Escrita por: ~

Exibições 152
Palavras 3.172
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey pessoal, como vocês estão?
Vocês devem estar se perguntando, o que ela faz aqui? Como no último capítulo teve uma grande quantidade de comentários à mais (o que eu espero que continue neste) e em alguns, muitas de vocês pediram uma continuação, decidi adiantar o capítulo de domingo.
Bom, fiquem com ele e boa leitura!

Capítulo 14 - Flores


Fanfic / Fanfiction Destiny Games - Capítulo 14 - Flores


   Deitado na cama, com as costas apoiada na cabeceira dela, Colin observava sua amada deitada contra seu abdomem. Ela dormia tranquilamente e despreocupada, seu peito subia e descia levemente. Colin decorava cada traço dela, estava apaixonado pela mulher incrível que Jennifer era, todo momento ao lado dela era especial.
   Ele faria Jen a mulher mais feliz do mundo, jurou a si mesmo nunca a magoar, seria um de seus suportes como sempre fora. Ela era forte, ventania qualquer a derrubaria, mas ele sempre estaria ali, dando esperanças à ela sempre que preciso.
   A partir de hoje, Colin poderia a chamar de sua. Aquilo era tão surreal, que ele mal podia crer, afinal, encontrar seu amor verdadeiro não é fácil.
   Devagar e delicadamente, Jen se movia dando sinais de que acordava. Ela parecia mais bela de manhã, os cabelos bagunçados, o rosto amaçado e os olhos sonolentos, e o melhor, dentro de seus braços.
- Bom dia. - sussurrou Jen, coçando um dos olhos para depois pousar novamente seu rosto contra o peito dele.
- Bom dia dorminhoca. - ele sorriu, retirando uma mexa loira que caíra em sua face.
   Jennifer levantou seu rosto, sua expressão estava séria e as sobrancelhas unidas.
- Eu não sou dorminhoca. - respondeu fingindo braveza, deitando novamente contra o corpo quente dele.
   A sensação de tê-la em seus braços era ótima, e provoca-la juntamente era melhor ainda.
- É sim, minha dorminhoca. - Colin deixou escapar um riso, acariciando sua costas.
- Não, não sou. - desta vez ela respondeu manhosa, sem desgrudar seu corpo do dele.
   Suas peles quentes em contato transmitiam pequenas correntes elétricas, suas respirações criavam sincronia, estavam tendo um momento só deles depois do pedido de namoro.
- Você não é amor. - respondeu derrotado, depositando um beijo no topo da cabeleira loira. Seu perfume preferido, era o mesmo que o deixava hipnotizado e calmo.
- Repete a última parte. - pediu ela com um sorriso bobo, sua cabeça estava levemente levantada. Colin via um brilho diferente nos olhos verdes, que o deixavam mais belos.
- Amor. - repetiu, deixando brotar em seus lábios carnudos um sorriso verdadeiro, os olhos verdes dela estavam cravados nos dele - Poderia ficar repetindo isso o dia todo, mas tenho uma novidade.
   Seus olhos verdes agora estavam desconfiados, de mansinho ela sentou, escorando as costas na cama, deixando sua cabeça tombar contra o ombro nu dele.
- O que é?
- Consegui falar com meu advogado semana passada, ele encaminhou o pedido de divorcio e até o final de semana estarei solteiro novamente. - Colin dizia cada vez mais animado, gesticulando com as mãos.
- Como ele conseguiu, já que Helen... Bem... - sua voz morreu, mas por dentro Jennifer estava soltando fogos. Agora Colin seria somente dela, sem medo de câmeras ou imprevistos com sites de fofocas, poderiam sair juntos sem qualquer empecilho.
- Ele achou uma brecha numa das leis. - ele sorriu, aproximando mais o corpo da loira ao seu, mas não foi possível obter um contato longo, já que Jennifer jogou seu corpo do outro lado da cama, o encarando cara a cara.
- Então quer dizer que você vai estar solteiro? - Jen perguntou desafiadora, sua mão na cintura a deixavam extremamente sexy na opinião dele.
- Eu quis dizer divorciado amor, eu estou comprometido ou já se esqueceu que estou namorando uma linda loira? - Colin não pode evitar de morder seu lábio inferior, mesmo estando nervoso ele não tirava o sorriso do rosto.
- Uhum... - respondeu baixo, voltando a deitar-se contra o peito dele. 
   Com o silêncio do momento, Jennifer pôde ouvir o bater do coração dele, tão rápido como o de uma bateria. Mas o silêncio não durou muito, na entrada da porta o rostinho sonolento e madeixas loiras evidenciavam a presença de Evan no quarto.
- Corre aqui, garotão. - a voz de Colin saiu doce, seus olhos azuis brilhavam mais cada vez que Evan corria para o seu lado na cama.
   Cada dia que passava com o pequeno, Jen se apegava mais e mais a ele, duvidava ela não passar mais um dia sequer sem observar seu sorriso sapeca.
   Com os dois braços esticados para o lado de fora da cama, Colin pegou Evan trazendo-o para perto de seu corpo. O sorrisinho torto pairava em sua face amassada ainda pelo sono.
- Dormiu bem, sapequinha? - o moreno passou sua mão por detrás do corpo de Jen, e enquanto falava segurava o menor pelas costas, evitando sua queda já que ele não poupava em se mexer.
   Desengonçadamente, Evan assentiu enquanto bocejava, seus olhos claros ganharam um brilho diferente. Num súbito movimento, ele gatinhava por de cima das penas dos dois, seu objetivo era chegar ao colo de Jennifer.
- Mama, eu estou com fome. - confessou Evan, encaixando seu corpo contra o de Jen, deixando pousar seu rosto um pouco abaixo do pescoço dela.
   Ela podia sentir a segurança que o menor tinha por ela, seu afeto e compaixão. Apesar de tudo que ele havia passado, Evan se mostrava uma criança forte e feliz. Enquanto alisava os fios loiros delicadamente, Colin alisava sua mão esquerda contra a pele exposta do braço dela, aquela corrente elétrica que apenas ele lhe proporcionava passou como um raio sobre seu corpo quente.
- O que você quer comer, meu amor? - perguntou, antes dele desprender-se de seus braços e com os olhos azuis brilhantes responder:
- Chocolate.
   Afirmou, soltando uma fina risada que contagiou até os mais velhos. Mas seu sorriso logo murchou, assim que seus olhos pousaram na face do pai.
- Não, não. Chocolate no café da manhã não. - Colin estreitou-se sobre a cama, fazendo cócegas no loirinho que se contorcia sobre as pernas de Jen.
   Novamente, gritinhos seguidos da risada gostosa que apenas crianças tem o dom de fazer, ecoaram pelo quarto. Colin e Jen recuperavam o fôlego, ainda sorridentes.
- Que tal cereal com leite? - propôs Jennifer, observando as caretas que o menor fazia, até concordar - Vai com o papai então, eu já desço.
   Numa agilidade, Jennifer depositou um beijo na testa de Evan e um selinho em Colin, observando o mesmo por o menor sobre suas costas e sair quarto à fora.
   Sem pressa, ela arrastou seu corpo até o banheiro no quarto. O dia começara perfeito e ela torcia para que continuasse assim. A água gelada que saia da torneira, foi jogada contra seu rosto, afim de espantar o sono instalado em seu corpo. Os fios loiros embaraçados, logo foram presos num rabo alto.
   O cheiro forte de café fazia com que seu estômago resmungasse de fome, então ela apertou os passos, descendo as escadas com agilidade. Porém parou no batente da porta, observando a cena engraçada.
- ... Só um pouquinho Evan, você nem provou para saber se é ruim. - o suspiro de Colin evidenciava sua derrota, já que o filho em seus braços se recusava a aceitar a colherada de cereal posta na tigela sobre a mesa feita.
- Dificuldades ai? - ela zombou caminhando até ele, já preparada para pegar o menor que jogava seu corpo na direção dela - Me dê ele aqui, deixa que eu dou.
   De frente para a parte arrumada da mesa ela se sentou, deixando antes disso Evan posto na cadeirinha apropriada para sua altura. Colin, de frente para ela, sentou-se.
- Meu amor, eu e seu pai temos uma coisa para te contar. - Jen segurou a pequena mãozinha de Evan, por cima da mesa, alisando com o polegar a pequena pulseira de ouro em seu pulso.
   Imediatamente, os olhos curiosos do menor pousaram nela e nos lábios tão parecidos com o de Colin, um sorriso se espalhou.
- O que? - perguntou empolgado.
   Antes que ela pudesse abrir a boca para responder, Colin foi mais esperto.
- Ah não. A mama só vai contar se você prometer comer todo o cereal. - disfarçadamente, o moreno lançou-lhe uma piscadela, empurrando, logo em seguida, a tigela redonda para próximo do garotinho.
   Seus olhos vacilaram do pai para Jennifer, que apenas sorria em concordância.
- Eu prometo. - e ele sorriu, demonstrando suas covinhas.
   Com a outra mão, também por cima da mesa, Jen enlaçou seus dedos na mão grossa de Colin, encontrando as lagoas azuis que ele carregava, cheias de compaixão.
- Lembra ontem quando o papai pediu para você não contar para Jen sobre aqueles cartões, porquê eles serviam para fazer um pedido muito especial à ela? - o pequeno estava vidrado nas palavras do pai, sua pequena boca estava entreaberta, e Evan apenas concordava minimamente com as palavras do mais velho, compreendendo.
- Qual era o pedido, papai?- perguntou curioso, mas sorrindo, desta vez.
   Jennifer sentiu um pequeno aperto em sua mão agarrada à de Colin, enquanto o ouvia falar:
- O papai pediu a Jen em namoro, filho.
   No mesmo instante, todo o foco estava em Evan. Suas pequenas pupilas estavam dilatadas, varrendo as bolitas azuis entre os dois à sua frente.
   O sorriso radiante tomava forma nos lábios rosados do pequeno, deixando um suspiro aliviado escapar de Jennifer, que contagiada pelo menor, sorriu também.
- Quer dizer que agora a mama vai dormir aqui, todos os dias? - ele perguntou empolgado, deixando seus braços levantarem-se em forma de comemoração, assim que viu o pai concordar - Vai também me levar no parque e contar histórias antes de dormir?
- Sim, meu amor, tudo que você quiser. - ela respondeu, vendo Evan desengatar-se da cadeirinha que estava, para então subir em seu colo, abraçando-a.
- Te amo, mama.
- Eu também te amo, meu pequenino. - na ponta do nariz dele, Jen depositou um beijo terno.
   Colin observava a cena encantado. Se ele fosse do tipo que acreditava em magia, como na serie, poderia dizer que Jennifer tinha o enfeitiçado, mas “dom” era uma palavra melhor. Ela tinha o dom para crianças.
   Interrompendo aquele momento, Colin lembrou:
- Mas antes, alguém havia prometido comer todo o cereal com leite. - o moreno recebeu um pequeno resmungo, porém, mesmo contrariado, sentado sobre as pernas de Jen, Evan cumpriu todo o combinado.
   Minutos depois, após terminarem suas refeições, Evan pediu: 
- Vem assistir desenhos comigo. - os olhinhos chantagistas vacilavam de um para o outro adulto ali, que se derretiam.
- Vai escolhendo, que nós já vamos filho. - evitando ceder Colin respondeu, ele queria pedir algo a loira.
   Correndo, o dono dos fios loiros foi para a sala, sobrando apenas eles ali. Colin deixou o silêncio pairar, enquanto pensava em suas palavras.
- Temos algum evento este ano ainda? - ela entrou num assunto qualquer, evitando o silêncio.
   De pouco em pouco, eles iam retirando as coisas sobre a mesa.
- Não. Só ano que vem, quando as gravações voltarem. - respondeu, abraçando Jen por trás assim que terminaram.
   O cheiro do perfume dela estava mais forte agora, nada que o impedisse de depositar um beijo castro em seu pescoço descoberto. Ainda aéreo, Colin a virou de frente sem retirar os braços de sua cintura.
- Já disse que te amo? - perguntou ele bobo, redecorando cada traço dela, uma coisa que ele nunca se cansaria de fazer.
- Não. - mentiu, mordendo levemente o lábio inferior.
- Eu amo você. - ele sussurrou contra os lábios dela, iniciando um beijo calmo.
   A melhor sensação era de ouvi-lo pronunciando aquilo, depois é claro dele sussurrar seu apelido. A sincronia deles estava perfeita, até o ar se fazer necessário.
- Eu também te amo.
- Estive pensando... - ele encaixou seus dedos nos dela, seus passos eram pequenos em direção a sala.
- Iiiih, lá vem. - ela riu do olhar que Colin lançou.
- ... Que talvez pudéssemos passar alguns dias na casa dos meus pais. - ele disse receoso, já que Jen era tratada apenas como sua amiga e não namorada.
- Sei não Colin... - Jen desviou o olhar, o medo de não ser aceita por todos atingiu-lhe em cheio.
- Podemos combinar direito, daqui duas semanas se for melhor para você. - implorou, Jen viu o sorriso torto brotar em sua face - Sabe que não precisa ter medo, né? - ele a conhecia melhor que ninguém, todos os seus medos e receios. Coisa que ela lutava em esconder - Meus pais te consideram da família e o que é melhor do que oficializar isso?
   Jen suspirou pesado, cedendo ao pedido dele. Abruptamente ela cessou seus passos, o obrigando a fazer o mesmo.
- Ligue para eles está semana, está bem? - ela o viu concordar e seguiu seus passos até o sofá, deixando-o para trás.
   A sala estava silenciosa, os únicos ruídos vinham da tevê ligada. Assim que Colin passou pelo batente para adentrar na sala, seus olhos percorreram o local, observando Evan deitado no sofá para dois lugares, seus olhos vidrados nas imagens mal o deixavam piscar, enquanto Jen agarrava as pernas no sofá maior.
- Papai vem logo. - o resmungo de Evan o despertou, o garotinho agora tinha sua atenção nele.
   Antes que pudesse sentar no sofá e pousar sua cabeça no colo de Jennifer, o moreno ouviu o barulho estridente da campainha. Derrotado, ele caminhou preguiçoso até a porta com a campainha ainda soando pelo apartamento.
   Assim que abriu uma pequena parte da enorme porta, Colin encarou o jovem de no máximo vinte anos. Sua altura era mediana, os cabelos jogados para o lado esquerdo do rosto e o uniforme amassado, deixavam uma ponto de exclamação iluminar o rosto do moreno sobre o que o rapaz fazia ali. Entretanto, o pequeno buquê de flores e o papel branco em sua mão, evidenciavam seu cargo de entregador.
- Bom dia senhor. - cumprimentou por educação, prosseguindo sem deixar tempo para respostas: - Aqui é o apartamento de... Jennifer Morrison?
   A voz preguiçosa dele saia abafada. Colin por um súbito, olhou interrogativo para as flores, até mirar seu olhar no garoto.
- Sim...
   Respondeu o mais velho, depois de longos segundos de silêncio. Colin estava achando estranho tudo aqui, vulgo as flores. Quem em pleno sábado compraria fores para sua namorada? A pequena pontada de culpa o fez lembra que, poderiam ser fãs dela, afinal, Jennifer era bem conhecida.
- Um homem sem identificação comprou estas flores, pedindo para entrega-las neste endereço. - cuidadosamente o jovem estendeu as flores, recebida as forças pelo outro - Assine aqui e aqui.
   Contrariado e achando quilo tudo uma completa confusa, Colin assinou nos lugares ordenados. Antes que pudesse fazer qualquer tipo de pergunta, o menino de cabelos castanhos havia dobrado o corredor, desaparecendo.
   Ainda com a interrogação expressa em sua face, Colin encarou o arranjo de violetas em seus braços. O cheiro doce delas invadiu suas narinas, para logo em seguida fechar a porta.
- Quem era amor? - sem desviar o olhar da tevê, Jen perguntou.
- Era da floricultura. - ele caminhou até ela, afim de entregar o arranjo - Entrega para você.
Por um momento, assim que ouviu-o falar sobre as flores, Jen achou que Colin havia encomendado à ela, mas ao perceber sua expressão confusa e as flores esticadas em sua direção, Jennifer pulou, literalmente, para fora do sofá abruptamente, afim de afastar-se mais dele.
- Não chega perto de mim com isso. - ela disse num desespero, deixando escapar um espirro.
- Por que? - ele recuou um passo, deduzindo ter feito algo errado.
- Sou alérgica a violetas. - explicou deixando escapar mais alguns espirros. Sem compreender, Jen seguiu o moreno com o olhar, até vê-lo desaparecer - A onde está indo?
- Jogar isto fora. - gritou ele, ouvindo cada vez mais o volume da tevê diminuir.
   Uma fisgada fez o peito da loira doer, ela mal se tocara que aquilo poderia ser ideia de algum fã, sem qualquer maldade, afinal, quase ninguém sabia da sua alergia. O peso em sua consciência passou, assim que a vontade de espirrar a invadiu.
   Sem perceber, Colin havia voltado da cozinha, segurando apenas um envelope simples.
- Isso estava nas flores. - ele balançou o papel, após sentar-se no sofá próximo dela - Não tem nenhuma identificação.
   Por um momento, Jennifer lembrou-se das mensagens que recebeu semana passada, logo após visitar Helen no hospital. Ela havia esquecido completamente disso, já que havia bloqueado aquele contato. Jennifer deixou aquilo passar em branco, não havia contado a ninguém sobre elas, afinal ela mesma já havia esquecido.
- Evan que tal você subir e pegar o Ted para brincarmos. - instigou ela docemente.
   Seu olhar e de Colin acompanhavam o pequeno até vê-lo desaparecer pelas escadas.
- Você pode ler? - ela recusava-se a contar para Colin sobre seu medo, medo do que realmente poderia estar escrito ali, mas acima de tudo, ela confiava sua própria vida à ele.
- Claro. - ele abriu o envelope, revelando um papel imprimido - “Cara Jennifer, fiquei surpreso ao descobrir que bloqueou meu contato, então optei em mandar-lhe este cartão, gostou das flores?” - Colin lançou um olhar interrogativo em sua direção, mas prosseguiu: - “Mas vejamos, seu sofrimento não acaba aqui, querida. Estou furioso com suas decisões, anseio para ver o medo em seus olhos novamente. Você brincou com fogo, espero que não tenha medo de se queimar.”
   E carta teve fim, deixando o silêncio pairar. O medo a dominou por completo, deixando-a estática no sofá. Em sua mente fervorosa, as palavras da carta repetiam.
   Já Colin olhava-a com intensidade, confuso e alheio ao que estava acontecendo. Ele abria sua boca levemente, até tomar coragem.
- Amor, o que está acontecendo? - sua voz saiu calma.
   Ele precisava reconforta-la, estava vendo o medo nas íris verdes. Abruptamente, Colin sentou-se ao lado dela.
   Pegando a quantidade de ar necessária, Jen começou:
- Lembra quando fomos visitar Helen semana passada? - ela o viu assentir, os olhos azuis transmitiam a segurança que ela necessitava - Naquele dia recebi as mensagens que a pessoa na carta cita, - ela entregou seu celular à ele. Jennifer precisava contar isto a alguém ou sufocaria-se com seu próprio medo - mas não me importei realmente, bloqueei o contato e agora isto aparece.
   O desespero na voz dela era percebível. Uma pequena fagulha de medo acendeu-se dentro de Colin, medo de que algo acontecesse à ela. Depois de verificar as mensagens, Colin a abraçou tentando protege-la do mau do mundo.
- Não acha que devemos informar a polícia? - perguntou entre os fios loiros, sentindo a respiração dela acalmar.
- Nós só temos estas mensagens e o cartão, vamos chegar lá dizendo o quê? - aquela resposta soava como pergunta.
   Sem responde-la, eles continuaram abraçados, os fios loiros eram afagados pelos mãos ágeis de Colin. 
- Estou com medo. - confessou, desta vez com a voz mais amena.
   A paz que apenas ele conseguia implantar nela, serviam como ótimos remédios. Apoiando seu corpo quente contra o dele, Jennifer o ouviu sussurrar contra o topo de sua cabeça:
- Eu sempre vou estar aqui com você.


Notas Finais


Postei e saí correndo.
Espero que muitas de vocês comentem, quem sabe assim, eu não volte antes de domingo?
Quero a opinião de vocês, afinal tivemos bastante do nosso otp ❤
Beijão!


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