História Destiny (Larry Stylinson) - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Demi Lovato, Ed Sheeran, Fifth Harmony, Josh Devine, Justin Bieber, Larry, Larry Stylinson, Little Mix, One Direction
Exibições 232
Palavras 3.156
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HI, GENTE BONITA!
Tudu bom com vocês aê?
Eu aqui de novo pra alegria de vocês com esse capítulo que tá muuuuuito dramático, já aviso, quem é sensível, por favor, controle-se.
Não gente, to brincando.
Mas sério, preciso ter uma conversa com vocês, então até lá em baixo e agora, chega de enrolação!
BOA LEITURA! <3

Capítulo 7 - Nova esperança


Fanfic / Fanfiction Destiny (Larry Stylinson) - Capítulo 7 - Nova esperança

7-Nova esperança.

 Pov. Louis. 

 Acordei com o barulho de uma sirene se aproximando, e senti uma dor horrível na minha perna e na minha cabeça. Minha visão era embaçada, talvez pela chuva que caía em meus olhos, e mexi a cabeça devagar para o lado, e uma cena se fez presente sobre meus olhos, que eu não sabia se queriam não ter visto aquilo ou se choravam. Harry, desacordado perto de mim com cortes pelo rosto, e ao sentir sua mão sobre a minha, alguns flashes se fizeram presentes na minha memória, apesar de não ser muita coisa. Apenas uma buzina alta e um farol se aproximando. 

 -F... Freddie! -De repente me lembrei e me virei rápido, mas minha perna latejou de dor e eu não conseguia mexer a mesma, e por conta disso, meus olhos transbordavam. De dor. De medo. Mesmo assim, dei um jeito de me virar, tentando ignorar ao máximo a dor. Freddie estava preso na cadeirinha, com um corte na testa, e desacordado também, o que me fez me desesperar. 

 Ouvi a ambulância chegando no local junto com viaturas da polícia, mas possivelmente quem bateu na gente havia fugido de alguma forma. Quando os paramédicos chegaram ao carro, disseram que levariam um por vez, e eu simplesmente não sabia se Freddie ou Harry deveriam ir primeiro. 

 -Acho que devemos levar o rapaz, o corte do garotinho não está fundo. -Uma enfermeira falou pra outro homem, e eu assenti, afinal, eles sabiam o que estavam dizendo, né? Mas o medo que habitava em mim era tão grande, que eu não conseguia parar de chorar e pedir que cuidassem do Harry e do meu filho. 

 Depois de tirarem os dois do carro, outros médicos me ajudavam á sair do carro. Eu estava ao ponto de desmaiar de tanta dor na minha perna, possivelmente deve ter quebrado. Na minha mente, só vinha esse pensamento: PORQUE EU TINHA QUE TER IDO DIRIGINDO? PORQUE NÃO PRESTEI MAIS ATENÇÃO? EU SOU UM IDIOTA! Se eu não tivesse feito isso, tudo o que aconteceu não teria acontecido, a culpa é totalmente minha... Se algo acontecer com Freddie, com Harry, minha vida acaba, eu nunca me perdoaria. Lágrimas escorriam soltas pelo meu rosto, eu gritava pedindo ajuda, estava fora de mim, misturava a dor física com a dor sentimental, até eu sentir uma coisa espetar meu braço e apaguei. 

 

 Acordei em um lugar diferente, não havia barulho, nem chuva, era branco, totalmente branco. Minha perna já não doía tanto, só minha cabeça. Eu sentia um enjoo terrível, e percebi que estava no hospital, pelo barulho que era apenas dos aparelhos. Meus olhos demoraram pra conhecer o local que eu estava, e ao olhar pela janela, percebi que chovia ainda, agora mais forte. E ao olhar pro lado, vejo Niall dormindo no pequeno sofá ao lado da cama na qual eu estava. 

 -Nini... -Chamei e percebi que minha voz estava rouca e fraca. Deu uma ferroada na minha cabeça quando eu tentava falar, e levei a mão até a mesma rápido, e percebo que meu pulso está enfaixado. -Niall. -Falo um pouco mais alto, e o loiro se acorda ao ouvir minha voz e vem até mim, ainda com os olhos pequenos de sono, e sua respiração era rápida, como se tivesse levado um susto. 

 -Lou, meu Deus do céu... Pelo amor de Deus homem, nunca mais me assusta desse jeito! -Niall disse eu ri de sua reação, mas aquilo me causou mais dor na cabeça. -Espera que eu vou chamar o médico. -Niall terminou e saiu do quarto me deixando sozinho. E de repente, me lembrei. HARRY, FREDDIE! Meu Deus... O que teria acontecido? Novamente, um medo terrível se fez presente em mim. Poucos minutos depois, um médico alto e não parecia muito velho entrou no quarto onde eu estava, e me perguntou como eu me sentia, e respondi que estava com muita dor na cabeça, mas ele devolveu que era normal, afinal eu tinha cortado ou batido, não prestei muita atenção. Na minha mente só havia Freddie e Harry. Até perguntei pro médico se ele sabia deles, mas calmamente, ele me respondeu que não. Descobri que eu havia quebrado a perna, e cortado fundo a cabeça e o pulso, mas que no geral, por um milagre, eu havia sobrevivido. Porque por eu estar sem cinto, poderia muito bem ter morrido. Quando o médico me disse isso, foi como se um mundo inteiro tivesse desabado por cima de mim, foi como perder o chão, afinal, não me lembro de ter visto Harry colocar o cinto. Mas será que...? Eu não queria nem terminar aquela frase. 

 Eu estava sozinho no quarto, querendo tirar forças de algum lugar pra gritar pedindo ajuda pra saber sobre meu namorado e sobre meu filho, até que, por algum tipo de telepatia, Niall entra no quarto, acompanhado de Liam. 

 -LOUIS! -Liam praticamente grita, vindo até mim. -Amigo, irmão, você está bem? -Ele pergunta e eu nego. 

 -Não. Quer dizer, agora melhor, mas é sério, eu preciso saber do Harry e do Freddie. -Liam e Niall trocaram um olhar estranho, mas depois Liam falou:

 -você procura o Freddie, eu o Harry. -Liam disse e Niall assentiu, enquanto eu agradecia. Os dois saíram, me deixando sozinho novamente, e pedindo á todos os Deuses possíveis, que eles trouxessem boas notícias. 

 Depois de uma meia hora, eu suponho, Liam e Niall entram novamente no quarto. Percebo seus rostos vermelhos. Eles tinham chorado. As lágrimas invadiam meus olhos mais uma vez, e uma dor muito ruim e uma sensação pior ainda se fazia presente em meu peito. 

 -O que foi? -Eu perguntava desesperado, mas ninguém respondia nada, eu estava ao ponto de ter um ataque se ninguém me dissesse nada. Os dois estavam de cabeça baixa, em um silêncio terrível. -FALA! -Dessa vez eu gritei mesmo, e os dois balançavam a cabeça negativamente, como se não quisessem acredita em algo. Depois de levantar a cabeça pra mim, Liam secou algumas lágrimas e finalmente falou: 

 -O Freddie está bem, Lou. -Niall falou antes mesmo de Liam, que apenas concordou. Aquilo me deu um alívio imenso, mas certamente, com Harry, alguma coisa havia acontecido. Percebo que mais lágrimas caem sobre seus olhos, acompanhados de mim. 

 -O Harry....? -Eu não podia, eu não queria terminar essa frase. Lágrimas já molhavam toda a estenção do meu rosto, e eu me sentia morto, fora de mim. 

 -O Harry está em cirurgia, Lou... Foi muito sério... -Liam chorava. -Os médicos disseram que... -Percebi que estava difícil pra ele falar assim como estava difícil pra mim escutar. -Lou, os médicos disseram que vai ser apenas por um milagre... -Liam terminou e eu, que havia me sentado na cama, senti minhas forças irem embora e me deitei novamente, com as mãos no rosto. Eu queria gritar, mas não tinha forças. 

 -NÃO, LIAM, NÃO PODE SER! -eu gritava desesperado. -ELE NÃO PODE ME DEIXAR, ELE NÃO PODE! -As lágrimas tomavam conta de mim, meu corpo estava fraco, meus olhos doíam, meu coração batia devagar... -A CULPA É TODA MINHA! -Eu me culpava como nunca na vida. Se eu não tivesse ido dirigindo, isso não estaria acontecendo. 

 -Não, Louis! -Niall interviu. -A culpa não é sua. Foi um acidente. O Harry... ele vai ficar bem, você vai ver. -Niall terminou com aquela frase, e percebi que ele não tinha certeza na voz. 

 -EU PRECISO DELE, NIALL! -Eu discordava totalmente dele. Eu queria mais do que tudo naquele momento que tudo não passasse de um pesadelo, queria acordar ao lado do Harry, sentindo ele fazer carinho no meu cabelo, e não queria estar com a sensação de que, quando finalmente estávamos livres, eu posso perdê-lo á qualquer momento. Era a pior sensação que eu já havia sentido. Saber que o amor da minha vida está em cirurgia e que eu obviamente não posso fazer absolutamente nada para ajudá-lo, doía, e muito. A única coisa que eu podia fazer era pedir que Deus não o levasse de mim. 

 

 *Três semanas depois*

 Os dias pareciam se arrastar nesse hospital, foram três semanas extremamente irritantes nesse inferno. Eu não aguentava mais a comida desse lugar, mesmo eu me alimentando apenas uma vez por dia, afinal, meu apetite tinha sumido. Freddie já foi trazido até mim, o que foi minha única felicidade nessas semanas, apenas por ver meu filho bem, por ver meu filho vivo. 

 Duas semanas atrás, recebi a notícia que Harry estava em coma, e que não iria acordar tão cedo. E também fiquei sabendo que ele estava na UTI, o que significava que, apenas de ser o que eu mais quero no mundo, não me deixariam ver ele até ele sair de lá. O pior de tudo, a pior sensação, era á de que, a cada dia que se passava, e a cada noite, eu poderia acordar com a notícia de que ele havia me deixado. Isso era o meu maior medo ultimamente. Meus dias tem sido de pura tortura, tem sido escuros, eu não sorrio mais, á não ser por Freddie, que já está com minha mãe, que disse que cuidaria dele até eu me recuperar. E pra completar, minha perna ainda está com gesso, mas pelo menos consigo andar com a ajuda de muletas.

 -E então, como se sente? -Ouvi a voz do Niall entrando no quarto, me tirando de meus pensamentos.

 -Normal. -Respondi sem nenhuma animação. 

 -Amanhã te levo pra casa, ok? -Niall pergunta. 

 -Ok. -Respondi mais uma vez, me deitando novamente e fechando meus olhos, imaginando como Harry estaria agora. 

 -Lou. -Niall me chama e puxa a poltrona e senta ao meu lado. -Ele vai ficar bem, você vai ver. -Ele dizia, e as lágrimas vieram mais uma vez. 

 -Eu preciso dele... -Foi o que eu consegui falar, até sentir Niall me abraçar e sussurrar que tudo iria ficar bem. 

 -Eu sei, amigo. -Niall disse se soltando de mim. -Mas você vai ver, logo vocês vão estar juntos outra vez! -Niall terminou e eu apenas assenti. 

 -Só preciso ir pra casa. Pra Nossa casa. -Falei e um cansaço me dominou e acabei por dormir, que era o que eu mais andava fazendo essas três semanas. 

 Acordei na manhã seguinte sem dor alguma pelo corpo, o que julguei estranho,mas agradeci mentalmente por isso. Mais uma vez, estaria indo pra casa, sem ele. 

 Estava vestindo minha roupa pra ir embora, quando Liam entra no quarto mais uma vez, com o celular na mão.

 -Está pronto? O Niall está ali fora. -Liam pergunta.

 -Sim, quase. -Terminei de colocar minha blusa e o casaco e Liam me ajudou a sair do quarto. Depois de assinar os últimos papéis da alta, saímos do hospital, e suspiramos pesado vendo dezenas de câmeras nos fotografando, mas apenas ignoramos tudo. 

 Entramos no carro e admito que eu estava com medo de andar novamente com aquele meio de transporte que quase tirou minha vida e do Harry. Mas de imediato, coloquei o cinto e saímos andando. O tempo todo, me permaneci escorado na porta, vendo os carros passarem rápido por nós, mas meu pensamento estava no mundo da lua. 

 - Quer que eu fique aqui com você pra te ajudar? -Liam perguntou e só então me dei conta que estávamos na frente de casa. Suspirei pesado, negando com a cabeça e agradecendo. No momento, eu queria apenas uma pessoa ali comigo. 

 -Não, não precisa. Acho que quero ficar um pouco sozinho. -Falei saindo do carro e dando um abraço em Liam e em Niall, agradecendo por tudo. 

 Olho pra grande mansão e entro depois de ver o carro de Niall sumir de vista. Harry havia sido espero ao ter colocado um elevador na casa. Quando eu perguntei o porque daquilo, afinal, a casa só tinha dois andares, ele me respondeu que era pra não ter perigo do Freddie ficar subindo e descendo as escadas o tempo todo, mas até que agora, o elevador serviria muito bem pra mim. 

 Entrei no mesmo, querendo apenas me jogar na minha cama, mas desisto ao passar pela porta do quarto do Harry. Entro no mesmo e, como sempre, estava totalmente bagunçado. Peguei algumas roupas do chão com um pouco de dificuldade, e sentindo o cheiro doce do perfume dele em todas as peças, e as lágrimas voltam, por não ter ele ali comigo. Outra vez. 

  Depois de arrumar tudo, me deitei em sua cama, com um pouco de dificuldade até achar uma posição que minha perna ficasse boa. Seu travesseiro ainda tinha seu cheiro, mas eu o molhava com minhas lágrimas. A saudade que eu estava sentindo dele agora era maior do que tudo no mundo. E acabei por descobrir que, o amor que você sente por uma pessoa, seja lá por quem, nunca vai ser páreo para a saudade que você vai sentir dessa pessoa. Olhei pro criado mudo ao lado da cama e vi o porta retrato que havia ali. Havia a foto, do nosso último abraço, do último show antes da pausa. Peguei aquela moldura e abracei a mesma sobre meu corpo, pedindo mais uma vez pela vida dele. 

 -Por favor... Fica comigo... -Falei baixinho entre as lágrimas. -Por favor..-Repeti, com toda a minha força e minha fé que ainda me restava. Sabe quando você começa a perder a esperança sobre uma coisa? Então, parece que isso está acontecendo, mas isso era uma coisa que eu não podia permitir que acontecesse. 

 Dormi sem querer, com aqueles pensamentos, abraçado naquela foto, querendo o abraço dele novamente, querendo seu beijo, seu carinho, seu cheiro, até querendo sua bagunça novamente, querendo ver seus olhos verdes igual duas esmeraldas, queria ver seu sorriso quando eu dizia algo bobo, queria ele. 

 No outro dia, acordei com minha barriga roncando feito a Danielle. Mas como sou pessimamente péssimo na cozinha, fiquei imaginando o que eu faria pra eu comer. Olho meu celular e me assusto pela quantidade de tempo que dormi. Eram quase onze horas, e estou dormindo desde as sete de ontem, e não como nada desde o meio dia de ontem também. Larguei meu celular mas poucos minutos depois sinto o mesmo vibrar no meu bolso com uma ligação. 

---x---

 N: Oi, Lou, tudo bem? 

 L: Oi, Nini. Sim, o que foi? 

 N: Acordou agora? Tá com voz de sono... foi mal. 

 L: Não, não faz mal, estou dormindo desde as sete de ontem. 

 N: Meu Deus, cara! Bem, estou indo almoçar, quer que eu te pegue aí?

 L: Ah, sim, pode ser. 

 N: Em meia hora estou aí. 

---x---

 Pelo menos eu não teria que viver uma aventura na cozinha. Tratei de me levantar logo e, por incrível que pareça, minha perna não doía, nada doía, o que me fez agradecer mentalmente por pelo menos isso estar indo bem. 

 Depois de quarenta e três minutos, ouço uma buzina frenética na frente de casa e não precisei nem olhar na janela pra saber quem era. Depois de entrar e colocar o cinto, percebo quem está no banco de trás. 

 -ZAYN? -Perguntei quase dando um pulo pra trás pelo susto que levei. O cara é tão quieto que nem percebi sua presença. 

 -Não, a bela adormecida! -Zayn delicado sempre. -Mas e você, está bem? Desculpe não ter ido ao hospital, é que aconteceram umas coisas e tal. -Zayn disse e eu assenti. 

 -Você vão perdeu nada, acredite. -Falei e Niall ligou o carro, enquanto eu e Zayn continuávamos conversando. 

 -E o... Harry? -Ele perguntou com um pouco de insegurança na voz, talvez se perguntando se deveria mesmo ter feito aquela pergunta. 

 -Na mesma. Não saiu da UTI até hoje. -Falei, me virando pra frente e sentindo meu coração chorar só por lembrar. Não que eu não lembrasse 24h por dia, mas mesmo assim, quando eu falava alto pra alguém, era bem pior. Zayn apenas assentiu e chegamos ao restaurante. 

 Uma coisa que achei estranho, era como o Niall estava quieto, afinal, não era o normal dele. 

 -Niall? Você está bem? -Perguntei enquanto almoçávamos e ele assentiu, colocando um pedaço de carne na boca e fechando os olhos, sentindo o sabor daquilo. Ri pela primeira vez no dia, constatando que ele estava normal. Afinal, estava comedo. 

 Depois de almoçarmos, Niall me deixou em casa e era um pouco mais de duas horas. Entrei, olhando tudo em volta e constatando como aquela casa estava silenciosa, vazia, sem graça. Não ouvir as musiquinhas chatinhas dos desenhos do Freddie estava me deixando nostálgico. Não ouvir a voz do Harry cantarolando alguma música por aí me deixou com mais saudade ainda. 

 Daqui á uma semana, eu iria tirar o gesso, já que o médico disse que eu estaria "novo" nesse meio tempo. Sentei no sofá e liguei a TV,  ficando alguns minutos procurando algo pra olhar, e deixei em um filme que eu gostava. Mas aquilo não estava me fazendo bem, pelo fato de ser um filme romântico. Desliguei a TV e comecei a escrever. 

 

 A hora

 E a hora é agora

 A que foi tão esperada

 Tem que ser agora

 Não pode ser passada

 

 Por tanto tempo esperei,

 Chorei, lutei, briguei

 Pelo seu amor

 Que hoje não me causa nada

 Além de dor.

 

 Quanto tempo mais vai demorar?

 Pra você finalmente acordar e voltar? 

 Essa é a hora, 

 Então, tem que ser agora.

 

 Escrever poemas, poesias e músicas sempre me fez relaxar, pelo fato de que, pela caneta e pelo papel, eu me expressava, colocava sentimentos pra fora. Mas esse, foi diferente. Me fez chorar, mesmo tendo ficado meio bosta. Porque tudo tinha que ter sido interrompido dessa forma? 

 Continuei escrevendo até tudo se juntar em uma música, mas ficou depressiva, e além disso, uma verdadeira bosta. 

 Eram quase sete da noite, o céu estava escuro e fazia um frio meio forte. E doeu saber que eu não teria com quem me esquentar essa noite. Subi até seu quarto, e peguei um de seus moletons e o vesti, me sentindo mais quentinho, apesar de que, aquela roupa ficava gigante em mim, talvez pelo fato de eu ter emagrecido alguns quilos essas semanas, mas eu gostava mesmo assim. 

 Quando estava descendo, senti meu celular vibrar no bolso, e era ligação de um número desconhecido. 

---x---

 L: Alô?

 XxX: Senhor Tomlinson? Aqui é do hospital Angeles e...

---x---

 Não deixei que quem quer que fosse terminar o que estava falando, apenas, com minhas mãos trêmulas, liguei pro Niall, ficando em frente ao espelho arrumando meu cabelo pra sair. 

---x---

 L: Niall? Sou eu, Louis. Vem até minha casa, rápido. 

 N: Porque? O que foi? 

 L: Me ligaram do hospital, você tem como me levar? 

 N: Estou com a chave na mão. Me espera na porta.

---x---

 Desliguei o celular e peguei as chaves da porta, a trancando atrás de mim. Quando Niall chegou, pedi que ele fosse o mais rápido possível até o hospital. Eu estava com medo, não posso negar. Não sei qual estava falando mais alto, o medo, ou a esperança... 

 Mas ao chegar lá, tive minha resposta...


Notas Finais


E então, meus amores? Ficou fodinha? Gostaram? Não gostaram?
Ah, é, eu já ia esquecendo, leitores fantasmas, apareçam aqui seus liamdos, eu não mordo não, e saibam que é por vocês que eu ando continuando á postar aqui, viu?
Queria agradecer á quem já favoritou e/ou comentou a fic, vocês me deixam realmente feliz com tudo o que dizem, é bom saber que tem alguém, em algum lugar, que gosta do que eu escrevo. Vocês são incríveis.
Ah, queria dizer mais uma coisa: ESTAMOS QUASE EM 400 VISUALIZAÇÕES! Gente, 400 pessoas é muita gente, obrigado por tudo, é sério!
Comentem aí pra eu poder destacar, kk! Amo vocês! <3
~Nick


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