História Destiny, or nah? - Capítulo 33


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Categorias Cameron Dallas, Jack & Jack, Magcon
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Hayes Grier, Jack and Jack, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Jacob Whitesides, Mahogany LOX, Matthew Espinosa, Nash Grier, Nate Maloley, Personagens Originais, Sammy Wilkinson, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Tags Cameron Dallas, Cara Delevingne, Jack & Jack, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Magcon
Exibições 251
Palavras 1.083
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, babies! Capítulo trinta e três disponível. Aproveitem!
Boa leitura! :)

Capítulo 33 - Você não vai poder fugir sempre de mim.


 

— Por que eu iria gostar dele? — digo rapidamente, Matthew arregala os olhos. "Porque ele é maravilhoso. Porque ele é o dono de todos os meus pensamentos e dúvidas intermináveis. Porque é ele que está presente em todos os meus sonhos, até mesmo os meus pesadelos. Ele, somente ele, Cameron Dallas.", penso.

"A dor que sinto pelo desprezo e pela crueldade das palavras, talvez não me doam mais que o olhar. O olhar diz mais que as palavras. Procuro evitar olhar-te nos olhos, pois seus olhos me mostram a inocência que muitas vezes duvido que exista, e na duvida é melhor não cruzar os meus aos seus. Eu sei quando estou te ferindo, mas, sera que você sabe quando está a fazer o mesmo comigo? Foi de proposito? Sem querer? É complicado dizer que o amor chegou ao fim, mesmo sem começo. Não nos deixe mal, porque mesmo sem inicio se iludia a expectativa de que poderia ter sido bom. Bom mesmo é se estivesse acontecido! Pelo menos teria do que me arrepender por fatos e não por teorias! Agora eu me pego a perguntar a mim mesmo: Sera que era verdade? Ou sera que só eu sofri nesta história? Ficção ou realidade? Prefiro acreditar que era ficção. Pelo menos me conforta de certa forma. Não penses que te quero mal, afinal, quem foi o culpado? Eu por amar de mais ou você por fingir não amar? Ou ser verdade em não amar e me deixar se iludir só? Não quero mais! A distancia vai me machucar, mas é melhor me ferir agora, pois amanhã eu posso não ter mais tempo pra me curar. O fim raramente é bom, principalmente se não tiver começo. Fim sem começo."

— Duas coisas... Primeira, vocês dois não se conhecem apenas do colégio, não é? — demorei, mas acabei cedendo. Assenti. — E segundo, esquece, não tem segundo, mas me diz da onde que vocês se conhecem...

— Sem chances, Matthew, nem vem. Não quero falar sobre isso. Não mesmo! — levantei-me e caminhei até a cozinha. Ele veio atrás de mim, como o esperado. 

Você não vai poder fugir sempre de mim. Pode começar... Onde, quando, quantos anos você tinha, e... — de repente, o celular dele começa a tocar desesperadamente. Matthew tateia os bolsos e retira o celular de um deles, automaticamente fita o visor. Seus olhos se arregalam ao ver de quem é a ligação e me olha assustado. — Ferrou, é o Johnson. 

— Atende logo! — digo, e foi exatamente isso que ele fez.

— E aí, J... — disse ao atender. 

— Diga que não me viu. — sussurro.

— Não, Jack, ela não está comigo (...). Não, Jack, eu não há vi. Por que você não liga para o telefone dela? (...). E eu lá tenho bola de cristal pra saber porque diabos ela não atende? (...). Está bem, Jack, se eu souber de algo, aviso você. — e desligou.

— O que ele disse? — pergunto.

— Disse que liga a cada cinco minutos para o seu celular e só cai na caixa postal. — sentou-se em uma das banquetas da ilha da cozinha. — Disse também que já ligou para todos do Squad e ninguém sabe do seu paradeiro. E, ahh! Ele queria falar com você. 

— Não me diga! — soei irônica. — Apenas você e o Cameron me viram depois que discuti com ele na festa. Você está comigo, e o Cameron não é burro. Ele deve ter inventado alguma história cabeluda para Jack e dentre alguns minutos, aquela cabeleira loira vai estar tocando a minha campainha. Quer apostar? 

— Você ainda está sob efeito de álcool? Porque eu acho que você não está muito bem. — arqueou uma de suas sobrancelhas. Olhamos um para a cara do outro e gargalhamos feito duas crianças pequenas.

— Você vai querer comer o que? Torradas com geleia de amora ou cereal com leite? — pergunto.

— Cereal com leite, é claro, já que ontem você não deixou eu comer. — estirou a língua. — Mas antes, preciso ir ao banheiro esvaziar o meu reservatório de água. — riu, levantando-se.

— Me poupe dos detalhes, Espinosa.

(...)

Tarde de segunda-feira.

Já eram 3 horas da tarde e Matthew já havia voltado para a sua casa. Antes do almoço — como eu já havia previsto —, Jack veio até minha casa e quase derrubou a porta da entrada. Fiz questão de não me aparecer, e tive que tapar a boca de Matthew com minhas duas mãos. Só assim para aquela criatura segurar aquela risada escandalosa. Depois desse episódio, pedimos uma pizza gigante e comemos, jogados no sofá. E foi assim que encerramos a nossa manhã de terça-feira. Depois do meio dia, Matthew voltou para casa com a desculpa de alimentar Burnie, seu cachorro. Mas, na verdade, ele foi embora porque não aguentava mais as minhas paranoias. Coisa que é bem comum diariamente. Ao contrário de outras pessoas, uma aura verde intercalada com um rosa bastante convidativo acompanhava aquele garoto. Por mais que Matthew estivesse enjoado de minha companhia, sabia que ele era o único mortal capaz de me entender.

Eram 3 horas da tarde e eu me encontrava jogada no sofá, comendo salgadinhos. No mínimo, havia umas cento e cinquenta mensagens e ligações perdidas de Johnson e umas cinquenta de Gilinsky em meu celular. Sem contar as mensagens perdidas de Taylor, Nash e um tal de Aaron. Sabe Deus quem é esse ser. Não me recordo de ter sido apresentada à esse garoto. Resumindo, não respondi muito menos atendi ninguém. Ainda sentia uma forte dor em minha cabeça, meus pés estavam dormentes, meus olhos estavam pesados e cansados. Pulei do sofá quando escutei a campainha sendo tocada. Não poderia ser Matthew de novo, muito menos minha mãe com John, sendo que eles só voltam no final de semana. Estranho. Quem poderia ser? Caminhei até a porta e me assustei ao ver ele assim que a abri. 

— Oi. — sorriu.

— O que diabos você está fazendo aqui? — perguntei, erguendo as sobrancelhas.

"Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o "alguém" da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!"


Notas Finais


TRAILER HERE: https://www.youtube.com/watch?v=a3wulHXShvY
Espero que tenham gostado, até o próximo capítulo!
Meu Twitter: https://twitter.com/dinomattosaurs
Beijos, xoxo Panda :)


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