História Destiny, or nah? - Capítulo 34


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Categorias Cameron Dallas, Jack & Jack, Magcon
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Hayes Grier, Jack and Jack, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Jacob Whitesides, Mahogany LOX, Matthew Espinosa, Nash Grier, Nate Maloley, Personagens Originais, Sammy Wilkinson, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Tags Cameron Dallas, Cara Delevingne, Jack & Jack, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Magcon
Exibições 258
Palavras 1.302
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


AI MEU DEUS, AI MEU DEUS! CHEGOU O CAPÍTULO MAIS ESPERADO!
BOA LEITURA! :)

Capítulo 34 - Eu sinto muito.


 

— O que diabos você está fazendo aqui? — perguntei, erguendo as sobrancelhas.

"Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o "alguém" da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!"

— Anda, Jack, o que está fazendo aqui?

— Vim ver você. Aliás, não vai me convidar para entrar?

— Não deveria. — digo, sorrindo sínica. Jack arregala os olhos. 

— O que?! Por que?

— Cala a boca e entra logo. — ditei. Jack caminhou até ao centro da sala e ali ficou, intacto e pensativo. Olhar confuso e pensamentos distantes, algo estava errado. 

— Está tudo bem? Como voltou para Los Angeles? — perguntou.

— Não importa.

— Foi o Cameron, não foi?

— Claro que não! Por que diabos ele iria me trazer? — cruzei o cenho.

— Porque ele sumiu depois que você sumiu também.

— Ele foi embora?! — minha vez de arregalar os olhos.

— Que diferença faz, Mellanie? — cruzou os braços. 

— Não faz diferença nenhuma, Jack. Você veio até minha casa para falar do Cameron? É sério? — ele negou com a cabeça.

— Me desculpa. — abaixou a cabeça e enfiou as mãos nos bolsos da calça. — Meus planos não eram de ter ficado lá, você sabe... Houve um imprevisto e...

— Você encheu a cara e me abandonou naquela merda de festa. Você simplesmente esqueceu da minha existência! — rosnei. 

— E você mandou eu ir me foder. — deu de ombros.

— Com razão!

— Você voltou com quem, não vai me dizer? Porque eu liguei para todos que estavam naquela festa e ninguém soube do seu paradeiro.

— Matthew! Eu voltei para Los Angeles com o Matthew! E, pro seu governo, ele foi muito gentil. 

— Mentira! — grunhiu, impaciente. — Liguei para ele de manhã e ele disse que não falou com você.

— Ele estava comigo, seu idiota! Ele dormiu aqui e foi eu quem pediu para ele não contar nada. Satisfeito? — bufei alto.

— Espera, Matthew dormiu aqui? Como você pôde me tra... Quero dizer, por que Matthew Espinosa pode dormir em sua casa e Jack Johnson não? — fulminou-me com os olhos semicerrados.

— Porque você nunca pediu, e, aliás, você preferiu dormir na cada do Taylor do que voltar para casa comigo. E aí, quem ganhou agora? — cruzei os braços na altura do peito. Jack balançou a cabeça.

— Me perdoa. — se aproximou. — Só que as coisas estão muito estranhas para mim. Eu precisava me distrair de alguma forma.

— Do que está falando, Jack? — cruzei o cenho e descruzei os braços. Jack segurou meu rosto com suas duas mãos e fitou meus olhos. A minha vontade de sair correndo já havia atingido o limite extremo, mas a última coisa que iria fazer, era isso. Não iria desapontá-lo, mesmo depois de tudo que ele havia aprontado.

— Entenda, é tudo novo para mim. Nunca precisei tanto de alguém como eu preciso de você. Nunca desejei tanto um sorriso como eu desejo o seu. Nunca esperei tanto por um beijo como eu espero por um beijo seu. Eu nunca fui tão eu mesmo como eu sou com você. — umedeceu os lábios e suspirou com a tentativa de organizar seus pesamentos. Há essa altura, conseguia sentir minhas penas trêmulas e um sorrisinho discreto se formou em meus lábios. Não era apenas Cameron que tinha o poder de desorientar meus sentidos inigualáveis. Estava feliz por saber que com Jack também era possível trocar energias.

— Perdão se as vezes o meu jeito infantil de reagir te assusta ou te incomoda. Me sinto frágil, uma criança confusa diante desse sentimento. — apertei forte os olhos, ele acariciou minhas bochechas com seus dedos polegares. Eu estava confusa, era fato. Desde o primeiro dia em Omaha com Jack e Gilinsky, senti uma mudança radical em minha vida um tanto insignificante. Por mais que talvez eu ainda tivesse sentimentos por Cameron, não poderia negar que havia um músculo que pulsava mais rápido que o normal em meu peito quando o assunto é Jack Johnson. Meus sentimentos estão misturados. Embora eu esteja prestes a fazer uma grande merda, não custava nada me arriscar.

 — Você é incrível, anjo.

— Jack, eu...

— Shiu! — pediu, colocando seu dedo indicador sob meus lábios. Jack deu mais um passo e me puxou pela cintura, até que nossos coros estivessem grudados e eu precisasse passar os braços pelo seu pescoço. Aproximou seu rosto ao meu, olhando fundo em meus olhos. Ao perceber que ambos transbordavam nervosismo, abriu um sorriso tranquilizador e beijou demoradamente minha bochecha. Em seguida, passeou a ponta do nariz por ali, aproveitando para inspirar com vontade o cheiro de minha pele. Uma das minhas pernas falharam, mas com o aperto que tinha em minha cintura, acabei conseguindo me manter de pé. Jack molhou os lábios e os arrastou em minha pele, por vezes aprisionando uma parte dela entre os dentes. Sua respiração alcançou meu ouvido, e era solta ali, devagar e lentamente ruidosa, fazendo-me sentir o calor de seu hálito. Procurei alguma forma de recuperar a estabilidade agarrando seus cabelos da nuca e deixando uma das pernas dele entre as minhas. Ele sorriu. Gostando da brincadeira, desci meu rosto contra a curvatura de seu pescoço e ali o beijei com apreço, mais apressada e faminta do que ele havia sido, mas conseguindo resultado igual quando Jack o jogou para o lado oposto de que eu explorava em uma exclamação de alívio. Era como se tivesse passado anos querendo sentir aquela sensação e, enfim, o momento havia chegado. Depois de deixar rastros molhados e formigantes por ali, subi para a sua orelha fazendo o mesmo que ele tinha me mostrado, embora minha respiração não estivesse nem tão longe controlada quanto a dele. Jack virou o rosto para mim e da mesma forma como respirava forte em seu ouvido, fiz entre seus lábios semi abertos, enquanto tínhamos os narizes se provocando, e recebia um carinho simples porem tentador na base das costas. Tentei avançar, não aguentando mais a provocação, mas Jack recuou brevemente. Irritada e ansiosa, coloquei a língua para fora e provei o gosto de seu lábio inferior, em uma lambida deliciosa. Jack trancou o maxilar e engoliu em seco. Pressionou seu corpo contra o meu corpo miúdo e senti a reação imediata de sua estatura: a ereção que lhe explodia as calças. Respirou fundo e agarrou meus cabelos. E, a partir do momento que chocamos nossas bocas e lábios se entreabriram, engolindo uns aos outros e línguas se provando sem pudor ou recato, nem Jack nem eu nos lembramos que estávamos brigados um com o outro. A força com que nos beijávamos era tanta que os lábios roxos estariam garantidos pelos próximos dias. Mergulhávamos tanto na boca um do outro, que não haveria enxaguante bucal que nos livrasse do gosto de nossas salivas misturadas. Era muito melhor do que se imaginava. Parecia que nós dois nos conhecíamos à tempos, tanto que a velocidade e inclinação eram quase instintivos, as sugadas e mordidas sincronizadas, e o caminho percorrido pelas mãos encomendado. Nossas respirações ficaram altas e ofegantes, cabelos já estavam totalmente bagunçados, roupas amassadas e palmas suando. Me obriguei a segurar seu rosto entre as mãos, os polegares pousados em suas bochechas quase coradas para recuperar as batidas de meu coração. Nos fitamos em contentamento por quase um minuto sem dizer absolutamente nada, quando Jack apertou os olhos e disse:  — Eu sinto muito.

"Me apaixonei do mesmo jeito que alguém cai no sono: gradativamente e de repente, de uma hora para outra."


Notas Finais


TRAILER HERE: https://www.youtube.com/watch?v=a3wulHXShvY
Espero que tenham gostado, até o próximo capítulo!
Meu Twitter: https://twitter.com/dinomattosaurs
Beijos, xoxo Panda :)


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