História Destiny, or nah? - Capítulo 41


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Categorias Cameron Dallas, Jack & Jack, Magcon
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Hayes Grier, Jack and Jack, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Jacob Whitesides, Mahogany LOX, Matthew Espinosa, Nash Grier, Nate Maloley, Personagens Originais, Sammy Wilkinson, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Tags Cameron Dallas, Cara Delevingne, Jack & Jack, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Magcon
Exibições 105
Palavras 1.721
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá!
Primeiramente, JÁ ESTOU DE FÉRIAS PORQUE EU PASSEI DIRETO NO COLÉGIO! Woohoo \o/
Me desculpem pelo atraso, avisei no último capítulo porque iria demorar para postar, então, resolvi postar o capítulo 41 porque estavam me pedindo muito! Enfim, fiquem com Deus e até a próxima!
Boa leitura!

Capítulo 41 - Sete botões de tulipas vermelhas.


 

— O que diabos você está fazendo aqui? — Matthew pergunta. Mal sabia eu que a merda da escada de emergência dava de frente com a sala de espera da recepção. 

— Cameron? — Johnson arregala os olhos.

— É, hmm, oi. — digo, sorrindo nervoso.

— O que está fazendo aqui?

— Eu... eu... bem, eu vim visitar minha tia. — Matthew revira os olhos. 

— Tia? — ele ri.

— Sim, Matthew. — provoquei-o com um olhar fulminante. Se Matthew abrisse o bico, eu estaria ferrado. Ele sabia muito bem que eu não estava para a brincadeira, que não vim para ver tia nenhuma, e sim, para ver Mellanie.

— Pensei que sua família estivesse em Chino Hills. — Johnson cruza os braços. — Aaron está procurando você. Por que não avisou que estava em Los Angeles?

— Não estava em Los Angeles. — retruco. — É que, bem... Sierra me avisou que nossa tia estava internada neste hospital e tive que voltar para cá. — enfio as mãos nos bolsos da calça. — Mas, o que vocês estão fazendo aqui? — disfarço, Matthew continua a me encarar com cara de maus amigos.

— Mellanie está internada. — diz Johnson, sentando-se em um dos acentos.

— Oh meu Deus! — finjo espanto. — O que foi que houve? — Matthew revira os olhos novamente.

— Estava com ela em casa, e do nada, ela desmaiou.

— Você estava com ela em casa? Tipo, sozinhos? — rosno.

— Qual é o proble...

— Jack Johnson? — um senhor baixinho se aproximou.

— Sim, doutor. — Johnson levanta-se rapidamente e colocou-se em minha frente.

— Sua namorada acordou. Gostaria de vê-la?

— Claro! — diz animado. Johnson segue o doutor até ao corredor pelo qual eu havia invadido minutos antes e, eu e Matthew permanecemos ali, parados, um olhando para a cara do outro na sala de espera. Alguns segundos passaram-se e Matthew se manifesta.

— Você é um idiota mesmo! — esbraveja. — Qual é o seu problema?

— Obrigado. — digo, ele cruza o cenho. — Obrigado por não ter contado nada à Johnson. — revira os olhos.

— Você sabe mais do que ninguém que não faz diferença nenhuma! — rosna. — Mellanie está com o Johnson agora. Não ouviu? Eles estão juntos. — sorriu sínico. Não! Não é possível! Mellanie não faria isso, não faria isso comigo. Estávamos destinados à ficar juntos para sempre! Nossos destinos foram traçados, nada nem ninguém irá atrapalhar isso, e não será o Johnson que irá acabar.

— ótimo. — digo. — Eu não me importo. — e saio, rumo ao estacionamento do hospital.

 

Mellanie Waters P.O.V 

Minha respiração estava voltando aos poucos. Fios, tubos, aparelhos e enfermeiras estavam me incomodando. Mas, espera aí, enfermeiras? Abri os olhos com uma certa dificuldade e os varri pelo quarto. Cores frias marcavam presença nas paredes mas, o que realmente prevalecia era o branco. Duas enfermeiras, um médico tampinha e um Johnson com grandes olheiras estavam ao meu redor. 

— Oi. — Johnson diz, aproximando-se com um sorriso arteiro nos lábios.

— Elizabeth e Caroline, vamos deixar o casal à sós. — o médico sorriu para Johnson e saiu do quarto acompanhado pelas duas enfermeiras. 

— Casal? — pergunto com o cenho cruzado e um meio sorriso brotado nos lábios.

— Somos um casal agora. — ele diz, sentando ao meu lado. — Precisei dizer que era o seu namorado, se não eu não teria notícias sua.

— Por que estou em um quarto de hospital?

— Você não lembra? — nego com a cabeça. — Você desmaiou, do nada.

— Por quanto tempo eu dormi?

— Por volta de onze horas. — arregalo os olhos.

— Tudo isso?

— Talvez até um pouco mais, não tenho certeza. É que eu e Matthew revezamos no sono. — deu de ombros, soltado uma risada nasal. 

— Matthew está aqui?

— Desde a hora que você entrou no hospital.

— Oh meu Deus! — sussurro. Johnson ri, alisando meus cabelos. 

— Quem mais esteve aqui? — pergunto, rezando mentalmente para Johnson não dizer que minha mãe ou meu pai estejam lá embaixo na sala de espera.

— Gilinsky também chegou na mesma hora que você chegou no hospital, mas teve que ir embora para resolver umas coisas com Madison. — revirou os olhos. — Cameron veio visitar uma tia dele e, Nash, Taylor e Mahogany irão vir ver você quando amanhecer. 

Cameron esteve aqui?! 

— Sim. — confirma. — Uma das tias dele está sob cuidados neste hospital. Coincidência, não? — aperto os olhos, tentando me lembrar se Cameron realmente tem parentes em Los Angeles, e já como eu imaginava, não senti absolutamente nada, isso quer dizer que, ele não tem nenhum parente em Los Angeles, muito menos uma tia. Era mentira, Cameron veio me ver. 

— Como está o Matthew? — mudo de assunto, não querendo que Jack desconfie mais do meu nervosismo.

— Ele está bem. Bem cansado, mas está bem. — sorri. — Ele quer ver você.

— Diga para ele subir. — retribuo o sorriso.

— Tudo bem. — Jack levanta e fita meus olhos, logo segura minha mão e diz: — Fico feliz que está tudo bem. Eu senti sua falta. — suas palavras eram tão verdadeiras, tão cheias de sentimentos, que me assustei com o pequeno choque que nossas mãos sofreram. Puxei meu braço rapidamente e Jack murchou como uma rosa no final da primavera.

 — Me desculpe. — digo, sentindo-me pequena, envergonhada e ingrata demais para fitar seus olhos novamente. Jack força um sorriso, deposita um beijo demorado em minha testa, enfia as mãos dentro dos bolsos da calça e sai do quarto com a cabeça baixa. Afundo minha cabeça nos travesseiros e aperto os olhos. Por que diabos isso está acontecendo comigo? Eu choro, irritada e desconfortável com a situação na qual estou vivendo. Fungo o nariz, limpo os olhos com o fino edredom que está sobre mim e aspiro um aroma maravilhoso pelo qual eu não faço ideia do que possa ser. Varro os olhos pelo quarto e nada encontro. Meus olhos pousam na porta, onde Matthew entra cuidadosamente. 

— Oi! — sorrio.

— Oi, sua chata. Você quase me matou do coração, sabia? Maluca!

— Chato. — reviro os olhos, Matthew ri.

— Como você está? — pergunta, sentando sob a cama, ao meu lado.

— Estou bem, acho. Pronta para outra. 

— Nem brinca! — resmunga. — Não diga isso nem brincando, sua doida!

— Tudo bem, tudo bem. — levanto as mãos em rendição. — Quando irei para casa?

— Provavelmente, logo pela manhã.

— E que horas são?

— Por volta das 7 horas da tarde. — deu de ombros.

— Srta. Waters? — uma enfermeira adentrou o quarto.

— Sim?

— Como se sente?

— Melhor. — sorrio. — Disposta. Honestamente? Escalaria o Monte Everest numa boa. — Matthew revira os olhos, a enfermeira ri.

— Rapaz, o doutor está aguardando você e seu amigo em sua sala no andar térreo. 

— Tudo bem. — diz Matthew. — Depois volto aqui. — alisa meus cabelos. — Venho fofocar. — dá um piscadela e sai do quarto, deixando apenas eu e a enfermeira. 

— Está com fome? — pergunta, checando os aparelhos. — Você não ingeriu nenhum alimento desde quando entrou aqui.

— Não estou com fome. Obrigado. — forço um sorriso. Odeio enfermeiras.

— Tudo bem, irei providenciar uma deliciosa sopa de legumes. Você precisa se manter hidratada. Parar de comer só irá piorar o ritmo de seu organismo. 

— Quando irei para minha casa?

— O doutor está conversando com seus amigos. Você respondeu muito bem aos medicamentos e realmente aparenta estar bastante disposta. Provavelmente, ganhará alta logo pela manha. — sorri.

— Ok. — afundo novamente minha cabeça nos travesseiros. Depois que a enfermeira acaba de organizar alguns fios, desliga aparelhos não mais necessários e guarda lençós limpos dentro da cômoda, vira-se de costas e abre a porta do quarto. 

— Caso precise de mim, pode apertar esse botãozinho vermelho ao seu lado que eu venho voando. — assinto. Quando ela está prestes a fechar a porta, a chamo.

— Ei!

— O que foi que houve?

— Hum... bem, você sabe da onde está vindo este cheiro maravilhoso?

— Está se referindo ao delicioso cheiro de sopa vindo da cozinha do hospital? — ri. — Tudo bem, estou só brincando. Bem, um pouco antes de você acordar, alguém deixou um lindo buquê de tulipas vermelhas ao lado de sua cama. — arqueio as sobrancelhas.

 — Tulipas vermelhas? — pergunto, observando a enfermeira caminhar até a cômoda e pegar o buquê de cima da mesma.

— Aqui está. — sorriu, entregando-me os lindos botões avermelhados. Como é que eu não as vi ali antes?

— Obrigado. — agradeço, acariciando as pétalas. Tulipas vermelhas. Sete botões de tulipas vermelhas. — Qual é o seu nome?

— Elizabeth. — ela sorri.

— Bom... Elizabeth, poderia me dizer quem as deixou aqui?

— Srta. Waters, você não estava autorizada para receber visitas. Seu estado era crítico, por isso o doutor interrompeu as visitas. Seus amigos, aqueles dois garotos loiros, não subiram em nenhum momento. Quando as vi ao lado de sua cama, fiquei assustada! — cruzo o cenho. — Mas lembrei que havia um garoto aqui no seu quarto, momentos antes de você acordar. 

— Um garoto?

— Cabelos castanhos escuros, pele bronzeada, forte... — não havia dúvidas, realmente Cameron esteve aqui. Sorri involuntariamente e afastei as flores, dando-as novamente para Elizabeth. — Então a mocinha tem um admirador secreto?

— Bem, acho que sim. — sorrio, sentindo minhas bochechas queimarem de vergonha. 

— Com licença? — Matthew aparece na porta, enfiando sua cabeça para o lado de dentro de meu respectivo quarto. — Atrapalho alguma coisa?

— Entre. — diz Elizabeth. — Você tem dez minutos. Mellanie precisa descansar. 

— Tudo bem. — ele concorda. Elizabeth sorri para mim e sai do quarto, deixando Matthew e eu à sós. — Oi — diz, aproximando-se.

— Oi, seu boboca. Quanto tempo, não?

— Você receberá alta amanhã de manhã, está confirmado.

— Graças a Deus! Não aguento mais ficar deitada e sentindo cheiro de sopa.

— Eu no seu lugar, não reclamaria em ficar o dia todo na cama.

— Diz isso porque não é você que está em uma cama de hospital. — reviro os olhos.

— Chata. — estira a língua.

— Ah, olha só quem fala. — cruzo os braços, Matthew se levanta.

— Esse quarto é tão grande... caberia mais cinco camas iguais a essa que você está deitada. — gira nos calcanhares.

— Qual é, Espinosa? Virou arquiteto agora? Engenheiro?

— Cala a boca, fedelha. — gargalho. — De quem são essas flores?

— São minhas, Matthew.

— Suas? — arqueia as sobrancelhas. — Não me recordo de ver Johnson com elas na sala de espera.

— Não foi Johnson que as trouxe. — digo. — Foi Cameron.

— Cameron?! — arregala os olhos, confirmo com a cabeça. — Como que diabos aquele desgraçado conseguiu entrar aqui? Você não podia receber visitas, eu e Johnson já estávamos criando raízes naquela sala.

— Eu também não sei. Não faço a menor ideia de como ele conseguiu. Isso não poderia ter acontecido, e se Jack o visse?

— Por que você está nervosa? Está me escondendo algo?

— Está tudo bem, eu só preciso descansar um pouco.

— Você está mentindo!

— Não estou. — balbucio.

— Amanhã conversaremos sobre isso, você querendo ou não. 


Notas Finais


TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=a3wulHXShvY
Espero que tenham gostado, até o próximo capítulo!
Meu Twitter: https://twitter.com/dinomattosaurs
Beijos, xoxo Panda :)


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