História Destiny's Choices - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Palavras 3.288
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Esporte, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey folks!
Postando entre jogos porque sou dessas viciadas...
HAHAHAH

MUITO obrigada pelos favoritos e comentários! ♥

Boa leitura!
#VemJunior

Capítulo 6 - Seis


Fanfic / Fanfiction Destiny's Choices - Capítulo 6 - Seis

Início de Julho/2016

Hotel Hidden

Marcoussis – França

 

A seleção de Portugal, com muito custo, chegou as semifinais. Todos comemoravam no hotel, rindo bobamente para tudo e todos. Queriam comemorar fora dali, mas o técnico logo cortou as asinhas dos jogadores arruaceiros ordenando que cada um fosse para o seu quarto porque o campeonato ainda não havia acabado. Os meninos subiram reclamando, mesmo que soubessem que o técnico estava certo.

- Vou buscar o Junior para ele passar a noite comigo, quer ir? – Cristiano abraçou Daniele de lado, antes de ela subir para o próprio quarto. Por um minuto ela não havia entendido muito bem o que ele tinha dito, mas quando ele refez a pergunta, ficou com medo de responder que sim.

- Não precisa, Cris. Pode ir aproveitar o seu garoto.

- Eu quero que você vá. – o atacante olhou em seus olhos, dando ênfase no seu pedido e nas suas intenções.

- Você tem certeza? Daqui uma semana acaba o campeonato e eu voltarei para o Brasil ou irei para Lisboa, ainda não decidi. – Dani respondeu, demonstrando que o relacionamento deles podia não dar certo para frente e colocar Junior no meio poderia piorar. Ainda mais porque o atacante fora categórico a vida inteira em separar as mulheres do filho.

- Eu quero muito que você o conheça. – respondeu animado pegando nas mãos dela e fazendo beicinho - Nem que seja como amiga. – completou querendo tirar o peso dos ombros de sua garota.

- Pode ser. – ela sorriu, entrelaçando seus dedos aos dele – Eu sou louca para conhecer o Junior desde sempre. – declarou, por fim, sorrindo que nem boba. – E sobre a definição do nosso relacionamento, fique a vontade para me apresentar da maneira que julgar mais correta. Não vou exigir rótulos, ainda mais diante do seu pequeno.

Sério, por onde aquela mulher tinha andado antes de conhecer o atacante? Ele deveria mandar um belo de um presente para o Pepe por dirigir bêbado na copa de 2014. Deus o abençoasse quando resolveu fazer isso! Porque, graças ao zagueiro inconsequente, ele havia conhecido a mulher da sua vida.

 Enquanto dirigia pela estrada, a fim de voltar para Paris e ir até o hotel que sua mãe e seu filho estavam hospedados, o atacante repousou a cabeça no encosto do banco do motorista, deixando-se levar em pensamentos sobre a mulher que estava em êxtase no banco ao lado.

 

Flashback

Julho 2014

Prédio Executivo Amaral&Larsen

São Paulo – Brasil

 

Duas batidas leves na porta de vidro assustaram Daniele que digitava em seu computador, totalmente compenetrada em seu trabalho. Levantou o rosto para a porta, fazendo sinal para a sua secretária entrar. Quando a moça entrou na sala, ela voltou a digitar.

- Tem uma pessoa querendo falar com você – Belinda disse, sorrindo para sua chefe.

- Não tenho tempo agora, Bel. – Dani respondeu rapidamente – Tenho que resolver o processo do Corinthians agora que o de Portugal já está resolvido.

- Uma pena né? Eu estava gostando da idéia de ter o CR7 por ai.

- Pelo amor de Deus, Belinda! Ele só veio uma vez aqui e para assinar o contrato. Foi tão rápido que você nem viu a cor da camisa dele – ralhou a chefe, brincando com a secretária – Uma hora dessas eles devem estar bem longe daqui.

- Nem tanto – as duas se assustaram com a voz forte e o sotaque português do homem parado na porta de vidro da sala, sorrindo para as duas.

- O que faz aqui? – Daniele arqueou a sobrancelha novamente, olhando para Cristiano Ronaldo, em pessoa, parado a sua frente. Belinda ficou quieta, apenas observando a cena com um sorriso enigmático no olhar. – Achei que depois do fiasco na Copa você já estaria em Lisboa.

- Obrigado pelo elogio ao nosso time – Cristiano entrou na sala, sem ser convidado, e sentou-se no sofá preto de couro, cruzando as pernas, relaxando os braços no joelho. – E vou apenas amanhã cedo. Tenho um tempo para você ainda. – acrescentou piscando para a advogada.

- Eu estou muito ocupada, Aveiro. – Daniele falou, voltando a sua atenção ao computador. Ou tentando voltar. Aquele homem de 1,85 m na sua sala, vestido com uma camisa preta, calça jeans escura e sapatos também pretos, observando-a atentamente a fazia ventilar. Hiperventilar.

- Eu posso passar o que você está fazendo para o Jonas, chefe. – Belinda resolveu se meter na conversa.

- Não tem necessidade.

- Ótimo! Vamos chamar o Jonas. – os dois falaram ao mesmo tempo. Daniele com a cara fechada para a sua secretária e Cristiano já levantando.

            Daniele se viu acuada com a cena e resolveu ceder. Afinal, era bom ter Cristiano Ronaldo, em pessoa e gostosura, a esperando para sair. Por mais que ela estivesse disposta a não fazer nada com o atacante. Bufou frustrada e levantou da cadeira, juntou seus pertences pessoais, jogando-os na bolsa de qualquer jeito e pegou o seu terninho azul royal.

- Se o Jonas fizer algum erro com essa ação você perderá o seu emprego, Belinda. – disse antes de sair da sala, ameaçando a secretária com o celular que estava em suas mãos. A secretária apenas riu da chefe, balançando a cabeça após.

- Bom passeio, chefinha. – Bel desejou, voltando para o seu posto. Observou a chefe e o jogador saindo, e logo ligou para Jonas. Não queria decepcionar a Amaral.

 

- Você é uma carrasca, chefe. – Cristiano testou o apelido com malícia, quando eles entraram no elevador, onde dois homens trajados de terno preto já estavam.

- E você um chato. Fora que me incomoda. Onde já se viu ficar perambulando por São Paulo atrás de uma advogada? E cadê seus seguranças? Achei que o importantíssimo CR7 de Portugal andasse com os capangas a tira colo. – Cristiano segurou o riso, apontando para os homens que estavam com eles no elevador. Daniele sorriu amarelo para eles, que retribuíram com um aceno de cabeça. – Podia ter falado antes.

- Podia não ter subestimado o CR7 de Portugal.

 

- Aonde vamos? – Daniele perguntou ao entrar na Range Rover Evoque preta, sentando atrás com o jogador. Os dois seguranças dele foram na frente, um dirigindo e o outro no passageiro.

- Pensei em fazer algo mais reservado, se não se importa. Tá um pouco complicado andar por São Paulo.

- Contando que não inclua seu quarto, eu topo. – ela piscou para ele, voltando a atenção para seu celular que anunciava novas notificações. Cristiano ficou olhando para ela mexendo no celular, guardando cada detalhe da moça. Desde os seus dedos ágeis se movendo pela tela do aparelho, seu cabelo preto caindo em seu ombro e os olhos espertos lendo rapidamente as mensagens que ela havia recebido. Sua respiração estava calma, ele percebeu ao descer os olhos para o seu colo, passando pela camisa social branca que ela usava. Os dois botões abertos de sua camisa davam a ele uma visão extremamente provocante de seus seios fartos, o deixando com vontade de enxergar além do decote. As pernas estavam cobertas até o joelho pela saia formal apertada e nos pés ela usava sapato de salto alto. – Você está me encarando e incomodando. – Dani brincou, bloqueando seu aparelho, virando o corpo para o lado do atacante.

- E você me ignorando. – respondeu sorrindo para ela, pegando o celular de sua mão e depositando-o no banco do carro, ao lado deles. – Achei que eu fosse mais importante que o telemóvel.

- Estava trabalhando, desculpe. Às vezes é difícil se desligar completamente do escritório. É uma demanda grande e tem coisas que eu simplesmente não consigo delegar, sabe? Problemas de controle. – ela sorriu. O homem percebeu que ela estava a vontade falando do seu trabalho e resolveu investir mais na conversa. Gostava de ouvi-la falando.

- Você é uma das donas, não é?

- Sim. Ricardo e eu fizemos faculdade juntos. Eu sempre tive uma paixão por esportes, mas não para praticar, e paixão pelo Direito. Coincidentemente, Ricardo também. Resolvemos juntar as nossas paixões e abrir um escritório. Nós dois fizemos a faculdade muito empenhados em estágios e congressos para crescer. Não foi difícil pegar um time de segunda divisão para cuidar. Quando nos demos conta estávamos com três grandes clubes de futebol da capital, um time de vôlei e mais duas empresas fortíssimas no ramo de academias e produtos esportivos. – essa era a maior fala de Daniele sobre ela mesma desde que o atacante a conheceu. Ela era igual a ele, quando falava de seu trabalho não parava. Não por se vangloriar. Mas era a paixão transbordando as falas.

- E você pretende ficar por aqui?

- Em São Paulo? – ele assentiu – Não. Quero crescer dentro do Brasil. Talvez fora daqui também. Mas será bem mais complicado. Advocacia não é do tipo transcontinental, como o futebol, por exemplo.

- Eu tenho certeza que se você quiser abrir filiais pelo mundo, conseguirá.

- Com muita dedicação e preparo, sim. Contudo é algo mais para frente. Quero me consolidar melhor no mercado brasileiro e depois pensar em arriscar fora daqui. Portugal é mais fácil para ir, sendo advogada e tal, mas é apenas um sonho. – concluiu a mulher, relativamente envergonhada por ter falado tanto a respeito de si mesma.

- Ser jogador de futebol também era apenas um sonho para mim. E olha onde estou. – ele deu de ombros, indicando que se ela quisesse, iria conseguir.

- Olha para mim. Estou num carro com o CR7 indo sabe Deus para onde. – brincou Daniele apontando para si mesma, fazendo cara de espanto. Eles riram juntos e seguiram pelo caminho conversando banalidades.

 

            O seu segurança estacionou em frente a um hotel extremamente grande que Daniele conhecia de nome, mas nunca tinha entrado. Era um luxuosíssimo prédio alto, com seguranças cercando todos os lados.

- Eu não disse sem o seu quarto? – Daniele perguntou, quando ele abriu a porta para ela sair, pegando sua mão logo após.

- O quarto desse hotel é praticamente um apartamento. Prometo te deixar fora da cama.

 

            Daniele se encantou com cada detalhe do hotel. Desde as paredes com cinco metros de pé direito e seus quadros espalhados estrategicamente pelo comprimento delas, até o valiosíssimo lustre de cristais que vinha do teto até praticamente 02 metros do chão. Cristiano colocou a mão em suas costas, a guiando até o elevador. Apertou o andar do seu quarto e ficaram em silêncio pelo caminho.

- Uau. – a advogada não conseguiu esconder a exclamação quando entrou no “quarto” do jogador. Ele não tinha brincado quando disse que era quase um apartamento.

Daniele estava acostumada a uma vida classificada como alta. Sempre que viajava procurava hotéis de 04 ou 05 estrelas, freqüentava restaurantes luxuosos, mas quando ela pensava que não podia encarecer, vinha CR7 mostrando que toda a vida considerada de classe alta, ia por água a baixo.

- Que bom que gostou. – Cristiano falou pegando a sua bolsa e seu terno e colocando na mesa que tinha logo no hall de entrada do quarto. – Fique a vontade. Vou ver se a comida já esta pronta. – então ele sumiu por uma porta.

- Como assim? – perguntou indo atrás dele. Quando passou pela mesma porta, deu de cara com um famosíssimo chef de cozinha do Brasil que atuava em São Paulo preparando uma refeição elaborada numa cozinha grande demais para um quarto de hotel. – Agora eu entendi.

- Como não sabia o que você gosta de comer, pedi para ele fazer aquele prato que comemos no restaurante com Pepe e Nani. – o português disse olhando as panelas do chef e o cumprimentando com um aceno de cabeça.

- Daqui a pouco ficará pronto, senhor.

- Muito obrigado, Alex. Estarei na sala, caso precise de algo.

Cristiano pegou em sua mão e a levou até a sala. Sentaram-se no sofá, um ao lado do outro. O jogador virou de lado, ficando de frente para ela, que repetiu a mesma posição dele.

- Você é um pouco confiante demais, não acha?

- Não, mas gostaria de saber o porquê de você falar isso. – o atacante falou encarando Daniele.

- Como não? Você nem sabia se eu iria aceitar e já armou todo esse circo com direito a chef de cozinha e serviço de quarto? – apontou para a mesa de jantar, que já estava posta com champagne, vinho tinto e água. Fora a louça extremamente sofisticada, indicando que duas pessoas comeriam ali.

- Ah isso? – ele riu olhando para a mesa também – Eu sabia que você iria aceitar.

- Confiante demais.

- Apenas sei convencer as pessoas.

- Claro, deve ser super fácil ser o CR7 de Portugal e estar acostumado às pessoas não negando nada para essa carinha linda.

- Fico feliz que você partilha do pensamento das outras pessoas e me acha lindo. – falou Cristiano piscando pra ela, maroto. Daniele revirou os olhos, pensando que deveria calar a boca perto do homem. – Não precisa ficar com vergonha, você também é linda.

- Não precisa elogiar só porque eu apontei algo que é de conhecimento de todos. – cortou Daniele, querendo acabar com aquele clima que se instalara entre eles.

- Nossa, chefe! É difícil paquerar você. Por que você dificulta os meus galanteios?

- Porque se eu facilitar, você não os faria mais. – Daniele disse, piscando para ele e se levantando para pegar uma taça de vinho.

            Cristiano riu da mulher a observando abrir a garrafa e servindo apenas uma taça para ela. Resolveu se aproximar mais da advogada.

- O que você está fazendo? – ela perguntou observando que ele ia lentamente até a mesa onde ela estava.

- Me aproximando de você calmamente.

- Por quê? – Dani arqueou a sobrancelha esquerda, pousando a taça na mesa.

- Porque é mais sensual – ele respondeu simplesmente, sorrindo para ela. – Se eu corresse, você iria achar que estávamos jogando bola.

- Ah eu com certeza iria acabar com você no futebol! – ela virou de volta para a mesa, abrindo a garrafa de água e colocando um pouco em uma taça. Quando a taça estava cheia, ofereceu para ele.

- Quem é confiante demais agora, chefe? - aceitou e bebeu um gole. – Por que me oferece só água?

- Eu sei uma coisa ou outra sobre você, CR7. – piscou bebendo o vinho da própria taça.

- Posso te passar uma lista das outras coisas que eu aprecio, assim você podia me oferecer outras coisas que eu gosto... – ele falou maroto sorrindo de lado e mordendo o lábio inferior.

- Para com essa cara! – ela apontou a taça para ele, o ameaçando. Ele se aproximou mais ainda. Podia sentir o cheiro suave de seu perfume junto da fragrância do vinho que exalava de seu hálito e de sua taça – Você está me incomodando, assim, tão perto.

- E você me incomodando tão longe. – finalizou, colocando a mão em sua cintura, a puxando para mais perto ainda. Daniele pode ver de pertinho todos os detalhes do rosto do atacante e suspirou minimamente antes de se afastar novamente. – Você não vai facilitar mesmo, não é?

- Não, desculpe CR7. – ela se afastou mais ainda, indo até a sala novamente, ainda com a taça em mãos – Não se pode ter tudo nessa vida.

- Veremos, chefe. – ele testou o apelido novamente em seus lábios e Daniele não pode deixar de reparar em como isso soava sexy no seu sotaque forte de Portugal.

- Hoje não, capitão.

 

Julho/2016

Hotel Boulevard de Beauséjour

Paris – França

 

- Filho! Que bom que chegou. O Junior estava inquieto já com a demora. – Dolores, mãe de Cristiano Ronaldo, falou assim que abriu a porta. Cristiano estava de mãos dadas com Daniele, que sorria para a cena.

- Mãe, essa é a Daniele. Dani, essa é a minha mãe, Dolores Aveiro. – ele apresentou as duas, vendo sua mãe abrir um sorriso maior ainda ao ver a moça. A puxou para um abraço e deu-lhe dois beijos no rosto.

- Muito prazer, dona Dolores. – Daniele falou quando se afastou da mulher.

- Minha filha, me chame de Dolores apenas. Tenho certeza que as formalidades não serão necessárias entre a gente. – a mãe de Cristiano comentou abrindo mais espaço para eles passarem.

            O “apart-hotel” era maior que o que eles estavam hospedados no Hidden. Tinha dois quartos, uma cozinha pequena com utensílios para fazer pequenas refeições, dois banheiros e uma sala de estar com uma enorme televisão no meio, de onde saiam cabos do Xbox de Junior.

- O Junior esta no quarto? – Cristiano perguntou, soltando da mão de Daniele. Ela olhou para ele, que retribuiu com um sorriso confiante. – Já volto – sibilou baixinho, dando um rápido selinho nela, saindo em seguida de perto e entrando em uma das portas.

- Fique tranquila, querida. – Dolores falou, olhando para a moça – O Junior vai adorar você.

- Eu espero que sim. Quero conhecê-lo faz tempo. – Dani confessou mexendo nas mãos, em sinal de nervosismo.

            Cristiano voltou com o menino no colo. O jogador estava fazendo cócegas na barriga do menor, que se contorcia rindo. Ele era a cara do pai. Daniele sorriu ao ver a farra que eles faziam juntos.

- É ela, papa? – o menino perguntou baixinho, apontando para Daniele com o olhar.

- É ela, filho. – respondeu, colocando-o no chão quando já estavam perto de Dolores e Daniele. – Junior, essa é a minha Daniele. – apresentou – Dani, esse é o meu Junior.

            Daniele não sabia se hiperventilava pelo pronome possessivo que veio antes do seu próprio nome na apresentação do jogador ou se pegava o menino no colo o apertando. Ele era lindo! E ela estava muito feliz de, enfim, conhecê-lo.

- Você é linda, tia. – confessou o pequeno, quando Dani abaixou-se para abraçá-lo.

- Você também é lindo, Junior. – ela disse colocando as mãos no rosto dele e sorrindo – O mais bonito do mundo! – elogiou sorrindo junto dele.

- Pensei que o papa fosse o mais bonito do mundo.

- Não! – desdenhou Daniele fazendo um aceno com as mãos – As pessoas só acham isso do seu pai porque não conhecem você pessoalmente. – o garoto abriu ainda mais o sorriso, abraçando Daniele novamente.

            Cristiano e Dolores apenas observavam a cena, quietos. O primeiro encantado com a rápida interação entre seu filho, que era o seu tudo, e Daniele, que estava se tornando a mulher de sua vida. Já Dolores sorria intercalando o olhar para Daniele e Junior, que ainda conversavam, e seu filho, que estava com um sorriso incrível no olhar.

Talvez Daniele conseguisse se tornar a mãe que Junior tanto ansiava.

- Quer jogar FIFA? – Junior perguntou, já pegando nas mãos de Daniele.

- Filho, precisamos ir. O papa tem treino amanhã cedo.

- Ah papa – Junior falou cabisbaixo, cruzando os braços na altura do peito.

- Jogamos amanhã, o que acha? – Dani sugeriu, vendo que o menino ficou chateado por ter que ir embora.

- Promete? – perguntou Junior dando o dedinho mindinho para ela. Ela gargalhou junto dos outros adultos na sala, cruzando seu próprio dedo ao dele.

- Promessa de dedinho!

            Cristiano pegou o menino no colo e Daniele colocou a bolsa de Junior nos ombros. Se despediram de Dolores, rumando para o elevador. Logo Dani e Junior engataram uma conversa sobre futebol, fazendo os dois rirem dentro do elevador. Cristiano observava a cena, quieto, mas pensando que aquela fora a melhor idéia que ele teve nos últimos tempos.

            Quando chegaram ao hotel, depois de passarem a pequena viagem cantando e rindo no carro, Cristiano e seu filho se despediram de Daniele e foram para o quarto M10. Dani ficou ainda um momento no corredor, encarando a porta do quarto fechada, pensando em como ela estava feliz e completa.

            Podia ser uma loucura ela se sentir assim em tão pouco tempo, ainda mais não sabendo que o futuro reservava para eles. Contudo, iria se agarrar na felicidade atual.


Notas Finais


That's all.

Desculpem se tiver algum erro.
#PartiuAssistirOsBávarosMaisLindos♥


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