História Destruída - Capítulo 1


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Boa noite!

Estou reescrevendo a fic, e aqui esté o primeiro capítulo.

Espero que gostem.

Boa leitura.

Capítulo 1 - Prazer em te conhecer.


Fanfic / Fanfiction Destruída - Capítulo 1 - Prazer em te conhecer.

 

Thanny levantou a arma calibre 38 na altura da cabeça e a encostou do lado direito da mesma, e respirou fundo, ignorando os ruídos estranhos que vinham do lado de fora do cômodo onde estava. A porta de metal fechada, mas ela não trancava... E se trancasse? Que adiantaria? Como ela sobreviveria trancada ali? Sem comida, sem nada... Lembrou do grupo que veio com ela até ali, não conseguia se lembrar com clareza quem teve a idéia de ir até aquele lugar, mas agora parecia absurdo. Havia uma pessoa esperando pela volta deles, e eles não voltariam. Haviam na verdade, várias pessoas esperando por eles. Mas ela só conseguia pensar em uma: Tina, uma idosa negra com cabelos brancos como algodão, a avó de Thanny.

 

“ Dizem que quando você está prestes a morrer, toda sua vida passa pela sua cabeça. Nesse momento eu entendo essa expressão, porém não é exatamente como dizem, do começo ao fim. É um embaralhado de idéias, vontades não cumpridas, e lembranças confusas. O que é real e o que não é? Parece que tudo isso começou ainda antes da minha existência, e só agora isso estourou. Isso... Unânime foi o nome que aquele maluco deu a isso... Unânime porque afeta a todos. Agora me lembro, nós viemos para cá atrás dele... Da possível cura para unanimidade. E agora ele está enforcado ali no canto. Se matou... Seria errado chama-lo de covarde quando vou fazer o mesmo?...”

 

(...)

 

 

Joseph se despediu do amigo de novo. E de novo. Joseph não queria abandonar os estudos, mas sua casa estava passando por necessidades, não podia escolher o caminho de Gregory. Joseph se afastou do amigo, e passou a mão pelos cabelos castanhos volumosos, era um jovem alto com olhos grandes, castanhos e iluminados. Gregory tirou os óculos, os olhos verdes marejados, era mais baixo e magro, ruivo e não tinha vida em seus olhos. Bem diferentes os amigos, ninguém sabia por que se tornaram tão próximos, mas era de longe a amizade mais sincera que aquele colégio já viu. E estava acabando.

 

- Você terá um futuro brilhante Greg! – Joseph sorriu.

 

- Você também meu amigo, estou certo disso!

 

- Quem dera Greg, quem dera. Se eu tiver uma boa família, não passar fome e conseguir conhecer mais amigos como você, já serei muito feliz.

 

- Obrigada Joseph. Vou sentir sua falta.

 

-Eu também. Virei à sua formatura!

 

- Estarei esperando.

 

 

Joseph desceu a rua inclinada e cinzenta da capital, apesar de abrir mão de algo que gostava, sentia-se animado. Algo até o fim do dia daria certo. Foi quando ele escutou o estrondo da porta de uma daquelas casas grandes batendo. Ele parou e olhou para ela...

 

(...)

 

Tina revirou os olhos castanhos, e passou a mão pelos cabelos negros ondulados e rebeldes. Olhou para as mãos negras e para suas unhas, nunca podia faze-las por causa do serviço, e pela falta de dinheiro para comprar cosméticos. A loira atrás dela tagarelava sem parar. Tina alisou o vestido surrado e se virou para a mulher bem vestida.

 

-Chega...

 

-O que?

 

- EU DISSE QUE CHEGA! JÁ CHEGA! QUEM É QUE AGUENTA?

 

- Como é garota? Olha aqui sua negrinha eu posso te demi...

 

- Negrinha? – Tina estreitou os olhos – Sou negra mesmo! E tem mais uma coisa dona Helena! EU ME DEMITO!

 

E saiu da casa grande batendo a porta o mais forte que pôde. Muitas pessoas a olharam e ela sentiu o rosto esquentar, mas não abaixou a cabeça, desceu os três degrauzinhos entre a porta e a calçada e respirou fundo olhando ao redor, foi quando ela viu ele...

 

 

(...)

 

 Eles se encararam por alguns minutos, então ele se aproximou dela.

 

- Prazer, Joseph. – ele estendeu a mão.

 

- Tina – ela estendeu a mão para ele que depositou um beijo na mesma – E o prazer é meu.

 

Os dois trocaram um sorriso sincero antes de saírem caminhando. O que nascia não era apenas uma paixão. Era o inicio de uma família unida, sem rachaduras, um amor pra vida inteira, que passaria para sua descendência e serviria de exemplo.


Notas Finais


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