História Destruída - Capítulo 2


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Boa madrugada. Cá estou com o segundo capitulo; Deixem opiniões, pfv!!!

Beijos

Capítulo 2 - Injetando a cura.


Tina estava grávida de seu sexto filho. Ainda não sabia o sexo do bebê, a situação financeira da família não era das melhores. Seus dois filhos mais velhos, Moa e Mery, estavam na escola. Sua filha Ângela deveria estar também, mas ela tinha autismo, ainda não identificado na época. Depois vinham os dois meninos bagunceiros Maurice e Marko, ainda pequenos para estudar. Tina remendava as roupas gastas das crianças, enquanto aguardava o dia passar. Depois foi fazer almoço, e aguardar os filhos. E mais a tarde, preparar o jantar para Joseph.

Nenhum dos dois reclamava da vida dura, ainda tinham um ao outro, filhos e amor. Valia mais agradecer do que reclamar. Ela olhou para sua santinha e foi para a cozinha por a mesa. Tinham o que comer, ela não poderia se queixar; Ângela, pegou os chinelos do pai e os levou para a porta. Tina sorriu.

Joseph chegou sério como sempre. Jantaram e foram para o quartos em silencio.

 

- O que você tem?

 

- Nada.

 

- Está com dores de novo não é?

 

- O que é uma dor de cabeça querida?

 

- Estão se tornando freqüentes! E estão afetando suas vistas, por Deus Joseph!

 

- Não temos dinheiro para um medico. Eu estou bem.

 

Tina foi dormir contrariada, sabia que algo estava errado. Joseph estava preocupado, ela podia ver, mas não podia fazer nada para ajudar.

 

Uma semana depois ela voltava da feira, com poucas sacolas, o que pôde comprar quando viu um jornal com a foto de uma pessoa que lhe pareceu familiar. Ela parou em frente a banca de jornais e estreitou os olhos. O coração acelerou. “É o amigo de Joseph, tenho certeza que ele ajudaria.” Ela olhou para os lados e como não viu ninguém, meteu um jornal entre as sacolas e saiu apressada.

Quando Joseph chegou naquela noite, estava pior e uma de suas vistas estava totalmente escurecida, ela lhe mostrou o jornal e ele resolveu procurar o velho amigo.

 

 

(...)

 

Gregory estava analisando o efeito de suas descobertas em seus testes. Ele acreditara ter descoberto uma cura universal. Unânime, era o nome do projeto e se funcionasse bem, salvaria milhares de pessoas no mundo. Agora precisavam testar em humanos, e ele já tinha os dez voluntários. Quando sua assistente entrou no laboratório.

 

- Dr. Gregory?

- Pois não srta. Sula?

 

-Tem um homem querendo falar com o senhor. Ele insiste! Diz que é urgente e que com toda certeza seria recebido.

 

- Esse rapaz, tem nome?

 

- Joseph.

 

Gregory voltou-se para ela com uma ruga entre as sobrancelhas.

 

- A srta. Disse Joseph?

 

- Sim senhor. Vai recebê-lo?

 

- Com toda certeza. – Ele sorriu e seguiu a mulher para fora da sala.

 

Joseph em nada mudara, mas Gregory estava incrivelmente envelhecido, Calvo e mais magro que nunca. Ele olhou para Joseph e se abraçaram sorrindo. Depois Gregory o levou para sua sala particular.

 

-Eu devo confessar que estou muito surpreso. Como me encontrou?

 

- Você esta nos jornais, primeira pagina, grande descoberta Dr. Gregory.

 

- Ah sim – O ruivo gargalhou – Mas me diga que bons ventos o trazem até mim?

 

- Desculpe amigo. – Joseph se inclinou sentado na cadeira – Preciso de ajuda.

 

- Conte-me tudo.

 

Depois de uma hora Gregory estava pensativo, não pode deixar de notar que as roupas do amigo eram gastas e de segunda mão, ele ainda tinha o brilho jovial, mas era evidente que era um pobre miserável, se perguntou momentaneamente como isso aconteceu pois se lembrava de um Joseph brilhante. Ele não poderia recusar ajuda ao amigo, suspirou dando uma volta na sala.

 

-Tenho trabalhado em um projeto. Mas é um risco ainda.

 

- Eu aceito correr o risco.

 

- Aceita?

 

- Confio em você.

 

Gregory sorriu e explicou como funcionava o procedimento. Depois informou a diretoria do laboratório que haveria mais um voluntário para o teste.

 

Joseph chegou em casa e contou tudo à Tina e eles vibraram de alegria. Agora estariam mais tranqüilos.

(...)

 

Chegado o dia dos testes, lá estava Gregory ansioso como nunca, analisando o conteúdo liquido de seus frascos. Olhou para Joseph em meio aqueles homens e mulheres que aceitaram os riscos. Todos com algum problema de saúde irreversível. Ele não quis contar a Joseph o resultado dos exames, e esperava que o amigo se curasse do câncer no cérebro.

 

Gregory com sua equipe medica se aproximou dos acompanhantes das “cobaias” e respirou fundo antes de começar a discursar. Explicou o procedimento, avisou que os voluntários deveriam ficar duas semanas em observação após a injeção unânime. E sorriu de maneira a confortar Tina que torcia as mãos aflitas.

 

Ele voltou para o laboratório e  com sua equipe medica se aproximou da primeira maca. Os procedimentos seriam gravados. Limpou a garganta e falou em alta voz.

 

- Filipi, 37 anos. Doença: Espondiloartrose anquilosante. Injetar.

 

Se aproximou da segunda maca.

 

- Helen, 73 anos. Doença: Osteíte deformante.

 

E foi indo sucessivamente;

 

- Malcom, 46 anos. Doença: Tuberculose ativa. Ulisses, 27 anos. Doença: Hanseníase. Gil, 38 anos. Doença: Esclerose Múltipla. Gina, 35 anos. Doença: Cegueira. Toni, 46 anos. Doença: Paralisia irreversível. Sidney, 8 anos. Doença: Cardiopatia congênita. Alice, 16 anos. Doença: Nefropatia grave. Sam, 26 anos. Doença: Síndrome da deficiência imunológica adquirida. Joseph, 39 anos. Doença: Neoplasia maligna cerebral.

 

Uma hora depois de receberem em suas veias o liquido azul, os pacientes apresentavam febre e inconsciência. Dois deles, os mais jovens tiveram convulsão. Estavam todos bem presos à macas e Gregory observava com atenção cada detalhe. Em especial o de um paciente.


Notas Finais


Espero que gostem!!


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