História Desventuras domésticas - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Appa!suga, Child!bangtan, Min Family, Ommajin, Yoonjin
Visualizações 240
Palavras 2.442
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


I'm back!

Capítulo 24 - Você riu das piadas dele.


 

“Não faça uma cena, não faça uma cena, não faça a porra de uma maldita cena!” O mais velho implorou em pensamentos, batendo a porta do carro com toda a força enquanto seu marido deslizava, lentamente, no banco de passageiro, sua expressão nublada em preocupação direcionada para o Adônis ao seu lado, ele queria perguntar, certificar-se de que Seokjin estava bem, mas não queria irritá-lo, não quando ele parecia tão concentrado na estrada, por isso apenas deslizou sua mão na coxa do mesmo, apertando levemente.

O caminho de volta para casa foi silencioso e longo, a tensão podia ser sentida no ar e a medida que se aproximavam de seu destino, Yoongi podia sentir seu esposo mais e mais tenso sobre seus dedos.

Quando chegaram em casa, Jin estacionou o carro com a maior calma, puxando a chave da ignição e, sem muita paciência, empurrou a mão do outro, afastando-o de si, quando seus olhos bonitos e escuros encararam o menor havia magoa no mesmo, mas antes que fosse capaz de fugir, Jin o puxou de volta para dentro.

-Ei, ei... Jinnie, o que foi? – Sua voz soou mansa.

-Nada. – Respondeu seco, suas orelhas se tornando vermelhas, destacando-se mesmo na escuridão.

-Jin, fala comigo, foi algo  que eu fiz?

-Mas que merda Yoongi, eu já disse que não foi nada, não disse? Tá surdo ou com algum problema de compreensão? Quer que eu soletre? Desenhe? Quer que eu chame seu amigo para fazermos um show de mimica e ver se você consegue me entender? – Sua voz aumentava de volume gradativamente e no final de sua palavra, o mais jovem já havia se afastado um pouco surpreso.

Claro, eles estavam a vinte anos juntos, já haviam visto um ao outro com muita raiva, mas ter aquela explosão tão repentina não deixava de assustá-lo.

Jin suspirou, correndo seus dedos pelo rosto pequeno do outro, sentindo-se levemente culpado por gritar daquele jeito.

-Yoongi, olha...

-Está com ciúmes? – A voz rouca do outro escapou, cortando seu parceiro. – Do KiHyun?

-Ciúmes? – Riu, sem humor. – Francamente, em... – Revirou os olhos, decidido a descer do carro. – Se roce com o filho da puta que você quiser, é sua vida, são suas escolhas...

-Qual é, Seokjin? Se esse não é o problema qual é?

Jin pressionou seu lábios juntos, deixando-os em uma linha, enquanto pensava em uma resposta afiada. Ele não estava com ciúmes, certo?

 

Naquela noite, Seokjin e Yoongi haviam ido para uma festa beneficente na empresa em que o mais jovem trabalhava, onde reuniria não só os funcionários, mas os clientes, em prol de algo maior, não que os ricaços parecessem realmente interessados na caridade em si, estavam lá para competir um com o outro em questão de riqueza, esposas bonitas e generosidade, mas os Min decidiram ignorar aquilo.

A festa era agradável, a comida era boa, assim como as causas que estavam defendendo, mas desde que pisaram no local o mais baixo grudou-se a um de seus colegas de trabalho – ou melhor, um dos colegas de trabalho grudou ao mais baixo – e seguiram juntos no decorrer de toda a festa, um debaixo do abraço do outro, compartilhando conversas animadas.

Isso não seria problema para Jin se, em determinados momentos, a dupla dinâmica não tivesse sido confundida como um casal, e mesmo que Kihyun explicasse a verdade, Min Yoongi não parecia realmente interessado em mudar a ideia na cabeça das outras pessoas, como se aquilo fosse uma espécie de piada. Além disso, Yoongi parecia rir constantemente das piadas do outro, coisa que ele já não fazia com o mais velho, e mesmo que não tivesse com ciúmes, podia sentir a pontada em seu peito.

A gota d’água foi quando, ao se aproximar da mesa, uma das funcionárias soltou o comentário sugestivo que deixou a todos desconfortáveis, “Não estou nenhum pouco surpresa de ver vocês dois juntos, vocês vão até no banheiro juntos” foi o que ela disse, cheia de intenções por de baixo de seu tom e, a partir daí a festa foi completamente arruinada.

 

-Vá a merda Min Yoongi. – Estalou a língua, tentando se afastar, mas novamente foi puxado.

-Não saí desse carro. – Resmungou.

-Para de gracinhas, Yoongi!

-Eu não quero que você vá dormir de cabeça quente, vamos nos acalmar e depois nós entramos, ok?

-Eu estou calmo.

-É claro que está. – Revirou os olhos. – O homem mais lindo que eu já vi em toda a minha vida com ciúmes do meu amigo? – Riu, com humor. – Eu não sei se você é cego ou burro, mas francamente, quem trocaria você? Lindo nesse terno azul-marinho, por qualquer outra pessoa? Tem que ser muito idiota.

Seokjin conteve um sorriso, não iria ceder ao mais novo naquele momento, principalmente após as ofensas.

-Eu sou próximo de KiHyun? Claro, ele é um grande amigo e foi com a recomendação dele que eu consegui esse emprego, mas de maneira alguma eu abandonaria essa vida que eu tenho por ele ou qualquer outra pessoa, mesmo que pensem que nós temos um caso, eu sei que não é verdade, ele sabe, e você sabe, isso é o que importa. – Sussurrou, forçando seus dedos contra o rosto do outro, mantendo-o imóvel enquanto falava. – Você foi a primeira pessoa que me deu um lar de verdade, e isso não necessariamente tem um teto, porque você é meu lar e essa família maluca que nós criamos são o meu lar e seus pais são o meu lar, eu tenho muito a fazer para vocês ainda.

-Yoongi...

-Cala essa boca gostosa. – Rosnou. – Eu quero dormir e acordar com essa sua cara estupidamente sexy me encarando, eu quero ser o motivo do seu sorriso lindo, eu quero cuidar dessa família, porque eu sei que se não fosse por sua força de vontade e persistência em continuar do meu lado, eu não seria ninguém, você me fez crescer em todos os aspectos e se eu precisar adotar mais cinco crianças para provar o meu ponto eu adoto, se eu precisar comprar uma porra de um orfanato eu compro, se eu precisar largar tudo que eu tenho pra te provar, eu largo. Céus, eu deixo de tirar uma soneca pra te dar atenção. Eu amo a porra do meu marido imbecil, eu amo a porra da minha família estranha e é com esse pensamento que eu vou para o túmulo.

Seokjin fez um biquinho emburrado, tocando o pulso do seu companheiro.

-O que foi agora?

-Você não ri das minhas piadas, mas ri das dele.

-Ah pelo amor de Deus... – Resmungou, puxando-o para um beijo, forçando-o para torna-lo profundo sem esperar.

As línguas se embolaram afoitas, enquanto Jin puxava, propositalmente, os fio escuros do seu namorado, fazendo-o rosnar contra sua boca, afastando-se.

-As crianças devem estar dormindo. – O mais alto comentou. – Mas elas vão ouvir se nós entrarmos.

-Puta merda... – O outro gemeu.

-Eu vou te por no banco de trás, Min Yoongi, e vou te foder até você entender que você é meu homem e de mais ninguém. Meu homem, entendeu?

-Ah, eu vou rezar pela minha bunda... – Sussurrou.

-Já pode começar...

 

 

As roupas foram arrancadas com certa dificuldade e jogadas no banco da frente e agora, Yoongi tinha seu corpo pressionado entre o banco de couro e o peito desnudo de seu marido que, com toda a calma do mundo, acariciava a pele de seu rosto com seus lábios macios e carnudos, beijando apaixonado cada pedacinho de si, era difícil manter sua respiração controlada, principalmente quando cobiçava tanto tocá-lo, mas lá estava ele, com as mãos imobilizadas pelos dedos tortinhos do outro.

-De quem você é, Min Yoongi? – O rapaz pediu.

-Seu, só seu.

-De quem?

-De Min Seokjin, meu marido. – Jin gemeu, sentindo prazer em cada palavra.

-De quem?

-Seokjin, Seokjin, Min Seokjin! – Ronronou, gostando daquele jogo.

-Todo meu. – Sussurrou, deslizando sua boca um pouco para baixo, delineando o maxilar, descendo para o pescoço, onde dedicou-se completamente.

Sua língua deslizou pela pele lentamente, sobrando a área logo em seguida para ver cada pequeno poro do outro se erguer em um arrepio. Mordiscou-o levemente, trilhando um caminho até a orelha do mesmo, onde prendeu-a em seu dente, puxando com carinho.

-Eu ainda não decidi se vou chupar Seokjin em seu pescoço, ou arranha-lo em seu peito, qual você prefere? Eu sei que você é tímido, mas tenho certeza que amaria desfilar essa bundinha linda por ai com um nome em pequenas marcas roxas na sua garganta, não é?

-Puta merda... – Sussurrou, roçando seu quadril contra o estômago do outro, em busca de algum alívio.

-É claro que você ia gostar, seu menino sujo. – Ronronou, contendo-o pela cintura. – O que seus funcionários iam pensar? O que seu chefe ia pensar? Melhor, o que nossos filhos iram pensar? Você gosta da ideia ainda?

Deslizando a mão para longe da cintura do outro, arranhou o abdômen do outro, parando próximo do umbigo, circulando-o devagarinho com os dedos, antes de descer mais e mais, parando antes de alcançar o objetivo de Yoongi.

-Eu te fiz uma pergunta... – Murmurou.

-Gosto. Gosto pra caralho. – Gemeu.

-Hm...

Satisfeito com a resposta, o mais velho voltou com seus lábios na garganta do menor, forçando a boca na área o suficiente para romper uma pequena marca na pele, vendo-o se contorcer. Beijando a área, o rapaz moveu-se mais para o lado, repetindo o ato mais uma vez, e outra e outra, até formar a letra “J” romanizado na pele clara.

-Jin... – Chamou, manhoso, praticamente implorando para que as coisas se acelerassem, mas o outro não lhe deu ouvidos, ocupando-se em beijar a clavícula, deliciando-se com o aroma de perfume, o perfume que o mais velho havia lhe dado de aniversário.

-Meu. – Sussurrou, respirando ofegante. – Todo meu. – Liberando o pulso do outro, Seokjin o incentivou a rodear suas pernas finas em sua cintura, correndo os dedos pela parte de trás das coxas do mesmo, sem aplicar pressão, sem rapidez, apenas torturando-o lentamente. A brincadeira continuou por um longo momento, enquanto as feições de Yoongi iam de incomodado para irritado, mas, quando Jin alcançou as nadegas do mesmo, o menino as colocou por entre os dedos, apertando-as sem cuidado, guiando-se lentamente para o interior, até alcançar seu real objetivo.

Jin ajoelhou-se no couro, colocando os tornozelos de seu esposo em seu ombro direito, acomodando-se ao peso e, com cuidado, ajudou-o a virar seu corpo levemente para o lado, deixando sua bunda mais vulnerável. O maior chupou seus quatro dedos, um por um, de maneira provocativa, tendo a certeza de que o mais velho estava o assistindo e, quando considerou-os úmidos o bastante, correu-os pelos vãos da cocha do menor, deixando um rastro molhado por todo o percurso, até atingir o anus, onde, estreitando um pouco os olhos, empurrou um dedo para dentro, assistindo a reação do outro com cobiça.

Yoongi tombou sua cabeça para trás, mordendo os lábios soltando todo o ar preso dentro de si, dobrando um pouco as pernas para dar mais facilidade ao companheiro que agora movia-se com extrema lentidão dentro do mesmo, movendo-se a cada minuto mais e mais para dentro, o segundo dedo foi acrescentado após um longo tempo e esse foi o incentivo necessário para que o outro agarrasse seu membro, movendo-o de acordo com os movimentos dentro de si.

Jin massageou a perna do outro, assistindo-o como se fosse seu drama favorito, aumentando e diminuindo a velocidade de seus movimentos de acordo com as feições do mais jovem.

Antes de introduzir o terceiro dedo, Jin sinalizou para Yoongi o que pretendia fazer, vendo-o assentir em concordância, consentido ao outro que, sem esperar empurrou o outro dedo para dentro, ouvindo o rugido animalesco do outro. Min não era exatamente o tipo que gemia alto, na maior parte do tempo seus sons não passavam de xingamentos, rosnados e arfares sexys próximos ao ouvido de Seokjin que sentia sua pele arrepiar com cada som do menor.

-De quem você é? – Questionou de novo, sentindo saudade de ter o outro massageando seu ego.

-Min Seokjin. – Retrucou, envergonhado, inclinando-se levemente por conta do calor que formava em seu baixo ventre. – Porra Jin, por favor, por favor... – Implorou. – Vamos direto ao ponto, é tudo o que estou te pedindo.

Assentindo levemente, o mais velho retirou seus dedos do interior do menor, separando as pernas do mesmo para de encaixarem em cada lado do quadril. Cuspiu na mão levemente, acariciando o próprio membro, para poder posicioná-lo na entrada do outro.

Fechou os olhos, e deitou-se sobre o corpo do outro, abraçando-o com força e em um movimento brusco, sentou-se no estofado, levando o corpo do menor com ele, dando a ele a liderança dos movimentos.

Com os olhos arregalados pelo susto momentâneo, Yoongi apoiou seus joelhos no banco e ajudou Jin a se acomodar com as costas contra a porta do banco de trás e no momento seguinte, posicionou-se no colo do outro deslizando lentamente para baixo, sentindo a ardência deliciosa de ser invadido. O aperto ao redor dos dois corpos tornou-se mais forte e Yoongi precisou controlar cada parte de seu corpo para não acabar com a festa antes da hora.

-Eu te amo. – O Min resmungou, colando sua testa na do menor passando a movimentar-se contra o outro, sentindo cada movimento dentro de si.

Os movimentos não eram rápidos e nem fortes, eram calmos, românticos, tão macios quanto o sentimento que tinham um pelo outro, como uma renovação de seus votos intima e silenciosa e era o que eles precisavam.

Era impressionante como a chama continuava viva mesmo após vinte anos, mas não para eles, o casal sabia que aquilo era amor gentil e aconchegante em sua mais pura forma e isso os dava forças de continuar, mesmo nas tempestades, mesmo nas rotinas enjoativas, um estaria sempre para o outro, nas saúde e na doença, até a morte.

Jin foi o primeiro a atingir seu ápice, desfazendo-se dentro de seu homem que, após poucos minutos se tocando, atingiu seu máximo, aninhando-se fortemente ao outro, apreciando aquele momento até ouvir o mais velho limpar a garganta.

-Yoongi, sabe como transformar o Giz numa cobra?

-Jin, não... Você já contou essa piada duas vezes.

-Coloca na água, porque o gizboia! – Responeu, rindo histericamente.

-Estragou o clima.

-Você riu das piadas do Kihyun. – Forçou um biquinho dramático e, sem pensar duas vezes, Yoongi quebrou seu silêncio em uma risada forçada, abraçando o outro fortemente. -Sabe qual a parte engraçada disso tudo? Você está com um J marcado no seu pescoço.

Arregalando os olhos, o menor correu os dedos pelo próprio pescoço, sem imaginar que seu esposo seria capaz de fazer isso mesmo, seus olhos estreitaram-se um pouco e Jin fez uma de suas típicas danças estranhas para quebrar o clima.


Notas Finais


Desculpa a demora... Mentira, fui mais rápida que o normal e estou feliz com isso.
Eu demorei mais pra escrever esse Lemon do que qualquer outra coisa, tenho testemunhas aakjsajskas.
ESPERO QUE VOCÊS GOSTEM.
Dêem muito amor ao Hixtape e ao futuro comeback do BTS.
Amo vocês.
ATÉ MAIS.
~Bjoos


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