História Detenção dos Sonhos — T3ddy (HOT) - Capítulo 1


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Categorias Lucas "T3ddy" Olioti
Personagens Lucas Olioti, Personagens Originais
Tags Hentai, Lucas Olioti, T3ddy
Exibições 154
Palavras 3.975
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Escolar, Ficção, Hentai
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ESTA FIC COMPLETA CONTEÚDO ADULTO

CAPÍTULO ÚNICO!


OBRIGADA <3

Capítulo 1 - Capítulo único



[Emily] 


Acordei mega assustada e olhei para o relógio. Droga! Esqueci de ligar a porcaria do despertador. Resultado: eu estava atrasadíssima na escola. Era a terceira vez consecutiva que isso acontecia e eu tinha a mera impressão de que o professor não ia tolerar o meu atraso dessa vez. E tudo por causa de uma pessoa, mais especificamente um garoto com quem eu estava saindo:Leonardo. Nós estávamos nos dando super bem, ele era um garoto maravilhoso, mas eu tinha a mera impressão de que ele só estava comigo porque eu era popular na escola, não que ele também não fosse, porque era e muito. Só que é aquele negócio né. Todo mundo espera que o mais popular fique com a mais popular e era isso que estávamos tentando fazer. 

Bom, voltamos à história. Levantei, fui ao banheiro, fiz minha higiene e corri até ao meu closet achar uma roupa rápido. O que era quase impossível, eu demorava horas para escolher a roupa perfeita. Como a situação era crítica, peguei a primeira roupa que vi na frente. Uma blusinha branca lisa e uma sainha jeans. Calcei uma rasteira branca, arrumei o meu cabelo o mais rápido que pude e desci apressada. 

- Bom dia, minha filha, não vai tomar café? – meu pai disse, vendo eu me encaminhando para a porta. 

- Não posso pai, estou mega atrasada. O Sr. Mason já está pronto? – perguntei. Mason era meu motorista e de certa forma, um grande amigo. Sempre acorbertava tudo que eu aprontava. Principalmente as vezes que eu estava saindo com o Leonardo. Meu pai o detestava, pois o pai doLeonardo é inimigo declarado do meu pai, um faz de tudo para o outro ir à falência. 

- Está sim, ele está te esperando lá fora há algum tempo já – meu pai disse. 

- Então ta, tchau paizinho. – dei um beijo na testa do meu pai e saí correndo. 

- Bom dia, Srta. – disse o Sr. Mason. 

- Eu já pedi para o senhor me chamar só de Emy, não pedi Sr. Mason – eu disse a ele, que sorriu. 

- E eu pedi para a Srta me chamar de James – ele disse. 

- Ok, James. Precisamos ir o mais rápido possível, porque mais uma vez esqueci de ligar o despertador e terei muita sorte se não receber uma detenção – eu disse. 

- Tudo bem, Emy. Vamos então? – ele abriu a porta do carro e entrei. O mais rápido possível chegamos à escola, murmurei um “tchau” apressada e corri o mais rápido que pude até meu armário para pegar minhas coisas. Torcendo para que o professor me deixasse entrar na aula sem cumprir detenção, fui à sala. Quando cheguei o professor estava escrevendo no quadro. O mais silenciosamente que pude abri a porta e me encaminhei para minha carteira. 

- Onde é que você estava, Emy? Você é maluca? – murmurou Rê. 

- Depois eu te explico – murmurei em resposta. Sentei em minha carteira e soltei um suspiro de alívio, eu estava livre da detenção. Ou por segundos delirantes pensei que estava. Poucos segundos depois o professor virou e olhou diretamente para mim. 

- A senhorita poderia me explicar o motivo do seu atraso pela terceira vez consecutiva, senhorita? – o professor disse. 

- Eu... Eu... Mas eu não estou atrasada, professor. Eu estava aqui o tempo todo – eu disse com a maior cara de pau. Do meu lado, Meg me lançou um olhar chocado e fingi que não vi. 

- Ah! A senhorita não está atrasada – disse ele numa voz de falsa compreensão. – Então como a senhorita explica sua carteira estar vazia até poucos minutos atrás? – ele perguntou com cinismo. 

- Eu... Eu... – balbuciei. 

- Detenção, Srta. – ele disse. “Ui! Velho nojento, babaca, asqueroso! Você me paga por isso!”. 

- De-detenção? – eu disse chocada. – Por um atraso de nada? 

- Um atraso de nada que vem acontecendo todos os dias, Srta – ele retrucou. 

- Mas... Mas... – tentei argumentar. 

- Sem discussão, você receberá uma detenção. Vai ficar uma hora depois da aula com o inspetor. 

- Depois da aula, professor? Mas eu tenho um compromisso! – exclamei. Eu tinha combinado de ir à casa do Leonardo. 

- Então receio que a Srta terá que desmarcá-lo – ele disse. 

- Mas... Mas... Não pode ser depois? – eu disse. 

- Não, Emily! E se a Srta continuar a me atormentar eu vou aumentar para duas horas de detenção! – ele vociferou. 

- Mas... Eu... – balbuciei. 

- Pronto! Acho que era o que você queria, não é? Agora vai passar duas horas trancafiada na sala da detenção e se você não calar a boca vai ficar quatro! – ele disse zangado e me forcei a me calar, por mais que minha vontade fosse de esganá-lo. Ele voltou a escrever no quadro tranquilamente como se não tivesse acontecido nada. 

- Droga! – murmurei. – Agora vou ter que passar duas horas com aquele velho insuportável – eu disse, lembrando do inspetor. Era um velho de 65 anos que vivia falando da delinquência juvenil e que no tempo dele os jovens não aprontavam tanto, porque a detenção era a tortura. Ele tinha uma cara de psicopata que dava até medo. 

- Eu soube que o Sr. Johnson se aposentou – disse Jess. 

- Se aposentou é? A múmia velha? Tava demorando – eu disse. 

- Quem será que vai substituí-lo? – disse Rê. 

- Bom, isso não me disseram – Jess respondeu. 

- Bom, quem quer que seja não vai tornar isso menos entediante! – eu disse, já imaginando as duas horas de terror que passaria depois da aula. [n/a: Como ela estava enganada, coitadinha!]. 

A cada minuto de aula que passava, mais ódio eu sentia daquele professor. Que droga! Logo hoje que... Deixa pra lá. Em todo caso, tive que procurar o Leonardo no intervalo para contar que não poderia ir a casa dele hoje. Encontrei-o numa das mesas do refeitório, com seus amigos. Ele estava de costas pra mim. Coloquei as mãos em seus olhos, tampando sua visão. 

- Adivinha quem é? – sussurrei no ouvido dele. – Não sopra, Luba! – eu disse, vendo o loiro abrir a boca para falar. 

- Eu nem ia soprar, Emy! – ele disse, me entregando. 

- Ai! Você me paga! – eu disse, fazendo bico, Leonardo riu.

- Senta aí! – ele convidou. 

- Não, Leonardo. Só vim te avisar que vou ter que cumprir duas horas de detenção depois da aula, então... Não vou poder ir a sua casa – eu disse. 

- Ah não! – ele disse, desapontado. – E por que você levou detenção? 

- Porque cheguei atrasada. E a culpa é toda sua. Eu esqueci de ligar o despertador ontem à noite de novo – eu disse. 

- Ah... E se você fosse lá em casa depois da detenção? – ele disse esperançoso. 

- Bom, talvez. Pode ser... Eu disse pode ser, não que vou, ouviu bem? – eu disse quando ele sorriu contente. – Depois não vai ficar emburrado se eu não for. 

- Não vou ficar. – ele sorriu. 

- Bom, preciso ir agora. Vou tentar descobrir quem é o novo inspetor – eu disse. 

- Hey! Eu o vi hoje... Um cara de olhos Castanhos, andando com um crachá de inspetor – disse Luba. – Acho que o nome dele era algo com “L” – ele disse, lembrando. 

- De olhos Castanhos é? – eu disse interessada. Adorava fazer ciuminho no Leonardo. Ele me olhou sério. 

- Não esqueça que você vai cumprir DETENÇÃO com ele, dona Emily! – ele disse. 

- Ta bom, não vou esquecer – me despedi dele e andei pelo intervalo todo na escola, procurando um mero sinal do tal inspetor dos olhos Castanhos. Nem olhosCastanhos, e nem crachá com “L” eu encontrei na escola. E quando o sinal tocou fui desanimada para a sala de aula. 

O fim da aula chegou, a tortura ia começar. 

- Bom, a senhorita espera aqui. O inspetor vai vir buscá-la – o professor disse. 

- Sim, Sr. Harris – eu disse sem emoção e ele saiu da sala. Fui até a janela e fiquei observando as pessoas indo para casa. Encontrei Leonardo na saída com os amigos. Ele olhou em minha direção e acenou, eu retribuí. Então ouvi um pigarro. O inspetor havia chegado. Me virei desanimada, mas a imagem que tive me animou na hora. O inspetor enfim não era um velho, era um deus canadense que devia ter a minha idade. Luba tinha razão, ele tinha olhos Castanhos. 

- Você deve ser a Srta. Souza – ele disse, olhando minha ficha. 

- Sim. Mas você pode me chamar de Emy – eu disse. 

- Ok Emy. Por favor, queira me acompanhar – ele disse. 

- E como é o seu nome, inspetor? – eu perguntei. 

- Lucas – ele disse, passei à frente dele e fui andando. Percebi que ele não havia se movido. Olhei para trás e o vi parado me olhando da cabeça aos pés. 

- Inspetor? – eu disse, fazendo força para não rir. 

- Ah... Desculpe – ele disse, aparentemente acordando de um transe. 

- A sala continua a mesma? – perguntei. Eu conhecia muito bem a sala da detenção. Quase toda semana eu parava lá por algum delito. 

- Sim – ele disse, emparelhando comigo. Andamos em silêncio até a sala que era lá nos fundos da escola. No térreo. Era o lugar mais isolado da escola. Todos evitavam ao máximo ir para aquela sala, pois todos tinham medo do antigo inspetor. Mas com um inspetor desse eu quero pegar detenção todos os dias! A idéia de uma sala isolada, que todos evitavam, me deu uma outra idéia, um pouco absurda, mas muito boa. Aquela olhada dele significava alguma coisa, e é lógico que eu não ia desperdiçar aquele pedaço de mau caminho. Chegamos na sala, ele abriu a porta e segurou-a para eu entrar. A porta nem era tão estreita, mas quando passei por ele, fiz questão de roçar nele. Ele soltou um suspiro, que conteve, mas que notei. Sentei em uma carteira e cruzei as pernas, bem à frente dele. 

- Então, inspetor... – eu ia dizendo. 

- Me chame de T3ddy – ele disse. 

[/Emily] 


[Lucas] 


Meu primeiro dia no novo emprego de inspetor. Ia cuidar da detenção de uma garota. O que eu não imaginava era que essa garota era simplesmente maravilhosa. Quando entrei na sala de aula. Ela estava na janela acenando para alguém, de costas para a porta. A primeira visão que tive foi de seu belo par de pernas. Desviei o olhar rapidamente e pigarreei. 

- Você deve ser a Srta. Souza – eu disse. 

- Sim. Mas você pode me chamar de Emy – ela disse. 

- Ok Emy. Por favor, queira me acompanhar então – eu disse o mais formal possível. 

- E como é o seu nome, inspetor? – ela disse. 

- Lucas – respondi e ela começou a andar. Fiquei parado olhando cada centímetro de seu corpo. Ela era espetacular. 

- Inspetor? – ela disse, se virando e me vendo parado. Até sua voz estava me deixando louco. 

- Ah... Desculpe – eu murmurei, despertando. 

- A sala continua a mesma? – ela perguntou. 

- Sim – respondi. O que me deu uma idéia assim, perfeita. “Quê isso, Lucas! Primeiro dia de trabalho e você já pensando em agarrar uma das alunas?”. Quando chegamos na sala, abri a porta e segurei-a para ela entrar. Ao fazer isso ela roçou em mim, por um momento achei que tinha sido proposital, mas depois conclui que não. O fato é que aquilo só me deixou mais louco para agarrar ela. Então ela sentou na minha frente e cruzou as pernas. Involuntariamente olhei para elas, ela estava provocando. Mais uma daquela e eu não ia mais aguentar. 

- Então, inspetor... – ela começou. 

- Me chame de T3ddy – eu disse. 

- Ok... – ela mordeu o lábio inferior. – T3ddy... O que quer que eu faça? – ela disse, me encarando com seus lindos olhos castanhos. 

- Eu... Como assim? – eu disse confuso. 

- Qual é o meu castigo? – ela disse, descruzou e cruzou as pernas novamente e novamente eu olhei, involuntariamente mordendo o lábio inferior. 

- Ah sim... – eu disse, pegando a ficha dela e procurando o castigo que o professor havia sugerido. – Seu professor me passou uns exercícios para você fazer, conhecimentos gerais. – olhei para frente onde ela deveria estar, mas no instante seguinte estava atrás de mim. 

- Responder umas questões? Precisa de muito mais do que meras questões pra me punir – ela disse com sarcasmo. – Mas aquele professor não faz o tipo esperto. 

- Bom, sente-se que eu passo as questões no quadro pra você – eu disse, ela se aproximou. 

- Tem certeza que você quer que eu sente? – ela disse, me olhando dos pés à cabeça. 

- Eu... 

- Que você acha da gente fazer outra coisa em vez dessas questões super sem graça? – ela sussurrou no meu ouvido, me fazendo ficar todo arrepiado. 

- Que outra coisa? – me fiz de desentendido. 

- Vai se fazer de santo agora, “Inspetor?” – ela disse com uma voz provocante. – Pensa que não te vi olhando pro meu corpo? 

- Eu... 

- Vai, transa comigo... Vai me dizer que você não quer? – ela disse e começou a beijar o meu pescoço. Eu não estava mais conseguindo me aguentar. No momento seguinte eu estava a beijando. Nossas línguas estavam brincando uma com a outra. Eu pressionava seu corpo contra o meu e ela passava suas mãos delicadas por meus cabelos. 

- Não – eu disse e me desvencilhei. – Não posso! 

- Por que não? Você tem namorada? Porque eu não sou nem um pouco ciumenta – ela disse. 

- Não, eu não tenho namorada – eu disse. 

- Então qual o problema? – ela disse confusa. 

- O problema é que eu sou um inspetor e você uma aluna. Não posso sair por aí agarrando as alunas. Isso é contra as regras! – eu disse. – E você tem que fazer o que o seu professor pediu, se não eu perco meu emprego. 

- E não te excita burlar as regras? Saber que a qualquer momento podem pegar a gente? – ela disse, recomeçando a beijar meu pescoço. Eu abria e fechava os olhos e ofegava. 

- Mas... Você tem que fazer o que seu professor pediu – eu insisti. 

- Eu sei um jeito da gente fazer o que meu professor pediu, sem parar o que estamos fazendo – ela disse. 

[/Lucas] 


[Narrador] 

- Ah é? E como? – Lucas disse. 

- Você tem as respostas das questões também, não é? Pelo que eu saiba, você é que tem que entregar as questões corrigidas pro professor – Emily perguntou. 

- Sim – ele disse. 

- Então a gente faz assim: Você pergunta, se eu acertar você tira uma peça de roupa, mas se eu errar eu é quem tiro. No final, se eu errar mais do que acertar faço o que você quiser – ela disse. 

- O que eu quiser? – ele disse, a olhando malicioso e mordendo o lábio inferior. 

- O que você quiser – ela sussurrou ao ouvido dele. 

- Qualquer coisa? – ele pediu. 

- Qualquer coisa – ela respondeu. – Porém, se eu acertar mais do que errar, quem vai fazer o que eu quiser é você! – ela disse. 

- Hum... Ok. De acordo – ele disse e sorriu. 

- Começa então – ela pediu. Ele pegou as folhas com as questões. 

- Física – ele anunciou. 

- Bom, começou no meu ponto fraco – ela disse. 

- Qual é o tipo de onda que não precisa de meio material para se propagar? – ele perguntou. 

- Me pegou... Não faço idéia – ela disse. 

- Não faz mesmo? – ele perguntou malicioso. 

- Não – ela disse. 

- Então... – ele mordeu o lábio inferior e ela tirou a blusa. Ele pressionou seu corpo contra o dela e a beijou com ferocidade. Desceu os beijos para seu pescoço e depois para próximo aos seus seios, mas ela o repeliu. 

- Calma, afobadinho, e as outras questões? – ela disse. 

- Ok – ele ofegou. – Mas você é tão gostosa que não pude resistir – ele disse e ela sorriu. 

- Vai... Pergunta – ela disse. 

- Essa é de biologia – ele disse. 

- Bom... Amo biologia... Ainda mais a parte de anatomia – ela disse e mordeu o lábio inferior, passando as mãos pelo corpo dele, chegando perto de seu membro. Ele sentiu o volume de suas calças aumentar. Ela olhou maliciosa e sorriu. 

- Qual o nome do tecido que não possui função específica? – ele perguntou. 

- Essa é mole... Célula tronco – respondeu. 

- Ah... – ele tentou enganá-la. 

- Nem vem. Eu acertei, eu sei. Li isso essa semana – ela disse. – Vai. Tira a roupa! – e ele tirou o jaleco que usava. – Ah! Só isso! – ela reclamou. 

- Calma “afobadinha”, é uma peça de cada vez – ele riu. 

- Então faz a próxima pergunta! – ela pediu. 

- Ok... É de química – ele disse. 

- Acho que você vai ter que tirar outra peça – ela disse. 

- Veremos... O elemento carbono é... – ele disse. 

- Fácil. Tetravalente – ela disse. – Vai, agora tira! – ela disse e ele tirou a camiseta, revelando seu peitoral másculo e viril. Ela alisou toda a extensão dele, mordendo o lábio inferior. – Nossa! Quando eu ia imaginar que fosse ter um inspetor tão gostoso! Acho que vou pegar detenção todo dia! – ela disse. 

- Eu ia adorar ficar trancado nessa sala com você todos os dias – ele sussurrou e a beijou. Ficaram um tempo se beijando e então se desvencilharam. 

- Próxima pergunta: Matemática – ele disse. 

- Nem pergunta – ela disse. 

- Por quê? – ele perguntou, confuso. 

- Porque meus neurônios não estão funcionando pra isso no momento – ela disse e tirou a saia. Ele colou seu corpo no dele e ergueu sua perna na altura da cintura dele. E eles ficaram nessa até acabarem as oito questões. Ambos completamente nus. Ela, no final, acertara metade das questões. 

- E agora? – ele disse. – Você acertou metade. 

- Bom, então ambos teremos de fazer o que o outro quiser – ela disse. 

- É justo – ele disse. 

- Mas acho que ambos queremos a mesma coisa, não? – ela disse. 

- Quero que você me deixe louco – ele disse. 

- É. Queremos – ela disse. Se deitou em cima da mesa de professor e ele subiu por cima dela. Beijou-a e desceu seus beijos para o pescoço. Alisando o corpo dela com as mãos, descendo lentamente e cada vez mais. Começou a acariciar seu clitóris, fazendo movimentos rápidos. Ela gemia enlouquecida, o que o incentivava e o excitava cada vez mais. 

- Isso, minha gostosa, geme... Geme pra mim – ele murmurava excitado e ela o obedecia, sentindo seu prazer aumentar cada vez mais à medida que sua respiração ia ficando cada vez mais escassa e seu quadril se movia involuntariamente, até que então, sem aviso, ela gozou, estremecendo violentamente. O olhou com malícia e disse: 

- Minha vez – inverteu as posições e foi beijando cada parte do corpo dele. Chegando a seu membro passou à acariciá-lo com movimentos lentos de vai e vem. Ele soltou um gemido torturado. 

- Isso é só o começo, “inspetor” – ela disse com a voz provocante. Deu uma leve mordida na ponta de seu membro, lambendo toda sua extensão para em seguida colocá-lo na boca. Segurando a base do seu pênis com as mãos para servir de apoio. 

- Isso... Sua delinquente! – ele dizia enquanto ela o chupava, incentivando-a e excitando-a também. Ela tirou o membro dele da boca e distribuiu beijinhos por toda a sua extensão, torturando-o mais uma vez. Depois voltou a colocá-lo na boca, retornando aos seus movimentos. Sentiu seu membro pulsar e tirou-o da boca, não por nojo, mas porque muito mais estava por vir. 

- Agora é hora da diversão – ela disse, sorrindo maliciosa. 

- Tem camisinha? – ele perguntou e ela pegou uma em sua mochila enquanto ela a olhava surpreso por ela andar tão prevenida na escola. Ela então abriu a camisinha e desenrolou sobre o membro dele. Se apoiou na mesa, de costas para ele e ele sem mais delongas a penetrou por trás, apertando sua cintura contra a dele. Ela gemia cada vez mais enlouquecida pelo prazer, ele era muito bom no que fazia. 

- God! Assim você me enlouquece! – ela dizia para incentivá-lo ainda mais. 

- Então estou fazendo o que você queria – ele sussurrou em resposta. 

Os movimentos que começaram lentos, foram aumentando gradativamente, conforme o suor tomava os corpos e o prazer os consumia cada vez mais. Ele sentia as paredes dela se contraindo com mais e mais frequencia enquanto ela sentia o membro dele ir e vir em estocadas cada vez mais fortes. Eles enlouqueciam juntos e os gemidos eram incontidos. 

Ela afastou-o por alguns instantes e virou-se de frente para ele para logo em seguida puxá-lo para si e tomar seus lábios enquanto ele voltava a penetrá-la. Ela arranhava suas costas sem piedade e ele sentia o prazer aumentar mais e ser expresso em seus movimentos, mais fortes, precisos... rápidos. 

- Com certeza você está me levando à loucura – ela disse ofegando e gemeu em seguida. Ele sentiu seu membro pulsar e sem conseguir se conter gozou absurdamente. Mesmo antes de ela gozar, saiu de dentro dela. 

- Uau! – ela exclamou – Você... 

- Você não ta achando que acabou, não é? – ele disse. – Vai fazer tudo que eu quiser, lembra? 

- É claro que eu lembro, “inspetor” – ela disse e mordeu o lábio. 

- Repete – ele disse, se reaproximando. 

- Inspetor – ela repetiu provocante, recuando para trás, como se fugisse dele. 

- De novo – ele disse. 

- Inspetor – ela repetiu, chegando à parede. Ele a imprensou e ergueu sua perna à altura da cintura dele. – Vai, gostoso, me usa! – ela disse, ele a beijou com voracidade. Ele desceu os beijos para o pescoço dela, chupando-o de vez em quando. 

- Isso! Me chupa todinha! – ela disse excitada. E ele obedeceu. Desceu seus beijos até seus seios e lambeu-os lentamente, fazendo-a suspirar, ofegar e gemer alto de prazer. Chupou-os e deu leves mordidas – Own Seb! Own Seb! – ela gemia, arranhando as costas dele. 

- Geme gostosa, geme – ele ordenava. 

- Own! ... Own! ... Own! – ela obedecia. Ele ergueu a outra perna dela, como se a pegasse no colo e, imprensando-a contra a parede, a penetrou. Ele fazia movimentos rápidos. Levou-a lentamente até a mesa e deitou-a. Subiu em cima dela e ela inverteu as posições. Sentou sobre seu membro e começou a se movimentar como se cavalgasse. Ele gemia e acariciava os seios dela, apertando-os vez ou outra. Inverteu as posições à seu favor e a penetrou com maior intensidade. Sentiu seu membro pulsar pela terceira vez. E dessa vez os dois gozaram juntos. Ele suspirou fundo, gemendo de satisfação e saiu de dentro dela. Ela ofegou e levantou da mesa. 

- Que achou? – ele perguntou enquanto eles se vestiam. 

- Perfeito – ela disse. 

- Que bom. – ele sorriu. – Quer dizer que vai querer repetir? 

- Quando você quiser! – ela disse. – Aí é só eu aprontar! Da próxima vez faço o Sr. Harris me dar quatro horas de detenção e a gente vai para a sua casa – ela piscou. 

- Ta combinado então – ele disse e a beijou. – Mas... 

- O que? – ela disse confusa. 

- E aquele cara que você estava acenando? – ele disse. 

- Leonardo? Só saio com ele porque ele é pop e eu também, entende? Mas isso ajuda no disfarce. – ela piscou. 

- É, tem razão – ele disse. – Bom. O que é bom dura pouco, nossas duas horas se foram – ele disse um pouco desapontado. 

- Hey! Calma! Logo tem mais – ela disse. 

- Até amanhã então? – ele disse quando eles chegaram à porta. 

- Combinado – ela disse. – Vou aprontar alguma amanhã – então saíram. Cada um para seu lado. 

Diante da escola se comportavam como se mal se conhecessem e suportassem. Emily recebendo cada vez mais detenções. As detenções mais maravilhosas que ela teve na vida. Até que descobriram o relacionamento dos dois. O resultado foi que Lucas foi demitido. Emily terminou com Leonardo e passou a namorar Lucas. Mesmo não sendo mais, eles ainda na hora da transa se tratavam como “inspetor” e “delinquente”. 

FIM 


Notas Finais


🌚✨


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