História Deuses Mecânicos - A Roda da Fortuna (Livro I) - Capítulo 15


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Categorias As Provações de Apolo (The Trials of Apollo), Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Afrodite, Apollo, Ares, Artemis, Atena, Bóreas, Caronte, Dionísio, Éolo, Éris, Eros (Cupid), Febe, Hades, Hefesto, Hera (Juno), Hermes, Íris, Nêmesis, Niké (Nice), Oceano, Perséfone, Personagens Originais, Phobos, Poseidon, Prometeu, Quíron, Tique, Zeus, Zoë Nightshade
Tags 1800, Acampamento Júpiter, Acampamento Meio Sangue, Apa, As provações de apolo, Chb, Deuses, Era Vitoriana, Hdo, Inglaterra, Olimpo, Os Herois Do Olimpo, Percy Jackson, Pjo, Steampunk, Toa
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Palavras 2.629
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shounen, Sobrenatural, Steampunk, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus amados semideuses, capítulo novo nessa bagaça, tá ligado!
Espero que gostem deste capítulo, ele foi, digamos que tenso, você verá coisas que bem, nunca acreditariam que nosso trio faria, pois né, são uns doces, uns pãezinhos de canela que você quer por num potinho e proteger e bem, é só isso que tenho a comentar, dudes.
Aproveitem a leitura.
Beijos com sabor de sopa para vocês e até a notas finais.
OBS.: Os termos em latim também aparecerão no glossário (e sim, ainda farei um maldito do glossário)

Capítulo 15 - 15.O pretor extrai a verdade de forma dolorosa


O PRETOR FRASER ERA ASSUSTADOR. Julian Fraser nos olhava como se quisesse nos fuzilar com os olhos, seu olhar fazia o da centuriã Rhiannon parecer o de um filhotinho.

A esposa do pretor era a única coisa que acalmava o ambiente ali, talvez fosse uma aura materna que eu sentia vindo dela, talvez fosse uma coisa natural das mães.

— Gregos justo gregos — o pretor revirou os olhos. — Eu só queria passar em Segontium antes de ir para Caernarfon visitar meus sogros. Rhiannon eu deveria depô-la de seu cargo como centuriã e colocar aquele garoto de Portugal no seu lugar, mas depois conversarei com você, irei conversar com estes gregos primeiro.

— Sim, meu senhor — ela disse cabisbaixa.

— Meu bem, espere-me do lado de fora, tenho que conversar com estes mentecaptos vindos do pântano.

— Não é necessário, Jules, me deixe conversar com eles por um momento, okay? — ela sorriu. — Depois que eu terminar pode conversar o que quiser com estes graecus, okay, Jules?

— Okay, Camilla, eu deixarei — ele suspirou. — Vou conversar com os flâmines de Mitra e ver como estão nossas criações, qualquer coisa é só chamar.

— Tudo bem, Jules — ela sorriu e o viu partir pela porta acompanhado da centuriã Rhiannon.

Camilla Fraser nos olhou da ponta dos pés até o alto da cabeça. Ela se sentou na cadeira da centuriã com dificuldade e deu um leve suspiro e finalmente disse:

— Gregos, bem, eu não sei para que vieram, — disse. — mas meu marido não ficará nada feliz com isso, já é um pouco complicado com o compatriota de meu marido, o pretor Regulus Smith tem feito nos últimos meses em evitar ao máximo a guerra entre romanos e gregos, ou romanos e amazonas, ou romanos e monstros, que seja.

— Hum, continue — disse James fazendo carinho na pele metálica de Aurum.

— Bem, resumindo, estamos evitando a guerra ao máximo — suspirou ela. — Somos um povo guerreiro, Marte, Belona, Honos e outros deuses da guerra devem estar furiosos conosco por isso, não é de feitio dos romanos evitar a guerra, mas abraçá-la como uma amante. A vinda de gregos em território romano pode ser o estopim para uma guerra e bem esta eu quero evitar, sempre que nós romanos e gregos nos encontramos acabam em confrontos e isto eu não quero.

— Mas não foi nossa culpa do labirinto ter saído no porão do templo de vocês — reclamou Anson. — Ficamos dois dias naquilo lá, não tivemos culpa.

— Eu os entendo — disse Camilla. — Já fiquei presa naquela armadilha traiçoeira construída por Dédalo, se não fosse por Jules eu estaria vagando a torto e a direita naquele lugar. Bem, Rhiannon não acredita que estão em missão para resgatar um item tão poderoso como a Roda da Fortuna, mas eu acredito.

— Por que acredita em nós? — perguntei olhando nos olhos verdes dela.

— Por que sou filha de Fortuna, assim como você — ela apontou para mim e levantou a manga do vestido revelando uma marca negra de um timão de navio com um SPQR e nove linhas horizontais no braço.

— Hã, isso explica bastante coisa — disse olhando para a marca na pele do braço dela. — Você vai nos deixar partir depois disso?

— Queria, mas não posso, infelizmente... — ela disse acariciando sua barriga de sete meses. — Não sou centuriã, pretora ou se quer consulesa, não tenho cargo além de ser uma legionária.

— Mas você é a esposa do pretor, não deveria ser tão importante quanto? — perguntou Anson.

— Infelizmente não — disse ela cabisbaixa. — A maior parte dos cargos altos são ocupados por homens, há poucas mulheres centuriãs na Grã-Bretanha ou de alto cargo além de virgem vestal ou algo do tipo. Nossa consulesa, a rainha Vitória, legado de Júpiter, que tem sorte de ter um cargo tão alto para uma mulher nesta hierarquia romana.

— Que idiotice — revirei os olhos. — mulheres podem ser tão boas quanto os homens.

— Não diga tal coisa — disse ela. — eu sei que os romanos podem ser mentes fechadas em relação às mulheres em cargos muito altos, mas são poucas de nós que pensariam como você, meu irmão graecus. — ela suspirou. — pedirei para meu marido vir, a conversa já acabou e eu já digo, ele é um pouco severo.

E ela se levantou da cadeira e foi em rumo à porta e abriu-a.

Segundos depois veio o pretor Fraser que trancara a porta e se se sentara à mesa de Rhiannon e nos olhara como se pudesse nos decapitar com aqueles orbes intimidadores.

— Minha esposa creio que conversou com vocês — disse ele passando a mão na cabeça de lobo da bengala de madeira. — Rhiannon não acredita que possam estar numa missão para recuperar a roda da deusa Fortuna — seu olhar se desviou para mim e eu tremi na cadeira. — Mas eu prefiro acreditar que estão e também prefiro acreditar que vocês não tinham intenções de vir ao nosso acampamento, sei que caíram na armadilha daquele inventor cretino, mas não posso deixar que saiam impune assim, meus caros, quero que me contem sua jornada até agora, quem são, seus segredos mais profundos. Quero saber se tem intenções nestes corações gregos de quebrar os tratados que meu pacifista colega tem feito quase tudo que está sob a Névoa na Grã-Bretanha e na Irlanda assinarem.

Ele se levantou da cadeira e começou a vaguear pelo escritório.

O baque de sua bengala de madeira no chão era irritante, assim como o pisar dos sapatos de Julian. Ele continuava a nos olhar com aqueles ameaçadores olhos violetas. Ele pousou sua bengala no chão e voltou a seu falatório.

— Meus queridos graecus quero que me desculpem por isto — ele bateu a bengala no chão e da boca do lobo no topo uma bruma de cor verde-amarelada saía como uma cascata de vapor que empesteou o ar ali. — Veritas.

Verdade, ele dissera em latim, eu tampava meu nariz e boca para não respirar aquele gás esverdeado que cobria o escritório. Aurum e Argentum choravam encolhidos debaixo da mesa. Anson não resistiu prender a respiração por muito tempo, seu rosto estava avermelhando, o mesmo com James.

— Melhor pararem, amigos graecus, resistirem é inútil — disse ele em um sorriso. — aspirei este gás e deixem-me conversar com vocês, saber toda a verdade, saber se há intenções nestes vossos corações vindos daqueles pântanos e charnecas no leste do país. Comecemos por você — apontou para James. — seu nome, sua idade, seu parentesco e de onde veio.

— James Ashworth, quinze anos, filho de Hefesto e Isolde Ashworth, nascido em Liverpool, cresci em Londres — disse como se fosse a coisa mais natural do mundo, mas parecia estar machucando-o aquilo.

— Agora você, garotinho — disse apontando para Anson.

— Anson Nicholas Bishop, quinze anos, filho de Poseidon e Priscilla Constance Bishop, também nascido em Liverpool e cresci em Londres — Anson parecia uma marionete dizendo aquilo, como se tivesse sido obrigado a dizer aquilo.

— E não pense que me esqueci de você, filho de Fortuna, vá diga-me quem é — sua voz soava persuasiva, eu me sentia obrigado a dizer, cada músculo do meu corpo doía me obrigando a dizer a verdade.

— Sou Hector Crawford, dezesseis, filho de Tique e John Augustus Crawford — disse apesar da dor. — nascido e criado em Londres.

— Então quer dizer que todos vieram da capital de alguma forma, uh — ele sorriu sádico. Que masoquista! — Agora quero saber seus segredos mais íntimos, gregos. Secretum!

E um gás roxo empesteou o ar saindo da cabeça de lobo na bengala. Sabia que era inútil eu segurar a respiração eu teria de respirar aquele ar violeta como amores-perfeitos.

— Agora, quero que me contem seus segredos — disse o pretor. — comecemos por você, Hector Crawford, diga o segredo mais obscuro em seu coração grego.

Meu corpo formigava e meu coração palpitava rápido, eu suava apesar de sentir um pouco de frio. Uma sensação percorreu minha espinha e da minha boca, involuntariamente, saíram palavras.

— Não sou virgem — disse, eu não sabia que aquilo era meu segredo mais obscuro, mas não ser mais virgem não era o pior. — Após receber meu primeiro salário na fábrica eu gastei boa parte dele em bebida e em uma prostituta num cabaré em Whitechapel, eu não me orgulho disso sabendo que ela poderia ter sífilis ou que eu poderia ter feito mais que só ter dormido com apenas uma prostituta.

— Hum, então temos um promíscuo imundo entre nós — disse o pretor com um sorriso sádico. Mas que doninha masoquista! — Você, James Ashworth, creio que há segredos neste coração imundo de graxa de filho de Vulcano teu, diga-me.

E James disse palavras involuntariamente.

— Eu matei alguém... — ele tremia. — Foi um acidente, foi antes de eu conhecer vocês dois — ele voltou seu olhar para mim e para Anson. — eu trabalhava em outra fábrica e estava na linha de produção, eu me distraí enquanto eu construía um motor e sem querer empurrei um colega meu de trabalho em uma das máquinas e ele morreu, fui despedido no mesmo dia e contratado no dia seguinte pelo Sr. Foster na fábrica dele.

— Uh-lá-lá — ele cantarolou. — Além de um promíscuo temos um assassino, que interessante.

Ele chegou perto da cadeira de Anson que tremia como se estivesse nu em meio à neve. Ele olhou diretos nos olhos heterocromáticos de Anson e sem que pedisse para ele dizer seu segredo mais íntimo Anson cuspiu palavras contra sua vontade.

— Eu nutri sentimentos por vocês dois por muito tempo — disse Anson involuntariamente. — fui apaixonado por vocês dois por um longo tempo, achei que pudesse superar o que sentia, eu me corrigia dizendo que isso era errado e que... — lágrimas escorreram por seus olhos. — eu não... eu não quero que me vejam com outros olhos, ainda quero ser amigo de vocês, não quero que me vejam como uma aberração.

— Ora, então você é aquileano — ele sorriu sádico. — sabia que havia algo de podre no reino da Dinamarca! — ele riu como a doninha que era. — Um promíscuo, um assassino e um aquileano, que trupe interessante esta suas, bem, agora vamos ao gran finale. Digam suas intenções, propositum.

E um gás de cor azul celeste saiu da boca do lobo na bengala.

— Estamos em missão para recuperar a Roda da Fortuna, já dissemos — disse para ele. — Não temos intenções de quebrar os acordos, agora nos deixe ir! Agora!

— Okay, deixarei irem — ele deu um breve riso e bateu a bengala duas vezes no chão e todos os gases que empesteavam o ar voltaram para a boca do lobo no topo da bengala. — Pedirei para um dos legionários escoltarem-nos até Caernarfon, de lá vocês se viram, entendido?

— Sim — disse Anson um pouco cabisbaixo.

O pretor olhou para os cães de metal de James.

— Belos cães autômatos estes seus — disse ele coçando o queixo. — Bem, acho que posso tomá-los como pedido de desculpas por estarem em território romano — ele deu um sorriso de escárnio. — Se é que não querem seus segredos espalhados pelos quatro ventos.

— Mas eu não posso... — ele olhou para os galgos de ouro e prata e hesitou por um instante. — Sua doninha suja! — James rosnou como um cão e acariciou Aurum e Argentum. — Tchau rapazes, eu não queria fazer isso, mas vou ter que deixá-los aqui, eu prometo que voltarei para vocês.

E nos levantamos e o pretor nos seguiu até a porta do escritório aonde a centuriã Rhiannon e a esposa do pretor esperavam. Camilla acariciava a barriga de grávida e ao ver o marido chegou e deu-lhe um beijo na bochecha.

— Como foi a conversa com eles, meu bem? — perguntou.

— Digamos que foi, hum, interessante — disse alisando a cabeça de lobo da bengala. — Emílio! — gritou e o garoto português, Emílio, viera.

— Sim, meu senhor! — disse fazendo continência.

— Escolte os graecus até a cidade — ele deu um sorriso. — Gregos, vão, e bem, até outro dia — ele acenou e sorriu como a doninha que era.

Aurum e Argentum nos seguiam, talvez não quisessem se despedir de James.

— Não venham! — gritou James. — Quero que fiquem aqui e obedeçam ao pretor.

Os cães de metal choraram baixinho.

— Eu não quero me despedir de vocês, mas é preciso, me desculpem — lágrimas rolaram pelos olhos de James. — Eu prometo pelas águas do Estige que terminarei de construir seu irmão e que vocês três se encontrarão, tá bom?

E James correu em direção a Emílio que estava esperando perto de uma estátua de algum deus, talvez Apolo.

Camilla veio em minha direção de braços dados a seu marido que me olhava com desdém e com seu sorriso mustelídeo sádico habitual.

— Tchau meu irmão, boa sorte em sua missão para recuperar a Roda de nossa mãe — ela sorriu.

— Obrigado — agradeci-a. — Quando o bebê nascer me chame, quero conhecer meu sobrinho.

— Chamaremos, não é Jules? — ela deu uma leve acotovelada no marido.

— Sim, sim, nós chamaremos este seu irmão graecus — disse ele. Julian apalpou o cinto e tirou de lá uma faca embainhada e me entregou. — Tome esta faca, graecus, ela é feita do seu bronze celestial — disse. — Considere um presente após a hã... nossa conversinha.

— Eu deveria agradecer?

— Não, não precisa, apenas fique com a faca, ela lhe protegerá

Não entendia como uma faca me protegeria, talvez ela virasse um escudo ou tivesse poderes mágicos, que seja, apenas peguei e olhei desconfiado para aquele mustelídeo romano de capa e fui a encontro de James e Anson que estavam perto da estátua de Apolo com o garoto de Portugal, Emílio.

 

(x)

 

Emílio escoltou-nos até a cidade na qual o forte de Segontium havia se estabelecido eras atrás, a cidade galesa de Caernarfon, não muito longe da britânica Liverpool. Aos olhos dos mortais o forte eram ruínas do castelo da cidade, nada que o poder da poderosa Névoa não ocultasse.

Seguimos até uma taverna com uma placa em galês que não consegui ler bem. Ao entrarmos Anson estava mais cabisbaixo que antes, parecia que iria chorar a qualquer momento.

Pedimos à taverneira gentil que nos trouxesse sopa e alguma bebida e damos todo o dinheiro restante de mortal que tínhamos. Ela disse algo em galês (talvez agradecendo-nos) e foi nos trazer nossa comida e bebida.

— Anson... — disse tocando seu ombro direito. — Tudo bem, não vamos julgar você por se sentir atraído por hã... homens.

— Mas eu não quero sentir isso, não quero nutrir esses sentimentos, são tão...

— Errados? — perguntou James. — Olha, Ansie, somos filhos de deuses pagãos, deuses que amaram homens e mulheres, se eu te contasse algumas histórias que sei sobre Poseidon você ficaria perplexo.

— O Gabe tem duas mães, eu não vejo nada de errado nisso — disse para ele. — E Aquiles tinha um amante, Pátroclo, pelo que acho que sei, Aquiles só foi para a guerra quando Heitor matou seu hã... namorado? Marido? Como eu me refiro a Pátroclo?

Anson riu.

— Viu, sorria — disse bagunçando seus cabelos. — Estaremos em Liverpool em pouco tempo, não me parece tão longe e eu juro pelo Estige, vamos te arranjar um Pátroclo, um bem bonitão e forte.

— Mas não foi tão ruim assim — ele me acotovelou. — então, quer dizer que você fez sexo com uma prostituta de cabaré, hã?

— Ei, eu tinha gastado metade dele em álcool e o resto naquela prostituta — disse. — Mas não é tão pior quanto matar alguém.

— Foi um acidente, eu estava distraído e acabei empurrando-o sem querer naquela máquina — disse James cabisbaixo. — Será que um dia os verei de novo? — ele se referiu aos cães.

— Bem — dei um breve pigarro. — Eu acho que sim, talvez vocês se esbarrem por aí e você ainda tem de terminar o Aerei certo?

— Sim — disse James.

— Bem, creio que se acordamos antes do sol nascer, estaremos em Liverpool ao anoitecer ou antes disso — disse enquanto vi a gentil taverneira trazer três tigelas de sopa e pão fresco que botaria os da padaria dos pais adotivos de Anson no chinelo.

— Assim espero — o filho de Poseidon girou o anel de prata no dedo anelar esquerdo como uma noiva ansiosa no dia de seu casamento.


Notas Finais


E aí, amados, o que acharam deste capítulo? Eu o achei intrigante, haha, confesso que já quero o próximo e bem, não vou dizer por que o quero tanto, vocês descobrirão no próximo, meus chuchus.
Beijos e até o próximo capítulo ♥♥♥.


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