História Devaneios de uma mente barulhenta - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Depressão, Drama
Visualizações 3
Palavras 587
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Poesias

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá meus caros!
Esta é a primeira vez que decido postar algo que escrevi.
Espero que gostem!

Capítulo 1 - Fragmentos de um Universo


Aberta para uns, fechada à sete chaves para a maioria.
Suas vertentes são variáveis.
Suas escolhas um tanto ferozes.
Ludibria-se quem pensa que o sorriso estampado em sua face é sincero e irremovível. Pois ela jaz tempos que não reconhece oque é sorrir sinceramente por algo...
Lhe intorpece imensurávelmente a saudade e o temor associados à perda. Sua epifania é não contentar-se de contente, pela dor que lhe desatina sem doer.
Refere-se à si como: 'Nômade', um termo bastante apropriado, em virtude de suas 'fugas de cérebro' costumeiras, que se passam sempre nos momentos mais inoportunos.
Os dilemas a cercam, suas metamorfoses inconstante enlouquecem  aos outros.
Seus pensamentos, sempre contrários e revoltosos; deixam seu ego abaixo.
Suas manias desajustadas tomam conta de seu subconsciente.
Freud e Kant já não agem mais positivamente,  tampouco negativamente, muito pelo contrário.
Sua sapiência lhe induz àquilo que o ensaio de sua ação não reproduz.
Ela vacila, tropeça, gagueja, treme, olha para baixo. Teme encarar o espelho sincero e inaudível, não verbal e ferino. Olhos. Espelhos da alma. Poder imensurável, ardor inestimável.
Feroz e imperdoável, se prenuncia implicitamente, com o intuito de ferir-lhe a mente. Nada gentil com quem mente. Inunda os imprudentes.

               Somos quem podemos ser
               Sonhos que podemos ter

Dentro, em áreas invisíveis à olho nu. Encontra-se a sua "caixa de pandoras", à qual jamais foi aberta. Segredos. Desejos. Alinhados à loucura.

Conhecer aos outros é inteligência, mas segundo a 'Nômade', conhecer à si é a verdadeira sabedoria. Tudo que é gratuito e explícito não lhe convém.
Ao amanhecer cotidiano, atuar, mesmo durante o sonhar, faz parte do seu manual de sobrevivência.
Quem há de lhe importunar?
Somente aqueles que lhe desejam algo ensinar. Quando não há oque falar, explicar, ou conversar. Pois ela não quer incomodar.
Ela gosta do luar.
Mas não há a quem abraçar.
O seu sonhar, limita-se à criar. Velejar e flutuar.
           Vagar.
Sem rumo, ou experiência em quaisquer âmbitos, ela fala com os animais. Sonha demais.
A noite é uma criança, e ela tem esperança.
Viver um dia após o outro.
Amar ou machucar,
Julgar ou pôr se no lugar ?
Ser amado ou amar ?
Oque há?
Questionar, solucionar, pensar
             Sonhar.

A música distrai devaneios tortuosos, lhe indica um caminho ao céu.
Oque há por detrás do véu?
Teóricos, teólogos, cosmólogos...
               Vazio.
A profundeza de sua imaginação precede a Física e a Religião. Pois as nuvens são de algodão.
Pés no chão, coração na mão, olhos fixos ao céu perguntando qual será o seu papel.

Nítido reflexo. Olhos que invejo. Percepção que não falha, eis está sua navalha.
Sua vida não te pertence.
Não reprima sua vertente.
O futuro ter a cura, é literatura, mágica pura.
Sua mente se alucina,  o inebriante caos se apodera. Presa em sua bolha, voltada para si, disfarça e tenta sorrir, Mas não há ninguem ali.
Para si, o amor é envolve e contundente. Age sem consultar a mente. Amar qualidade é mera bobagem. Oque precede é essência, dá continuidade a existência, promove a diferença.

Autogoverno, Encontra-se em silêncio.
Posicionamento social, entretenimento de animal. Divisão populacional?
             Nova ordem mundial
Não há meio algum para filosofar à não ser questionar.
Intrigar, revolucionar.
Nômade reflexo na suas depressões.
Ações, pressões, mutilações
             Relações
"Tudo está conectado por laços invisíveis, não podes arrancar uma flor sem incomodar uma estrela.
Hora de voltar pra terra.
Nave mãe lhe espera.
Tenho pena dela.
A saudade lhe entrega.
O retorno lhe cega.
O temor lhe quebra.
Quando a esperança está dispersa só a verdade lhe liberta...
 



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