História Devil - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Palavras 3.063
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, FemmeSlash, Ficção, Hentai, Orange, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiii. Acho que vocês vão gostar do cap, eu decidi não matar a Devil.

Boa leitura.

Capítulo 28 - Vinte e oito


Levantei do chão limpando as lágrimas com as costas das mãos. Estar preparada é impossível para algo assim, o mínimo que tenho que fazer é aceitar. Aceitar a morte.

Suspiro fundo, minha cabeça doía e eu estava um pouco tonta. Caminho lentamente entre os corredores, passando por varias portas até chegar na do meu quarto. Ao fechar a porta atrás de mim e jogar-me na cama sinto uma dor no meio do peito. Não é ataque cardíaco, é uma dor emocional.

Ponho minha mão em cima do meu coração e acaricio o local, como uma falha tentativa de acalmar meu ser. Só que eu estou mal. E não vou ficar legal até tudo se resolver.

Lucy adentra o quarto sorridente. Tratei de disfarçar minha tristeza quase eminente. Que caralho, por que está tudo rimando?

– Oi, Lucy. – Dei-lhe um fraco sorriso, Lucille claramente não percebeu meu desânimo. Isso me deixou contente por um lado, pois ela continuou sorrindo e andando até a minha cama, e sentando-se comigo. Por outro, fiquei mais triste, entendendo que talvez eu não vá conversar com alguém sobre meus desorientados sentimentos.

Lembrei que havia lhe pedido para lidar com Jack e Lana, e no momento eu me encontrava um tanto curiosa em relação a isso. É um distração dos meus próprios pensamentos, afinal.

– E então, como você está? – Pergunto, apenas para introduzir nossa conversa.

– Não me venha com “como você está”. Vamos direto a porra do ponto porque é melhor! – Ela abriu o sorriso mais ainda, e senti malícia em suas palavras. Não pude deixar de sorrir também.

– Como que foi então? Deu tudo certo?

– Mais do que certo. – E agora o sorriso é de malícia. Levanto uma sobrancelha, curiosa e esperando por uma resposta. – Eles fizeram lá no shopping mesmo! – Arregalei os olhos e dei uma gargalhada.

– Lucy, você é incrível! Sexo no mesmo dia? Tem certeza de que não é uma succubus? – Aquilo havia alegrado meus pensamentos.

– Eu não terminei, quiriuda. – Disse fazendo caras e bocas. Essa Lucy. – Não foi só Laughing Jack e a proxy Lana. Foi Jack, Lana e Lucy. Sexo a três, baby!

Caraaaalho! – Quase gritei. É melhor ainda. Só não tem junção de nomes legal, porém isso é ótimo. – Me conta tudo. – Digo e ela concorda.

*

PUTA QUE ME PARIU, CARALHO, SANTO CRISTO!

Lucille ficou mais ou menos uma hora e meia me contando o que aconteceu. Ela disse que depois do ménage na loja de roupas eles foram para um hotel e ficariam lá por um tempo, e que transariam muito, obviamente. Os três. Como Lucy pode se teleportar ela veio aqui me falar sobre isso.

Lucy me falou uma vez que não gostava de beijar, nem quando não estava no meio de uma transa com um cara da vida. Só que com eles ela adorava, mesmo sem estarem transando. E a partir do momento em que foram para o hotel quase não paravam de se pegar, e eles estão lá há apenas algumas horas. Caralho.

Ela também disse que foi a melhor coisa da vida dela. E um demônio que viveu desde os primórdios (um pouco de exagero não mata) e que só vive dando falar que em um chão de loja e um tempinho em um hotel transando com as duas mesmas pessoas foi o melhor é de se esperar que foi uma transa historicamente épica.

Depois ela foi embora, teleportando-se para o hotel novamente, para viver mais experiências sexuais com Lana e Jack, e deixando-me feliz por vários motivos. Saí do quarto depois de ter lido cinco capítulos enormes de um livro bom, mas cansativo.

Cocei meus olhos, e compreendi que estava com sono, portanto deveria voltar e deitar para acordar no amanhã, onde minha vida teria fim, e este pensamento deixou-me com insônia. Então fui para a sala assistir qualquer coisa.

À essa hora, os creepypastas já deviam estar pelo mundão caçando vítimas para fazer suas diversas brincadeiras. Em todos os sentidos.

Menos Eyeless Jack, ele sentara-se no outro sofá e mudou o canal quando percebeu que nada me entretia.

– Por que você não sai um pouco para matar? Eu só te vejo na cozinha e aqui. – Pergunto, tentando não prestar atenção na série, que estava em um capítulo que eu nunca havia assistido, e eu definitivamente não queria nenhum spoiler.

– Por incrível que pareça minha última vítima conseguiu quebrar minha perna, e eu estou esperando melhorar para poder correr decentemente. – Nossa, essa pessoa devia ser um fodão da vida. – E tenho que ficar comendo porque se eu sentir fome fico hostil e selvagem.

– Ah. Entendo, então você não faz nada de útil e só come até sua perna melhorar. – Jack tirou a máscara, e seu nome fazia um puta sentido, ele realmente não tinha olhos e escorria aquele negócio estranho e preto das orbes vazias.

O sem olhos deu uma risada. E por mais que sua pele fosse cinzenta – e ele não possuísse olhos – notei que era bem bonito.

– Exato.

Levantei e fui para a cozinha, estou inquieta, entediada. Comecei a fazer pipoca. Coloquei dentro de uma vasilha grande.

Peguei uma coca de um litro e pus em cima da mesa, juntamente com a pipoca e um brigadeiro. Peguei tudo e me coloquei a andar para meu quarto novamente.

Ao chegar coloco tudo na cama, e vou abrir a janela para não me sentir tão claustrofóbica. Quando me virei para voltar para meu lanchinho me deparo com o demônio mais querido do país. Isso mesmo.

– Zalgo. – Murmuro e vou até a cama. Começo a comer. – Eu não sabia que você ia estar aqui, então não trouxe outro copo e nem uma outra colher. – Me explico mesmo sem a mínima necessidade. Desde quando a Devil pensa em compartilhar a comida? ‘Cê enlouqueceu, amiga?

Pensar sobre você mesmo na terceira pessoa é um nível de demência maior do que falar de você mesmo na terceira pessoa.

Eu sou doente.

– Sem problema. – E pegou minha colher para comer meu brigadeiro.

Não percebi o tempo passando, só percebi que conseguia conversar naturalmente sobre assuntos aleatórios com Zalgo enquanto ambos comíamos.

Quando a comida acabou, fiquei com uma depressão leve e rápida. E depois levantei para levar essas merda de volta.

– Por que a cozinha tem que ser tão longe? – Fingi um choro. Só que aí eu tive uma ideia: – Zalgo, meu amorzinho, coração, razão da minha vida, meu xêro, meu raio de sol, meu tesouro, coisa linda, coisa formosa, coisa bem feita. Leva essas paradas pra cozinha, por favorzinho? Você pode se teleportar e tal. – Fiz um olhar pidão, com um sorrisinho mais pidão ainda.

– Tá, mas só porque você consegue pensar em mil e uma bajulações só para pedir um favor mínimo. – Ele pegou as coisas da minha mão e sumiu. Uhul.

Fui para o banheiro escovar os dentes. Quando eu molhei a escova com a pasta já em cima a água derrubou na pia. Xinguei vários palavrões e coloquei de novo creme dental.

Quando saí fui para a janela observar a floresta lá fora. Era um lugar tão assustador e atrativo ao mesmo tempo. A lua iluminava de um jeito que contrastava com as árvores e lhes dava uma beleza maior.

Uma brisa leve bateu contra meu rosto e fechei meus olhos aproveitando. Senti alguém me abraçar por trás e sussurrar em meu ouvido.

– Voltei. – Que bom né. Viro-me para olhá-lo. – Como você está?

– Com fome. Ou talvez só entediada. E também pretendo dormir agora. – Dou de ombros. Depois de alguns minutos me pronuncio: – O que vai acontecer comigo?

– Isso é imprevisível. Você é metade humana, metade demônio. Não dá para saber o que acontecerá com você, apenas que quando morrer vai para o Inferno, e voltará completamente como demônio.

– Arranque meu coração. – Peço com os olhos em desfoque. Ele me fita com uma expressão de confusão, completamente desorientado sobre o que eu falara. – Quando você for me matar, arranque meu coração. – Ponho minhas mãos ao redor de sua cabeça, entrelaçando-as por dentro do seu cabelo. Olho-o nos olhos. – Não quebre meu pescoço, não pense em outra maneira que não danifique meu corpo. Arranque meu coração, Zalgo.

Sou pega de surpresa por um abraço apertado, forte, firme. Não pude ver seu rosto mais, entretanto tive o sentimento de que ele puxou o ar com força, provocando um chiado ao respirar.

– Por que isso? Por que logo agora?

Eu não sei! Talvez seja um momento de delírio, um transe. Só que eu quero meu coração fora do peito. Eu simplesmente quero. Não há motivo aparente. – Ou talvez haja. Não há uma garantia de que eu vou voltar. E se eu for voltar, não sei se vai ser no meu corpo. E se for, quero saber como ele lidará com a falta de um órgão de extrema importância.

É uma razão extremamente besta. Se pararmos para pensar.

Finalmente me dou conta que não retribui o abraço e calmamente fecho meus braços ao redor de seu corpo.

E, durante aquele abraço longo, percebo algo que estava para ser confirmado. Eu havia me apaixonando por ele. E agora deveria decidir se diria ou não. Por um momento pensei em fazê-lo, sussurrar em seu ouvido, ou até afastar-me para olhar em seus olhos. Só que ignorei as rápidas batidas do meu coração que desejei que fosse arrancado, ignorei o fato que estava começando a amar Zalgo.

Apenas me afastei e me joguei na cama. O demônio fechou a janela e deitou-se comigo, e voltou a me abraçar de uma forma confortável para eu dormir. Para que ambos dormíssemos.

Estava feliz por estar ali com ele, aproveitando meus últimos momentos com o mesmo. Estou contente com Alice, que resolveu se desculpar, que tentou fazer tudo ficar certo antes de minha partida. Não poderia abandonar o mundo com um assunto pendente.

Eu estou preparada para isso. Estou pronta para morrer.

*

Despertar ao som da voz de Zalgo cantando é um bom jeito de acordar. Aliás, ele até que é bom.

Provavelmente estava distraído e não percebera que eu havia acordado, tanto que continuou com sua voz suave, deixando-me calma. Fiquei com vontade de ficar ali na cama com os olhos fechados, somente ouvindo.

– Que fofo! – Digo baixo e com a voz rouca. Sento-me na cama e vejo que ele estava lendo um livro. – Adoro esse livro. Principalmente as frases no começo de cada capítulo. – Coço meus olhos para espantar os últimos vestígios de sono.

– Eu sei que sou maravilhoso, meu bem. – Autoestima lá em cima.

– Bom pra você, se nada der certo e tu não conseguir ter o Inferno, investe na carreira de cantor. Você será tipo um rei para os fãs. – Minha barriga e melhor amiga ronca. – Calma, Josefina, calma. – Digo acariciando-a. Zalgo me olha fechando o livro.

– Quem nomeia a própria barriga? – Estico a mão. Saio da cama e vou para a porta do banheiro.

– Não entra aqui. Eu vou cagar. – Entro e tranco a porta.

Depois de ficar duas horas fazendo o que tinha que fazer, saio de lá com uma toalha enrolada ao corpo.

– Que roupa devo vestir para morrer? Preto? Não, mórbido demais. Vermelho? Não vai destacar meu sangue. – Comento sozinha, mexendo no guarda-roupas freneticamente.

– Um vestido branco. Vai destacar seu sangue, não é mórbido e eu nunca te vi com um vestido.

– Ótimo! Eu tenho um único vestido claro. – O peguei lá no fundo. Escondido. Eu usei ele apenas uma vez na vida, e foi no casamento da irmã de Mike. Ela também sumiu. Ou eu sumi. Quem liga? Aquela vaca me odiava.

A vestimenta era cor de pérola, três dedos acima do joelho. O corpete era firme, e da cintura abaixo era aberto, com belas ondulações na bainha. Possuía detalhes por toda sua extensão.

O coloco, sentindo-o condizer com as proporções do meu corpo. Meu estômago ferve borbulhando em nostalgia, fazendo-me dar uma pequena risada.

Tais detalhes sobre meu vestido lembravam um grande e ondulado caule cujo traçava a vestimenta inteira, com folhas com pontas enroladas, e algumas rosas. Não havia uma diferente coloração, eram apenas desenhos pequenos mas perceptíveis da mesma cor pérola do vestido.

O decote da roupa era estilo colete, dando um ar comportado; E seu colarinho era rodeado por pérolas falsas, dando um complemento ideal.

Terminei tudo ao calçar uma sapatilha cor de chocolate.

Tinha-me esquecido da presença de Zalgo no quarto. Tanto que quando me virei para sair o mesmo puxou-me contra o próprio corpo, me prensando sem violência contra a parede.

– O que foi? – Consegui dizer. Eu estava excepcionalmente distraída hoje.

– Nada. É só que a expressão “linda demais para morrer” faz um grande sentido agora. – Tentei não corar, e falhei. Desviei o olhar para um canto qualquer do quarto, mordendo o lábio inferior em nervosismo.

– Não seja idiota.

– Hildegard... – Sussurra, tocando minha bochecha com tanta delicadeza que pensei que estivesse com medo de me quebrar. – Esse nome combina com você. Mais do que Emma.

– Sempre odiei ambos os nomes. – Queria tanto sair dali quanto ficar. Queria beijá-lo agora mesmo, sentir uma última vez sua língua dançar com a minha. Suas mãos tocarem-me com desejo.

Suspiro pesado e me afasto.

– Vou conversar com a Al. Dizer adeus. – Saio do quarto e caminho em direção à sala do Slender. Quando entro vejo Alice abraçada e chorando no tio Slendy. – Al... – Ela se vira e corre em minha direção. Sinto a bruxa abraçar-me com força. E agora, além das lágrimas de Alice estarem derramando, as minhas também estavam.

A envolvi em meus braços com força.

– Eu te amo. – Sussurra. – Você é minha irmã. E vou amá-la até no Inferno. – Rio fraco. Tento não gaguejar ou soluçar ao responder.

– Você é minha família. Me protegeu, e ensinou a ser feliz. Obrigado por ter aparecido na minha vida, Alice. Eu amo você. – Só que agora eu tenho que ir. E eu sinto muito.

Zalgo aparece na porta, e entendo que está na hora. Afasto-me delicadamente da minha amiga.

– Que merda. – Diz ainda chorando. Apenas concordo.

– Tchau, Alice. – Ela levanta a mão e acena, não conseguindo falar mais. Olho para Slender, que se encontrava na sua forma original, parado, observando, com a face escondida de todos. – Tchau, Slendy. Cuide bem dela, por favor.

Quando eu ia saindo, Alice chama pelo meu nome. A mesma vem até mim e dá um beijo em minha testa.

Então eu saí dali, sendo teleportada por Zalgo para o cemitério. Entrelaço minha na dele e o puxo até um túmulo específico.

“Aqui jaz Camille Young. Ótima mãe, esposa e filha.”

– Quem é?

– Uma pessoa especial. Quero que seja ao lado da cripta dela. – E ele assente se aproximando. Suas mãos param em meus ombros, e quando nossas respirações irregulares se misturaram eu o puxei para o nosso último beijo.

Cá entre nós, não tenho certeza se vou voltar. Se Lúcifer deixará que sua cria escape tão facilmente. Então sim, estou dando um beijo de adeus, um adeus possivelmente eterno.

Uma de suas mãos envolve minha cintura e me puxa para mais perto. Minhas mãos estavam em seu cabelo.

E, naquele momento, decidi que deveria dizê-lo. Logo depois que o beijasse, eu olharia em seus lindos olhos e diria que havia me apaixonado. E eu não morreria com um assunto sem resolver.

Eu estava pouco me fodendo para a reação dele. E se eu nuca voltasse para poder dizer o que sinto? Se eu ficar presa na porra do Inferno ao menos ficarei presa sabendo que não teria nada para solucionar aqui.

Estaria sendo torturada, tornando-me um monstro aos poucos. Com Lúci tirando minha sanidade. Só que eu não ficaria preocupada com o que estava acontecendo aqui, porque eu definitivamente fiz o que devia ter feito.

E eu iria dizê-lo que o amava, mesmo ele sendo a criatura má que é. Eu não sou nenhuma santa, tampouco desejo ser. Então sim, eu ia falar na sua cara que o amo.

Só que inesperadamente... eu morri. Morri completamente. Eu havia morrido.

Não pude dizer a Zalgo o que sentia por ele, pois em meio ao beijo senti sua mão dentro do meu peito, segurando aquilo que estava parando de bater.

E quando ele a retirou meu coração saiu em sua mão, e eu já não estava conseguindo raciocinar. Tudo se tornara preto e eu estava morta.

Morta com um assunto pendente na Terra.

*

Ao abrir meus olhos vejo que estou em um lugar cinzento. Era escuro mas mesmo assim dava para ver claramente tudo ao meu redor.

O Inferno não é quente, cheio de fogo e com almas gritantes. Ele é frio, solitário,  com vozes abafadas e triste. Com cinzas de um fogo apagado perambulando o ar, um ar mórbido como se um dia houvesse dezenas de pessoas queimando até a morte. Só que aqui era a eternidade. E elas só desejariam morrer em vez de estar ali. Só que já estavam mortas; e pagando pelos pecados.

O chão era frio, e quando me levantei dele vi que estava em um ponto tão alto que pude ver um mundo infinito de dor e sofrimento. Com grandes salas que era separadas por muros (mas sem teto, pois era visto tudo por cima).

Dentro delas vários demônios deformados, com risadas diabólicas torturavam pessoas. O som era distante, os gritos e risos misturados era perturbador, mesmo à essa distância.

Sinto alguém atrás de mim e quando me viro vejo um rosto sorrindo maléfico.

– Olá, filha.

– Olá, pai.

– Pronta para sofrer eternamente, anticristo desobediente? – Quando ele disse isso paredes altas se levantaram. E várias criaturas adentraram-na pulando o muro. Alguns até rastejavam até mim.

Correntes do nada apareceram e perderam meus pulsos e pernas, me erguendo do chão. Minhas roupas queimaram causando uma enorme dor, fazendo com que eu gritasse.

O sorriso de Lúcifer só aumentava, deixando-o com uma aparência horrenda. Em suas mãos era visto um objeto desconhecido por mim. Tenho certeza de que ele usará para torturar.

– Ah, é como eu costumo comemorar carne nova que nos é dada. Meus filhos vão aproveitar juntamente com o pai. E você vai pagar pela eternidade por ter me desobedecido, aberração do papai. – E tive medo. Medo da dor que sentiria e por quanto tempo sentiria.

E eu estava certa em temer. Pois eu havia sentido muita dor. Dor essa que não cabe alguém tão fraca como eu carregar, e nem ninguém. Pois o que eu senti nem mesmo o pior assassino, a pessoa mais cruel mereceria sentir.


Notas Finais


DESCUUUULLLPAAAA

Espero que tenham gostado hsushaiaua

Enganei vcs? Acho q n, vcs são espertos.


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