História Devil Side - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, V
Tags Bts, Devil Side, Jimin, Jungkook, Rap Monster
Exibições 38
Palavras 1.301
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura ❤

Capítulo 16 - Ciúmes.


“Digamos que seguimos pelos dias mais escuros, o paraíso está a uma decepção de distância.” 

 

Yerin.

 

Eu estava sentada ao seu lado nos assentos trasseiros daquele ônibus, o observando sutilmente se deixar vagar sobre a cidade que era exibida pela janela ao seu lado. 

 

Eu gostaria de poder ler a sua mente naquele momento. 

 

Ele estava em silêncio, não havia feito nem se quer uma reclamação desde que havíamos pego aquele ônibus, parecia até que alguém havia reiniciado seu sistema, e agora ele aproveitava a viagem para reinstalar suas configurações padrões. 

 

— Descemos no próximo ponto. - avisei esperando que ele saísse daquele transe. 

 

— Quero ir visitar minha mãe. - ele contou sem tirar os olhos da cidade. 

 

— Bem, então precisa continuar no ônibus até que ele chegue ao centro, depois pode pegar um táxi até…

 

— Você não vai ir comigo? - ele perguntou me interrompendo.

 

— Você quer que eu vá? - perguntei surpresa. 

 

— …Eu não sei, eu nunca fui até lá, entende? Não tenho certeza de como agir…

 

Eu havia passado praticamente duas noites fazendo aquele trabalho que estava dentro de minha bolsa, a data de entrega era hoje, e eu o tinha pronto. Eu poderia descer no próximo ponto, e garantir uma boa nota naquele semestre. Mas eu não desci. 

 

[...] 

 

— Belas flores. - elogiei o buquê que ele tinha em mãos. 

 

— Parecem flores felizes. - ele comentou as observando com um sorriso largo. 

 

— Flores felizes? 

 

— Como aquelas que damos à elas no dia das mães. - ele explicou perdendo o sorriso aos poucos. 

 

— Tem razão. - concordei repousando meu olhar sobre as flores coloridas, e...felizes.

 

— Acho que é aqui. - Jungkook disse ao parar em frente à uma das lápides. 

 

— É sim. - concordei ao ler o nome de sua mãe. 

 

— Parece que não sou o primeiro a visita-la. - ele observou se referindo as flores postas sobre a lápide da Sra. Jeon, que pareciam terem sido postas alí recentemente. 

 

— Sua visita continua sendo a mais importante. - rebati com um leve sorriso. - Eu vou esperar lá fora, okay? - ele assentiu em positivo. 

 

Seguindo de volta até a recepção do cemitério, eu encontrei um dos funcionários limpando uma das lápides, e como boa curiosa que era, eu não poderia ignorar a possibilidade de receber uma resposta à questão que existia em minha mente.

 

— Com licença? O senhor saberia me dizer quem deixou aquelas flores junto a lápide da mãe do meu amigo? - perguntei ao apontar para Jungkook há alguns metros distante. 

 

— Os lírios? - ele perguntou ao se aproximar enquanto limpava as mãos. 

 

— Sim. - respondi ao assentir. 

 

— Bem, os buquês são entregues todos os dias por algum funcionário da floricultura. - o senhor contou. 

 

— Mas o senhor não sabe quem faz os pedidos de entrega? 

 

— Não, e como são apenas flores, nunca ninguém pareceu se incomodar com à entrega delas, mas se o seu amigo…

 

— Não, ele também não se incomodou. Eu estava apenas com curiosidade. - confessei com um leve sorriso. 

 

[...] 

 

— Ah, obrigada. - agradeci, enquanto a garçonete da cafeteria repousava nossos pedidos sobre a mesa. 

 

— Não há de quê, se precisarem de algo mais, é só chamar. - ela disse pouco antes de deixar nossa mesa. 

 

— Simpática… - comentei, percebendo que Jungkook ainda seguia à garota com seus olhos. 

 

— Talvez. - ele rebateu, voltando a olhar para mim. - Ela pode ser simpática, ou estar apenas tentando garantir sua gorjeta. 

 

— Você é um tanto quanto desconfiado, não é? - perguntei entre risos. 

 

— Aparentemente as pessoas gostam de esconder coisas de mim, então minha desconfiança me parece ser plausível. - o ouvir dizer aquilo me fez lembrar do assunto “Jimin”. 

 

— Posso fazer uma pergunta? 

 

— Pode. 

 

— Por que você defendeu o seu pai quando Johyun o ofendeu, sendo que você sabe que ele mentiu para você… Quer dizer, ele nunca contou à você sobre o seu hyung, certo? - após sairmos da delegacia, Jungkook explicou o quê havia acontecido entre ele, e Johyun. 

 

— Eu não sei o porquê dele ter mentido para mim, no entanto, ele ainda é o meu pai. Não parecia certo ouvir alguém se referindo à ele daquela maneira, por isso o defendi. 

 

— Vocês se dão bem? - eu enxergava o pai dele quase como um monstro, mas ainda precisava saber como ele enxergava o próprio pai. 

 

— Quando ele estava em casa sim…- ele sorriu fraco. - Ele passava muito tempo trabalhando, eu acho, às vezes eu estava saindo para o colégio quando ele estava chegando. E quando eu chegava dos grupos de estudos, ele estava saindo para as ruas novamente. 

 

— Eu consigo entender. - o meu pai também nunca foi o mais presente, se fosse para comparar com a minha mãe. 

 

— Acho que nos damos bem, porque nunca convivemos o suficiente para nos darmos mal. - ele observou, parecendo pensativo. 

 

[...] 

 

Caminhamos em silêncio até em frente à minha casa, pois ele havia insistido em me trazer até alí. Acho que sua arrogância, e mau humor ainda não haviam sido atualizados. 

 

— Quer entrar, e beber, ou comer alguma coisa? - perguntei, apertando meu casaco entre minhas mãos, enquanto me sentia nervosa sob seu olhar. 

 

— Não, obrigada. - ele respondeu. 

 

— Tudo bem, obrigado por ter me acompanhado até… 

 

Senti seus dedos repousarem envolta do meu queixo mais uma vez, e então o meu rosto foi voltado para minha esquerda. Ele parecia ter voltado ao normal. Eu já tomava ar para lhe mandar tirar a “pata” de sobre o meu rosto quando um gesto inesperado me fez praticamente congelar. 

 

Ele depositou um beijo contra a maçã de meu rosto. 

 

— Obrigada por ter sido uma boa amiga. - Jungkook agradeceu ao se afastar de mim, que ainda não sabia como agir. Parecia mais uma pegadinha. 

 

— …

 

— Yerin? - Jungkook guiou seu olhar para a porta de entrada da minha casa. 

 

— O quê está fazendo aqui? - perguntei à Taehyung, enquanto ele caminhava até nós. 

 

— Eu fui buscar você na faculdade, mas você não estava lá, nem atendia o celular… - ele explicava ao me envolver entre seus braços. - O seu pai disse que eu poderia esperar por você aqui. 

 

— Ele esta aí? 

 

— Não, saiu há pouco tempo. - Tae respondeu. 

 

— Eu preciso ir, mas foi um prazer vê-lo novamente, Taehyung. Tenham uma boa noite. - Jungkook desejou pouco antes de nos deixar. 

 

— Vamos entrar.

 

— Vamos. - Tae concordou ao me seguir até o interior de minha casa. 

 

— O dia passou voando hoje. - comentei enquanto subia até o meu quarto 

 

— Vai ver a companhia de Jungkook, tenha feito o relógio correr mais rápido. 

 

— Sentiu esse cheiro de ciúmes? - brinquei após ouvir seu tom de voz, enquanto me sentava sobre minha cama. 

 

— Contou o quê sabe sobre o irmão dele? 

 

— Fomos visitar o túmulo da mãe dele, eu não acho que teria sido um bom momento… 

 

— Desse jeito nunca vai conseguir contar, Yerin. - ele parecia desapontado. 

 

— Tae, não é só simplesmente contar…

 

— Eu sei, eu só não queria que você continuasse tendo de aguentar as grosserias dele. 

 

— Na verdade, ele não tem sido tão grosseiro…

 

— É, eu percebi. - ele comentou desviando o olhar. 

 

— Não precisa ter ciúmes dele, Tae. Eu estou apenas o ajudando. 

 

— A questão é que você já sabe o que aconteceu com o tal Jimin, se contasse a verdade não precisaria estar o ajudando. - do jeito que ele falava parecia ser algo simples. 

 

— O quê você tem? 

 

— Seu pai contou que Jungkook passou à noite aqui. 

 

— Sim, ele dormiu no chão, após eu ter feito um curativo no corte que ele sofreu de um psicopata. - eu não entendia o porquê dele estar agindo daquela forma. 

 

— Certo, eu não quero discutir com você por isso. 

 

— Nem existe um motivo para discutir, Taehyung. 

 

— Não um que você perceba. - ele disse ao sair do meu quarto. 

 

— Taehyung?! 


Notas Finais


Se eu n postar nenhum cap dps desse, é culpa da Claro pq tem mais cap (ಥ_ಥ)


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