História Devil Side - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, V
Tags Bts, Devil Side, Jimin, Jungkook, Rap Monster
Exibições 28
Palavras 1.320
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura ❤ (notas finais 👇👍👌)

Capítulo 18 - Manipulado.


“Eu ainda quero você, mas não quero seu lado ruim. Não quero sua vida assombrada, apenas você.”  

 

Yerin. 

 

Eu estava deitada em minha cama sentindo vontade de agredir fisicamente, Taehyung. Depois de termos discutido sem motivo algum ele parecia ter desligado seu celular, no fim disse o quê quis dizer, e saiu sem nem ao menos me dar a chance de me defender. 

 

Tudo bem que eu possuía culpa em relação a acusação que sofri quando ele disse que eu o estava deixando de lado, que nos últimos dias estava apenas focada na situação de Jungkook, e que por isso não conseguia dar à nós dois a atenção que eu dedicava antes. Mas ele sabia que toda aquela história me envolvia também, e que eu só estava tentando fazer o certo da melhor forma possível… Não era justo ele pensar que eu estava adiando essa situação, só para poder passar mais tempo com Jungkook. 

 

— Yerin-ah?! - meu pai parecia ter chegado da delegacia. - Yerin?! - eu não respondi, já imaginava o sermão que ganharia por ter feito o depoimento a favor de Jungkook, por ter ficado do lado dele. 

 

— Ela deve estar com o namorado. - alguém disse, parecendo descer as escadas. 

 

— Ou com o seu filho, que é o quê me preocupa. - pude ouvir meu pai dizer, enquanto eu já abria a porta do meu quarto em intenção de ver quem estava com ele. 

 

— Jungkook é um bom garoto, não ofereceria nenhum risco à sua filha. - era o pai dele? O quê esse homem estava fazendo aqui? 

 

Eu me sentei de frente para a parede ao lado do início da escada, pois daquele lugar eu poderia ter uma certa visão da sala de estar, e daquele encontro entre meu pai, e o Sr. Jeon. 

 

— Eu tenho minhas dúvidas, e tem gente atrás dele graças à você. Então prefiro que Yerin, faça outros amigos. - meu pai rebateu. 

 

— É por isso que eu vim parar aqui, quero fazer uma pergunta. - Jeon disse. 

 

— Uma pergunta sobre seus desafetos? Interessante. 

 

— Sobre o maior deles, Park Jimin. 

 

— Jimin? O quê o garoto morto poderia ter a ver com… - meu pai se interrompeu quando Jeon o mostrou um papel, o qual não consegui identificar por conta da distância. - O quê é isso? 

 

“Assassino”. - ele leu em voz alta para o meu pai. 

 

— Certo, um pedaço de papel com uma palavra. - meu pai comentou como se achasse graça. 

 

— Não foi só o pedaço de papel. - ele parecia retirar mais alguma coisa do bolso de seu blazer. 

 

— Um cordão? - meu pai perguntou enquanto eu só conseguia ver o leve reluzir da jóia. 

 

— Era o cordão da minha esposa, Heo. O Park deu pra ela, e ela deu para o bastardo. E aquele garoto, nunca tirou isso do pescoço. - só de ouvi-lo se referir à Jimin daquela forma, me dava vontade de expulsa-lo da minha casa. 

 

— Podem ter tirado dele antes do enterro…

 

— Um ano depois de você ter ligado para avisar da morte de Jimin, essas cartas começaram a ser enviadas para minha casa. É sempre a mesma coisa, uma folha para uma única palavra sem nexo, endereçada à Jungkook. Eu tentei descobrir de onde vinham, mas é impossível, me mudei uma dúzia de vezes, mas as cartas continuavam a chegar todo dia 13 de outubro. - Jeon contou. 

 

— Era o aniversário dele. - meu pai parecia perder o ar de descontração que possuía até aquele momento. 

 

— Essa chegou um dia antes de eu mandar Jungkook para Busan, eu precisei inventar que existiam pessoas atrás de mim, porque existe alguém atrás dele. Alguém que de alguma maneira quer falar com ele, alguém que estava com esse cordão e que sabe o efeito que ele teria quando eu o visse. 

 

— Eu tenho certeza de que o garoto está morto, mas amanhã mesmo eu irei checar isso. - meu pai o assegurou. 

 

— Preciso lhe pedir um favor também. 

 

— Qual favor? 

 

— Se o meu filho procurar por você para saber sobre o quê aconteceu com o bastardo, diga que a mãe dele, e eu internamos Jimin porque ele tinha problemas psiquiátricos, que era agressivo, e violento com Jungkook. - outra mentira? Como ele tinha coragem…

 

— Vai contar isso ao Jungkook? Tem tanta certeza de que ele não vai lembrar de nada, que vai mesmo o por contra a pessoa que o mais amava? - aquele homem era um monstro, a minha visão sobre ele estava totalmente correta. 

 

— Eu já contei, e se ele não se lembrou até agora, não irá mais lembrar.

 

— Não se arrepende mesmo do que fez com aquele garoto? - meu pai perguntou. 

 

— Me arrependo de não ter dado um fim nele antes de Jungkook ter nascido. - ele respondeu friamente. 

 

— Nunca entendi o porquê de tanto ódio, ele era só uma criança. - meu pai rebateu. 

 

— O sangue que corria em suas veias, já era um bom motivo para mim. 

 

[...] 

 

Eu enviei uma dúzia de mensagens dizendo que precisava vê-lo, que era extremamente importante que ele viesse me encontrar naquele parque, ainda naquela noite. Eu esperava que ele aparecesse ao menos antes da chuva, que parecia estar prestes à cair. 

 

— O quê você quer? - ele perguntou ao se aproximar do banco onde até então eu me sentava. 

 

— Eu preciso te contar uma coisa…

 

— Taehyung já me contou. - ele disse após me interromper. 

 

— O quê? 

 

— Ele contou que você já sabia que o meu hyung estava morto, mas que preferiu me esconder a verdade para me poupar do sofrimento. - ele tinha voltado à ser frio comigo, eu pude sentir isso em seu tom de voz. 

 

— Sim, mas…

 

— Sentiu pena de mim? - ele perguntou. 

 

— Não, se você me deixar falar…

 

— Se eu deixar você falar, irá mentir. Vai inventar um bom motivo para ter escondido algo tão importante para mim, quando você se quer possuía o direito de pensar em me esconder isso, Heo Yerin. - eu me calei ao perceber que ele realmente não me deixaria falar. - Eu não preciso da sua pena, não sou uma criança que precisa ser poupada...

 

— O seu pai está mentindo pra você, Jungkook! - exclamei ao interrompe-lo. 

 

— O meu pai? Claro. - ele disse com um riso irônico, pouco antes de me dar as costas. 

 

— Você precisa me ouvir, mesmo que não acredite, você tem que me ouvir! - eu andava à passos apressados até alcançar ele, que continuava seguindo até o cruzamento. 

 

— Por que não vai atrás de Johyun, podem fundar um hate clube contra o meu pai. 

 

— Talvez Johyun estivesse certo sobre o seu pai. - rebati o observando, enfim, parar de andar. - Sei que ele é tudo o quê você tem, e eu mais do que ninguém entendo como pode ser difícil pra você acreditar em mim, mas não é justo permitir que ele faça você acreditar que o seu irmão te odiava. - eu me aproximei dele, logo o voltando de frente para mim. 

 

— Todo mundo odeia, por que Jimin não iria odiar? Eu sou um monstro, e ninguém consegue amar um monstro, Yerin. 

 

— Você é muito arrogante, e grosseiro, mas não é um monstro. E as pessoas não odeiam você, elas apenas não sabem lidar com isso. - rebati. - Jimin não te odiava, Jungkook, e você deve sentir isso. Sei que não consegue acreditar nessa verdade à qual o seu pai lhe contou, não completamente. 

 

— Eu agradeço sua boa intenção, mas eu não acredito que meu pai mentiria novamente. - ele disse parecendo ficar ainda mais perto. 

 

— Acredita que Jimin odiava você? 

 

— É a verdade. 

 

Ele parecia tão irredutível, que naquele momento eu decidi novamente não contar o quê eu sabia. Seria minha palavra, uma quase desconhecida, contra a palavra do homem que o criou, e conviveu com ele desde sempre. Eu precisava provar o quê sabia, e era exatamente isso o quê eu iria fazer. 


Notas Finais


Se tiver erro me perdoem 🙏
Na ultima postagem o capítulo 17 foi duplicado, e eu não tinha percebido isso, mas já consertei.
Hoje era para a fic ser atualizada com 2 capítulos, um deles narrado pelo Parkin, buuut, eu tô tendo um terrível bloqueio causado por infinitos problemas que me tiram o foco (eu odeio quando isso acontece, mas acontece). Sempre peço paciência pra vocês, e hoje vou pedir de novo, já dizendo que na próxima atualização vou postar mais de 1 cap pra compensar. Obrigado pelos comentários super amorzinhos ❤ e pelos favoritos que dão aquela moral para as minhas madrugadas em claro ❤ vejo vcs na próxima atualização, e vou rezar pra santo Jungkook me abençoar com a criatividade, e me livrar desse bloqueio, amém 🙏 ~ chu chu


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