História Devil sleeps beside me... - Capítulo 42


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 68
Palavras 1.413
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi, pessoal... não me matem por favor!
Eu sei, último capítulo definitivamente e demorei messes para postar. Mas tenho uma desculpa! As coisas se complicaram feio na minha cabeça, tive um bloquei gigantesco!
Mas agora está ficando tudo bem, estou indo na psicóloga e, se tudo der certo, não vai acontecer de novo.
Bom, esse é o capítulo bônus do Nathaniel, eu realmente espero que gostem!!!
Por favor, leiam as notas finais, pois vou dar um aviso importante e que talvez deixem vocês felizes xD
Divirtam-se!

Capítulo 42 - Bônus 2 Love comes to everybody


            Nathaniel pov on

            —Estou dizendo, é estranho. – afirmava enquanto olhava para o teto e gesticulava – É uma situação impossível, afinal...

            —Afinal? – estimulou minha ouvinte de todas as semanas.

            —Ah... é diferente! É tudo tão calmo, minha cabeça não fica girando como antes, mas o estômago ainda se enche de borboletas e as palmas das mãos suam. Além disso, não penso mais nele o tempo todo... às vezes até esqueço que ele mora ao lado e que a janela de seu quarto fica de frente para a minha. Também parei de observá-lo enquanto dorme... – suspirei pela enésima vez – tudo porque agora “ele” é quem está na minha cabeça. Mas, como disse, é diferente!

            —O que é diferente, Nathaniel? – perguntou com uma voz gentil.

            —Eu já disse! Quando Rafael está perto fica tudo... calmo. Eu me sinto normal e não... eu não sei... psicótico? Louco? Paranóico?

            Ouvi um risinho e olhei para a pessoa na minha frente.

            —O que foi?

            —Tenho um novo diagnóstico para você, Nathaniel. O seu novo distúrbio se chama “amor”.

            Fiquei parado olhando-a por alguns segundos, até dizer:

            —Doutora... acho que agora quem está precisando de uma psiquiatra é você.

            Isso causou mais risos em minha médica que então me perguntou:

            —Quando vai se encontrar com Rafael de novo?

            —Hoje à tarde... – respondi desconfiado.

            —Então te darei uma tarefa. Preste bastante atenção em como se sente, o que te chama mais atenção e com o que se importa quando estiver com ele. É só isso por isso por hoje, Nathaniel, qualquer coisa você pode me telefonar.

            —O-Ok...

            —Tenha uma boa tarde.

            —Igualmente. – respondi pensativo enquanto saía do consultório.

*                   *                 *

            Tomava banho ainda pensando no que a Doutora disse. Amor? Até hoje só amei uma pessoa em minha vida, o Matt, apesar de ter sido diagnosticado como obsessão... bom... deixando isso de lado, será realmente possível que o Rafael tenha alcançado seu objetivo desde o início?

            Ouvi minha mãe me chamar, interrompendo meu devaneio:

            —Nathaniel, o Rafael está aqui!

            —Ok, mãe, pede pra ele subir. – gritei da banheira.

            Ia me levantando para encerrar o banho quando tive uma ideia bem melhor. Esperei até ouvir alguém abrir a porta do quarto.

            —Nathaniel? – ouvi-o perguntar baixo.

            —Aqui! – respondi, esperando que entrasse no banheiro. Ele deve ter pensado que estava me arrumando ou algo do tipo, pois ficou bem constrangido quando me viu na banheira.

            —N-Na-Nathaniel! V-Vou esperar no quarto.

            —Espere!

            Estiquei meu braço e segurei-o antes que o mesmo alcançasse a porta.

            —Por que não se junta a mim? – perguntei sugestivo enquanto dava meu melhor sorriso.

            Ouvi Rafael arfar enquanto analisava meu corpo.

            —Eu tenho alguma escolha?

            —Bom... – comecei, levantando-me da banheira, para que todo o meu corpo estivesse à mostra, chegando mais perto de Rafael e falando lentamente – Você pode voltar para o quarto mas, nesse caso, não poderia fazer isso aqui...

            Peguei suas mãos e coloquei-as em meu rosto, passando seus dedos por meus lábios. Passei a ponta da língua por seus dedos, semicerrando os olhos, mas sem perder o contado visual com os azuis à minha frente. Continuei o caminho com suas mãos pelo meu corpo, passando-as por meu peito, tronco e chegando à pélvis. Voltei uma delas à boca e suguei seu dedo médio enquanto sua outra mão era levada a envolver meu membro, apertando-o levemente enquanto eu soltava um gemido erótico e baixo.

            —Jesus, Nathaniel! – exclamou ofegante, tirando as mãos do meu corpo – Acho que eu realmente não tenho escolha.

            Sorri sacana, puxando-o para um beijo intenso enquanto tratava de despi-lo. Afastei-me para que Rafael pudesse se desfazer de seus sapatos, calças e boxers e, quando já estava nu, puxei-o comigo para a banheira. Não era muito grande, mas o suficiente para que ele pudesse se encaixar perfeitamente entre minhas pernas e encostar suas costas em meu peito.

            Passei as mãos por seus braços e comecei a distribuir beijos por seu pescoço, dando leves mordidas vez ou outra. Deslizei os dedos por seu abdome até o interior de suas pernas, ouvindo-o suspirar.

            —Você é lindo... – murmurei.

            Espera, o que eu disse?

            —O quê? – é, nem Rafael acredita que eu disse isso...

            —Você... – hesitei – Rafael, você é lindo.

            Ele virou de frente para mim. Apoiado nas mãos e com um sorriso no rosto, se aproximou e beijou-me suavemente.

            —Você está diferente hoje, Nathaniel... aconteceu alguma coisa? – indagou-me.

            —Eu acho que... – admito? – nada... não aconteceu nada. – terminei, puxando-lhe para mais um beijo, dessa vez mais longo e quente. Rafael aproximou-se mais, passei uma mão por suas costas, chegando a suas nádegas, e brinquei com um dedo em sua entrada até inserir o dígito, ouvindo um resmungo baixo – O que foi? Não é suficiente? – provoquei, lambendo-lhe o lábio inferior.

            —Não... – arfou – não é o suficiente... – sorriu, masturbando-me sob a água. Gemi em resposta e passei a masturbá-lo também enquanto preparava-o. – A-Anh! Na-Nathaniel, assim eu vou-

            —Não, ainda não... – sussurrei, afastando minhas mãos de si e sentando na borda da banheira – Venha, água não é um bom lubrificante.

            Rafael entendeu e se posicionou entre minhas pernas e passeou com a ponta dos dedos por elas. Observar aquelas mãos perfeitas em minhas coxas era provocativo demais, assim, passei a mão por seus cabelos, puxando-os e fazendo-o olhar para mim. Aproximei nossos lábios e sussurrei:

            —É melhor usar bem a língua, ou não vai andar depois...

            Ele sorriu e passou a língua pelos lábios, logo tomando meu membro em sua boca e sugando-o com avidez. Rafael executava os movimentos com maestria, parecia que ele ficava cada vez melhor.

            —Ah... R-Rafael... – gemi, fazendo com que o mesmo olhasse para mim. A visão que tive de cima foi demais.

            Não disse nada, apenas puxei-o da banheira e o empurrei contra a parede, rapidamente abraçando-o por trás e roçando meu membro em si.

            —Agora te reconheço melhor... – murmurou Rafael com um sorriso de lado.

            Soltei um grunhido ao pé de seu ouvido enquanto penetrava-o lentamente, ouvindo o menor gemer de modo arrastado, e suspirando ao entrar completamente dentro de si. Passeei com uma mão por seu tronco, subindo até seu pescoço e então descendo até o seu membro, dando-lhe a atenção merecida enquanto ouvia mais gemidos e me movimentava lentamente dentro dele.

            Apesar do momento não oportuno, lembrei-me do que a doutora me disse. Como eu me sinto? É tudo tão confuso... eu não sei...

            A pele de Rafael contra a minha me causa espasmos, suas mãos em meus cabelos, seus lábios... eu sinto... eu sinto que quero ser dono deles. Quero ser o único a tocá-los. Seu corpo me fornece sensações únicas, mas não é só isso.

            Saí de dentro de si e virei Rafael de frente. Nossos corpos estavam molhados não mais em água, e sim em suor. Passei uma mão por seus cabelos, retirando-os de seu rosto. Acho que o encarei por tanto tempo que se sentiu constrangido e corou.

            —Qual o problema, Nathaniel? Você está estranho hoje. – murmurou, desviando o olhar para o chão.

            Sorri, erguendo seu queixo para que me olhasse novamente.

            —Sabe, Rafael? Devo admitir que você é único. Quem diria? Parece que você atingiu seu objetivo.

            —Como assi-ahn! – gemeu quando o levantei pelas pernas, encaixando-me em si novamente e retomando os movimentos – Natha-ah! Ahn..

            Alternava minhas estocadas entre rápidas e lentas, por fim, adotando investidas rápidas e profundas enquanto masturbava-o até que ambos atingíssemos nosso clímax. Juntos. Arfávamos e sentia nossas respirações pesadas se misturando enquanto colocava Rafael de volta no chão e permanecia com meu rosto escondido em seu pescoço.

            —Nathaniel... – chamou, contornando meu corpo com seus braços em um abraço leve – você disse que eu consegui... o que quer dizer?

            Esbocei um sorriso de canto, o mesmo sorriso que lhe dei quando o conheci, e levantei a cabeça, olhando em seus olhos.

            —Quer dizer, Rafael, que eu te amo, meu pequeno.

            Ele, então, deu o sorriso mais lindo que já vi estampado em sua face. Aproximei nossos lábios, dando-lhe um beijo leve.

            Quem diria, eu, Nathaniel, perdi para o garoto que jurou me conquistar. Apaixonei-me por ele. Jurava que era louco, mas o louco diagnosticado sempre fui eu, Rafael foi só quem me salvou. Vocês podem dizer que ele seria minha nova obsessão, não os culpo depois de tudo que me viram fazer até aqui. Mas é diferente agora. Desde o começo foi. Eu amo esse garoto de mãos bonitas e olhos azuis. Prometo nunca mais esquecer seu nome, afinal, ele será o motivo de todos os meus sonhos e gemidos daqui para frente, não é mesmo?


Notas Finais


O que acharam???
Bom, não foi um capítulo muito longo, como disse, tive uns probleminhas quando comecei a escrevê-lo, mas espero de coração que tenham gostado. Essa foi minha primeira fic, e todas as considerações, cada favorito, cada leitor foi muito importante para mim. Muito obrigada à todos que me acompanharam e que deram uma chance à história.
Agora vamos dar a boa notícia, hehe...
Por muita insistência de algumas amigas, Devil Sleeps Beside Me terá um segunda temporada O/
Já aviso que não será agora! Mas terá. Já estou trabalhando em várias ideias xD
Bom, é isso, pessoas. Espero que alguém ainda esteja lendo e diga o que achou do capítulo.
Até logo!


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