História Devil Woman - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Atração, Colégio, Festa, Hot, Romance
Visualizações 13
Palavras 1.788
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Hentai, Mistério, Orange, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


1- Os personagens me pertencem e suas personalidades são fictícias .

2- As dramatizações também são de minha autoria.

3- Gostou da história? Perfeito! Agradeço muito, mas só curta e compartilhe, plágio é crime!

4-Eu não tenho ideia se vai rolar segunda temporada, mas vamos ver ao longo do tempo...

5- Os atores nas capas e no trailer são meros representantes.

6- Minha intenção não é ofender nenhuma religião com essa história, até porque não tenho nenhuma e respeito que cada um acredite no que quiser.

7-Por fim, desejo uma ótima leitura...

ViihXoxo

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Devil Woman - Capítulo 1 - Prólogo

Abri a porta da garagem da minha casa com um controle remoto, vi todas as vagas preenchidas com carros luxuosos e passei por todos sem dar importância, fui em direção a minha bicicleta e a tirei do seu lugar. Atravessei a rua correndo no meu veículo, companheiro de todas as horas que nunca me deixou na mão. Minha mãe sempre me incentivou a ir pro colégio num dos inúmeros carros importados de todos cantos do mundo, porém sou muito ligado a questões ambientais e prefiro utilizar o meio mais ecológico, mesmo que isso não me traga nenhum prestigio ou popularidade.

Por que é tão difícil para as pessoas entenderem que o ensino médio não vai definir o resto de suas vidas? Toda essa disputa de popularidade não vale a pena, já que daqui a dez anos ninguém lembrará da maioria dos amigos da escola. Não entendo como as pessoas só ligam para os padrões que são impostos. São apenas coisas que não servem pra nada, não acrescentam porcaria nenhuma em nossas vidas e muito menos em nosso espirito. Sim, sou um cara religioso e não tenho vergonha de dizer que ponho minhas virtudes à frente de qualquer desejo carnal, pois sempre frequento a igreja e tento ao máximo seguir os mandamentos da bíblia.

Fiz o mesmo caminho de sempre, correndo por entre os carros e passando pelos lugares que mais gosto de frequentar, o café, o boliche, o laser tag... Enfim, conheço Lima muito bem, sempre morei aqui e não pretendo sair tão cedo. Sou um pouco metódico, sempre que algo sai do seu lugar eu enlouqueço, por isso tenho meus próximos anos calculados na mente, vou fazer faculdade de medicina e prestar serviços no hospital público da cidade, depois que estiver formado eu quero casar com a garota dos meus sonhos, ter dois filhos apenas e passar minha vida servindo a minha família e a Deus. Soa até um pouco careta para um adolescente de dezoito anos, mas não me importo.

Cheguei na escola e coloquei a bicicleta no estacionamento apropriado. Primeiro dia de aula, estamos voltando das férias e esse é meu ultimo ano, eu mudei, mas parece que aqui nada mudou. Os jogadores de futebol, já com suas jaquetas do time, as líderes de torcida com seus uniformes, geralmente, eles são os populares e bom, a Angel é uma delas. Ela é a capitã das líderes e na minha opinião a mais bonita, inteligente e por sorte minha namorada. Nos conhecemos na igreja, eu ainda era um moleque de doze anos e assim que a vi fiquei completamente apaixonado por seus olhos castanhos e seus cabelos loiro-escuros que batiam na cintura. Ainda lembro dela me olhar com certa curiosidade, passamos anos trocando olhares, mas nunca fui capaz de conversar com ela ou puxar assunto, até que no verão passado eu a convidei pra sair e logo depois do inicio das aulas começamos a namorar.

—Hey Noah! —Bryan deu um soco no meu braço. Instantaneamente virei para retribuir o soco e cumprimenta-lo. Um pouco mais baixo que eu, ele trajava a jaqueta do time de futebol.

—Iai cara, o que fez nessas ferias? —Perguntei um pouco curioso, pois que eu me lembre ele não era tão bronzeado assim.

—Fui pro Caribe... —Ele suspirou e olhou pra cima. Tive que rir com a sua expressão. —Nunca vi tanta mulher gostosa num lugar só. 

—Então, vejo que se divertiu... 

—Noah, você não tem noção... —Ele passou a mão no cabelo, aquilo parecia um tique, chegou até a me irritar quando nos conhecemos, mas fui me acostumando. —Ainda não consigo entender essa tua história de celibato.

—Não é celibato. —Ri, ele sempre toca nesse assunto. —Eu vou esperar até o casamento, tem que ser uma coisa especial que vá além das expectativas.

—Ai amiga, conta mais. —Bryan fez uma voz afeminada e eu revirei os olhos. —Você tem noção que ta namorando a garota mais desejada do colégio? 

—Tenho sim, mas a Angel, assim como eu, quer esperar até o casamento.

—Então casem-se logo. Depois é só pedir o divorcio. —Falou como se fosse uma coisa simples.

Senti duas mãos taparem meus olhos, sorri, pois sabia que era a Angel. Reconheci seu toque delicado, ela é realmente como um anjo. Mantém delicadeza em tudo que faz e consegue cativar a todos.

—Do que os garotos estavam falando? —Sua voz suave se fez presente. Ela tirou as mãos dos meus olhos e me deu um beijo na bochecha.

—Sobre vocês adiantarem o casamento pra amanhã. —Bryan piscou pra mim.

—Como assim Bry? —Notei o semblante questionador dela. —Até outro dia você era totalmente contra o casamento.

—Não quando o casamento significar que vocês vão poder experimentar a melhor parte dos relacionamentos. —Ele nos olhou de forma sugestiva.

—Meu Deus, Bryan! Qual é o seu problema? —A menina que antes mantinha o tom de voz suave se alterou um pouco, notei que ela ficou incomodada com a brincadeira quando apertou nossos dedos que estavam entrelaçados.

—Calma amor, só foi uma brincadeira. —Passei a minha mão livre nos seus cabelos afagando de forma carinhosa, em seguida aninhou a cabeça em meu peito como se desse permissão ao carinho.

—Você deveria aprender a respeitar nossa religião, resolvemos esperar um pelo outro e pretendemos que continue assim até o casamento. —Sua voz voltou ao seu tom habitual.

—Me desculpa. —Ele coçou a cabeça desconcertado com o fora.

—Tudo bem, já vou indo. Tenho que encontrar algumas amigas. —Ela me puxou e selou nossos lábios rapidamente. Sempre que a beijava era como sentir a seda mais macia, seus lábios eram leves e a sensação era boa, e sim, me contentava com apenas beijos. Ela nos separou e me encarou com seus olhos grandes e inocentes. —Eu amo você.

Apenas tirou as mãos do meu rosto e saiu correndo para abraçar uma amiga. Enquanto isso os caras a secavam com o olhar quando ela passava, isso é uma coisa que me incomoda, principalmente quando ela usa o uniforme das líderes de torcida, porque aquela coisa deixava suas curvas bem marcadas e seu corpo era lindo. Mas quem sou eu para dizer o que ela deve ou não vestir? Isso me parece um pouco obsessivo e não pretendo sentir esse tipo de ciumes de ninguém.

Voltei meu olhar para Bryan que ainda encarava o chão sem jeito, não entendo o porquê dele agir assim, já que nada o deixa constrangido.

—Bry, desencana... —Dei um leve tapa em seu ombro. —Fica tranquilo em falar suas merdas pra mim, mas a Angel é muito sensível, ainda mais quando o assunto é esse.

Ele passou as mãos no cabelo novamente e levantou o olhar pra mim. Logo sorriu.

—Quando vai se juntar ao time de futebol? —Bry mudou de assunto muito rápido e quase sem perceber, eu o estava acompanhando pra dentro do prédio do Thomas Jefferson High School. —Aposto que as garotas não iriam resistir. Assim como é comigo. —Gabou-se.

—Eu não sei... Vocês parecem um grupo fechado demais. —Falei observando o corredor cheio de alunos, alguns novos e outros veteranos que já havia visto por ali.

—Você seria um dos melhores jogadores e sabe bem disso. —Parou quando encontrou seu armário. —Sempre vive dizendo que é a favor de ajudar os outros, porém não ajuda o time. 

—Ah cara, qual é? Eu não vou cair nessa sua conversinha fiada. —Ri quando ele ergueu seu dedo do meio.

—As vagas abrem daqui a algumas semanas. Poderia pelo menos tentar. 

—Você não me deixar em paz, não é mesmo? —Revirei os olhos quando ele soltou uma gargalhada alta atraindo alguns olhares.

—Não mesmo. —Fechou a porta do armário com força.

—Quem é essa garota? —Notei que Angel estava ao meu lado quando fez a pergunta.

—Que garota? —Perguntei sem entender.

—Aquela ali. —Ela apontou fazendo eu e Bryan olharmos na mesma direção.

A tal garota andava de forma confiante pelo corredor, não olhava para os lados, ou até mesmo para chão como a maioria dos novatos. A roupa que a mesma trajava era quase extraordinária, afinal, quem em Lima se veste desse jeito? Ninguém. Ela não parecia se importar com os comentários e muito menos com os cochichos, apenas andava parecendo que conhecia cada centímetro do lugar e o fato de ser diferente não a intimidava. Seus cabelos desgrenhados parecem possuir mais de uma cor, mas não era coisa igual a quem tinge, parece natural, tons ruivos e castanhos claros.

Senti um braço rodear minha cintura e me puxar para perto, olhei pra minha garota e passei meus braços ao redor dos seus ombros quase no automático, sou bem mais alto que Angel o que facilita isso. Ela encarava a novata de forma peculiar, quase competitiva. Por acaso aquilo era um ataque de ciumes? Instantaneamente sorri olhando pra ela, ignorando qualquer outra garota, ela já era perfeita e estava linda com a cara de poucos amigos.

—Caramba! Que gostosa. —Bry sussurrou, já que ela estava próxima.

—Aposto que vai ser mais uma que beija o time de futebol inteiro. —Angel fez questão de falar quando a garota desconhecida passou por nós. Quase não a reconheci falando daquele jeito, ela não é de julgar as pessoas. Além disso, Angie tem muitas amigas que já beijaram quase o time inteiro e não tem problema com isso.

Infelizmente eu e Bryan não fomos os únicos que escutaram as palavras desagradáveis da Angel. A menina que estava praticamente toda vestida de preto parou subitamente, ela não fez questão de olhar para trás. Apenas veio andando de costas, como um carro anda de ré e parou quando pôde ficar cara a cara com a gente. Ela usava uma maquiagem escura nos olhos, e não consegui desviar meu olhar deles. Eram tão diferentes, um azul quase cinza.

—Você, srt... —Ela pronunciou-se devagar, como se estivesse pedindo para Angel falar o nome dela. Senti que suas mãos apertaram ainda mais minha cintura e eu acariciei seus ombros.

—Angel Rose. —Disse firme.

—Você, srt. Angel Rose, se equivocou sobre uma coisa. —Ela prosseguiu e pude perceber uma rouquidão em sua voz. —Eu não vou beijar o time de futebol inteiro, eu vou transar com o time de futebol inteiro. —A menina sorriu de lado exibindo seus dentes perfeitamente brancos e alinhados.

Olhei de relance para Bryan que ria descontroladamente e abaixei o olhar encontrando uma Angel boquiaberta, aposto que minha situação não é diferente.

—A proposito, meu nome é Lilith Wilde. —Sinto um arrepio no meu corpo inteiro. Como alguém pode ter esse nome? Senti calafrios percorrerem minha barriga. —Foi ótimo esclarecer as coisas. Vejo vocês por ai.

Lilith piscou para Angel, que ainda permanecia em choque, em seguida retomou seu caminho no corredor sem olhar pra trás.

 

 

 

 


Notas Finais


Olá peoples! Espero que gostem dessa história, deixem seus comentários... ViihXoxo


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