História Devilish Angel - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Avenged Sevenfold
Personagens Personagens Originais, Synyster Gates
Tags Harley-davidson, Mistério, Synyster Gates
Exibições 103
Palavras 3.181
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII GENTE!

Tudo bem com vocês? QUANTO TEMPO! QUE SAUDADE!!!!!
Ok, parei djsfnsjkdf e ai galerinha, como vocês estão? Vim trazer mais um capítulo de Devilish Angel com todo amor e carinho do mundo! E DIGO A VOCÊS: SEGUREM OS FORNINHOS!!!!!!

POR FAVOR, NOTINHAS FINAIS SÃO MEGA IMPORTANTES!

Capítulo 6 - So baby pull me closer in the back seat of your motorcycle


 Eu ainda me perguntava o porque estava ali, eu só podia ser louca o suficiente para fazer isso. Realmente, eu tinha enlouquecido e estava cavando minha própria cova, um buraco cada vez mais fundo onde meu corpo mais cedo ou mais tarde descansaria sob os tormentos de decisões infelizes que eu havia tomado. A calça preta colada combinada com os coturnos e a jaqueta me davam o ar mais rebelde que podia existir na cidade pacata onde eu vivia, como a rebelde que o North West parecia evitar em seus corredores. A igreja passava seu ar sinistro, como em toda noite, combinada com o céu estrelado. As luzes amareladas e baixas davam um ar sombrio para aquela parte atrás da igreja, onde a Harley estava parada, mantendo o dono dela sentado na mesma. Suspirei fundo, notando que ele estava distraído, nesse momento eu desejava minha casa mais que tudo, meu quarto mais que tudo, minhas cobertas mais que tudo. E eu tive essa chance, mas não quis arriscar, já que Brian era um tanto arisco e boa parte do que ele falava, se tornavam verdades implícitas, fáceis de decifrar suas entrelinhas. Me aproximei mais da moto e vi seu corpo se enrijecer, antes dele virar para trás e notar minha presença ali, os cabelos negros bagunçados, como combinavam com ele.

- Achei que você realmente ia cometer a burrice de não vir, Summer. Fico feliz por ter mudado de ideia. – Ele sorriu e eu cruzei os meus braços, o encarando. – O que foi?

Eu não o respondi, apenas o encarei, esperando que ele dissesse que era pra subir em sua moto e iriamos para o Devilish. Enquanto fazia o caminho até aqui, cogitei diversas vezes voltar para a minha casa e que se fodesse tudo, mas com isso, eu daria o gostinho para ele me usar e pisar mais em mim, eu não poderia deixar isso acontecer. Então, decidi ser mulher o suficiente para enfrentar essa noite ao seu lado, só que dessa vez fazer o meu jogo. Eu não daria algum tipo de brecha para ele, ele teria que fazer por merecer para ter algum tipo de reposta da minha boca pra ele. Subi na moto, indicando que se ele quisesse ir, acelerasse essa droga de Harley Davidson e que fôssemos para o Devilish, se não, eu não me importaria de andar todo o caminho de volta para a minha casa. Ele deu de ombros, ligou a moto e o ronco dela podia ser escutado de longe, perguntei a mim mesma como que o Reverendo Haner não desconfiava de que seu filho, um falso santo, tinha uma preciosidade daquelas. Ou ele era cego demais ou Brian era esperto demais. Grudei em seus ombros, deixando que o vento beijasse meus cabelos longos por aquela estrada e algum curto período de tempo depois, estávamos estacionando na mesma ruela, no mesmo lugar em que Brian parava sua moto, como se aquele lugar fosse destinado a ele. Desci e antes que pudesse seguir meu caminho, senti sua mão puxando meu braço, como um pedido silencioso para que eu parasse. Eu parei, me virando e o encarei, de forma que vi seus olhos escuros, como se ele tivesse escondendo-se sobre uma névoa, impedindo-me de notar algum sentimento que ele não queria que fosse exposto.

- Me ignorando? Isso não é uma coisa legal a ser feita, Summer.

- Eu não estou ignorando ninguém. – Me aproximei dele e deixei que seus braços entrelaçassem minha cintura, colando nossos corpos. – Eu apenas cheguei a conclusão de que se você pode se divertir hoje, eu também posso.

A piscadela breve que eu dei, fez com que seus braços se afrouxassem de minha cintura, enquanto seu rosto se tornava sério. Sorri e sai andando, rebolando da melhor forma que conseguia, enquanto sentia seu olhar em meu corpo. Não bastou muito para ele me seguir e após alguns passos, estarmos parados de frente com a porta do Devilish, onde eu já podia ouvir uma música de alguma banda indie tocando abafadamente e podia ver as luzes piscando na escada que nos levaria para a perdição. Descemos as escadas de modo firme, a cada degrau descido, eu podia sentir a música entrando em meu corpo, emanando boas vibrações, fazendo com que meu corpo vibrasse com o ritmo. O lugar era um pub que podia esconder até os mais perversos segredos em suas paredes, onde parecia que eu me sentia em casa. Alguns rapazes passaram por nós dois e me lançaram sorrisos maldosos, qualquer um notaria. Senti a pressão em minha cintura e me virei para ver qual era o problema. Brian estava sério, encarando os rapazes que já estavam se perdendo na pista de dança, mais adiante. Mesmo por cima da jaqueta, sentia o calor da sua mão em minha cintura, como se um rastro de fogo se acendesse cada vez que ele fazia isso.

Ignorei o garoto e o vi bufar baixo, soltando um “eu volto logo”, antes de sair andando para o meio da multidão e mais uma vez, me deixar sozinha no grande pub. Direcionei-me para o bar do local e sentei-me em um dos bancos de estofado em couro vermelho, enquanto um barman sorria em minha direção, abaixei meu olhar e sorri, colocando uma mecha de meu cabelo atrás da orelha, enquanto pude ver ele vindo em minha direção.

- Nova no Devilish? Seja bem-vinda ao lugar onde seus maiores sonhos e desejos podem acontecer. No que posso ajudar a madame?

- Hum… Vejamos. – Olhei o cardápio e me senti perdida nas mais diversas opções de drinks que o pub oferecia. – O que você me indica?

- Posso saber primeiramente o nome da senhorita que pede por meus serviços? – Ele sorriu, fazendo com que eu sorrisse também.

- É Summer. Summer Davis.

- Já sei perfeitamente o que te indicar. Não saia dai, volto em um instante.

O barman saiu andando até o final do bar, devastado por garrafas de todos os tipos de álcool que se pode imaginar, arrisco-me a dizer que garrafas de todo o mundo residiam em seus espaços naquele bar. Abri minha jaqueta, por conta do calor que fazia ali dentro, o top preto destacava bem meus seios e combinado com a jaqueta, me dava o ar que eu sempre ousei passar para muitos onde quer que eu fosse. O barman estava voltando com uma taça em sua mão e sorriu ao ver que eu não havia me mexido um centímetro sequer, os olhos brilhavam como uma pedra de diamante, os braços malhados pareciam obras de algum anjo que havia o feito, o colete que ele usava não enganava muito, já que era colada o suficiente para ver o resultado da malhação em sua barriga.

- Um Summer Dream para uma garota dos sonhos. – Ele sorriu e piscou, senti minhas bochechas queimarem enquanto sorria de volta. – Espero que goste.

- Ele é feito de que? – Arrisquei-me a perguntar, mesmo não conhecendo tanto de bebidas quanto eu deveria. – E você me deve seu nome. – Sorri descarada.

- Um pouco de gim, capim santo, tônica e uma rodela de laranja pra dar o charme. Quando te perguntarem o significado do seu nome, você pode dizer que é por causa do drink. Você vai fazer sucesso. – Ele piscou e a vontade que eu tive de pular aquele balcão foi gigante. – E meu nome é Derek, inteiramente ao seu dispor.

Ele fez uma reverência como um verdadeiro cavalheiro, diferente do grosso do Brian. Beberiquei o copo e vi que o drink era bom, não o suficiente para me deixar tombada no primeiro copo, por isso virei-o rapidamente, sentindo o drink refrescar minha garganta. Sorri ao depositar o copo em seu devido lugar, enquanto o rapaz me olhava, com seus olhos verdes.

- Posso te pedir algo a mais? - Ele balançou a cabeça, afirmando. – Quero um Blood Mary, por favor.

- Pra você, faço o que você quiser.

- Aproveita e me vê uma dose dupla de Whisky, Derek.

A voz ecoou ao meu lado, sua expressão se mantinha dura e séria, enquanto ele encarava o barman de forma que parecia querer pular em seu pescoço. Senti novamente a pressão em minha cintura, só que dessa vez ela veio acompanhada com a surpresa, ato visto em seu rosto quando me olhou de cima a baixo, confirmando que tinha algum pano faltando ali. Motivo que praticamente o fez amarrar a cara novamente, o barman ficou sem graça.

- Desculpe Brian, eu não sabia que Summer era sua companhia. – Ele disse incomodado. Ahn… Perdão o mal entendido. – Prontificou em dizer e saiu para buscar nossos drinks.

- O que você pensa que está fazendo, Summer? – O garoto disse quando viu o barman se afastando cada vez mais.

- Curtindo, oras. Eu já te disse isso antes de entrarmos. – Bufei irritada. – Qual é, Haner? Você pode curtir com as suas vadias e eu tenho que ficar aqui com cara de tacho?

- Vadias? Mas que vadias, pelo amor? – Brian assumiu uma expressão confusa enquanto eu fechava minha cara e uma carranca tomava o rosto carregado de maquiagem.

- As vadias com quem você esteve falando, da primeira vez em que me trouxe aqui e agora. Brian, você acha que eu não vi? – Eu naquele momento queria virar o tapa no garoto enquanto ele me olhava confuso e depois começava a rir, minha vontade de bater nele aumentou pelo menos cem vezes mais. – Tá rindo do que?

- Do modo como você é patética e boba, porém linda com ciúmes. – Ele riu mais alto ainda.

- Como é? – Bufei irritada. – Eu não estou com ciúmes, você que é louco e imagina coisas onde não tem. Porém você deveria saber que, como um bom cavalheiro, você jamais deve abandonar sua companhia. Ainda mais para falar com piranhas que estavam loucas para pular em cima de você!

Ele começou a rir e senti sua mão apertar mais uma vez minha cintura, antes de se separar e puxar um dos bancos mais próximo da onde eu estava sentada. Seu olhar parecia perfurar o meu corpo, sério da forma que estava, porém aquilo fez meu ego inflar, afinal ele estava puto por me ver conversando com outro cara, aquilo era como uma virada no jogo em que estávamos nos metendo. Com eu havia dito, eu curtiria e esqueceria o que ele estava tentando fazer. Iria ser pior, mostrar para ele que eu não era aquilo tudo que ele achava que eu era, mostraria para ele que eu era pior. Muito pior.

Sem responder nada, nem questionar e muito menos dar satisfações sobre quem eram as garotas com quem ele conversava, ele virou sua dose dupla de whisky em questão de segundos, assim como eu fiz com o meu Blood Mary, sentindo-o me puxar para pista de dança, onde todos dançavam animados uma música eletrônica do momento. Aquele pub era um lugar de vários encantos, segredos e rebeldia instalada em um ponto da cidade, onde muitos acreditavam que não existia. Devilish era um lugar para se contar histórias das mais absurdas, assombrosas e inacreditáveis que se poderia existir, um lugar onde coisas insanas aconteciam sem sequer pensar nas consequências. E com esse espírito, foi o que deu as consequências do que ocorreria a seguir. Senti o calor do seu corpo encostando ao meu, enquanto eu me remexia da forma mais sensual que eu sabia fazer, afinal, havia feito apenas em meu quarto, sozinha com alguns pôsteres de bandas me olhando, nada mais. Ele parecia gostar da aproximação, assim como meu corpo respondeu a isso também, eu não sabia que maldição aquele garoto tinha, mas era algo que meu corpo ansiava até demais, como um flash, um momento de loucura, de insanidade. Ele me virou de forma que nossos corpos foram colados, enquanto seus olhos brilhavam na direção dos meus. Era como se o mundo tivesse parado ao nosso redor, mantendo somente nós dois naquele ritmo só nosso, naquele momento só nosso. Ele me encarava com um sorriso no rosto, aquele sorriso torto, coisa de bad boy, coisa que com toda certeza me destruiria em algum momento da minha vida ao me lembrar desse fato, ocorrido em uma das noites em que fugimos para a nossa liberdade. Uma noite somente nossa, sem máscara alguma, o santo filho do Reverendo que de santo não tinha nada e a falsa rebelde que na verdade era mais santa que a água benta que davam na igreja local. Ambos com suas histórias e algo em comum: as mentiras em que viviam afogados, lutando contra a correnteza, para não se deixar levar por todos os problemas que acarretariam no decorrer de suas vidas.

Eu não vi o instante em que ele havia me atacado, mas sei que foi algo completamente sem igual. Senti seus lábios ferozes alternando entre meus lábios e meu pescoço, que mostrava a cada toque, se render mais e mais. Brian me puxou para fora daquela pista de dança e me levou para um lugar menos movimentado, onde me prensou entre uma das mesas de sinuca que tinha por ali, colando nossos corpos e fazendo com que nossos beijos se tornassem violentos e necessários, como se fosse uma luta para a vida, onde ambos encontravam suas forças no beijo. A jaqueta foi arrancada com força do meu corpo e eu suspirei alto, quando senti os beijos indo em direção ao meu colo, senti algo roçar entre as minhas pernas pela calça e pude notar o membro do filho do pastor tomar vida em seu corpo, sorri e puxei seus cabeços, onde com um gemido que misturava prazer e raiva, saiu de seus lábios que não se desprendiam de meu corpo nem um minuto sequer. Ele me levantou sem dificuldade alguma, me colocando sentada na mesa de bilhar, onde senti seu corpo me prensando cada vez mais enquanto eu entrelaçava minhas pernas, presas por uma calça jeans de lavagem clara, em sua cintura. Por Brian ser mais alto que eu, pude senti seu membro ereto roçar em minha coxa, o que me fez ansiar por aquilo cada vez mais. Brian sorriu ao sentir meu corpo clamar por ele.

- Eu sei que você quer isso. Tanto quanto eu. – Ele sorriu torto. Cafajeste. – E talvez essa seja a hora ideal para você experimentar uma ida para o Inferno e também para o Céu.

Dito isso, o moreno sorriu e em seguida me beijou com ferocidade, puxando os meus lábios enquanto um gemido rouco saía de minha garganta. A jaqueta que enfeitava meu corpo, deslizou por meus braços e notei Brian sorrir ao ter aquela visão que ele parecia tanto amar. Meus seios apenas cobertos pelo top preto que tanto lhe causou ciúmes, apenas daquela forma para ele. Ouvi-o arfar enquanto ele trilhava um caminho de beijos entre meu pescoço, seguindo em direção aos meus seios cobertos. Senti sua mão tocá-lo com cima do top, enquanto minha cabeça era jogada para trás, em aprovação ao seu toque. Sua mão esquerda, direcionou-se as minhas costas, no intuito de retirar o top, eu sabia que ele queria foder ali mesmo, sem sequer se importar com as pessoas que dançavam e bebiam a alguns passos dali. Ele não se importava e eu muito menos. Eu estava pronta para ele, mesmo sem sequer notar ou querer, eu estava pronta para ele. Ele. Nossos beijos esquentavam a cada segundo passado, minhas mãos espalmaram sua barriga malhada e eu senti como estivesse indo ao Céu, tocando uma de arte esculpida por anjos querubins.

Eu já estava cada vez mais sem noção do que estava fazendo, afinal, o filho do pastor parecia ter esse tipo de poder, suas mãos me tocavam sem pudor, como se a qualquer minuto eu pudesse sumir e ele quisesse aproveitar cada vez mais de seus toques. Arqueei a cabeça para trás a fim de sentir melhor seus toques, seu lábio trabalhando em meu pescoço. Éramos como feras, prontas para se atracarem, nossos movimentos chegavam a trepidar de leve a mesa onde estava sentada. Com um impulso rápido, Brian se colocou em cima da mesa, deitando-se e apoiando seu corpo contra o meu, cobrindo o meu corpo, de forma que eu pude sentir seu membro me fazer uma doce cócega por entre seu jeans negro como a noite. Sua mão já escorregava para o zíper da calça apertada em que eu estava vestida, senti o movimento de ter a peça aberta, já estava imaginando a sensação de tê-lo dentro de mim, quando uma tosse sarcástica atrapalhou tudo. Brian se levantou, a modo de ver quem nos atrapalhava e eu tentei me esconder em seu corpo, com a finalidade de abaixar um pouco meu fogo.

- Ora Haner, já te falamos da política do Devilish, não? – Eu reconheci a voz. Era Derek que estava ali, senti a decepção em sua voz, afinal, ele estava dando em cima de mim e eu como uma boa vadia, ao ver do North West, correspondi.

- Qual o seu problema comigo, hein Derek? Não pode nos deixar em paz por algum momento?

- Eu até gostaria, mas não quero perder meu emprego por causa de você. Se quer comer a garota, sabe da existência de um motel na saída da cidade. Vá para lá. Mesmo com tantos motivos, o Devilish ainda é um bar respeitado. E você sabe das nossas regras.

O rapaz fuzilou Brian com o olhar, enquanto o moreno bufava e dava as costas ao barman, ignorando-o de todas as formas possíveis. Eu me levantei e pulei para fora da mesa, abaixando-me e pegando a jaqueta que estava jogada, o filho do pastor veio até mim e me abraçou, enquanto eu fazia um carinho gostoso em sua nuca.

- Eu sinto muito Summer, mas não vai ser hoje que você provará um pouco mais de mim. – Ele riu e me beijou calmamente. – Vamos?

- Para onde? – Perguntei animada, enquanto me ajeitava e Brian entrelaçava nossas mãos.

- Casa. Você já aprontou demais hoje. – Ele riu, eu fiz um bico e antes que pudéssemos ir atrás de sua Harley, ele me prensou na parede do Devilish, a noite logo se tornaria manhã e voltaríamos a nossas vidas, enquanto ele se escondia sob a máscara de bom filho e eu, voltaria a ser a vergonha para os meus pais. – Prometo que teremos muitos encontros como esses, Summy. E dessa vez, eu não vou deixar você na vontade.

Sua boca pairou sobre a minha, chupando meus lábios com vontade. Naquele exato momento, soube o que era estar molhada por um cara. Eu estava por Brian. E queria que se fodesse se estávamos na rua deserta, na porra do Pub ou onde quer que estivéssemos, eu queria estar apenas com ele. Eu queria que ele me desejasse da forma em que ele estava me desejando dentro daquele maldito Pub. Droga!

Ele sorriu e me selou mais uma vez antes de nos separarmos e irmos em direção a sua Harley Davidson, estacionada sempre no mesmo lugar. Naquela noite, enquanto voltávamos para casa, eu o abracei, desejando que jamais pudesse me separar de seu corpo. 


Notas Finais


Bom meus amores, por enquanto é isso ai!
E eu queria muito fazer um desabafo. Principalmente que eu sei que não tô em condição de exigir nada, mas poxa... Os comentários são fundamentais para saber o que vocês estão achando. Agradeço, e MUITO, quem tá comentando na história. 65 visualizações, apenas 5 comentários no último capítulo. Tudo bem, sei que TODOS NÓS temos nossa vida, principalmente vocês, assim como eu, que não estou passando por momentos fáceis, mas escrever é a minha única forma de distração e eu to ralando muito com essa história para todos vocês, se ninguém coopera, ambos os lados ficam sem coisas boas, não acham? Então, por favor, nem que seja um "ei, continua", comentem. Eu AMO conversar com vocês, surtar com vocês e sei que vocês também AMAM quando eu paro pra responder todos vocês (nem me achei né jsdnfljsd).

Enfim, amores. É isso. Desculpem mesmo se fui rude ou algo do tipo.
Eu amo todas vocês e mais uma vez agradeço pela atenção dada a Devilish Angel.
Um beijo e até a próxima! ❤


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