História Devils Among Us - Capítulo 6


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Categorias One Direction, Originais, Os Instrumentos Mortais
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan
Tags Clave, Harry Styles, Idris, Liam Payne, Louis Tomlinson, Luta, Niall Horan, One Direction, Os Instrumentos Mortais, Sexo, Tortura, Violencia
Exibições 10
Palavras 1.268
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Saga, Sci-Fi, Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpe a demora! Espero que gostem!
L. Hith

Capítulo 6 - This Can't Be Happinin'


Cassie   

 

Conseguíamos ouvir a música alta daquela pequena boate há quilômetros. Assim que paramos em frente a enorme fila, cheia de pessoas maquiadas e prontas, com o objetivo de tentar conquistar alguma alma perdida por uma noite. Isso era ridículo. Nós podíamos simplesmente entrar nesse lugar sem parecer uma vaca mal amada. Suspirei incrédula e Kate riu do minha frustração.

                - Você esta vestida assim também. - Virei para ela sem entender sua colocação, enquanto observava mais pessoas parando atrás de nós. Não entendo como uma pessoa pode gostar de vir aqui. – Você também está vestida como uma vaca mal amada.

                - Nossa, obrigada Kate! – Ela riu e jogou sua enorme trança platinada para trás. – Você deve adorar poder ler a mente de pessoas.

                Ela deu de ombros e respirou fundo, seguindo o curso da fila. Éramos as próximas.

                - Já conversamos sobre isso. – Sim, eu sabia disso. Desculpe Kate. – Não se preocupe, não estou brava. E você tem razão, elas são mesmo vacas mal amada.

                Rimos.

                - O que elas pensam?

                Kate olhou em volta a procura de um alvo perfeito e assim que achou se ajeitou em uma posição reta e apontou para uma menina ruiva que conversava que seu grupinho grudento de amigas, as quais estavam paradas ao lado de um poste de luz. Ri. Seria uma pena se elas fossem eletrocutadas.

                - A ruiva quer achar o homem da sua vida aqui dentro, enquanto as amigas dela pensam que ela é um caso perdido e só querem usufruir do dinheiro da amiga iludida, que pelo que estou vendo, é milionária.

                - Depois chamam a gente de sanguessugas.

                -[ PRÓXIMAS]  

                Uma voz grossa retirou a minha atenção das meninas. Olhei para frente e Kate deu uma piscadela para o guarda que fechava a entrada. Em menos de segundos o grande homem abre o espaço para nós passarmos.

                - Espero que encontre algo divertido ai dentro, Izzie e Milly.

                - Izzie? Milly? O quê?

                Kate riu e deu de ombros.

                - Infelizmente aquele cara é um mal comido da porra e acha que nós somos as prostitutas que ele contratou semana passada.

                - Inacreditável!

                - Nem me diga. – Kate antes de entrar no salão lotado. – Fico impressionada como um homem com o pinto tão pequeno como aquele ainda consegue dar prazer para uma mulher!

                - KATE!

                - O que foi? É verdade!

                - AGORA VOCÊ TEM VISÃO RAIOS-X?

                - NÃO! Eu tenho bom senso e boa visão! Eu não vi volume naquela calça!

                - KATE!

                - O QUE FOI? VOCÊ VIU?

                - O QUE? MAS COMO... NÃO!

                - Precisa prestar mais atenção nisso, amiga.

                - Kate, nós viemos aqui para uma missão! Podemos termina-la?

                - Claro! – Ela disse levantando as mãos em um sinal de rendição e riu assim que pisou na pista de dança. – Só não diga que eu não avisei.

                - KATE!

                - Tsc Tsc Tsc. Aqui eu sou Izzie e você, minha cara... – Ela tocou meus ombros com uma expressão de empatia – É Milly.

                - Por quê?

                - Por que vai que os meninos ouvem algo sobre nós. AH... – Ela bateu na cabeça dela como se tivesse esquecido algo. – E eu estou cuidando para que todos eles nós vejam como Milly e Izzie. Mais fácil para chegar perto deles.

                - Verdade.

                - Ei gracinhas, será que pode dar licença, ou vão querer ser fodidas nessa festa agora?

                - Fodidas? Com objetos você quer dizer... – Kate olhou para o menino loiro de olhos verdes e eu ouvi seus amigos rirem. – Por que com isso que você tem, nem uma Barbie pode se sentir “fodida”. Vamos, Milly.

                É, hoje a noite será uma criança.

 

 

 

Kate

 

                A música alta vibrava nas minhas células. Dava para ter uma noção de como a Cassie se sentia ao controlar a eletricidade. Era muito boa. Isso eu tinha que admitir. Baladas humanas até tem música legal.

                - *The big big bang* - Comecei cantar ao mesmo tempo que mexia meu corpo, seguindo cada batida - *The reason I am alive, when all the stars colide, in this universe inside*

                Assim que senti duas mãos em meu quadril, por incrível que pareça não me senti assediada. Não conseguia. Estava muito louca para me sentir assim. Continuei a dançar e virei lentamente, sentindo a respiração do homem acelerada em meu pescoço, começando a me enlouquecer. Até que enfim um homem com atitude. Percebi que suas mãos eram enormes, pois cobriu meu quadril inteiro, e tenho dizer que são grandes. Quando meu nariz encostou o nariz do cara, não hesitei em colar nossas bocas e pelo jeito, nem o homem. Suas mãos massageavam toda minhas costas e desceu completamente para a bunda, onde a apalpou sem dó. OH MEU DEUS, EU ESTAVA AMANDO ISSO. Nossas línguas dançavam desesperadamente e senti a eletricidade daquele beijo me levar à loucura. Quem é esse homem? Em segundos ele desgrudou a nossas bocas e começou a beijar e mordiscar meu pescoço lentamente. Gemi de uma maneira sufocada. Eu iria ter um orgasmo ali, no meio de todos. Abri meus olhos ou pouco e vi que ninguém se importava com o que estava acontecendo ali. Sem perder tempo, fui descendo as minhas mãos rapidamente para seu “amigo” e assim que o apertei gentilmente, o menino soltou um gemido abafado em meu pescoço. Ele estava tão excitado quanto eu.

                - Acho melhor nós irmos para o banheiro. – sussurrou  homem de uma maneira suplicante. Aquela voz. Era muito familiar, mas não conseguia pensar em nada mais no momento. Apenas assenti e o senti me puxando para um corredor escuro, aonde se encontrava o banheiro. Abrimos a porta rapidamente assim que olhei para o espelho gelei completamente.  AI MEU DEUS. NÃO! Afastei-me rapidamente e o vi rir. Seu cabelo moreno estava molhado de suor, assim como seu corpo inteiro. E que corpo... CALA A BOCA, KATE. Seus olhos verdes me olhavam com deboche e outro sentimento que não consegui decifrar. – Olha o que encontrei aqui...

                - Estava procurando por você e seus amigos... – Disse eu, tentando fazer o papel de sedutora para esconder meu espanto.

                - Quer tentar orgia? Não acha isso um pouco demais?

                 Ri e sentei na pia tentando recuperar o fôlego. Percebi a surpresa em seus olhos, por que não esperava por essa minha reação.

                - Com você? Não, obrigada.

                - Mas até agora você queria. – Ele sorriu com deboche, deixando aparecer àquelas malditas covinhas. Ai como ele é lindo.

                - Pensava que você era outra pessoa.

                - Ah! Sim!  - Ele riu. – Como quem? Pelo que eu vi você não tem mais amigos...

                - Como você me reconheceu?

                - Você era você. Nada de diferente!

                Droga! Eu devo ter perdido meu foco! AI QUE MERDA! CASSIE!

                - Espera ai... Como assim que não tenho mais amigos? – Desci da pia e comecei a me aproximar de Harry. – O QUE VOCÊ FEZ COM A CASSIE?

                - Eu? Nada! – Ele deu de ombros e sorriu – Estava ocupado demais cuidando de você...

                - VOCÊ OU ALGUM DE SEUS AMIGOS IDIOTAS A MACHUCOU, EU JURO POR DEUS QUE...

                Mas antes que eu pudesse dizer qualquer outra coisa, a porta do banheiro se abriu e uma mão tocou nos ombros de Harry. Fazendo-o gemer de dor e cair subitamente.

                - CASSIE! GRAÇAS A DEUS!

                - Temos que sair daqui agora!

                - Ainda não! Precisamos matar eles! Todos eles!

                - Agora não dá! Te explico no caminho, é importante!

                - O que é mais importante que a morte deles!

                - A morte do seu irmão!

            Aquelas palavras me empurram. Meu coração apertou e percebi que meu mundo iria desabar. Isso não pode estar acontecendo.


Notas Finais


Espero que estejam gostando! Muita coisa para acontecer! :)
Lauren Hith


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