História Dez coisas que odeio em vocês - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jin, Suga
Tags Drama, Yoonjin, Yoonseok
Visualizações 16
Palavras 844
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Lemon, Luta, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem, votem aí!

Capítulo 2 - Segundo capítulo


O som que saíam de seus lábios se tornaram melodias em meus ouvidos, Kim SeokJin — ou Jin, como prefere ser chamado — estava rindo tão naturalmente, inocentemente seduzente.

Seu braço direito estava sobre meus ombros, sua mão balançava ao compasso de nossa caminhada.

— Não acredito que disse aquilo para a senhora Shin, isso foi hilário! — Exclamou rindo.

Pelo seu olhar pude ver a sinceridade, ele realmente achou engraçado, não sei exatamente porquê, mas achou, o canto de minha boca se retorceu, um pequeno sorriso meu acompanhou suas gargalhadas.

Atravessamos a rua chegamos na faculdade, Jin está fazendo engenharia, o prédio de sua faculdade é ao lado da minha, todos os dias vamos caminhando e conversando, na volta a mesma coisa, mas cada dia que se passa mais interessante e viciante fica, não suporto a ideia de passar um único dia sem o vê-lo, trocá-lo e principalmente conversar com ele, isso é necessário para minha sanidade, se ainda tenho um pouco dela é por causa dele, uso pequenos gestos para demonstrar minha gratidão, desejo mais do que tudo que ele perceba, não ache que sou ingrato, ele sabe — provavelmente — o quanto ele é importante para mim.

Eu realmente nunca tomei alguma decisão sem tê-lo em minha mente, sem me questionar se ele aprovaria minha ação, se a resposta for não, eu simplesmente não fazia, ele é a única pessoa que confio o suficiente para me orientar com tanta confiança.

— Tchau, o portão já vai fechar, melhor entrarmos! — Fiz um sim com a cabeça, com passos sorrateiros ele se aproximou e me envolveu em seus longos braços, sua bochecha fria roçou na minha, suas mãos deslizaram sobre minhas costas cobertas, sua respiração leve em meu pescoço, um último aperto e a separação.

Dei um pequeno sorriso pra ele e logo entrei, sem olhar novamente, sem dizer alguma coisa, eu apenas fui.

Assim que coloquei os pés dentro daquele ambiente branco, com uma iluminação fora do normal, cheia de hipócritas e medíocres, inclusive a professora.

Maldita!

Fui em direção ao meu lugar, quinta cadeira da primeira fileira ao lado da janela. Joguei minha mochila azul marinho sobre a mesa e peguei meu fone e comecei a escutar uma música qualquer...

* * *

—Yoongi! Min Yoongi! — ouvi uma voz longe me chamar, lentamente abri meus olhos ainda semicerrados.

— O que foi?! — Foi a megera da Mi-Chan, falei em um tom um pouco grosseiro, ela não gostou nem um pouco.

— Você estava dormindo!

— Ah, você jura?! — Posso ver sua respiração um pouco desregulada, seu olhos negros como a noite, seu cabelo claro como o sol, sua boca vermelha como um morango, tão natural, se eu não tivesse olhos hábeis não poderia ter notado o leve rosado em suas bochechas... Maquiagem.

— Responda a pergunta — pediu.

— Qual pergunta? — Realmente não acredito que tive que perguntar isso, ela percebeu que não ouvi, não sei se é sarcasmo ou burrice.

— Já iniciou o trabalho que pedi? — Falou já calma.

Pisquei lentamente, cenas de ontem a noite, eu na frente da tela do computador, a fotos deles, o título, mas nenhum tópico, nenhum ódio, apenas dor de cabeça.

—O que lhe importa?! Você tem que ver o trabalho final, não como foi feito, o tempo necessário, deveria se preocupar com outras coisas, já sabemos que temos que fazer, não precisa ser importuna e ficar nos perturbando! Já não basta ter que ver sua cara quase todos os dias?!

Seu rosto focou branco como uma folha sulfite, ou até mesmo como a neve que cobre a cidade. Mesmo com toda aquela maquiagem não foi suficiente para disfarçar seu espanto.

— Eu apenas quero acompanhar o trabalho de vocês, muitos já trouxram e outra, você estava dormindo, se ficou vadiando com alguma vagabunda pela noite e não fez o trabalho a culpa não é minha, então por favor pegue suas coisas e retire-se da sala! — Finalizou apontando seus longos dedos para a porta.

Não havia retirado meu material da mochila, então só a peguei e caminhei em direção à porta não estava afim de ficar mesmo, provavelmente sairia no intervalo. Não que eu achasse certo matar aula, mas às vezes é necessário.

Perto da porta eu me viro para a professora — a sala toda me fita, uns com pena outros com uma expressão de deboche —, levo minha mão à minha boca formo um pequeno bico com os lábios e solto minha mão no ar em direção a ela, todos seguraram a risada, eu torci um dos lados de meus lábios e saí.

Andei alguns corredores, achei um banco e sentei, inclinei minha cabeça na parede e comecei uma respiração pesada, flash de alguns pesadelos me encontraram, suor frio descia em meu rosto.

Um toque quente em minha bochecha esquerda fez com que eu abrisse meus olhos — relutantemente —, então as coisas melhoraram, minha visão mrlhorou.

— Você não parece estar bem, está muito pálido, até mesmo para você! — Qualquer índico de irritação que eu poderia apresentar se foi com sua presença, eu sorri, seu olhar de preocupação ainda era presente, típico dele, tipo do Jung ho-seok.



Notas Finais


Valew!


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