História Dez motivos para odiar Kim Taehyung - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bottom!jungkook, Bts, Kookv, Minnie, Taekook, Top!taehyung, Vkook
Exibições 786
Palavras 2.926
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Festa, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


/corre

Capítulo 12 - Park Jimin mais babaca que Kim Taehyung? Verídico.


Estava puto.

Muito puto.

É, o filho da puta do Jeon Jeongguk esqueceu que hoje é meu aniversário, consequentemente Jung Hoseok e o veado do Kim Taehyung também.

E, agora, sozinho na casa do Gukkie, assistindo — ou tentando assistir — algum dorama vagabundo, desejo eliminar todos os três garotos de uma maneira violenta e sangrenta.

Aparentemente calmo, mas por dentro me corroendo pela vontade de gritar com todas as pessoas que passavam por mim, e que justamente também não se lembravam de que faço anos hoje!

Estou sozinho, desolado, na casa do meu melhor amigo — agora ex — a espera de algum milagre que faça com que seu encontro com Taehyung dê totalmente errado, assim como o do Hoseok, incrível que ambos resolveram ter encontros no dia que deveriam estar ao meu lado, sim?

Mas, esse não é o pior ponto, e que mais me deixa puto mesmo é que ao menos a senhora Jeon olhou no fundo dos meus olhos e desejou felicidades, somente disse que logo, logo, os meninos estavam em casa, e que se eu quisesse, poderia aproveitar o edifício.

No entanto, como ficar feliz em um lugar completamente vazio e desprovido de qualquer animação? Se alguma alma viva souber de quaisquer truques, fazer o favor de me contar, pois o meu ódio supera qualquer outro sentimento, e está acima da minha compreensão de imaginar algo para fazer, enquanto espero que a foda de Jeongguk não dê certo, e que seu pau broxe com o Kim.

Sobre Jung Hoseok... Fico na dúvida se esse cavalo gosta de mim, até porque o que temos é algo totalmente superficial, como amigos com benefícios, sim, é isso, admito para vocês que possuo certa admiração por esse idiota, mas não é como se fosse maior do que com a minha paixão secreta, guardada a sete chaves no meu baú pessoal.

Tais pensamentos estavam me assombrando muito, tanto que não consegui prestar atenção nas cenas que passavam na televisão, e assim, somente notei quando começara um programa de culinária qualquer. Talvez, o melhor a se fazer seria ir caminhar pela cozinha em busca de comida, mas a preguiça falava um pouco mais alto, o que me obrigou a contar até dez, respirar fundo e levantar daquele sofá, que era de fato, maravilhoso.

E quando o fiz, me arrependi, pois preferia mil vezes me jogar no móvel e dormir ali, no entanto, ainda não era a minha casa, então não deveria ser tão folgado dessa maneira, por isso andei a passos lentos para o cômodo dito anteriormente, e assim que acendi as luzes, me deparei com múltiplas possibilidades de lanche, e sorri grande, de fato, alguém estava prevendo uma visita inesperada e deixou algo espalhado pela mesa.

— Acho que deveria agradecer... Ou não.

Sentei-me na cadeira e ataquei o saquinho de jujubas que estava entreaberto. Deliciava-me com tal doce, que não minto, é o melhor, depois de chocolate, mas ainda sim, o melhor, segundo lugar.

Já o terceiro fica com pirulitos, sim, amo bastante, e nunca falta em minhas mochilas; somente quando preciso dividi-la com Jeongguk, o que me impossibilita, pois ele furta meus causadores de diabetes, e os devora como se fosse um temível mostro de açúcar, e não venham me dizer que minha imaginação é muito fértil, porque eu já sei disso.

Não fazia a mínima ideia de que horas eram, mas certamente era deveras tarde considerando que passei a maior parte da tarde na casa de Jeongguk, a sua espera e planejando meticulosamente sua morte, que decidi que o melhor a se fazer era jogá-lo na linha do trem, e amarrá-lo ali até que todos os seus órgãos voem conforme tal passasse por cima de seu corpo, e de preferência sem roupa alguma, para que ninguém saiba quem de fato fez aquela crueldade com o Jeon.

— Ainda aqui?

Pulei da cadeira assim que escutei a voz rouca adentrar os meus ouvidos de maneira temerosa e incrédula, do mesmo jeito que fiquei ao encarar sua face levemente rubra, mas normalmente branca como a de um fantasma.

— Você me assustou! — Afirmei, levando a destra até o peito esquerdo e verificando o imaginado: meu coração estava praticamente a mil por hora. E meu desejo de assassinar Jeongguk só aumentou.

— Eu entrei na minha casa, Jimin, quem deveria estar assim sou eu. — Rebateu, cruzando os braços na altura do seu peito e me fitando daquele mesmo jeitinho questionador de sempre. — Aliás, o que pensa que está fazendo?

Umedeci os lábios, lembrando-me de que em algum momento Jeongguk pareceu se recordar da data de hoje. Talvez não fosse importante para si como ele era para mim.

— Tia... A tia me deixou aqui, te esperando, e eu já estava de saída. — Murmurei, sentindo meus olhos lacrimejarem e rapidamente desviei o olhar para os doces em minha mão, levando-os até a boca na tentativa falha de distração, e logo me levantando para seguir rumo a minha casa.

— Espera, Jimin, você estava à tarde toda me esperando? Porque minha mãe saiu cedo... — Questionou, se aproximando de mim e me abraçando apertado, em um pedido mudo de desculpas, o problema era que na verdade não foi isso que me deixou tão frustrado.

— Sim, eu... Fiquei, seu imbecil.

— E por quê? — Não pude evitar circular seu pescoço com os braços, buscando retribuir seu abraço, e meus olhos se fecharam sozinhos, acostumados com sua presença magnífica, desde sempre, já que Jeongguk era meu melhor amigo, e éramos irmãos de família diferente.

— Porque... — Calei-me antes de completar a frase, se ele não se lembrava de que o amigo fazia anos, não seria eu a avisá-lo, pois nossa relação sempre fora deveras bonita, e ele deveria ter algum motivo. Talvez eu o perdoasse, mas não chegaria a o fazer com os outros. — Só queria passar um tempo com você, já que de repente me trocou por Taehyung...

— Ei! Isso não é verdade. — Ganhei um empurrão em resposta e sorri, me afastando, mas ainda encarando o fundo de seus olhos, procurando absolver quaisquer resquícios que pudessem me comprovar que de fato, deveria me preocupar com seu esquecimento repentino.

— É sim, não neguemos os fatos verídicos! — Ri alto, buscando mais alguns doces acima da mesa e assim que os toquei, o som alto e estridente do meu celular ecoou pela cozinha o que me fez dar mais um solavanco e escutar as risadas altas de Jeongguk.

Admito que somente aguardei uns segundos antes de atender meu pai porque a música tema era muito maravilhosa. All you wanted, da Michelle Branch.

— Boa noite, senhor Park, quais as novidades? — Perguntei animado, mas a demora em obter uma resposta me fez recuar uns passos para trás, me apoiando na mesa e tendo o moreno ao meu lado, me observando atentamente. — Pai?

— Ji-Jimin... — Sua voz era fraca, longe e ele respirou fundo me deixando atônico para o possível problema que estava acontecendo.

— O-o que foi, appa?

Sua... Sua mãe, Chim...

— O que houve?! Pai? Fala de uma vez! O que está acontecendo?! É para me preocupar?!

— O que foi, Jiminie? — Escutei Jeongguk e me virei para si com os olhos arregalados e marejados, quase a deixar escapar as lágrimas que odeio soltar quando estava desse modo, sensível.

Ela teve uma parada cardíaca, Chim, o... O médico está aqui em casa, por favor, volte logo. — Por incrível que pareça, sua última frase antes que eu deixasse o celular escorregar pelos meus dedos, fora forte, como se estivesse servindo de consolo para mim, que agora recebia um abraço aconchegante de Jeon, que havia escutado tudo, visto que o cômodo estava silencioso.

— Eu levo você. — Sussurrara em meus ouvidos, mas não era como se pudesse compreender suas palavras, apenas conseguia pensar o quanto eu era um idiota, desgraçado que não deveria deixar minha mãe sozinha em casa, não quando ela está ficando mais velha, sem poder fazer tudo direito.

— G-Gukkie... — Seus dígitos foram postos em meus lábios e de maneira veloz estávamos saindo de sua casa, deixando tudo para trás, juntamente com meu telemóvel que certamente pifou com a queda. Os dedos ao redor do meu pulso eram a única coisa que me guiava, porque de certa forma, só conseguia escutar as palavras do meu pai na mente.

Ela teve uma parada cardíaca, Chim’’.

— Táxi! Táxi, por favor! — Foi a última frase que pude escutar devidamente antes que as lágrimas caíssem como uma tempestade dos meus olhos, estava me sentindo desolado, sem motivo aparente para viver, não sabia o porquê daquela merda estar acontecendo, só queria chegar em casa e ver o médico sorrir verdadeiramente para mim e me dizer que senhora Park está bem, perfeitamente bem.

O caminho todo estava chorando no ombro do Jeon que comentava com o motorista para que lado ir, e, era absurdo, mas desejava que nos perdêssemos e que nos matassem porque seria mil vezes melhor do que chegar em casa e ganhar notícias graves da minha mãe.

Pensava sobre minha vida que era uma bosta visto que mamãe e papai não vivem mais em casa, porque querem conseguir pagar as contas, já que está tudo se apertando como nunca havia acontecido antes, e isso me assustava.

Não tinha mais mamãe me acordando a gritos, reclamando o quanto sou preguiçoso e estava atrasado para o colégio. Não tinha mais papai tomando café junto comigo e conversando sobre como o mundo era chato, porque ele tinha estudado muito, se sentia feliz porque finalmente seria independente, e no final, preferia continuar lendo livros, e não acordar cedo todos os dias para aguentar pessoas reclamando sobre a demora de produtos a chegarem, ou o quanto precisam de ajuda para pôr outros na justiça por algum erro cometido com eles.

Quando ouvi Jeon dizer que havíamos chegado, hesitei em sair do carro, e principalmente quando vi a casa escura, o que fez meu coração bater ainda mais acelerado, pois podia ser um sinal de que algo ruim estava por vir.

No entanto, com seu auxílio, conseguir colocar os pés em chão firme e respirar fundo, andando — correndo — em direção ao meu portão, ao qual abri sem cerimônia, causando um barulho muito incômodo para os vizinhos, mas não me importava com mais nada a não ser mamãe.

— Jimin, espera! — A esse ponto, até o motorista havia descido do carro para prestar socorro caso algo estivesse realmente acontecendo, e foi muita surpresa para mim, entretanto, ainda sim, mesmo trêmulo, abri a porta de casa com as chaves, tendo Jeongguk ao meu lado, afoito, e meus dedos tortos encontraram o interruptor, ao qual demorei um pouco para pressionar pelo medo que me assolava.

— Estamos com você, garoto. — O velho disse e minhas lágrimas aumentaram, o que me fez acender as luzes e arregalar os olhos com — perdão pelas minhas próximas palavras — tamanha vagabundagem do caralho, o qual o diabo perde.

— Surpresa!

Deixei que meus joelhos cedessem ao chão e rapidamente pude escutar a música clichê que me parabenizava pelo dia. E, pela primeira vez na vida, não aguentei tanta adrenalina em minha vida e chorei, gritei, esperneei escutando até o motorista — filho de uma puta — cantar para mim, com um sorriso no rosto, esse que adoraria deixar ainda mais ridículo.

Estava tudo lindo, tia Jeon segurando o bolo, a mesa da sala cheia de guloseimas, os balões arrumados em toda a sala, e o pessoal reunido.

Procurei mamãe com os olhos e assim que a enxerguei, vendo-a chorando da mesma maneira que eu, corri até seu enlaço, tropeçando e caindo em cima de si, abraçando-a como nunca abracei alguém antes.

Quando ela retomou o abraço, me apertando, pude ver, com os olhos marejados cada pessoa idiota que resolveu participar dessa loucura que quase me rendeu uma morte de infarto antes da hora.

E meu rosto se avermelhou gradativamente quando vi Min Yoongi sorrindo para mim, batendo palmas como todos os outros. Virei-me para senhora Park e a vi com os cantos dos lábios repuxados em um sorrido lindo.

— Feliz aniversário, filho. — Fora a primeira a desejar felicidades e toda a vontade de matar as pessoas se esvaiu juntamente com as lágrimas de tristeza que insistiam em cair desde que escutei aquela notícia mentirosa.

— Parabéns, Park Jimin, você já é um homem! — Ri alto quando meu pai disse, me abraçando com força, ele sempre falava a mesma coisa em todas as festas de aniversário, e ao longe uma música calma pôde ser escutada, mas diferente do que imaginava, era uma batida lindamente maravilhosa que logo descobriria o cantor e o nome.

— ChimChim! — Mal pude desvencilhar dos braços do senhor Park e logo duas criaturas me agarravam em um grande abraço. Eram Taehyung e Hoseok, ambos espalhafatosos quando queriam.

Não demorou muito para que mais e mais presentes fossem entregues em minhas mãos, e meus pais trouxeram uma grande caixa para que pudesse colocar todos por ali, agradecendo por tamanha bondade.

Até o cachorro da vizinha estava ali!

Sem mentira alguma, e a senhora Kim vinha com este para cima de mim com duas grandes embalagens, dizendo que eram os presentes dela e de Jyio — o cachorro. Meus joelhos quase cederam novamente e os agradeci, dando um cafuné no animal, e ganhando uma longa lambida em meu rosto, que me fez rir alto, atraindo os olhares sorridentes para mim.

Jeongguk vinha até minha pessoa, alegando que era o culpado por toda aquela surpresa e que me amava, acrescentando que realmente era difícil falar as palavras em voz alta, e me entregou uma carta, contando que tudo o que ele não era capaz de pronunciar, estava ali, escritas, de coração.

Eu me emocionei tanto, vocês não imaginam o quanto estava feliz.

Mas ainda sim, raivoso pela brincadeira de mau gosto.

Quando achei que todas as pessoas tinham me desejado parabéns, respirei fundo indo até o quintal do edifício e me deitando na grama observando o céu estrelado com um sorriso no rosto. Meus olhos com certeza brilhavam por conta das lágrimas que haviam descido agora a pouco por minha face e os fechei, recordando o momento que Taehyung me entregou uma miniatura do Capitão América, dizendo que era sua preciosidade e que eu deveria cuidar muito bem dele, juro que vi seus olhos ganharem brilho diferente por ele estar abdicando de algo tão valioso para me presentear.

— Por que não está comemorando com todo o mundo lá dentro? — Novamente as batidas do meu coração aceleravam rapidamente e minha respiração ficara descompassada ao escutar a voz bela soar em meus tímpanos, o que me fez sentar de modo veloz na grama, fitando Yoongi que estava ao meu lado, igualmente a mim, mas olhando as estrelas, que, céus, estavam ainda mais lindas aquela noite.

— Eu só queria respirar um pouco, lá está abafado. — Respondi com sinceridade, ganhando sua atenção e um mínimo sorriso.

— Típico de você.

— Isso foi um elogio? — Questionei, sorrindo para sua pessoa, e me aproximando devagar para fitar seus olhos que reluziam as galáxias.

— Talvez. — Sua resposta viera carregada de ironia, e não pude aumentar o repuxar do canto dos meus lábios, afinal era Min Yoongi que estava ali comigo.

A pessoa que eu gostava.

Que é diferente do que era antes, mas ainda se encontra parcialmente como a pessoa que conheci há anos.

Min Yoongi era meu amigo na oitava série, mas nos separamos e quando eu cheguei ao segundo ano, ele entrara no mesmo colégio que eu, entretanto, totalmente divergente do Suga que conheci.

— Você não mudou nada, babe. — Comentou baixo, seus dedos gélidos tocando os meus em um carinho mudo. Só bastava isso para que percebêssemos que sentimos sim muita falta de andarmos juntos.

— Não posso dizer o mesmo de você... — Fui sincero.

— Há coisas na vida que mudam as pessoas, e você escapou dessas mudanças radicais e de situações complicadas, fico muito feliz por isso.

— Você não?

— Digamos que... Minha vida só é carregada de desilusão.

— Amorosa?

— Também.

— Quem? — Perguntei baixo, entrelaçando nossos dedos. Sua expressão confusa me fez continuar. — Quem machucou seu coração?

— Alguém.

— Alguém quem?

— Uma garota.

— Trabalho com nomes, Suga.

— Não, Jimin, esquece isso, está certo? — Um suspiro. Um desabafo. — Essa semana eu notei que você é uma pessoa que vale a pena e que fui muito idiota de ter te deixado partir. Mas... Eu quero recomeçar, Chim, e de outra forma.

— Que... F-Forma?

— Essa aqui. — Um grunhido escapou por minha garganta quando seus lábios tomaram os meus em um selo casto que não demorou muitos segundos, e levei a mão até seus fios atualmente loiros, repuxando-os como sempre desejei fazer, tendo sua língua entrelaçando-se a minha de maneira suave, da maneira que só Yoongi sabia estabelecer.

Há tempos imaginava como seria seu beijo e vejo que me enganei completamente, ele era único, magnífico, suave e pacífico, bem diferente da sua personalidade atual. Mordi seu lábio findando o ósculo e aspirando do seu cheiro de lavanda.

— Eu quero... Meu presente. — Comentei, risonho, vendo um sorriso no rosto alheio.

Está no seu quarto.

Só resta saber se alguém vai atrapalhar meu momento de apreciação.

 

É, talvez fosse realmente melhor, recomeçar. 


Notas Finais


ANIVERSÁRIO DO BIAS NÃO PODE PASSAR BATIDO, NÉ? ENTÃO TOME-LHE ATUALIZAÇÃO NA TAEKOOK COM UM FLUFFLY DE ARREPENTAR E UM YOONMIN LINDO DE APRECIAR

Eu nunca me imaginei escrevendo YoonMin, mas aí veio de repente, EU NÃO SOUBE OQUE FAZER ERA JIHOPE OU YOONMIN EU ESCOLHI YOONMIN

Vocês gostam de extra, né????

PENA QUE NÃO FOI TAEKOOK, BEIJOS

Feliz aniversário para o nosso Chim. #HappyJiminDay

Não tenho palavras para descrever o quanto amei esse capítulo e o quanto estou fodida por que OLHA AS HORAS, OPA, PRECISO IR,

Obrigada pelos favs, tá? BEIJOS E AMÉM YOONMIN


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