História Dezesseis luas - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Tags Sasusaku
Visualizações 40
Palavras 498
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oi pessoal essa história é inspirado no filme que amo 16 luas bjss

Capítulo 1 - Capitulo 1


Fanfic / Fanfiction Dezesseis luas - Capítulo 1 - Capitulo 1

Havia apenas dois tipos de gente em nossa cidade. "As burras e as empacadas",que foi como meu pai afetuosamente classificara nossos vizinhos. "Os que estão condenados a ficar ou são burros demais para ir embora. Todos os outros acham um meio de fugir." Não havia dúvida sobre qual dos dois ele era, mas eu nunca tinha tido coragem de perguntar o motivo. Meu pai era escritor, e morávamos em uma pequena cidade chamada Konoha, porque todos os Uchihas sempre moraram ali, desde que o tataravô , madara uchiha, lutou e morreu no outro lado do rio Santee durante a Guerra Civil. 

Só que o pessoal daqui não a chamava de Guerra Civil. Todos com menos de 60 anos a chamavam de Guerra entre os Estados, enquanto todos com mais de 60 a chamavam de Guerra da Agressão Norte, como se de alguma forma o norte tivesse levado o sul a entrar na guerra por causa de um fardo ruim de algodão. Todos, menos minha família. Nós a chamávamos de Guerra Civil.
Era apenas mais um motivo pelo qual eu mal podia esperar para ir embora daqui. 
Konoha não era como as cidadezinhas que se vê nos cinemas, a não ser que fosse um filme sobre cinquenta anos atrás. Estávamos longe demais de Charleston para ter um Starbucks ou um McDonalds. Só tínhamos um Dar-ee Keen, já que os Gentry eram pães-duros demais para comprar novas letras quando compraram o Dairy King. A biblioteca ainda tinha os livros catalogados em cartões, a escola ainda tinha quadros-negros e nossa piscina da comunidade era o lago Moultrie, com água marrom morna e tudo. Podíamos ver um filme no Cineplex na mesma época que ele saía em DVD, mas tínhamos que pegar uma carona até Summerville, perto da faculdade comunitária. As lojas ficavam na rua Main, as boas casas ficavam na rua River, e todas as outras pessoas moravam ao sul da autoestrada 9, onde o asfalto se desmanchava em pedaços de concreto terrível para andar, mas perfeito para jogar em gambás furiosos, os animais mais cruéis que existem. Nunca se viu esse tipo de coisa nos filmes. 

Konoha não era um lugar complicado; Konoha era Konoha. Os vizinhos ficavam de guarda nas varandas no calor insuportável, sofrendo e suando à vista de todos. Mas não havia sentido. Nada mudava nunca. Amanhã seria o primeiro dia de aula, no segundo ano do ensino médio na escola Konoha High School, e eu já sabia tudo que iria acontecer: onde eu me sentaria, com quem eu falaria, as piadas, as garotas, quem estacionaria onde. 

Não havia surpresas em Konoha. Éramos nada mais nada menos do que o epicentro no meio do nada. Pelo menos é o que eu pensava quando fechei meu exemplar surrado de Matadouro Cinco, desliguei meu iPod e apaguei a luz na última noite de verão.  
 Só que eu não podia estar mais errado. 
 Havia uma maldição. 
 Havia uma garota. 
 E no final, havia um túmulo. 
 Nunca sequer imaginei que aconteceria.


Notas Finais


bjs até a proxima


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