História Diabolic - YoonSeok - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Jhope, Sope, Suga, Yoonseok
Visualizações 513
Palavras 480
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Sete dias


Fanfic / Fanfiction Diabolic - YoonSeok - Capítulo 4 - Sete dias

- Está tudo certo, senhor, obrigado. – Hoseok disse entregando a carteira do homem que dirigia um caminhão a caminho de Bucheon. Eram umas quatro horas da tarde.

- Hoseok, sua mãe ligou, disse para ir a casa de sua irmã, rapidamente. – Jungkook, o outro policial, amigo de Hoseok lhe falou. – Pode ir, eu cuido disso, okay?

Hoseok assentiu ao Jeon e entrou na viatura indo direto para a casa de Dawon, sua irmã mais velha. Estava preocupado, quase não falara com sua mãe nem com sua irmã, apenas quando era importantíssimo.

Chegou a casa de Dawon, e entrou rapidamente lá, vendo sua mãe e sua irmã chorando na sala.

- Mãe? Dawon? O que aconteceu? – Hoseok perguntou abismado se aproximando das duas que o abraçaram.

- A-a Mina… Morreu… – A adulta de 29 anos, Dawon, disse com uma dor no coração. Hoseok se sentiu mal com aquilo, se sentia péssimo. Sua sobrinha morreu e não falava com ela há um mês.

- Meus pêsames, noona. – Hoseok disse, baixo. – Onde ela está? Me fala isso direito.

- Está no quarto. Eu e omma saímos, e a deixamos sozinha. Quando chegamos, ela estava com o rosto deformado e morta, na frente da televisão dela. – Dawon respondeu chorosa. Hoseok assentiu e foi para o quarto da sobrinha. O corpo dela estava no chão, com um pano encima. A televisão estava desligada.

Hoseok se aproximou do cadáver, e retirou o pano, vendo o rosto da garota. Se assustara, e começou a chorar. Por que as pessoas estavam morrendo desse jeito? Voltou para a sala de estar.

- Hobi, ela tinha saído há uma semana com os amigos do colégio, foram acampar no Sun Camp.

                                                       [...]

- O que desejas, meu jovem? Quer uma casa? Para hoje ou… – O senhor perguntou mas Hoseok o interrompeu.

- Não, obrigado. Eu sou da polícia, minha sobrinha Jung Mina acampou com uns amigos aqui, e ela… Esqueceu algo. Apenas queria pegar de volta. – Hoseok mentiu, mostrando ao senhor seu distintivo.

- Hm, Jung Mina? Ficou na casa de acampamento dois. Vou buscar as chaves. – Respondeu e foi para uma sala. Hoseok olhou uma prateleira cheia de livros, com uma fita cassete lá. Pegou a fita, estava sem nome. Quer dizer, estava escrito “me assista”. Colocou em seu casaco, e o senhor lhe chamou. Lhe deu a chave e, o Jung foi até a casinha de acampamento. Era um pouco velha, feita de madeira.

Entrou e estava tudo normal. Não tinha nada peculiar ali. Pegou a fita no bolso de seu casaco e colocou no reprodutor que tinha ali. Ligou a tv.

O vídeo demorou um pouco mas começou.

Imagens estranhas.

Uma mulher se penteando no espelho.

Um garoto.

Uma ilha com farol.

Imagens nojentas.

Um poço.

Um garoto saindo do poço.

E a fita acabou. Hoseok a retirou, um pouco receoso.

 

Seu telefone tocou.

 

Número desconhecido.

 

“Sete dias”.

 


Notas Finais


SETE DIAS MINHA GENTEEEE


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