História Diabolic Love Wolf - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Abo, Bts, Hoseok Alfa, Jikook, Jimin Alfa, Jin Alfa, Jungkook Omega, Lemon, Romance, Taehyung Ômega, Taejin, Yoongi Ómega, Yoonseok
Visualizações 86
Palavras 2.828
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Slash, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpa, desculpa, desculpa!!!
Eu não pretendia demorar tanto, então não me matem, se não não tem mais capítulos huehuehue
Espero que gostem e divirtam-se!!

Capítulo 7 - Planos arruinados


Min YoonGi

Levou um tempo até que eu percebesse o que estava acontecendo, até perceber que um dos lúpus do Norte havia me tirado do lago, tinha teoricamente me salvado, claro que havia sido uma ação impensada e eu nunca admitiria, mas estava grato por ele ter me livrado da burrice que eu estava prestes a fazer.

No entanto, não era por ele ter tirado-me do lago que eu iria depositar toda e completa confiança minha nele, na verdade estava bem longe disso. As palavras começaram inicialmente a fluírem dos meus lábios sem minha permissão, fora a raiva quem me instigara a falar demais, falar o que não deveria, contudo, depois de começar a falar uma ideia começou a surgir em minha cabeça e não foi difícil ser uma vitima, porque de qualquer forma era verdade, eu e meus irmãos eramos vitimas de nosso próprio pai, o que não significava também que por causa disso teria que me atar a ele ou qualquer outro, o que ele não precisa saber no momento, claro.

Ainda ficamos mais um tempo na floresta, felizmente o sol estava forte e secou minhas roupas a ponto de apenas ficarem úmidas, no entanto não era também como se eu sentisse algum frio, os braços do lúpus ao redor do meu corpo me trazia uma sensação aconchegante, quente e protetora, essa última eu nunca admitiria. Quando finalmente decidimos ir embora o sol já estava quase se pondo, depois da minha declaração de que aceitaria ser seu noivo não conversamos mais sobre o assunto e eu também não quis falar muito sobre mim, curiosamente o indaguei sobre o Norte, mas ele apenas sorriu um sorriso grande que eu nunca tinha visto nem sabia que alguém seria capaz de dar sorriso tão brilhante, disse que eu teria que descobrir e ver com meus próprios olhos como era o Norte e bom, eu veria com certeza quando ele me levasse.

Ao chegarmos especificamente na rua em que ele me encontrou, eu o disse que deixasse-me pois entraria por outra parte, ele ainda quis me acompanhar mesmo assim mas eu neguei, não queria que ele soubesse das entradas secretas, ele saiu e eu esperei até que seu cheiro forte sumisse, não poderia arriscar que ele visse, então entrei na passagem secreta e caminhei até encontrar-me novamente dentro do castelo. Sabia que pelo horário a essa altura meus irmão deveriam estar loucos de preocupação, mesmo assim decidi ser cauteloso ao voltar para o quarto, não queria encontrar com ninguém no caminho, principalmente alguém que pudesse me fazer alguma coisa a mais, como os guardas.

Assim que entrei sorrateiro no quarto ganhei mais olhares do que esperava, TaeHyung, JeongGuk e Kim SeokJin estavam ali, o lúpus me olhou de cima a baixo e seus olhos me fizeram encolher um pouco, diferente de ontem eu não estava nada apresentável.

  — Você está bem? — A voz do Kim mais velho soou, tentei ter ainda alguma compostura.

— Estou, mas o que faz aqui no quarto de dois ômegas sozinhos? Não sei como é no Norte, mas aqui exigi-se algum tipo de respeito ao menos aos filhos do Rei. — Era uma completa mentira, nenhum ômega tinha direito algum, nem mesmo nós, mas ele não sabia disso e eu queria que ele saísse.

— Perdoe-me se soa como uma ofensa para você e seus irmãos, eu vim apenas para indagar-lhes sobre o meu primo HoSeok que estava conosco mas acabou apartando-se.

  — Ele não deve ter ido longe, provavelmente apareça logo, no entanto já está perto do horário do jantar, deveríamos nos arrumar, então se nos der licença, precisamos estar apresentáveis para o jantar dessa noite.

  — O que tem no jantar dessa noite? —E no entanto mesmo que a pergunta tenha soado dos lábios do alfa, eu sabia que ele não era o único querendo uma resposta.

  — Prepare-se para ele, apenas lá descobrirá!

Depois do meu veredito dei espaço para que ele passasse e depois de ter hesitado um pouco ele foi-se, tranquei a porta suspirando aliviado, por mais que eu parecesse firme, não havia nenhuma firmeza em mim.

  — Hyung, o que ele fez com você? — Meu corpo foi envolvido primeiro pelos braços de Jungkook e depois pelos de TaeHyung.

  — Não se preocupem com isso, já passou. 

  — Você está todo ferido... E úmido... Diga-nos o que aconteceu. — Tae tentou insistir.

— Isso não foi ele, eu dei uma volta na floresta, me molhei lá, enfim eu realmente estava falando serio, temos que nos arrumar para esse jantar. 

  — O que terá nesse jantar hyung? — Kook perguntou.

— Eu prometo que explicarei, mas quando voltarmos. 

  — O que terá para ser explicado depois que ele acontecer? — TaeHyung parecia começar a irritar-se.

  — Acredite Tae, vai ter muito mais perguntas depois dele... Vou banhar-me primeiro.

O banho foi um tanto doloroso, as loções que passava no corpo o fazia arder em cada corte feito, mesmo assim ainda não chegava a comparar-se com o da semana pretérita. Deixei o banheiro e fui atrás de vestes longas que escondessem meu corpo, não queria deixar os machucados a vista, já seria difícil disfarçar o mancado, não queria nenhum tipo de pergunta importuna.

Quando os outros dois também já estavam prontos nos retiramos do nosso aposento, não sem antes eles tentarem se certificar de que eu estava bem suficiente para encarar aquele jantar, alegavam poder segurar a barra sozinhos como fizeram no desjejum e almoço, mas eu também fui insistente em dizer que iria e que estava bem, apesar de tudo eu não confiava totalmente em os deixar sozinhos com os alfas, mesmo que tivesse sido eu a abrir a boca e não eles, eu tinha um proposito no fim, já eles poderiam muito bem sucumbir aos alfas se esses demonstrassem se importar tanto quanto o Jung, por mais que eu dissesse para mim mesmo que não, eu sabia que tinha sido sim afetado pelo modo como o outro agiu, mas eu não deixaria isso sobressair-se ao meu plano.

Ainda fomos os primeiros a chegarmos na sala de jantar, depois os três convidados e por último nosso pai que não demorara tempo suficiente para que os estrangeiros nos fizesse mais perguntas. Olhei para o Rei quando senti seu olhar sobre mim, seu olhar me dizia para que me comportasse e mantesse o controle dos outros dois ao meu lado, caso contrario eu não poderia tomar as dores sozinho, eles também seriam punidos, isso não estava nos meus planos permitir.

  — Bom vê-lo conosco Min. — SeokJin falou com um sorriso que eu não compreendia bem, não era de felicidade e eu sabia bem que estava apenas tentando de alguma forma tirar a verdade de mim que não conseguiu outrora em meu quarto. — Seu pai nos disse que precisou tratar de negócios.

— Sim, costumo tomar conta da segurança. — Não era uma completa mentira, era eu quem tomava conta da segurança de meus irmão. O Rei pareceu aprovar minha resposta já que não contrapôs.

  — Entendo, isso deve ser difícil para você, por ser um ômega, deve se machucar de vez em quando. — Fora JiMin a falar, primeiramente achei que o Jung fora quem tinha aberto a boca sobre o que conversamos na floresta, mas ao ver sua face surpresa para as palavras do primo, tive certeza que fora o Kim mais velho quem tivera comentado com o Park sobre o que viu em meu quarto.

  — Para todo bom trabalho executado há certos sacrifícios, machucar-me não é nada desde que eu possa meramente manter a proteção daqueles que precisam. — O respondi com certo desgosto, não estava gostando nadinha de como eles pareciam querer tantas respostas a toda hora para perguntas que não deveriam faze.

  — Sim, é verdade, para tudo exige-se um sacrifício, ma... 

  — Acredito Kim SeokJin que da proteção dos meus filhos e do povo cuido eu, não precisa se incomodar com isso, a menos é claro que queira o tomar como seu noivo. — Meu pai o interrompeu, eu não sabia se estava aliviado por mais nenhuma pergunta surgir ou se estava desgostoso com a ideia de ser oferecido tão facilmente.

— Perdoe meu primo, majestade, ele está apenas curioso sobre seus filhos no geral. — Dessa vez foi Jung quem interviu. — A proposito, estive pensando sobre o assunto, quem desposarei de seus filhos. — O olhar do mesmo recaiu sobre mim e o de todos ao redor da mesa também, a mão de JungKook procurou a minha como um tipo de apoio e eu acariciei levemente sob a mesa lhe dando conforto.

  — Sim pai, essa proposta veio-me mais cedo hoje e eu não pude recusar, seria uma honra. — Falei esboçando um sorriso que apenas Jeon e TaeHyung sabiam ser genuinamente falso. Mas o olhar embasbacado de meus irmãos denunciava a indignação e o susto.

  — Neste caso, seria a hora perfeita para dizer que também já escolhi meu noivo dentre os outros dois. — Park JiMin falou e meu corpo tensionou um pouco com a ideia de que meus irmãos também estariam no meio desse jogo. — Jeon JeongGuk traz-me a  sensação de que seria o casamento certo.

Olhei para o mais novo entre nós, sua cabeça estava baixa e eu não conseguia saber o que ele estava sentindo, no entanto s lúpus podiam saber, talvez ele estivesse se concentrando para não deixar tão evidente a todos seu sentimento.

  — Bom, tendo em vista as escolhas de meus primos, acho que me falta apenas Kim TaeHyung, o que não diminui menos o meu apresso pela ideia.

Mas eu sabia que era mentira, Jung me escolheu por saber da nossa história e supostamente querer nos ajudar, Park escolheu JungKook por nada mais que a beleza do meu irmão já que nada sabe sobre o mais novo e SeokJin não escolhera nenhum, fora apenas a falta de opção que o fizera ter TaeHyung para si. Não importava com que olhos eu visse essa história eu sabia que ela conseguia ser mais falsa do que a esperança de que um dia os ômegas seriam livres aqui no Reino do Sul.

  — Bom, se é assim, estou contente, teremos três casamentos e um tratado afinal de contas. — O Rei falou.

— Quanto a isso não estou muito seguro. — Jung falou e os olhares foram para si novamente, minha testa franzida igual a te todos os outros denunciava que não havíamos compreendido.

  — Como? — Meu pai perguntou.

— Quando fiz hoje a proposta para o Min eu reparei no estado que o mesmo encontrava-se, então resolvi fazer minhas próprias pesquisas aqui dentro do castelo, perguntando para alguns guardas e empregadas, soube do abuso que tanto ele quanto os irmãos sofrem, pretendo casar-me com seu filho e tira-lo daqui, dar uma boa vida como sei que também almejas dar a seus filhos, no entanto não planejo fazer tratado com ninguém que trate seus familiares dessa forma, sinto que poderia ser apunhalado pelas costas a qualquer momento.

Um silêncio reverberou toda a sala de jantar, eu não sabia se queria matar o Jung por destruir parcialmente meu plano ou se queria o matar por falar que tinha me encontrado machucado, felizmente ele mesmo tinha achado sensato sobre dizer que soube dessas coisas não por mim e sim pelos guardas e empregadas, caso contrario estaríamos mais ferrados que nunca. De repente uma risada de escarnio inundou a sala, nosso pai ria com tanto afinco que quase podia-se pensar que alguém tinha contado a melhor piada do mundo e para ele talvez realmente tenha sido exatamente isso.

  — Acha mesmo que eu daria um dos ou os meus três filhos para vocês em troca de nada?

— Não é nada que eu estou oferecendo, terão a melhor vida possível que pudermos proporcionar. — Jung o respondeu cético.

 — E o que te faz pensar que isso me importa de alguma forma? Se não há tratado como vocês, então não há casamento, há outras pessoas interessadas e que pouco se importam com o modo como eles são tratados ou não.

  — Então está mesmo vendendo seus filhos num casamento para tirar proveito sobre isso? — Foi Park a falar, eu não sabia mais para quem desviar o olhar, o clima estava ficando tenso e eu só queria que o Jung não tivesse aberto a boca n inicio de tudo.

  — E o que pensou que isso era, senhores? Tanto eu quanto vocês já desejávamos um trato, eu só estava garantindo minha parte bem sucedida, mas se nada tenho a ganhar nisso, então nossas atuações podem ser deixadas de lado, digam-me de uma vez, é um casamento com tratado ou podem partir o quanto antes.

Era o veredito final, era eles pegarem ou largarem, iriamos com eles ou não e tudo dependia da aceitação da porcaria de um tratado, Jung direcionou o olhar para mim e eu estava quase suplicante, pedia-lhe que aceitasse, era nossa única chance. Seu olhar se desviou do meu e um duro e serio foi dirigido ao meu pai, o mesmo levantou-se e os outros dois fizeram o mesmo.

  — Minha resposta continua sendo sem tratado algum. —  Eu sabia que toda sua bondade acabaria aqui e agora, ele não trocaria seu povo por três meros ômegas que nem conhecia.

— Pois bem, vocês partem ainda hoje, não tenho mais tempo algum a perder com vocês três.

Fora meu pai a sair primeiro da sala de jantar, o silêncio que seguiu-se foi de uma troca de olhares cheia de enigmas e sentimentos que ninguém estava apto a descrever com plena certeza. Antes que mais alguma palavra de um dos lúpus surgisse, antes que eu acabasse caindo de ódio em cima do Jung por ter acreditado em suas palavras, eu me levantei puxando os dois ômegas mais novos que me seguiam em meus passos apressados, tínhamos que fazer algo, não era como se fossemos ficar impunes disso.

  — Hyung, o que está acontecendo? — JungKook.

— O que foi tudo aquilo YoonGi-Hyung? — TaeHyung.

Eu nada disse até que estivéssemos em nosso quarto, tranquei a porta e puxei uma cadeira prendendo a maçaneta, sabia que aquilo não serviria por muito empo, qualquer alfa com um pouco de esforço arrombaria aquela porta.

  — Não era para ser assim... — Comecei, mas a cara de confuso deles me fez ver que eu teria que contar meu plano do começo. — Encontrei com o Jung hoje e acabei falando mais do que deveria, quando ele me ofereceu ajuda, nos levar para o Norte eu vi que era a oportunidade perfeita que precisávamos para nos refugiar no Noroeste, sairíamos com eles e segurança e atravessaríamos o Norte seguros também, então poderíamos fugir para Noroeste, mas eu não contava com isso, não contava que o trato iria findar-se nesse jantar, sabem o que vai acontecer não é? Não teremos outra chance e nosso pai não vai nos perdoar por essa. — Eu estava apreensivo, meus irmão também.

  — O que sugere que façamos hyung? — Tae perguntou com um último fio de esperança.

  —  Precisamos fugir, agora! Peguem o minimo de coisa possível, vou ter que aguentar vocês dois até pelo menos estarmos longe daqui, um quinto do caminho talvez.

  — Hyung, você não vai aguentar conosco... — JungKook falou evidentemente preocupado.

— Precisamos ao menos tentar Kookie, eu não vou deixar que nada mais aconteça a vocês, agora vão, peguem suas coisas eu vou tentar arranjar comida, fiquem aqui, não abram essa porta para ninguém que não seja eu, voltarei o mais rápido possível.

Tirei a cadeira da porta e a destranquei, não estava seguro do que iria fazer mas morrer de fome e sede não era uma opção. Me esgueirando andei pelo castelo indo em direção a cozinha, tendo que me esconder duas vezes por encontrar por duas vezes uma patrulha de dois soldados fazendo ronda, cada vez que passavam por mim meu coração disparava e eu prendia a respiração com medo deles verem-me. Mas por fim eu consegui chegar até a cozinha, havia apenas uma ômega lá e para minha felicidade era uma das poucas que gostava de nós.

  — Menino YoonGi, o que faz por aqui?

— Preciso da sua ajuda, preciso que prepare uma bolsa com comida.

  — O que planeja fazer menino YoonGi? Sabe bem quem é seu pai e que não permite essas coisas...

— Prometo que é o último favor que te peço.

A ômega esquadrinhou-me e então sorriu de forma quase materna, virou-se e pegou uma bolça de pano e começou a por comida dentro, fiquei a observar tudo que colocava na bolça, três pães grandes que apenas um daria para nós três tranquilamente, um pote com alguma geleia que eu tinha quase certeza ser de morango, algumas frutas, uma garrafa com água e então olhou pa mim, pegou uma garrafa de vinho quente.

  — Vão precisar manter-se quente de noite. — Ela sabia que iríamos fugir.

Grato me permite abraça-la como despedida, peguei a bolça e da mesmo forma que vim voltei, sendo cuidadoso e esguio. Porém quando cheguei na porta do nosso quarto  a vi entreaberta, meu coração parou de uma vez, algo me dizia que não era coisa boa e quando adentrei o aposento minha surpresa foi imensa ao ver não só meus irmão mas também os três lúpus.

— Espero que esteja pronto para fugir conosco.  


Notas Finais


Eitaaaa
Com um convite desse até eu ia! huahuahua
Eu disse que o Gi não estava apaixonadinho pelo Hobi e não estava aceitando o pedido de casamento de boas, tudo fazia parte do plano huahuahua
Quero saber o que acharam, então façam essas autora feliz!!!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...