História Diabolik Lovers - O despertar. - Capítulo 13


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Ayatosakamaki, Azusamukami, Diaboliklovers, Kanatosakamaki, Koumukami, Laitosakamaki, Reijisakamaki, Rukimukami, Shusakamaki, Subarusakamaki, Yuikomori, Yumamukami
Exibições 82
Palavras 1.457
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoinhas do meu coração, me desculpem pela demora <3

Capítulo 13 - Memórias.


Fanfic / Fanfiction Diabolik Lovers - O despertar. - Capítulo 13 - Memórias.

Yui Komori.

 

Fiquei olhando para o foto em que meu pai me segurava quando eu era bebê, eu precisava saber porque estava ali, eu não tenho muitas pistas sobre isso mas preciso tentar descobrir mais... talvez se eu pedisse a Reiko ela pudesse me ajudar, embora ela seja um pouco brava ela ainda tentou me ajudar algumas vezes...

Guardei a foto. Troquei de roupa, vesti meus shorts marrom e minha blusa rosa e coloquei meu rosário em meu bolso. Saí de meu quarto e bati algumas vezes na porta do quarto de Reiko, mas ela não respondeu então eu abri a porta mas o quarto estava vazio.

- Onde ela poderia estar na mansão além de seu quarto ? - Sussurrei.

Saí do quarto de Reiko e comecei a andar sem rumo pelos corredores da mansão, olhando em volta a procura de Reiko. Senti algo puxar meu braço dei um grito e tomei mais ar do que precisava ao me assustar. Olhei para trás e vi Ayato.

- Hey Chichinashi, não seja tão escandalosa! - Falou ele.

Levei a mão ao peito e respirei fundo tentando me acalmar.

- Ayato-kun você não deveria chegar de maneira tão silenciosa.

- Ãhn ? - Emitiu ele. - Você acha que pode dizer como Ore-sama deve agir Chichinashi ?

- Eu não... - Comecei a dizer sem nem mesmo perceber.

- Ãhn ? - Indagou ele mais um vez.

- Eu não quis dizer isso. - Conclui a frase.

- Tsc... - Emitu ele. - Como se importasse. Idiota!

Ayato segurou minha mão e começou a me puxar junto com ele.

- Idiota ? - Repeti em sussurro.

Estávamos voltando de onde eu tinha vindo, onde será que ele pretendia me levar. Chegamos no final do corredor e viramos a direita. Olhei para Ayato. Ele também não estava com o uniforme da escola.

- Ayato-kun... - Chamei.

- Hmm? - Ele respondeu.

- Para onde est... - Me alto interrompi quando ele parou de andar e me fez trombar em suas costas.

Olhei para Ayato ele estava encarando uma porta, olhei na direção que ele estava olhando. Ayato se dirigiu até a porta, à abriu e após puxou meu braço me guiando para a frente dele e assim me empurrando para dentro do quarto, logo soltando a minha mão e após o mesmo entrou.

- Não saia daqui Chichinashi a não ser que esteja comigo!

Olhei em volta. Eu nunca antes havia entrado ali. O Quarto tinha dois sofás, uma cama e algo muito estranho que eu não soube dizer o que era, parecia um caixão enorme de ferro com um desenho de uma rosto de mulher na parte superior, resolvi deixar isso de lado e olhei novamente para Ayato.

- Entendeu ? - Indagou ele.

Eu não podia ficar ali, eu queria conversar com a Reiko talvez ela pudesse me ajudar.

- Ayato-kun eu preciso falar com a Reiko-chan, não posso fica...

- Você está desafiando o Ore-sama Chichinashi ? - Indagou ele elevando o tom da voz.

Ayato começou a dar passos na minha direção, eu comecei a ir para trás instintivamente, fiz menção de virar de costas para ele para fugir, mas ele segurou meus pulsos antes de eu conseguir me afastar.

- Ayato-kun... - Falei. - Não....

Ayato abriu um sorriso convencido que deixava claro que estava começando a se divertir, o mesmo começou a dar passos para frente e eu comecei a recuar. Ayato me empurrou e eu caí sobre um dos sofás,  o mesmo colocou um dos seus joelhos entre minhas pernas e prendeu meus pulsos contra o sofá. Fechei os olhos com força.

- Você já sabe o que está por vir... - Sussurrou ele.

Senti a respiração dele cada vez mais próxima a minha pele até que finalmente senti os lábios dele tocaram minha pele um pouco abaixo a minha clavícula e ali ele deu um um chupão. Me mexi, tentando escapar, mas ele segurou meus pulsos mais forte e logo cessou o chupão, mas sem se demorar Ayato cravou os dentes em meu pescoço pouco abaixo do meu maxilar. Emiti um baixo gemido de dor e fechei meus olhos com mais força. Após algum tempo ele cessou a mordida, abri os olhos e olhei para ele. O mesmo estava sorrindo.

- Droga... - Falou ele.- Assim eu vou me acostumar.

Ayato começou a se aproximar mais uma vez.

- Ayato-kun, pare. - Pedi.

- Até parece! - Falou ele.- Esse sangue é meu, entendeu Chichinashi ?!

- Mas... - Falei.

Ayato recuou um pouco para poder olhar para o meu rosto.

- Você é minha! - Falou ele de forma autoritária. - Não vou deixar que te tomem de novo, por isso vai ficar perto de mim o tempo inteiro até eu chutar o traseiro daqueles fundadores!

- Ayato-kun... - Emiti.

- Se entendeu apenas fique quieta Chichinashi.

Assenti com a cabeça. Ayato semicerrou os olhos me encarando.

- Vamos. - falou ele. - Levante sua face.

Eu não entendi muito bem o que Ayato desejava com isso tudo mas decidi não contrariá-lo, levantei levemente meu rosto.

- Agora, diga oque você mais gosta no Ore-sama ? - Indagou ele de forma convencida.

- Mesmo que me pergunte isso... - Falei.

- Tsc... você não consegue nem mesmo dizer isso!? - Falou ele. - Fazendo essa expressão de estúpida...

Ayato fechou o senho, ele parecia estar contrariado. Ele começou a se aproximar novamente, fechei os olhos. A mordida e a dor estava demorando um pouco para acontecer dessa vez, então comecei abrir meus olhos lentamente, mas os abri de uma vez ao surpreender. Ayato estava muito próximo, então logo senti uma sensação boa e até mesmo um pouco calorosa, fechei os olhos cedendo ao beijo. Ayato pressionou um pouco mais seus lábios contra os meus. Senti um leve formigamento em minhas bochechas. Ayato cessou o beijo. Abri os olhos e olhei para ele, não sabia exatamente como deveria agir.

- Ayato-kun... - Falei gaguejando de início.

- Seu rosto está vermelho! Você poderia estar com vergonha Chichinashi ? - Indagou ele rindo. - Você parece uma criança!

- Mas... - Comecei a dizer, mas Ayato pareceu ignorar porque começou a se aproximar e antes que eu pudesse terminar minha frase, ele já estava perfurando minha pele com seus caninos.

 

Reiko.

 

Depois de conversar com Yui, eu não consegui deixar de ficar inquieta. Como que o Seiji Komori poderia ser pai dela ? Não tinha algo errado nisso ?

Bati de leve em minha testa com a palma da mão, como eu poderia não ter notado a semelhança nos nomes ? Não! Eu não deixaria esse tipo de detalhe passar, ou será que não prestei atenção suficiente ? 
Levei uma mão ao meu queixo enquanto caminhava por entre as árvores. Tentando me recordar da última vez que vi Seiji.

Naquela tarde quente eu havia saído do meu quarto com intuito de comer algo, já que ainda não havia me acostumado com os horários da mansão, mesmo vivendo ali já há mais um ano. No meu caminho para a cozinha ouvi uma voz, sorri pois inicialmente tinha confundido com a voz de Tougo, comecei a caminhar na direção da voz, mas assim que a ouvi novamente tive certeza que não era a voz dele, era uma voz ainda mais gentil que a dele, porém tão decidida e firme quando a do mesmo.

- Se esse é o seu desejo. - Falou a voz.

Me aproximei mais um pouco e me encolhi atrás da parede. Vi a figura de um homem alto, de cabelos alaranjados curtos e olhos de mesma cor. Era ele, ele estava aqui novamente! Aquele tal Seiji Komori, ele pareceu pegar algo de alguém. Estiquei um pouco meu pescoço e vi Reiji, sempre quando via Seiji nessa mansão era normalmente nesse horário, quando todos estavam dormindo e praticamente sempre ele estava acompanhado de Reiji, quando não de Reiji de Tougo.

- A pessoa nessa fotografia é ela, minha mãe. - Contou Reiji. - O nome dela é Beatrix.

- Definitivamente será feito. - Falou Seiji.

- De fato. - Concordou Reiji. - Espero que ocorra como está dizendo.

- Ocorrerá, vou matá-la. - Disse Seiji olhando para a foto e após ele olhou para Reiji. - E um dia eu voltarei e matarei você!

Reiji sorriu e ajeitou o óculos.

- Estarei ansioso esperando o dia que você tentará!

Balancei minha cabeça para ambos lados por um momento espantando minha memórias. Precisava focar na situação atual.

- Será que essa garota esconde algum tipo de segredo ? - Indaguei. - Eu preciso descobrir que relação ela tem com os Sakamakis e com Seiji Komori. Não posso permitir que ela estrague tudo!


Notas Finais


Comentários ? Ah vai deixa um, para eu saber o que estão achando e como eu estou me saindo no desenvolvimento da história. 'u'


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