História Diabolik lovers - Quando a zueira não tem fim - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Beatrix, Christa, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Comedia, Diabolik Lovers, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Mukami Brothers, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Sakamaki Brothers, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Yui Komori, Yuma Mukami, Zueira
Visualizações 62
Palavras 2.025
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fantasia, Festa, Harem, Magia, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Bem galera aqui está mais um capítulo ^^

No último capítulo ficou uma disputa entre "Acampamento no jardim" e "Biscoito ou bolacha" de modo que eu fiquei até confusa. Para agradar a todos decidi juntar os dois como uma recompensa pela demora, o que acham?

Espero que gostem e boa leitura ^3^

Capítulo 5 - Acampamento no... É BISCOITO! ???


Fanfic / Fanfiction Diabolik lovers - Quando a zueira não tem fim - Capítulo 5 - Acampamento no... É BISCOITO! ???

-Tá tudo preto… E agora eu vejo… Um garoto bem ali.... Cenário ganha cor… E em seu rosto a câmera foco... - Cantarolava Amaya carregando algumas caixas para fora da mansão acompanhada de Ayato e Shu.

-Agora eu vejo uma novinha… Segurando a saia dela... - Continuo Ayato sorrindo feito bobo enquanto levava alguns cobertores nas mãos.

-Agora uma mulher... Que de tão feia quebrou a tela... - Terminou a primeira estrofe Shu sorrindo de canto carregando alguns travesseiros consigo.

-O que raios vocês estão cantando? - Perguntou Mayu ao ver os três se aproximando do local onde pretendiam montar as barracas.

-A redublagem da abertura de Tokyo Ghoul. - Contou a rosada colocando as caixas no chão. - Você acredita que eles nunca viram esse anime?

-E dai? Eu também nunca vi! Que isso? - Um silêncio tomou conta do local com uma Amaya perplexa. - Que isso? - Perguntou ao ver a amiga juntando as pontas dos dois dedos indicadores.

-Isso... - Se referiu aos dedos. - é nosso amizade... Corte!

-Vai plantar bananeira, menina! - Riu a azulada empurrando a amiga pro lado. - Que é que se trouxe?

-Bem... - A mais velha puxou uma caixa para si e a abriu. - Achei mais duas barracas, completando assim quatro, e também alguns colchonetes, acho que uns cinco ou seis... Ah, os meninos também trouxeram alguns cobertores e travesseiros.

-Ok... E por que estamos fazendo isso?

-Por que Yui pediu e como ela é nossa amiga vamos todos participar. - Respondeu Amaya puxando os três para um abraço. - Além disso é uma forma de pedirmos desculpa por quase ter colocado fogo na cozinha.

-Ah.... Sim... Por isso… - Revirou os olhos se soltando da rosada e voltando a montar as coisas para o acampamento.

-O que exatamente a gente vai fazer? - Questionou Shu se sentando ao lado de Amaya e a usando de apoio.

-Óbvio, não? - Chamou a atenção Ayato que até o momento estava em um canto ainda cantando a música apresentada por Amaya. O ruivo se levantou respirou fundo... - UM EMO, UM #CHATEADO, UM VICIADO, UMA BICHA LOUCA, UMA BICHA NÃO... AI! - Gritou ao sentir um soco em sua cabeça.

-VAI CANTAR NO INFERNO, MOLEQUE! - Gritou Mayu o olhando com raiva e então sussurrou voltando a trabalhar. - Que voz do capeta...

-Invejosa... - Retrucou o ruivo mostrando a linguá.

-Meninas, acharam tudo? - Perguntou Yui se aproximando com os restantes dos irmãos e algumas caixas nas mãos. - Achei alguns salgados, doces e refrigerantes que podemos comer enquanto nos divertimos. - Sorriu animada com a ideia.

-Fico feliz que esteja feliz Yui-chan. - Sorriu a rosada se levantando, derrubando Shu no chão, e indo ajudar a loira. - Mas você tem algum plano ou cronograma?

Yui pensou um pouco e então, com um sorriso sem graça, deu de ombros.

-Vamos ver na hora...

-Que beleza...

.

.

.

.

A noite se prolongava na mansão e todos os moradores se encontravam no jardim em volta de uma fogueira acesa por Yui e Mayu. As barracas se encontravam montadas, os lanches estavam separados e os meninos já se encontravam no tédio.

-Yui, vai dar meia-noite e a única coisa que fizemos foi montar o acampamento e deixar os meninos com tédio! - Constatou o óbvio Mayu bocejando tanto de sono quanto de tédio. - O que quer fazer?

-Bem... Podemos contar histórias? - A azulada arregalou os olhos e sorriu ao ouvir a proposta. Em um movimento brusco pegou a lanterna que a rosada segurada e a acendeu contra seu rosto.

-EU COMEÇO!

-Se você está pedindo… - Revirou os olhos Amaya incrédula com a atitude da amiga.

(ATENÇÃO: A HISTÓRIA A SEGUIR, ASSIM COMO AS DEMAIS, SERÃO UMA VERSÃO APRIMORADA DE ALGUMAS LENDAS URBANAS JAPONESAS CONTENDO ALGUNS DETALHES DE MINHA AUTORIA. A PRIMEIRA É A LENDA DA KUSHISAKE ONNA, SEGUIDA POR HITOBASHIRA E TEKE TEKE TEKE. LINK NAS NOTAS FINAIS)

“A muito tempo atrás, numa pequena cidade do interior, vivia uma mulher de beleza extravagante e um sorriso gentil e angelical que encantava a todos, seu nome era Kushina Onna. Era notável o desejos de alguns homens, e até mulheres, sobre ela, mas nenhum deles foi realmente capaz de arrancar nada dela além de um sorriso de desculpas. Aparentemente isso não agradou alguns.

Durante uma madrugada chuvosa, a bela Kushina voltava para casa depois do trabalho, mas acaba sendo interceptada por um homem. Sendo mais forte que a mulher, Kushina acaba sendo obrigada a segui-lo e após ser brutalmente violada acaba sendo assassinada, mas o assassino, com ódio e rancor do sorriso que a mulher sempre lhe dava, pega uma tesoura e corou-lhe a boca de orelha em orelha.

Na manhã seguinte o corpo da jovem foi encontrada e o mais assustador foi o sorriso que a mesma tinha no rosto, não o do corte, mas sim um sorriso macabro e psicopata.

Diz a lenda que se você estiver andando a noite nos arredores de onde Kushina morreu você pode receber uma visita da mesma agora conhecida como Kushisake Onna, a mulher com a boca dividida.

Vestindo um casaco e com o rosto coberto por uma máscara de cirurgia ela se aproximará e lhe perguntará ‘Eu sou bonita?’. Se você disser não, ela vai cortar sua cabeça com um grande par de tesouras que traz consigo. Se você responder que sim, então ela tira a máscara, revelando sua boca cortada de orelha a orelha.

E então vem a segunda parte. Ela volta a perguntar: “E agora?”. Se a sua resposta mudar e você disser não, ela cortará você pela metade. E, se responder sim, então você ficará igual a ela, pois Kushisake também cortará a sua boca, afinal você a achou bonita, não é?”

-E… FIM! - terminou a azulada orgulhosa de seu conto. - O que acharam? - O horror estampado na cara das duas garotas e os sorrisos dos meninos a deixou em dúvida sobre o que eles realmente tinam achado. - Vocês estão bem?

-Que. História, Foi. Essa? - Amaya perguntou apertando Shu contra seu corpo, que só queria dormir.

-Você nunca ouviu essa lenda antes?

-Bem… Essa não… - os olhos da azulada brilharam com a informação. - Que foi?

-Então você conhece outra?

-Bem… Sim…

-Conte! - Ordenou a menor entregando a lanterna e a posicionando nas mãos da amiga, incomodando Shu.

-Ok né…

“A muito tempo atrás, no Japão medieval, o povo e os sacerdotes acreditavam que para alegrar e receber as bençãos dos Deuses eram necessários sacrifícios. De início eles sacrificavam animais pequenos que não prejudicasse a fonte de alimento do povo, mas isso não pareceu o suficiente.

A cada sacrifício a quantidade e o tamanho do animal aumentavam chegando ao ponto dos sacerdotes começarem a sacrificar humanos. Em uma dessas ocasiões, durante um período de terremotos, os sacerdotes escolheram jovens famílias para o sacrifício.

Amarados e amordaçados, os membros daquelas famílias muitas vezes eram enterrados ou presos dentro, ou entre, troncos e vigas e eram condenados a morrerem ou de fome e sede ou por falta de ar, o que viesse primeiro, pois, a partir daquele momento, eles seriam partes das casas e prédios daquela cidade.

Por dias os moradores foram capazes de ouvir as suplicas abafadas e o bater de corpos contra as paredes, um pedido de socorro desesperados das pobres famílias, mas não levou muito tempo para os barulhos pararem.

Nos dias de hoje, nas construções ainda de pé daquela era de horror, ainda é possível ouvir as suplicas dos fantasmas atormentados que ficaram presos naquelas construções...”

-E fim… - A cara animada de Mayu e dos Sakamaki’s dava um perfeito contraste entre o rosto pálido e horrorizado de Yui, a lora parecia a ponto de desmaiar. - Yui-chan, você está bem?

-C-Claro… - A voz saiu como um sussurro e tremida entregando o medo da mais nova. - P-Por que não estaria?

-Por que será né? - Perguntou retoricamente Mayu batendo de leve nos ombros da amiga. - Fica assim não, só vou contar mais uma!

-Acho melhor não, Mayu. - Contradiz Amaya se aproximando e abraçando a loira. - Yui, já está assustada o suficiente para uma vida.

-Deixa de ser chata! - Reclamou Ayato, recebendo alguns murmúrios de concordâncias dos irmãos. - Não é por que a tábua é medrosa que nós somos obrigados a parrar de contar! - Mais murmúrios de concordância.

-Deixa de ser idiota, moleque! - Mayu se aproximou do ruivo e deu-lhe um soco no topo da cabeça, recebendo um “AI” em troca. - Se continuar assim foi levá-lo para a Teke teke!

-Teke teke? - Questionou Laito se juntando ao irmão, que estava agachado massageando a cabeça. - Quem é?

-Bem… -A azulada sorriu com maldade e chamou todos para se aproximarem.

“Há alguns anos, quando o Japão começou a instalar suas linhas de metro e trem, uma jovem estudante, chamada Tsuki Kedo, acabou sendo assassinada numa linha de trem quando um assaltante arrancou-lhe a rouba e a jogou contra o trilho. Para o azar da jovem, o maquinista do trem não a viu e ela acabou tendo seu corpo cortado ao meio tendo suas pernas destrocadas. Mas a sua alma nunca ficou em paz e por isso ela voltou a procura de vingança. Mesmo com metade do corpo, a jovem Tsuki, anda pelas ruas das cidades carregando uma foice e usando os cotovelos para se locomover causando um som semelhante a ‘Teke, teke, teke’ dando-lhe assim esse nome.”

Os olhos de todos estavam arregalados, pois, diferente das outras histórias, esse era um conto recente. Mayu sorriu de forma perversa, se divertindo, e colocou seu rosto rente ao dos ruivos.

-Ou seja, se vocês não se comportarem eu os levarei de encontro a Teke teke e… - A azulada se calou e seus olhos se arregalaram ao ouvir um som atrás de si.

Todos olharam em direção ao som e viram alguns arbustos se mexerem sozinhos. Apesar da noite gelada, não estava ventando e nenhum deles estava perto o suficiente para causar aquilo.

Mayu engoliu em seco e se aproximou dos rapazes ficando de frente para eles, como se quisesse protegê-los. Amaya e Yui se juntaram a azulada e com só nervos a flor da pele colocaram os meninos juntos formando um círculo protetor.

O som foi ficando mais alto e todos começaram a tremer e a suar frio. Os contos fizeram a mentes de todos criarem cenas e formar horrorosas que seriam capazes de assustar até o homem mais macho do mundo.

De repente o barulho cessou, dando uma falsa sensação de segurança, mas surpreendendo a todos, algo pulou dos arbustos.

-KYAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!! - O grito dados pelos noves seria capaz de acordar os mortos e Mayu e Amaya juraram que até os Mukami’s seriam capazes de escutá-las.

-GATO FILHO DA PUTA! - Gritou a azulada ao ver que em vez de Teke teke era um maldito e inocente gato de rua. - SAI INFELIZ! - Com raiva pelo susto a jovem tirou o sapato e lançou contra o felino que desfiou do “golpe fatal” e correu floresta a dentro. - Bicho dos infernos! - Resmungou ouvindo as risadinhas dos meninos e o suspiro de alívio das amigas.

-Depois dessa acho melhor a gente comer algo e ir dormir… - Propôs Amaya pegando Shu no colo vendo que o memso ainda estava um tanto estranho pelo susto.

-Concordo. - Se interpôs Reiji tentando fingir estar bem. - Bolacha ou biscoito? - Um “ah, não” foi ouvido das duas amigas que balançaram a cabeça ao ouvir a pergunta.

-Biscoito, é claro! Tinha alguma dúvida? - Ayato, recuperado da crise de risadas, falou todo orgulhoso.

-Claro que não! - Cortou Kanato, apertando Teddy contra seu peito ainda se recuperando do susto. - É bolacha!

-Biscoito!

Bolacha!

-Na verdade bolacha é um bolo chato e seco de farinha, de diversas formas e tamanhos enquanto biscoito é um produto de doçaria confeccionado à base de farinha, açúcar e um emulsionante, que pode ser leite ou uma gordura. - Explicou Reiji não entendendo o motivo da briga.

-Puta que pariu…


Notas Finais


Música (redublagem abertura Tokyo ghoul) cantada por Amaya, Ayato e Shu

https://www.youtube.com/watch?v=WIB7b66WiJw

Lendas urbanas japonesas

https://www.megacurioso.com.br/lendas-urbanas/44741-10-lendas-urbanas-japonesas-realmente-assustadoras.htm

Façam suas escolhas!

1- Eu vou expor ele! (Reiji VS Shu, Ayato VS Laito, Kanato VS Subaru)

2-Tutorial como ser um Idol com Kou Mukami (Introduzindo os Mukami's)

3- Festa na praia

4- Outra opção

ATENÇÃO: Estou pensando em trazer alguns capítulos extras (que não estão dentro da história da fic) onde as meninas e os Sakamaki's vão para o universo de "Girls in the house", o que acham?

Rao Tv - Girls in the house

https://www.youtube.com/user/raonyphillips


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...