História Diabolik Lovers- Amor Crescente - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Kanato Sakamaki, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki
Tags Amor, Bolsasdesangue, Fanfic, Irmãos, Irmãs, Poder, Romance, Sacrifício, Sádicos, Sakamaki, Sangue, Vampiros, Yagami
Visualizações 27
Palavras 1.058
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


👆👆Ah, essa imagem👆👆
Não sei por que, mas ela é um tanto perturbadora, mas não deixa de ser linda.
Melhores cosplay 😍😍

Capítulo 13 - Capítulo 11- Revelações


Fanfic / Fanfiction Diabolik Lovers- Amor Crescente - Capítulo 13 - Capítulo 11- Revelações

**Ichigo Yagami**

Após após o café da manhã estava procurando algo para fazer. Sério, eu não aguento mais esse tédio.

Laito acha que eu vou até ele, certo!?

Errado.

Ele não faz idéia do quão orgulhosa sou, tudo é capaz quando se trata dos meus objetivos.

E nesse caso, meu objetivo é provocar.

Subo para meu quarto, e assim que entro quase tenho um ataque. Laito está deitado na minha cama.

Que os jogos comecem!😈

—O que faz aqui?—pergunto como quem não quer nada, fechando a porta atrás de mim.

—Vim te fazer uma visita, cadelinha.

—Do que você chamou?—perguntei com um sorriso enorme, achando graça da situação. Quem veio atrás de quem primeiro, baby!?

—Cadelinha!—respondeu com um sorriso malicioso e tentador. Sério, ele é muito lindo.

Foco.

—Você não tem vergonha, não é!?—zombo provocativa, parando diante dele com as mãos na cintura.

—Hum... Não.

—Só veio aqui pra ver como eu estou? Não se preocupe, eu estou bem—respondo, me abaixando e deixando nossos rostos perigosamente próximos. Eu dito as regras nesse jogo, querido.

—Isso quem diz sou eu.

Laito está próximo de me beijar, mas eu me afasto com um sorriso inocente. Se é que isso é possível.

—E como você vai saber que eu estou bem?—provoco, enrolando uma mecha de cabelo no indicador, com um sorriso lascivo. Laito perde a compostura.

Um ponto pra mim!

—Você gosta de provocar, né, cadelinha!?—me olha com o rosto corado é um olhar de pura satisfação—Isso é tão excitante.

Sorrio de lado, ciente de que esse jogo é o mais fácil que eu já joguei. Mas, também o mais divertido.

—É, talvez eu goste—me viro para sair do quarto, sei a hora de parar para deixar um gostinho de quero mais, mas Laito estava alerta.

Girei a maçaneta da porta, mas mal à abri e Laito já havia fechado-a. Dou um sorriso comigo mesma, me viro lentamente com um misto de inocência e provocação.

—Vai me prender aqui?—praticamente sussurro.

—Talvez—responde com um sorriso maior que o do gato da Alice. (Autora: Alice no país das maravilhas, pra quem não sabe)

—Eu posso gritar—provoco sugestiva, Laito aumenta ainda mais seu sorriso e suas bochechas ficam ainda mais vermelhas.

—Mas você não vai.

—Quem garante?

—Você quer estar aqui, cadelinha!—Laito sussurra no meu ouvido, sinto um arrepio se espalhar pelo meu corpo e minhas pernas ficarem bambas. Mordo os lábios para não cair em tentação.

—Como você pode ter tanta certeza?

—Você está bem quente, bitch-chan.

Ah se tô!

—Você não entenderia a ironia—sorrio comigo mesma novamente, talvez algum dia ele entenda. Talvez.

Laito está perto de me beijas, mas novamente eu me faço de difícil, virando o rosto. Laito sorri e aproveita a ocasião para... Me morder.

Solto um grito, minha surpresa é tanta que me esqueci dos acontecimentos dos últimos minutos. Isso acabou totalmente com o encanto.

Com um movimento rápido, e incrivelmente dolorido, eu o empurro.

—Tem mesmo que estragar o clima!?—reclamo irritada. Laito limpa os lábios com a almofada do polegar e sorri.

—Então admite que há um clima?—provoca. Cubro meu pescoço com a mão, sentindo uma dor horrível no local.

—Não vejo razões para negar, mas eu te conheci acho que à uns dois dias. Não acontecerá nada tão cedo.

—Então por que me provoca, bitch-chan?

—Porque eu gosto. É a mesma coisa se eu perguntasse pra você: Como e quando ficou tão malicioso?

Minha intenção era comparar, apenas, mas acabei recebendo uma resposta.

—Fácil. Aos dez anos, por causa da minha mãe.

Paro por um segundo de respirar, a surpresa é tanta que quando a tristeza vem eu nem percebo que ele respondeu sem remorso algum.

—Isso é insesto. A certo ponto, triste. Você gostava?—perguntei. Laito deu de ombros.

—Não via problemas, mas eu descobri que não era o único na vida dela.

A surpresa foi tanta que eu quase caí pra trás.

—Outros irmãos?—perguntei incrédula. Sentindo -sem saber o motivo- meu rosto esquentar.

—Não. Meu tio.

—Nossa, desculpa, mas sua mãe é uma vadia.

—Era

Eita.

—Ela tá morta. Eu a matei

Eita múltiplo.

—Com a ajuda dos meus irmãos.

Eita triplo!!!😲😱

Fico sem reação. Depois que reencontro os movimentos das pernas me direciono para a cama e nela desabo sentada.

Isso é complicado de digerir. E Olha que a minha história não é TÃO diferente.

—Mas e você? Como ficou maliciosa?

—Quando deixei de acreditar no amor.

—O que quer dizer?—Laito se senta ao meu lado, dou de ombros.

—Minha mãe e meu pai tinha um amor admirável. Ou pelo menos ele à amava demasiado. Mas, após a morte do meu pai, não deu nem três dias e minha mãe já tinha um outro homem saindo do quarto dela. Naquele momento eu deixei de acreditar no amor, e passei a pensar que as pessoas só se divertem umas com as outras. O amor dos meus pais não era uma exceção—desabafo, saber que Laito tem uma história quase tão triste quanto a minha é... Reconfortante?

Eu não deveria pensar assim!

—Quantos anos você tinha?

—Sete. Aos doze comecei a ganhar corpo, e não somente garotos, como também homens sentia atração por mim. E um dia minha mãe me ofereceu para um velho asqueroso—Laito olhou surpreso, acho que ele não gosta da idéia de eu já... Hum... Ter sido usada—Não, nada aconteceu, mas ele ficou me acariciando. Tudo porque minha mãe precisava dele distraído, para recuperar sei lá o que na casa do velho. Minhas irmãs nunca souberam disso.

—Por que nunca contou? Eu não ter contado tudo bem, é uma coisa que os meus irmãs não ligariam nem um pouco, mas você e as suas irmãs parecem tão unidas.

—Somos, mas... Eu não sei. Talvez eu tenha medo de que elas não acreditem, nossa mãe é perfeita para elas—concluo com voz de jornalista—A mãe que sofre pela vida de seus filhos—pauso com o olhar distante—Só eu conheço o lado negro dela.

—Isso parece triste. Mas a certo ponto é excitante—O que? Sorrio levemente, Laito consegue parecer um maluco masoquista achando excitante tal história.

—Como você matou a sua mãe?—pergunto realmente curiosa. Laito sorri com prazer.

—Isso é uma história pra uma outra hora, bitch-chan. Por enquanto, vamos nos divertir.

Laito toca minha cintura e tenta me beijar, mas... Bom, vocês já sabem.

Me levanto e caminho até a porta, abro a mesma e aponto para fora, com um sorriso de lado.

—É melhor você ir, vai procurar um brinquedo para se divertir, se quiser.

Laito arquea as sobrancelhas e lambe os lábios. Achando graça de tudo isso.

—Cadelinha má. Mais tarde eu volto para matar minha cede de você—sussurra no meu ouvido. Me arrepio novamente.

—Isso é tão romântico de se dizer—provoca uma última vez. Laito enfim sai pela porta, eu à fecho e sorrio comigo mesma.

Acho que tivemos um empate.


Notas Finais


Eai? O que estão achando da fanfic?
Sério, eu estou amando escreve-la😄😄


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