História Diabolik Lovers: Innocent Lovers - Capítulo 2


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Beatrix, Carla Tsukinami, Christa, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Reiji Sakamaki, Richter, Ruki Mukami, Seiji Komori, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Visualizações 51
Palavras 1.046
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Canibalismo, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - 02: Comporte-se bem


Fanfic / Fanfiction Diabolik Lovers: Innocent Lovers - Capítulo 2 - 02: Comporte-se bem

[ Mansão Sakamaki ]

Mais uma dia tinha se passado na mansão Sakamaki. Catherine permanecia sonolenta no seu quarto que por sinal, era o quarto de hóspedes da Mansão. O único quarto vago. 

Levantou-se lentamente encostando seus pequenos pés no tapete vermelho do quarto e soltando um bocejo. Logo esticando seus bracinhos para sentir os ossos de seu corpo.

- Tinna... - Chamou Catherine olhando para ambos os lados a procura da pelúcia de coelho, que estava sentada em um canto ao lado do quarto. - Quem te colocou ai, Tinna? - Perguntou sonolenta caminhando até a pelúcia a pegando em suas mãos e verificando se não possuia rasgos ou qualquer outro dano.

A Sakamaki se lembra muito bem da noite passada. Em que ela tinha dormido abraçada a Tinna. Mas encontrá-la do outro lado do quarto a deixou confusa. Acreditando que não era algo importante, resolveu ignorar.

Algumas batidas de leve na porta foram escutadas. E logo a empregada a abrira lentamente, estava segurando o café da manhã da menor.

- Catherine! Trouxe seu café! - A bela jovem que aparentava ter uns vinte anos colocou o mesmo na cama sorridente e logo saindo do cômodo. - Coma tudo! - Foi somente isso que disse antes de desaparecer.

A menina desviou o seu olhar para o chão.

- E-eu não estou com vontade de comer... - Indagou com o tom de voz fraco.

Estava sem apetite num dia como aquele. Estar em uma casa cheia de desconhecidos a sua volta era desconfortável. Mas ela entendia que eram seus parentes. 

Catherine um tempo depois já estava a caminhar pela casa tentando não emitir nenhum som com seus passos. Ela gosta do silêncio e lugares vazios. Se sente aliviada por isso.

Não havia nenhum sinal dos garotos que vira na noite anterior, queria encontrar pelo menos um deles para se conhecerem melhor. E seu pedido foi atendido ao por os seus pés em uma sala que possuia umas estantes com livros e mais livros. Um garoto moreno sentado estava na cadeira lendo seu livro calmamente. Não desviava o olhar dele para nada. Catherine o fitou com o olhar curiosa e ficou surpresa quando os olhos do menino se encontraram com os seus. Os olhos cor de vinho. Não sabia o seu nome, eram tantos que a fizeram perder o foco.

O garoto nada falou. Voltou a ler ignorando a presença dela. Que para ele, não passava de um fardo.

- Oi... - Comprimentou a garota acenando.

Ele nada respondeu. Só então a rosada se tocou que era mais difícil do que imaginava falar com os moradores daqui. Mas ela precisava, para se dar bem com o seu pai.

- O que você está fazendo? - A rosada puxou uma cadeira para se sentar ao lado do garoto.

- Lendo. Não está vendo?

- Eu não sei ler.. 

Catherine apertou o coelho firmemente tentando puxar assunto. No fundo estava se sentindo envergonhada por dizer aquilo.

- Como assim você não sabe ler? Era o de se esperar do nosso tio. Humpf! 

- Papai não tem culpa. Ele me dava algumas aulas mas...Eu não prestava muita atenção. - Riu.

- Preguiçosa. Não diga mais nada. Eu não quero saber de você. Agora se apresse e suma daqui.

- M-mas por quê? - Perguntou. - E-eu não tenho nada para fazer.

- E você acha que aqui você vai ter? Se não sabe nem ler.

- Conversar. A gente pode conversar. 

- Eu não quero conversar com você.

Um silêncio se instalou por ali mesmo depois da fala de Reiji. Mas isso ainda não a impediu de continuar tentando.

- O que está lendo?

- Hansel e Gretel.

- Hum... - Ela se aproximou mais para ver, o que era um problema para Reiji, já que sentia o cheiro do seu sangue o fazendo se desconcentrar.

- Poderia se afastar?

- S-Sim! Desculpa! - Ela fez como pediu apoiando sua mão na cabeça entediada.

Dessa vez foi o garoto que lançou seu olhar sobre ela, que estava quieta, calada, brincando com as suas mechas de cabelo.

- Não tem jeito. - Ele fechou seu livro e se levantou irritado.

- O que foi?

- Eu vou lhe oferecer uma proposta Catherine. Se você se comportar bem eu posso te ensinar umas coisas.

- S-Sério? - Seus olhos brilharam. 

- E depois disso não fale mais comigo ou tente se aproximar de mim.

Ela não compreendeu direito o que o menino disse mas concordou mesmo assim animada. 

- Qual o seu nome? 

- Reiji.

- Arigatou! Reiji!

- Tsc...

O moreno não deixou de corar. Foi até uma estante e pegou dois livros e tirou um papel e uma caneta para anotações.

- Eu vou aprender o quê?

- A ler.

- Ah...

Reiji sentou-se novamente ao lado dela e passou a dar os primeiros ensinamentos. O sono da garota e a distração eram dificuldades que tinham que enfrentar com o tempo que passava-se ali. Até que caira no sono.

- Sério isso?... - O garoto bateu sua mão em sua testa frustrado. - Pelo menos eu sei que você aprendeu alguma coisa.

[ ??? ]

- Mamãe. - Reiji puxou o tecido do vestido de Beatrix. - Eu ensinei a Catherine a... 

- Shu! O que pensa que está fazendo?! - Beatrix não deu ouvidos a Reiji correndo até Shu que estava agachado em frente as flores.

-...

[ Corredor ]

Catherine estava sentada falando com Tinna alegremente. 

- Eu ainda preciso agradecer a ele, Tinna! Agora eu posso ler! - O seu sorriso aumentou em seu rosto.

- O que está falando sozinha ai?! - Ayato apareceu em sua frente.

- Nada...

- Então não vai se importar se eu fizer isso? - Ele puxou a mecha de seu cabelo fortemente e jogou o coelho da menina no chão.

- Ah! D-doendo! T-Tinna! - Ela pegou seu coelho e passou a mão por onde Ayato tinha puxado seu cabelo. 

- Fraca! Idiota! - O mesmo saiu dali rindo.

Lágrimas involuntárias escorreram no rosto da menor que chorou silênciosamente. Shu que passava por ali fugindo de sua mãe notou o estado da menina e foi até ela.

- Catherine, o que foi? 

Ela nada disse. Apertou mais o coelho em seus braços.

- Ei! Calma! Vai ficar tudo bem. - Ele fez carinho em seu cabelo delicadamente.

Reiji que carregava alguns livros, parou olhando a cena dos dois garotos. 

- Ayato é muito mal...

- O que ele fez?

- D-dói. - Resmungou.

- Você não vale nada, Shu. - Reiji rosnou correndo para a biblioteca.







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