História Diabolik Lovers ( minha versão) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Kanato Sakamaki, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Yui Komori
Tags Diabolik Lovers, Romance, Vampiro
Visualizações 47
Palavras 1.896
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Canibalismo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente, estou aqui com mais uma fic. Espero que gostem!

Nele eu mudarei um pouco a personalidade dos personagens, o sadismo, mas a principal característica deles será a mesma.

Capítulo 1 - Primeira Hora


Fanfic / Fanfiction Diabolik Lovers ( minha versão) - Capítulo 1 - Primeira Hora

                                                                                  ღBoa leitura

                                                                        ( 16 de setembro de 2013)

 Isso é injusto, eu não posso acreditar que meu pai tenha feito essa barbaridade comigo, o que custava ter me levado junto a ele? O que custava ter me feito esse pequeno e simples favor? Ele sinceramente me deixou na casa de parentes distantes, como dizia ele, não sei como encarar essa historia, por que ele nunca me apresentou a esses parentes? O que o impediu? São realmente de confiança?

                      Olho pela janela Esbanjando varias e varias opiniões sobre essa situação na minha mente, perguntas e duvidas, afirmações e verdades. Depois de um bom tempo pensando, cerca de umas 3 horas, finalmente consigo visualizar a casa ao qual meu pai me falará, ou melhor, mansão. Por um momento, um breve momento, pude deixar para admirar a linda e famosa mansão Sakamaki, o carro para. Eles devem ser bem ricos!

                     Pego minha mala e pago o motorista que em seguida canta pneu me deixando ali, sozinha. Fiquei por uns segundos observando os detalhes daquele lugar, é revestido de amarelo e alguns tons de branco, o portão demonstrava estar um pouco enferrujado, vou em direção ao mesmo. Tive um pouco de dificuldade, mas consegui abri-lo.

              Entrando dei de cara com uma enorme fonte e um lindo jardim em frente, diversas flores eram vistas, que bonito! É uma visão realmente extraordinária.

                  Vou indo em passos lentos em direção a porta ate sentir um pingo gelado e úmido cair sobre o meu nariz, o que me fez arrepiar toda, apressei o passo, caso eu peguei sequer um chuvisco é perigoso pegar um resfriado daqueles.

                Ao já estar de frente com a porta desocupo uma das minhas mãos, que segurava a mala, e bato na mesma.

- Com licença!_ Digo após a ação seguinte, mas não ouve resposta_ Com licença?_ Tento de novo, nada aconteceu. Será que não tem ninguém em casa? Eles não foram avisados de minha chegada? Muito estranho.

                Foi ai, na terceira tentativa, que eu bato na porta, ela simplesmente abre sozinha. Assustei-me bastante, não tinha ninguém ali, ninguém que possa ser responsável a abri-lo.

- Será que eu entro?_ Pergunto-me receosa lembrando de algo que escutará do taxista.

                                                                                       {Flashback On}

       Saio do aeroporto entrando direto em um taxi qualquer.

- Onde deseja ir?_ Pergunta o motorista.

- A mansão Sakamaki!_ O mesmo demonstrou espanto e surpresa com o meu comentário.

- Tem certeza? Não ficou sabendo dos boatos?_ Pergunta receoso.

- Que boatos?_ Levanto a sobrancelha, só me faltava essa, meu pai realmente vai deixar-me morar nesse tipo de lugar? Rodeado por boatos?

- Dizem que aquela casa é mal assombrada, que ouve muitos assassinatos inexplicáveis naquele lugar, onde filhos mataram as próprias mães e ate hoje pode-se sentir a presença delas, elas vão observa-la a todo momento e verá vários vultos.

- Acho isso impossível, meu pai me disse que meus parentes distantes moram lá!_ Digo confiante, não sou de acreditar nesse tipo de coisa, não de fantasmas.

- Encare como quiser!

- Boatos sempre serão apenas boatos.

                                                                                   {Flashback Off}

- Será que ele falou a verdade?_ Pergunto-me dando mais uma olhada ao redor, em todas as janelas não havia nenhuma luz acesa, estranho.

                Respiro fundo e tomo coragem, coloco a mão na porta e a abro quase por completo, fazendo um ranger, ela é pesada! Como pode ter aberto sozinha? 

            Dou um passo para dentro da mesma, entro por completo. Há um grande corredor, no qual começo a percorrer o mesmo ate chegar em frente a uma linda escadaria, típica de mansões. Um trovão me assusta como também deixa um clarão sobre o local em que estava, o mesmo me ajudou a visualizar um ser que não havia percebido antes.

 

             Ele é extremamente pálido, talvez seja albino, seu cabelo em uma cor bem chamativa aos meus olhos, o intenso vermelho fogo que do topo ate as pontas fazia um degradê, usando um tipo de uniforme com a gravata mal colocada, eu tirei uma conclusão, ele não sabe colocar. Grandes cílios, ele é realmente belo, mas parecia não estar respirando.

- Moço!_ Digo me aproximando em passos lentos e cuidadosos_ Você esta bem?_ Pergunto colocando em seguida a cabeça em seu peito, o coração não bombeava.

            Entrei em desespero e comecei a balança-lo ritmicamente, não sei lidar com esse tipo de situação.

- Reiji baka, deixe-me dormir!_ Diz manhoso se virando para o outro lado, como ele pode estar vivo? Eu jurava que havia morrido!

- Não sou Reiji!_ Exclamo o cutucando. O mesmo se levanta e esfrega os olhos abrindo-os em seguida, deixando me ver a linda cor verde de suas pupilas, ao me ver faz, com a boca, um O perfeito.

- Quem é você? Porque está aqui? Como entrou aqui?_ Pergunta.

- Ninguém te avisou que eu viria?_ O mesmo nega com a cabeça. De repente escuto algo se mover atrás de mim, viro-me para olha-lo, bonito foi a primeira palavra que pude descrevê-lo. Ele usa óculos, suas pupilas são da cor roxa, o cabelo cinza, que também continham um degradê e também possuía o mesmo uniforme do ser que antes pensara ter morrido.

- O que esta acontecendo aqui?_ Pergunta o mesmo com rigidez_ Quem é você?

- Eu sou Yui Komori. Vim, pois meu pai teve que viajar a trabalho e disse-me para me acomodar em sua “casa”.

- Não fiquei sabendo disso, você sabe de algo Ayato?_ Então esse é o nome dele, combina.

- Não!

- Me acompanhe por favor, assim podemos tirar essa historia a limpo. Só uma pergunta!_ Fiz sinal para que ele prosseguisse_ Como entrou aqui?

- A porta abriu sozinha!

- Deve ter sido o mordomo!_ Diz tirando a minha duvida, nem acredito que por um momento acreditei em fantasmas, mas como ele sumiu da porta de uma forma tão rápida? Estranho.

            Em um dos corredores totalmente escuro apareceu um mordomo.

- Leve as malas dela!_ Fala o formal.

                  O mesmo pega-as e volta a se afogar na escuridão daquele amedrontador corredor, andando de costas, tá! Isso foi muito esquisito.

- Venha!_ Diz e eu o acompanho, não demorou muito para chegarmos ao local, no qual juguei ser a sala.

                        Sentei no sofá observando todos os detalhes daquele lugar, tudo aqui é realmente bonito, também havia outra escada por ali.

- Oh, quem é essa bela dama?_ Ele definitivamente apareceu em um piscar de olhos, posso jurar que olhava para o lugar que agora ele se encontra, pisquei e ele apareceu. Bonito, todos aqui são? Não tem nem um ser feio? Se eles são realmente parentes distantes, não devem ter puxado nada da minha, os meus parentes masculinos não chegam nem aos pés deles.

                    Seu cabelo é ruivo e “longo“, usa um chapéu, os olhos verdes e o mesmo uniforme que os outros ali presentes. Espera... Cadê ele? 

- Quem é?_ Escuto alguém falar atrás de mim, viro-me levando um susto, como ele fez isso?

- Eu também quero saber!_ Outro aparece, sua voz é fina e fofa, ele é fofo, Kawai. Cabelo lilás e olhos da mesma cor, também com um degradê, um ursinho na mão e com uniforme. Que vontade de apertar essas bochechas!

- Que barulheira é essa?_ Outro! Quantas pessoas moram nessa casa? Como eu, uma menina, vai viver com tantos garotos assim?

                        Cabelo Rosa claro, olhos vermelho rubi e o mesmo uniforme que os demais.

- Chegou o esquentadinho!_ Diz o ruivo dando risadas. O rosado levanta a sobrancelha demonstrando estresse.

- Gente, estamos perdendo o foco!_ Exclama o acinzentado_  O que exatamente tenho que saber é o do porque esta dama esta aqui.

- Eu sei_ Diz alguém quem não prestará, ele estava deixado em um dos sofás, eu podia jurar que não percebi a sua chegar. Ele estava de olhos fechados, cabelo loiro e de uniforme.

- Então explique.

- Bem... Aquele cara me contatou esses dias dizendo que uma menina da igreja viria aqui.

- A próxima noiva de sacrifício?_ Pergunta o rosado um pouco irritado.

- A nem, eles sabem que isso não funciona. Toda vez que perdemos o controle elas não suportam_ Fala o avermelhado_ Não quero carregar mais sofrimento nas costas.

- Ei, vocês sabem que não adianta reclamar._ Diz o acinzentado que em seguida se vira para mim_ Não a engano.

- Como assim noiva de sacrifício?_ Pergunto confusa já me levantando.

- Depois a explicaremos, vamos primeiro as apresentações. Esse é o filho mais velho, Shu_ Aponta para o loiro_ Eu sou o segundo filho, Reiji. Este é o terceiro, Ayato. Kanato_ Indica o kawai_ Laito_ Mostra o ruivo_ E o ultimo filho, Subaru_ Aponta para o rosado.

- Eu sou Yui Komori, mas... Realmente acho que é um engano, eu poderia ligar para o meu pai?

-Claro_ Dizem em coro.

                Saio de lá, para ter um pouco de privacidade, e disco o numero.

                                                  ...

         Houveram varias tentativas, mas sempre cai na caixa postal, eu tive que desistir e encarar a verdade, voltei para a sala.

- Ele não atend-deu..._  Tropecei no meu próprio pé, acabei por bater o joelho no chão e arranha-lo_ Ai!_ Exclamo olhando para o ferimento.

- Merda_ Fala Subaru

                Olho para todos e vejo uma cena realmente assustadora, todos eles mostravam presas, meus olhos começaram a marejar e o pânico se formou, como também uma lembrança horrível e deprimente que me aconteceu, quando minha mãe morreu.

 

                                                                                    {Flashback On}

 

              Tinha acabado de chegar em casa, a aula de hoje foi bem cansativa. A porta da frente estava escancarada e barulhos de coisas quebrando eram ouvidos. O que esta acontecendo?

              Entro em disparada para dentro, sei que é perigoso, mas estava muito preocupada com a minha mãe, ela tinha tirado um dia de folga e ainda se encontrava em casa. Ao entrar pude ver tudo revirado, chegando para perto da cozinha vi um monstro, olhos vermelhos de uma forma intensa e presas, sua boca suja de sangue, o mesmo estava na janela e pulou minutos depois de minha entrada.

 

                          Minha mãe estava no chão e uma poça de sangue a cercava. E no fundo eu sabia o nome daquele monstro, é conhecido como...

                                                                                          {Flashback Off}

- Vamp-piros_ Gaguejo olhando para eles.

- Podemos te explicar, não fique com medo!_ Fala Kanato meio triste.

                     Corro para fora dali em desespero, passando por todos os corredores sem ter uma direção correta, a verdade é que o lugar é tão grande que acabei me perdendo, entro na primeira porta que vejo.

                     Ao entrar vi uma mulher, cabelo muito longo e lilás, usava um vestido, quase pude ver o seu rosto, mas uma dor muito forte invadiu o meu peito, fazendo-me bater as costas na estante de livros, derrubando poucos, ao olhar de novo, ela desapareceu.

                     Olho para o chão e consigo visualiza uma foto, a pego, junto a um diário, e percebo o obvio.

- Sou eu! Esse diário é do meu pai_ Digo, ela estava marcada em uma pagina e eu consegui ler só um pedaço_ “Mesmo Yui não sendo minha filha de verdade a amo muito”.

- Como entrou aqui?_ Pergunta alguém que não prestará atenção.

                 Todos os vampiros estavam ali ao meu redor, não consegui pronunciar nenhuma palavra, o medo não deixou.

- Não tem jeito_ Diz Ayato que foi em minha direção e começou a fazer coisas estranhas com a mão, o sono chegou como bala e eu adormeci.

Continua... 

 

 


Notas Finais


Desculpe se tiver erros de escrita.


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