História Diamond lightning - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Pokémon
Personagens Barry (Jun), Dawn Hikari, Diamond, Lucas, Pearl, Platinum Berlitz, Riley
Tags Lucas, Pokémon, Stokeshipping, Volkner, Yaoi
Visualizações 45
Palavras 2.095
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


(imagem não feita por mim, créditos ao artista)
Bem tô fazendo o possível agora para atualizar as fanfics. Espero que gostem. Depois de lerem me falem oq acharam. Brigada ><

Capítulo 5 - Conciliation


Fanfic / Fanfiction Diamond lightning - Capítulo 5 - Conciliation

     Volkner não acreditou no que acabara de ouvir. Flint realmente tinha interesse sobre o Lucas?

“Flint, se isso for uma piada, eu não estou achando graça”

“E quem falou em piada? Lucas é um garoto fantástico. Desde nossa batalha ardente, não consigo parar de pensar sobre ele”

Basta. Volkner não estava aguentando ouvir tal futilidade. O loiro foi em direção ao ruivo e puxou sua gola da camisa.

“ Escute aqui Flint. Você é meu melhor amigo, existem coisas que eu duvido com você. Mas o Lucas não faz parte disso. Eu já cometi um erro uma vez, não vou cometer outro. Eu já estou namorando o Lucas e não lhe entregarei! FIQUE LONGE DELE!”

Flint estava surpreso. Volkner era uma pessoa sempre calma, depressiva. E agora estava apreensivo e nervoso por apenas um motivo: ciúmes. O ruivo não se abalou, seu amor não era tão simplório a ponto de ser parado apenas pelo seu melhor amigo.

“E quem falou em dividir? Ele não é um objeto de posse Volkner. Ele é uma pessoa, possui sentimentos, ele está livre para escolher quem amar. Não sei os detalhes, mas, se ele está nessa condição é por sua conta, era sua responsabilidade cuidar dele”

“....”

Volkner não negava. Luvas estava dessa forma por sua conta. O mais velho que permitiu que Riley participassem do sexo, deixando o corpo do menor em seu limite. E Flint estava certo, era Lucas que deveria decidir com quem estar, por mais apreensivo que estava, Volkner sabia que era o correto.

“Flint. Você está certo”

“Eu sei que estou”

“Mas”

“Mas?”

“ Ele me escolheu primeiro. Ele me salvou, me tirou da minha depressão. Eu amo, e quero estar sempre com ele, posso ter o magoado, mas isso não se repetirá, ele é o mais precioso diamante da minha vida”

Flint estava surpreso, o que Volkner acabara de falar era de uma declaração de guerra para o ruivo, como também de amor para o moreno. Por fim, soltou uma risada escandalosa, e falou:

“ Bem. Você vai fazer o quê agora Lucas? Foi uma declaração e tanto eim. Eu me rendo por hora, mas não pense que vou desistir de toma-lo de você “

“Hã?”

Volker não entendeu do por que de Flint direcionar sua fala para o menor, contudo, notou-se olhares vindo de trás, virou-se e notou o mais novo te olhando. O jovem estava corado e pequena lágrima escorria de seu olho esquerdo. Lucas estava feliz, sabia que não era o fim de seu relacionamento é que poderia confiar mais uma vez em seu parceiro.

“Bem, vou deixar os dois a sós. Até outro dia Volkner. E Lucas, se cuida, quando cansar do Volkner, venha me ver”

Flint saiu do quarto deixando para trás um olhar confuso por parte do moreno e um olhar penetrante vindo do loiro, esse, estava com raiva, não acreditava que haveria tantos rivais assim. Lucas era lindo, fofo e educado, era atraente, mas não queria que todos tivessem essa opinião sobre o mesmo. Queria para si mesmo. Por fim, decidiu sentar sobre a cama hospitalar e conversar com o mais novo.

“Bom dia meu pequeno”

“B-bom... D-dia... Volk....”

“Eu realmente te amo. Me perdoe mais uma vez. Me dê mais uma chance, quero te fazer feliz, quero sempre deixar seu sorriso estampado em sua face”

“Volk... Eu já disse.. eu também fui fraco. Eu deveria ter negado, mas não o fiz. Me desculpa também...te amo. Vamos nos dar mais uma chance....eu posso ser infantil, inexperiente, mas... Quero que eu seja apenas seu e você apenas meu”

Volkner corou, não era normal de sua parte, mas a frase do menor foi além de ser madura, como também de posse. O loiro abraçou o menor com cuidado, como se “fosse”, não, “é” a coisa mais preciosa e frágil da sua vida. Após o abraço, Lucas estava com o rosto avermelhado mas extremamente sexy, Volker estava no clima, mas... Além de estarem dentro do hospital, ainda estava com medo de ferir mais ainda o menor, afinal, o último sexo que fizeram foi de certa forma, dolorosa e selvagem. Lucas se sentia da mesma forma, contudo, o mais novo era mais confiante, colocou suas mãos sobre a face do mais velho e começou a falar calmante e timidamente.

“V-volk....u-um.... B-beijo não vai machucar... “

O a feição que o rosto do menor havia feito foi o suficiente para deixar o maior mais vermelho ainda. Seu membro estava pulsante dentro de sua calça mas deveria se controlar, final... Não era o melhor momento. Mas como o menor havia permitido, um beijo seria suficiente para apagar o fogo de seus corpos.

O maior posicionou seu polegar sobre os lábios do moreno, começando a passar o dedo devagar sobre os lábios. Notou a inquietação do mais novo.

“ Você deve tá pensando “ não quero apenas seu dedo, quero sua boca” “.

“ahg....”

Volkner riu por ter adivinhado facilmente o pensamento do pequeno. Portanto, agora só deve satisfazer o desejo do mesmo. O loiro se aproximou devagar do corpo do mais novo, seus rostos se aproximavam, seus olhares se fixaram um sobre o outro. Suas respirações estavam se cruzando, cada um conseguia sentir a respiração do outro. Finalmente, depois de toda a demora, que parecia uma tortura, seus lábios se encostaram, o beijo começou a se formar, Lucas abraçou o mais velho durante o ato, e o último apoiou suas mãos ao rosto do menor. Em um rápido gesto, Volkner adentrou sua língua dentro da boca de Lucas. O beijo transmitia amor, desejo, paixão, estavam concentrados em apenas prazer. Em minutos, quando não podiam mais continuar, o beijo se desfez, a falta de ar esperada aconteceu e interrompeu o ato. Ambos estavam ofegantes e quentes, queriam mais, querem mais. As dúvidas antes existentes foram esquecidas desejo carnal, queriam sexo. Contudo, não estavam no local para tal ação.

Volkner passou sua mão gentilmente sobre o rosto do menor, queria que esse momento nunca acabasse, era um sentimento de tranquilidade, satisfação. Por fim, decidiu-se que deveria acertar com o hospital e levar o menor a sua residência. Em vinte minutos, tais ações foram concretizadas e ambos já estavam dentro da residência. Lucas ainda estava um pouco assustador pelo que acontecera da última vez, mas mesmo assim queria o sexo, mas talvez, essa seria a hora de intervir. Não queria sexo assim tão rápido, não era a hora. Acabaram de se reatarem, transar agora apenas disfarçaria o ocorrido. O menor segurou a blusa do maior e começou a falar com sua cabeça abaixada.

“Volk... Vamos deixar isso para outro momento... Por mais que eu queria fazer, não é o certo a se fazer... Vamos em um encontro! Eu quero muito sair com você, ver você rir e se divertir”

“Lucas....Eu entendo, na verdade até concordo. Bem... Você acabou de sair de um hospital, você se sente confortável para sair?”

“Mas é claro que sim! Estou saindo com você!”

“...”

Volkner estava completamente corado. Lucas falou completamente inocente e diretamente seu pensamento. Por fim, o loiro aconselhou o mais novo a tomar um banho e em seguida iria tomar um também. Contudo, Lucas recusou, por mais que não queria sexo nesse momento, queria estar perto do corpo do mais velho, queria pelo menos tomar um banho com o mesmo.

“ Quero tomar banho com você....Não me entenda errado, só quero tomar banho junto, nada de sexo”

Volkner estava perplexo, seu rosto avermelhou-se, não esperava esse tipo de pedido do seu amado. Não podia, melhor, não queria recusar tal pedido. Afinal, faz um tempinho que não tomava banho com seu pequeno. O loiro aceitou a proposta e foram ambos ao banheiro. Já no local, o mais velho se voluntariou para tirar a roupa do mais novo, claro que , o mais novo ficou com vergonha, mas aceitou. Volkner retirou a camisa do Lucas, em seguida abaixou-se e foi puxando para baixo o short e a cueca do moreno, deixando exposto o membro flácido, o maior notou pelos em crescimento na área observada, achou de certa forma fofa. Lucas por outro lado estanha corado com tamanha falta de vergonha do maior, em meio ao nervosismo, empurrou o maior e falou que era sua vez. O moreno retirou com certa dificuldade a camisa do mais velho, afinal, o mesmo era bem maior em comparação ao mais novo. Depois de retirada, faltava as roupas de baixo. Lucas começou a abrir o cinto, e quando feito, abaixou a calça deixando apenas a cueca box azul exposta. Lucas notara o volume que havia dentro da vestimenta íntima, o jovem conhecia a causa do volume, o membro de Volkner. Contudo, sabia muito bem que a proposta que era apenas banho e nada de sexo. Portanto foi direto ao ponto, não podia se dar ao luxo de imaginar como estava o membro do mais velho, senão, seu próprio membro se animaria também e com certeza, o mais velho aproveitaria da brecha para tentar fazer sexo. O moreno com certa velocidade abaixou a cueca box e retirou do corpo do dono. Lucas estava de cara com um membro semi flácido com pentelhos loiros. Era notável que o loiro estava tentado ao máximo segurar a ereção, não queria assustar o mais novo. O pior já passou, ambos estavam pelados no banheiro. Volkner não parava de olhar o corpo em desenvolvimento do menor, já o menor estava desviando o olhar, estava envergonhado pela observação que estava sofrendo.

“N-não f-fique me olhando.....v-vamos para a banheira”

“Eu gosto de te ver, não posso?”

“B-BOBO!!”

O mais novo foi em direção a banheira e deixou a torneira de água quente e água gelada abertas para encher a área da banheira. Lucas ainda notara o mais velho lhe observando, para se “esconder” adentrou a banheira antes mesmo de estar completamente cheia. O maior fez o mesmo. O último a adentrar o local, pediu para chegar mais para frente, para obter mais espaço na banheira. Os dois estavam sentados no local que agora já estava completamente cheio, e as torneiras que antes estavam abertas já foram fechadas. A temperatura da água era morna, estava ideal para os dois. Lucas estava sentado na frente de Volkner, e fora surpreendido pelo mesmo. Volkner o abraçou por trás, o menos embora tinha levado susto, estava apreciando o momento, era deleitoso o abraço do mais velho, mas notara que o membro antes flácido do mesmo agora estava duro e encostando em suas costas.

“V-Volk.... Seu... está duro....”

“Me fala... o que está encostando? O nome”

“Nyah... B-bobão! S-seu.... pau...”

“O seu também está duro Lucas”

      Nesse momento, Volkner mordeu a orelha levemente do moreno, o mesmo gemeu deixando o mais velho mais excitado ainda. O combinado não era sexo, mas não foi dito nada contra “brincadeiras”. Volkner começou a brincar com o mamilo esquerdo de Lucas com sua mão esquerda e sua mão direita estava masturbando o membro do mesmo. Lucas gemia cada vez mais, estava prazeroso, de fato, não estava tendo o “ato de penetrar”. Ele não deixou claro o que seria evitado, portanto, Volkner aproveitou dessa brecha e agora estão nessa situação atual. Em poucos minutos o menor se desfez na mão do mais velho, o som do seu gemido agora era nulo, seu corpo estava fraco, sem energia. Em contrapartida, Volkner ainda estava excitado, seu membro estava rígido e o menor sabia disso. Mas sua consciência estava perdendo para seus desejos carnais. Lucas se virou para frente do maior e começou a chupar o membro do mais velho. Movimentos de vai e vem vinham com velocidade. Lucas estava se deleitando com o membro duro do loiro, lambia a glande enquanto sua mão mexia com o saco do mesmo. Volkner apreciava não apenas a chupada mas também a visão que estava presenciando, ver o menor lambendo seu lembro com o rosto totalmente sexy e avermelhado. Em segundos, chegou ao seu limite, despejando todo seu sêmen dentro da boca do moreno, esse que engoliu tudo sem reclamar. Volkner engoliu a seco. Não podia perder a razão, não queria magoar mais uma vez seu precioso namorado. O mais velho levantou o menor e lhe deu um beijo profundo, trocas de salivas e sêmen. Após isso, Volkner começou a lavar o corpo do menor, passava sabonete, esfregava, lavou a cabeça com cuidado. Era de certa forma uma cena fofa de se ver. Lucas estava envergonhado do que tinha feito, contudo, também queria banhar o mais velho. Fez tudo que o mais velho tinha feito com sigo mesmo. Após vários minutos, ambos já estavam vestidos para o encontro.


Notas Finais


Então.... Oq acharam? Beijos. uWu


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