História Diamond's Revenge - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Matthew Espinosa
Personagens Drake, Justin Bieber, Matthew Espinosa, Personagens Originais
Tags Bad, Drama, Gangue, Jessica Green, Justin Bieber, Máfia, Matthew Espinosa, Old Magcon, Revelaçoes, Romance, Triste, Tristeza
Exibições 507
Palavras 3.444
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Betagem por Hosk [HD]

Capítulo 10 - Um Caminho Sem Volta


Fanfic / Fanfiction Diamond's Revenge - Capítulo 10 - Um Caminho Sem Volta

Capítulo X: Um Caminho Sem Volta

— Com quem falava? — Perguntou, calmamente. Não estaria tão calmo, se soubesse com quem.

— Ben. Você não o conhece — menti tranquilamente —, mas ele não é importante. — Dei de ombros. Apenas para aperfeiçoar meu teatrinho, olhei perdidamente pela janela propositalmente, forçando a expressão de quem se lembrava de alguma pessoa num momento especial.

— É seu parente? — Soou casual, neguei com a cabeça — Ele parece lhe irritar bastante. — Sorriu.

— Mais do que você seria capaz de suportar — murmurei, de repente me sentindo um pouco cansada emocionalmente.

Mais do que qualquer um seria capaz de suportar. Contudo, às vezes... ah, às vezes eu achava que merecia mesmo tudo isso.

Talvez.

O silêncio tomou o carro. Lentamente, encostei minha testa na janela fumê do carro, preparando-me para passar o longo tempo da viagem naquela posição.

Um. Dois. Cinco. Sete minutos de silêncio.

420 segundos para restaurar meu emocional, antes de Justin despejar a bomba.

— Posso perguntar para onde foi ontem com Matthew? — Perguntou simplesmente, estava focado na estrada; os olhos presos no asfalto, as mãos de dedos longos agarrando o volante, como se o carro estivesse numa velocidade altíssima, sendo que seu R8 só andava a 60 quilômetros por hora. Ao terminar a pergunta, que pude notar certa hesitação em fazê-la, ele pareceu apertar ainda mais o volante, fazendo a cor sumir da dobra dos seus dedos.

— Bebedeira. Festas. Bebedeira. Praia. — Dei de ombro, distorcendo que fomos para o rio, já que ele só corta propriedades privadas e, mesmo imaginando que ele não sabia disso, preferi não correr o risco de mais perguntas.

— Ah, parece bem sua cara mesmo. — Agora já parecia mais relaxado, seu pé desceu um pouco no acelerador, e, ainda que não fosse uma velocidade surpreendente, sentia-me melhor agora.

— Minha cara, Justin Bieber? — Ergui uma sobrancelha. Com um sorriso sapeca, mirando-me pelo retrovisor, ele assentiu. — E qual é a minha cara, senhor Bieber? — Debochei, devolvendo pelo retrovisor um olhar desafiador

— É uma bela cara, se é isso que quer saber. Pegava fácil. — Rolei os olhos com divertimento, e Justin prendeu seu lábio nos dentes para não rir. Merda, essa calcinha também está com defeito de se molhar inexplicavelmente. — Hm, vejamos… tem cara de que sai para aproveitar a noite, de que é perigosa, que consegue o que quer.. e tem uma belíssima cara. — Sorriu divertidamente, assim como ele estava falando esse tempo todo.

— E você, Bizzle? O que acha que aparenta? — Desafiei, mordendo meu lábio. Ele virou a cabeça para mim por um segundo, sua boca estava maravilhosamente próxima da minha. Seus olhos presos no meu lábio fixo entre os dentes. Então, seus olhos subiram, fazendo-me sentir nua, despida e perplexamente excitada. Seu olhar se prendeu ao meu, e eu notei de relance o sorriso discreto e safado que brotou nele.

Oh, calcinha idiota!

— Eu acho que tenho cara que vai lhe beijar, se você não parar de morder este lábio. — Ele ameaçou sensualmente. Seu rosto estava perigosamente ainda mais próximo do meu. A sua respiração roçou de modo delicioso em meus lábios. A velocidade do carro diminuía gradativamente, mas ainda estava rodando na pista deserta.

Era isso. Ele estava me dando duas opções: ou simplesmente fingia que aquilo era uma brincadeira e ele não freava de uma vez o carro, ou eu lhe agarrava nesse momento, e, assim, ele não teria dificuldades em parar o R8 na estrada.

Era isso. Ele estava me dando a oportunidade de começar a jogar. Estava me entregando ao jogo. Cautelosamente, dando-me uma rota de fuga, um modo de sair daquela situação sem complicar nada. Era o mais sensato a fazer. Porque, se eu seguisse e beijasse-o, nós estaríamos à beira de um abismo.

Era clara a opção que eu escolheria, certo?

— Quer tanto que eu pare de morder os lábios? — Interroguei-o, trazendo meu rosto ainda mais para perto, de forma que nossos narizes se acariciassem. Olhei para baixo, ofegando de propósito, encarando seus lábios que se abriam, num movimento sedento e involuntário. Quem está hipnotizado agora, baby? — Uma dica: não consigo morder meu lábio, quando alguém me beija.

E esse foi meu último segundo de ar.

Os lábios de Justin praticamente voaram até os meus. O primeiro toque era tão necessitado, como se fosse o último. Um sorriso safado e involuntário tentou brotar, mas a boca de Justin me impediu por estar contra meus lábios, amassando-os, massageando-os e forçando passagem. Demorei alguns segundos para cedê-la, processando o calor e a maciez daquela boca. Apenas o toque já era bom, seu perfume forte e amadeirado me conduzia à loucura, entorpecendo-me, desequilibrando todos os meus sentidos.

Deus, eu precisava de mais. Precisava de mais daquele beijo, do toque, do homem. Precisava saciar aquela vontade louca de tapar o vazio na minha vagina.

Abri a boca, precisando sussurrar uma súplica, um “por favor”, talvez sem nexo, mas as palavras se negavam a sair, e o único som possível foi um gemido abafado. Justin pareceu ainda mais animado. Pude perceber que puxou o freio de mão com um pouco de desespero, logo desocupando a mão para me puxar para perto.

Com a minha boca aberta, Justin introduziu sua língua, a minha involuntariamente surgiu também. Eu estava tão entorpecida que simplesmente não fui capaz de coordenar um beijo. Seguindo meus extintos, minha língua se moveu, embaraçou-se com a dele por um segundo e, no momento seguinte, estavam trabalhando juntas.

A sensação era excitante, o som me deixava ainda mais louca, e eu já havia admitido que aquela umidade não era culpa da minha calcinha.

Eu não dominava o beijo. Não ditava os movimentos e nem colocava as regras, nossas bocas apenas sabiam o que fazer, faziam-no sozinhas, como se fossem feitas sob medida. Justin não parecia ditar as regras, na verdade, parecia tão louco quanto eu.

Céus!

Relembrei de que eu tinha o domínio das minhas mãos e agarrei-o. Uma mão em sua nuca e a outra já tinha encontrado uma brecha na sua camisa, entrado para arranhar suas costas. Joguei meu quadril para o lado, tentando encontrar uma boa posição. De algum jeito, pus-me com as costas na porta do carro, puxando Justin comigo, quem ficou quase deitado entre minhas pernas abertas.

Cogitar soltá-lo era loucura, parar aquele beijo divino era impossível, e ter uma calcinha mais molhada era crime.

Mas, porra! Eu sempre fui fora da lei!

Apertei minhas pernas envolta do seu quadril, forçando-o a se encaixar ainda mais. O atrito entre nossos sexos era delicioso. Minha saia havia subido, dando passagem livre para que Justin roçasse na minha calcinha sofredora. Era maravilhosa a forma que nossos corpos se encontravam. Mesmo separados pelo seu jeans grosso e minha calcinha encharcada, cada vez que eles se tocavam, mais forte, mais próximos, mais sedentos, eu tinha a impressão que alcançaria o paraíso com apenas aquilo.

Gemi ruidosamente, quando Justin largou sua boca da minha, mantendo seus lábios ainda próximos o suficiente para voltarmos a nos beijar. Puxei-oi mais para perto, minha mão em sua nuca e a outra em suas costas, fazendo com que ele se colasse ainda mais em mim, minhas pernas o folgavam e puxavam freneticamente, instigando-o a copiar o movimento do sexo.

Nossas respirações ofegantes se embolavam, meus peitos batiam contra seu peitoral, e até mesmo nossas barrigas estavam coladas, uma acompanhando a respiração da outra, dando espaço para que uma inflasse, sem atrapalhar o contato. Eu sentia o contorno de sua excitação, sentia-a grande e dura atrás daquele maldito jeans.

Quando eu pensei em retomar à boca de Justin com a minha, fui surpreendida. Ela já estava se ocupando de outra coisa. Ele beijava e mordiscava meu maxilar e pescoço, enquanto alguns gemidos saiam da minha boca.

Deus, eu nunca pensei encontrar um homem tão quente!

— Eu deveria lhe foder neste carro, vadia. — Ele sussurrou, mordendo meu lóbulo da orelha, como se fosse uma ameaça.

Oh, baby, é como ameaçar dar doces a uma criança.

— E não o faz por quê? Tem medo de não dar conta do recado, é? — Desafiei, apertando-o com minhas pernas.

Por um segundo, Justin parou de mordiscar minha orelha e pescoço, demorou um pouco para levantar a cabeça e me encarar com seus olhos escuros de luxúria. Encarou-me, por segundos que pareceram a eternidade, sem me dizer nada, apenas o olhar fixo e arrebatador preso em mim. As nossas respirações eram precárias, uma fina camada de suor já começava a cobrir nossas peles.

E, então, apenas para provocá-lo, mordi os lábios. Foi algo sutil. Pelo menos para mim.

A reação de Justin foi drástica, seus olhos claros ficaram quase negros de tanto desejo, uma de suas mãos se apoderou de minha bunda, apertando-a e puxando-a para si. Nosso encaixe entre os sexos ficou ainda maior, mais forte, e, se possível, mais gostoso. Eu senti algo que me fez arregalar os olhos.

Aquela porra ainda estava crescendo.

Agora que Justin pressionava minha bunda contra ele, eu sentia com ainda mais nitidamente o tamanho de seu pênis, era praticamente o dobro do tamanho que eu havia conseguido sentir antes, mas aquela porra ainda estava crescendo, eu conseguia sentir.

Provavelmente, reagiria de alguma maneira, gritaria, ou... não sei. No entanto, eu simplesmente não aceitaria que ele me rasgasse com aquela coisa.

Todavia, aí… oh, meu Deus!

Ele folgou o contato, praticamente arrancando nossos sexos um do outro, e uma mão entrou no espaço aberto.

Céus, quando aquela mão quente e experiente tocou minha intimidade ainda por cima da calcinha… eu girei os olhos e esqueci a possibilidade de ficar de cadeira de rodas.

Afinal, quem se importaria?

— Tem certeza de que duvida que eu dou conta, Diamond? — Ele murmurou em meu ouvindo, acidentando os dedos pelo pano da minha calcinha, decidindo se entraria ou não.

Que porra ele estava dizendo? Eu não fazia ideia. Minha mente estava muito lerda até para processar um simples “Olá”.

— Hm. — Gemi em seu ouvido como resposta, sem muitas outras opções. Ele arriscou puxar o pano molhado pelo lado, causando-me arrepios, e eu instintivamente busquei seu dedo com o quadril

— Hein, baby? — Ele havia dito alguma coisa?

— Foda-me. — Grunhi, entendendo debilmente o que ele dizia.

— Ah, não sei se eu dou conta, baby. — Mesmo extasiada, notei o sarcasmo maior que seu pau.

Ah, Justin Bieber, você não pode brincar comigo nem quando estou sóbria, tentar fazer isso quando minha calcinha está molhada é pedir para morrer.

— Foda-me agora, e eu te chupo até você gozar na minha boca.

Simples e poderosas palavras.

Justin, finalmente, puxou a minha calcinha para o lado, como se sua vida dependesse disso. Senti-me arrepiada, totalmente presa à fração mínima de segundo que Justin precisou para tocar de verdade meu íntimo.

E, no momento seguinte, eu me sentia tão realizada que poderia gozar sem mais nenhum estímulo.

Oh, céus, como o toque daquele homem era certeiro. Capaz de me levar aos céus, sem nem termos começado a festa direito. Reconheci o toque suave e calmo de seus dedos tocando vagarosamente minha intimidade. Apenas com as pontas dos dedos, Justin rodeou a minha entrada, sem se arriscar pelo interior.

Arfamos quase ao mesmo tempo, quando Justin enterrou seu dedão lá. Céus, minha barriga se contorcia em desespero, contraindo-se como se eu estivesse recebendo o primeiro toque da minha vida. Ela se apertava, algumas borboletas pareciam ter malditamente aparecido lá, fazendo-me contorcer mais ainda. Meus sentidos estavam anestesiados, meus olhos cerrados e minha boca procurando sedentamente um lugar para morder.

Merda, era só o dedo!

— Oh, baby, você está tão molhada. — Ele apreciou, falando no meu ouvido. Sua voz era mais rouca que o normal, maravilhosamente entrecortada. Sua língua acariciava minha orelha, trazendo-me para ainda mais perto da loucura. — Eu quero foder você.

Puta que pariu.

Agarrei-me ainda mais a ele, arqueando minhas costas, praticamente lhe ofertando meu corpo. Ele movimentou seu dedão, lenta e tortuosamente, arrancando um gemido gutural meu, e minha única reação foi perder a sanidade.

— Eu quero que você me foda. — Respondi, totalmente tonta e extasiada, tentando vagamente empurrar meu quadril contra seus dedos, mas, toda vez que eu empurrava e seus dedos entravam um pouco, ele logo os retirava quase que por completo, ainda os mantendo na porta.

— Você é tão gostosa, Diamond. — Murmurou. Não parecia muito sóbrio, talvez ainda mais aéreo e tonto que eu. Seus dedos giravam um pouco, enquanto eu fazia contorções com minha cintura, totalmente inquieta.

Gemi em resposta, apertando os olhos. Céus, por que diabos ele não me comia de uma vez? Nem ele estava aguentando!

— Você deveria estar me comendo agora. — Sabia que aquelas eram minhas últimas palavras, eu não tinha mais sanidade nenhuma para dizer algo com nexo.

— Eu quero foder você com a minha boca… chupar-lhe. — Ele sibilou, enfiando outro dedo em mim, empurrando-os o mais fundo possível. Tão fundo que meu quadril também pareceu fugir para trás, mas não diminuiu, nem minimamente, o nosso contato íntimo.

No momento seguinte à sua investida, ele tentou recuar seu corpo, e, mesmo que eu não tivesse entendido muito bem por culpa de estar à beira da loucura, eu havia sabido que ele estava se afastando para me chupar. Mas, porra, eu não quero que você me chupe! Não quero mais preliminares! Quero seu pau me fodendo agora!

Agarrei Justin pelos ombros, segurei-o apenas com minhas mãos trêmulas e dedos moles como gelatina, aplicando a maior força que eu conseguia fazer naquele momento, o que devia ser somente o suficiente para levantar uma pena, entretanto, Justin parou de se mover, ficando comigo.

Minhas mãos deslizaram de seus ombros, subiram debilmente para o pescoço, e nem eu mesma sabia exatamente o que estava fazendo, enquanto arrastava levemente minhas unhas pela pele de Justin.

Foi uma delícia vê-lo se arrepiando por minhas mãos.

Quando minhas mãos se posicionaram simetricamente dos lados da nuca, eu o trouxe para mais perto, puxando seu pescoço de pelos em pé para mais perto, até sua orelha encostar na minha boca.

Mas, então, as palavras sumiram. Eu já não era capaz de me lembrar ou falar qualquer uma delas, estava louca demais para formar uma frase.

“Não língua, pau”, “Fode eu”, nenhuma frase era muito certa e para mim soava completamente sem nexo. Nem se elas fizessem sentido, eu simplesmente me sentia sem o dom da voz.

— Justin... — gemi seu nome, era a única coisa que eu era capaz de fazer, uma curta súplica com meus lábios colados a seu ouvido.

Céus, eu nunca estive tão... excitada, louca, com os batimentos cardíacos confusos.

Provavelmente por estar tão debilitado quanto eu, Justin entendeu minha linguagem.

Sua boca tomou a minha, um beijo forte, intenso, duro. Nossas bocas se alimentando uma da outra, suprindo toda a sede e desejo guardados, acumulados em tão pouco tempo, mas já o suficiente para me fazer transar num carro.

Oh, Justin Bieber, por tudo de mais sagrado e mais profano desse mundo, foda-me!

Seus dedos saíram de dentro de mim, tão repentinos quanto entraram, e igualmente tortuosos. Resmunguei alguma coisa sem coerência, reclamando por mais, mas seu beijo se intensificou ainda mais, calando minha boca.

Agradeci mentalmente por ele ter tirado os dedos de mim, assim que percebi que ele usava a mão, agora livre, para desabotoar a calça.

Justin fez questão de me distrair com o beijo, enquanto abria a calça. Ele brincava com a minha língua e, às vezes, separava sua boca da minha, e, quando eu tentava reencaixar o beijo, ele esnobava de mim, desviando dos meus lábios. Seria cômico, se eu não estivesse molhada.

Eu havia acabado de capturar seus lábios, no momento em que ele os tirou de mim de novo. Fazendo-me gemer de impaciência, mas com um sorrisinho de canto, Justin tocou seus lábios em minha orelha.

— Precisamos de uma camisinha, amor. — Sussurrou. — Seja gentil e pegue no porta-luvas. — Murmurou, como se falasse com uma criança, e eu quis matá-lo pelo seu tom de deboche e divertimento.

Meu cérebro estava débil, porém acho que, por mais inconsciente que eu esteja, é sempre do meu extinto sair por cima se receber uma provocação. Cega pelo tesão e com uma leve raiva e orgulho, usei minhas pernas em volta da cintura de Justin.

“Aquilo o fará calar a boca” — justificava meu cérebro. “Mas ela pode pegar uma DST” — rebatia minha consciência, no entanto, sua voz era baixa e boba demais para ser ouvida.

E acho que até mesmo minha consciência queria mais é que tudo se fodesse, quando o pau de Justin apenas encostou na minha entrada.

Oh, como se soubesse que nenhum de nós aguentaria se quer mais um segundo de provocações, ele simplesmente se enterrou.

Forte, duro, grosso, interminável.

Eram os primeiros dois centímetros, eu ainda sentia como se ele não tivesse entrado, por mais que fosse estranho ter tão pouco dentro de mim e já me sentir sendo preenchida por aquela glande grossa. Depois mais alguns centímetros se alojaram dentro de mim, engolidos de bom grado, mesmo que estivessem me dando a sensação de ser rasgada.

— Puta que pariu, você é tão... — suspirou, embriagado de tesão e lambeu os lábios, enquanto espremia os olhos, parecendo desnorteado — é tão... — seus lábios deliciosos se contraíram para dentro, escondendo-se e tornaram apenas uma linha reta. — Apenas me avise se eu lhe machucar.

Oh, era tão gostoso ver que ele estava tão entorpecido quanto eu. Compensatoriamente gostoso. Lindo como o inferno, a visão do paraíso.

— Vai colocar só a cabecinha? — Era a minha voz debochando. Minha consciência não estava por perto, então não sei quem diabos estava controlando meu corpo. — Por que, se for só a cabecinha, eu volto a dizer que não dará conta. — Descobri quem estava no controle, minha velha companheira, luxúria.

E, no momento seguinte, Justin respondeu à minha provocação, da forma mais viril e frenética possível.

Era gostoso. Não, gostoso, não. Delicioso. Uma coisa tão inexplicável, mas tão... porra, tão boa!

— Oh, meu deus! — Praticamente gritei, tendo a certeza de que o prazer daquele momento não podia ser captado por nenhum dos meus sentidos. O membro de Justin entrava em mim, firme, rápido como um raio, chocando-se contra meus limites, sendo abraçado, acariciado, esmagado e recebido pelos meus sedentos músculos vaginais.

Tudo em mim se contraiu por um segundo, como se tivessem parado para respirar, tentando aguentar o choque imprevisível de nossos sexos. Foi como se meu coração tivesse parado de bater por um segundo. Mas, no instante seguinte, estavam os dois lá. Meu coração pulsante e o quadril de Justin, como se estivessem sincronizados, meu coração batia e o quadril de Justin se movia. Eram como um só, e, por mais que o barulho de nossos gemidos e o som do contato entre nossos sexos fosse alto, eu podia jurar ouvir meu coração pulsando, loucamente, desembargado, tentando se agarrar em alguma coisa.

Ele estava dentro de mim, tão gostoso. Tão foda. O pau de Justin realmente parecia meu coração, se um dos dois parasse seu trabalho naquele momento, eu me consideraria morta, porque, não, aquilo não poderia parar.

Meu sexo se rasgava, expandia ao máximo e impossível para abrigar Justin e, mesmo assim, não parecia o suficiente, por mais que eu conseguisse sentir o pequeno incômodo causado por seu tamanho, realmente não era aquilo que me importava. Eu ainda queria mais.

Aquilo não era eu recebendo prazer, nem ele se deliciando de mim, era algo bem além. Aquele prazer não podia ser algo “individual”, não se tratava de estarmos compartilhando um do outro. Não era o simples sexo, não era apenas nível de tesão elevado.

Tinha alguma coisa a ver com a batida de nossos corações, com o modo que nos encaixávamos, talvez fosse sobre compatibilidade. Ou insanidade. Mas, com absoluta certeza, era maravilhoso.

Por mais que eu não soubesse o que estava sentindo, mas soubesse como estava sentindo, eu tinha a certeza de que precisava continuar com aquilo. Não era normal, não era algo que podia cessar, era algo que eu havia descoberto precisar.

Sim, cada vez mais, eu precisava mais. A cada segundo, a cada estocada, sempre precisando de mais e mais, até me sentir totalmente viciada. Então, com mais alguns minutos incríveis, eu senti minha overdose. Senti-me numa explosão, todos os meus vícios recém-criados sendo sanados e transbordados tão cheios e completos.

No momento seguinte, foi como se cada célula obcecada do meu corpo estivesse explodindo, cada sentido meu se aflorando ao máximo, cada pelo do meu corpo se arrepiando, enquanto um grito fino e rouco saía da minha garganta.

E nessa overdose, nesse orgasmo, eu me senti nas nuvens. Por mais clichê que pareça, essa expressão nunca fez tanto sentido para mim.

Eu estava no céu.

Totalmente anestesiada e sem conseguir mover um músculo sequer, contudo, no céu.

E ninguém me tirará daqui, baby.


Notas Finais


Coisas que aceleram a saída de cada capítulo: compartilhe a fanfic, mostre para as amigas, pfvr me diga sua critica e sua opinião, quero sempre melhorar, e comente sempre. Seja legal comigo, e eu serei com você, quem decide quando o capítulo sai é você mesma. Tchau minhas diamantas, até mais Safradas! <3
Trailer lindo que minha miga linda fez: https://youtu.be/5KY41qapECM


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