História Diamond's Revenge - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Matthew Espinosa
Personagens Drake, Justin Bieber, Matthew Espinosa, Personagens Originais
Tags Bad, Drama, Gangue, Jessica Green, Justin Bieber, Máfia, Matthew Espinosa, Old Magcon, Revelaçoes, Romance, Triste, Tristeza
Exibições 232
Palavras 3.588
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Minhas preciosas, só queria mandar um recadinho rápido: NÃO USEM DROGAS, Ô CARALHO, SE VOCÊ USAR MINHA MÃO VAI VOAR NA SUA CARA. Só mesmo para provar que eu não incentivo o uso de substâncias viciosas, independente de qualquer coisa dita na fic. Bjs <3

Capítulo 4 - Oliver is Back?


Fanfic / Fanfiction Diamond's Revenge - Capítulo 4 - Oliver is Back?

Capitulo IV – Oliver is back?

 

Meus pés caminhavam quase automaticamente atrás de Bieber, seguindo seus passos calmos e duros, de forma que o deixava com uma aparência despojada, porém confiante. Mordi distraidamente o lábio, quase não notando o ato. Era provavelmente a 14° vez que eu fincava os dentes na carne grossa dos meus lábios, o tédio claramente me dominava enquanto eu maltratava a minha boca com as minhas mordidas nervosas.

Oh, céus. Isso tinha que acabar.

O Bizzle havia se encarregado de me apresentar cada canto desimportante daquela mansão enorme, e ele parecia muito entretido e dedicado à sua tarefa. Suas instruções de onde eu podia ou não entrar saiam de sua boca junto com sua voz exigente, – não é como se eu me importasse se ele queria ou não que eu entrasse em tal sala, se me desse na teia eu iria entrar e Bieber nenhum me impediria.

– Esse é o quarto do Chaz, – ele falou indicando uma porta aparentemente igual a todas as outras – não há nada que lhe interesse aqui. Entrada proibida. – Ele deu de ombros, voltando a caminhar pela maldita casa que não acabava nunca.

Soltei um bufo mudo, rolando os olhos de tédio, e sentindo meus dentes indo em direção ao meu lábio inferior sem o meu consentimento.

Sentia que já tinha andado o suficiente por hoje, provavelmente não precisaria usar a esteira de uma academia por um bom tempo, principalmente de Justin continuasse a me levar por essas “voltinhas”, ele bem que poderia me levar para dar uma volta útil... sei lá, uma que tivesse como destino o seu quarto.

Ok, sem mentiras, jogo limpo.

Eu estava com um puta tesão daquele filho da puta.

Yeah, yeah, eu estava morta de vontade de avançar contra aquele corpo forte e lhe dar uns amassos num canto escuro.

Querer não é poder.

Maldita frase.

Aquilo estava muito estranho e desconfortável para mim, sabe... o fato de não poder agarrar Bieber pela camisa e lhe dar uns beijos frenéticos... isso estava me irritando e me confundindo mais do que o necessário.

Bom, esse assunto puxa um pouco da minha história, algo que eu não estou disposta a sair por aí contando a ninguém, um segredo nem tão secreto, mas que o Drew nunca deveria nem desconfiar. Apenas mais uma coisa que ele não deveria saber de mim.

Eu não simplesmente resolvi me vingar do meu irmão da noite para o dia, esse ódio foi cultivado por seis longos anos, seis anos em que vivi me preparando para pendurar a cabeça do meu irmão numa estaca.

Isso pode soar meio soturno. Mas na verdade é sim.

Depois da noite em que Oliver morreu, eu catei poucas coisas que eram importantes para mim, alguns milhões de dólares numa conta na Dinamarca, a roupa do corpo, meu orgulho, e as marcas.

Não sabe o que são as marcas, baby? Eu vou contar a você.

Foram quatro marcas, que me acompanhariam pelo resto da vida, que me afligiram e afligirão enquanto eu ainda puder enxergar o sol e sentir o seu calor. São os meus castigos, as minhas penitências, os preços a serem pagos pelos meus erros, as marcas que não me permitem esquecer a minha história.

A primeira marca: a honra. Permita-me explicar melhor:

Lembra-se de Declan? Yeah, eu também lembro daquele grande miserável. Eu amava aquele filho da puta, aquele pai que me tirou toda a esperança de um futuro normal na vida. Não que eu me interesse pela normalidade...

Minha infância. Oh, quero dizer o tempo que eu era criança, infância é uma palavra muito forte, não? Bem, nesse tempo eu estava aprendendo, Declan não queria que seus filhos tivessem falhas, queria perfeições, pequenos mísseis capazes de destruir qualquer inimigo que ameaçasse cruzar seu caminho; e ele queria mísseis que pudesse controlar, o que melhor que seus filhos para isso?

Então eu e Damon éramos os projetos de Declan, éramos seus prodígios, verdadeiras maquinas do crime. Ele costumava dizer “O problema de maquinas de matar, é que elas já nascem matando porque vão morrer. ”, então ele nos ensinou a recuar, a matar, mas acima de tudo a pensar no alvo da morte. As mentes criminosas mais indefectíveis que a máfia veria.

Porem altamente destrutivas.

Seria impossível prever que destruiríamos um ao outro, mas olhe o rumo que isso está ganhando. Declan me criou para concluir qualquer um dos meus objetivos ambiciosos, “dominar a máfia”, “manipular autoridades governamentais”, progredir a Diamond’s Trigger até não haver para onde mais se expandir. E o que eu estava fazendo? Destruindo a perfeição que ele tanto lutou para criar.

Ele se sentiria decepcionado, e provavelmente me daria uma surra, caso eu já não tivesse o mandado para o saco.

O que é Diamond’s Trigger? Não, não é uma variação tosca do meu nome, na verdade, meu nome que é em homenagem a DT, afinal era a sociedade mafiosa de Declan. A DT está no sangue da família Motherwell há pelo menos oito gerações, foi uma das primeiras facções criminosas a se auto denominar de sociedade, provavelmente uma das organizações mais poderosas e sujas da Terra. E eu, eu sou a primeira primogênita mulher que nasceu em cinco gerações da Motherwell, o resto da família era formada por homens, homens que administraram a DT até passarem o comando a seus filhos.

Provavelmente, teria sido um grande susto para dinastia da minha família caso tivesse sido só eu o fruto dessa geração, sem Damon como o “macho alfa” da nona geração Motherwell, provavelmente a DT perderia moral na praça. Mas quando o rei se aposenta, a coroa é passada para o próximo governante.

E a coroa foi passada para mim.

Não é uma coroa, ou algo parecido, isso seria ridículo. Era o símbolo da Diamond’s Trigger, o revolver que carregava mais de um século no tambor e que continuava sem nem um arranhão, feita de uma mistura de ferro e ouro, a Honor – apelido do revolver – ainda reluzia como o sol. Os próximos governantes da Diamond’s Trigger ganhavam aquela arma de seus pais, como a maior honra que um mafioso poderia ganhar. E toda aquela honra em forma de revólver estava guardada no bolso da minha mochila encardida.

Sim, meu pai preferiu a mim que a Damon. A coroa foi passada para mim, invés de ser passada ao filho homem.

O que fazer? Eu sempre fui a melhor.

E aquela era a primeira marca, duplamente marca. A marca registrada da DT, e uma marca, um carimbo que me lembraria até o fim dos meus dias quem eu sou, e de onde eu vim. Ah, e que eu sou a melhor.

A segunda marca era o maldito Damon, ou Demônio, como eu costumo chama-lo. Ele é a marca mais podre e encardida do lenço da minha vida. Yeah, eu odeio meu irmão.

Eu tenho uma sina na minha vida, eu mato todos que eu amo, talvez seja um dos motivos por eu ter prometido jamais amar novamente, afinal, eu amei a Oliver, e amei meu pai. Você já sabe o destino dos dois.

Damon eu também amei, mesmo tendo sido uma criança muito chata e que me enxia o saco desde que eu nasci até os 13 anos, eu amava aquele pivete. E eu tenho nojo disso. Ele nunca foi um bom irmão, nunca me protegeu – pelo contrário, me usava como escudo-humano –, e nós nunca convivemos em paz, mas ele era meu irmão.

Porra, mas um irmão não faz aquilo que ele fez. Não te marca como ele me marcou.

Damon que me amaldiçoou a essa sina de matar a quem eu amo, o problema é que ele mesmo acabou caindo nessa armadilha, e ter sido amado por mim se tornou o pior problema dele. Eu e Damon somos filhos de Declan, aquele brutamonte crápula que não nos permitiu ter uma infância – eu não me importo de nunca ter “vivido”, com Oliver eu já vivi o suficiente para uma vida toda –, mesmo sendo irmãos gêmeos, tínhamos as nossas frequentes diferenças, eu sempre fui a mais genial, a que aprendia mais rápido mesmo não tendo nascido com um “dom” para o crime. Damon tinha o “dom”. O maldito era sempre o sabe-tudo, o que levava jeito para as coisas, mas essa vantagem o fez ficar acomodado, e com esforço eu passei na sua frente em todas as habilidades. Eu era a garota que se dobrava e desdobrava para ser a melhor, para mim o prêmio só valia se fosse conquistado por mérito próprio, já Damon, esse sempre atropelava qualquer um para chegar primeiro.

Damon nunca desiste do que ele quer. E ele me queria.

Yeah, yeah, queria daquele maldito jeito.

Eu não entendo a porra de doença daquele animal.

O interesse de Damon por mim começou aos nossos 13 anos, quando eu iniciei um namoro de verdade com Oliver. Damon sempre teve toda a minha atenção e ter que a dividir com o filhinho da empregada era mais do que ele podia suportar, meu irmão ficou irritadiço como um filho da puta mimado que ele sempre foi, porque Damon sempre quis o melhor e ele nunca encontrou uma garota melhor que eu. Eu sempre tive o corpo mais bonito, o olhar mais penetrante, a conversa mais envolvente, o rosto mais bonito, mas para Damon eu era mais que isso. Eu era a mais inalcançável. E perfeições se atraem por desafios.

Mas isso não o fazia menos meu irmão.

Começamos um pé de guerra, brigas constantes e rivalidade ainda mais intensa durante os treinos, incontáveis vezes Declan ou seus seguranças tiveram que separar nossas brigas corporais. E foi aí que começou o inferno, como protagonista, eu tinha um demônio particular.

Mas se com Damon eu vivia no inferno, com Oliver eu deleitava no céu.

Oliver era um doce, algo tão brilhante e feliz que eu não podia acreditar que o encontrei no meio daquele pandemônio, ele me trazia sorrisos tranquilos e felizes, me acalmava, era como se eu não tivesse a alma podre e pudesse frequentar os céus. E para os seus céus eu sempre tive as portas abertas.

Se Damon era minha marca mais dolorosa, Oliver era a marca que me anestesiava.

Eu sempre sonhei em ser a senhora Bechtel, se tinha algo que eu tinha absoluta certeza é que assim que eu me casasse com Oliver, eu me livraria do pesado sobrenome Motherwell, que era símbolo dos donos da DT, e roubaria o sobrenome de Oliver para mim. Diamond Bechtel e Oliver Bechtel. A fugitiva do inferno e o anjo. Juntos, para sempre.

Não aconteceu. Eu nunca me tornei a senhora Bechtel, mas assim é como eu me apresento hoje.

A última marca era o agora. Talvez também chamado de a última fase. Afinal, meus planos eram de matar a Damon e encontra-lo no inferno logo depois, yeah, você entendeu. Eu esperava que pelo menos morta eu pudesse ter o prazer de, mesmo nas profundezas do inferno, poder olhar para cima e ver o meu anjo voando no céu. É o último pedido de uma alma dilacerada.

A última marca é o agora, e o meu agora já dura seis anos, seis anos que eu busco sedentamente minha vingança, a última marca é a vingança. Depois da morte de Oliver, eu fugi de casa, meu pai não estava mais vivo e não tinha ninguém com quem me importar. A minha primeira parada foi um hotel barato na Venezuela. Não me pergunte por que, eu apenas fui.

Naquele cafofo eu fiquei por dois meses, tempo em que eu descansei, preparei minha cabeça para o que viria a seguir e planejei meus passos. Eu tinha que derrubar Damon para mata-lo, mas eu sabia que a administração dele seria perfeita, então para conseguir enfraquecer a DT eu teria que melhorar a concorrência. E foi assim que eu passei esses seis anos, um ano em cada melhor gangue atual, entrava no cargo de namorada do chefe da gangue e ia dando concelhos, guiando seus passos no escuro, fazendo com que as gangues que visitei se tornassem enormes o bastante para batalhar com a DT. E em toda a oportunidade que eu encontrava, eu destruía algo da DT, explodir uma base, saquear um cofre, matar uns caras, assim deixando-a mais vulnerável a ataques.

Resumidamente, para matar Damon e me vingar, eu primeiro teria que alcançá-lo, mas assim que fugi de casa eu perdi todo o meu poder sobre a DT, enquanto Damon tinha toda a Diamond’s Trigger com ele. Minha estratégia foi a de me juntar a gangues rivais, namorar com o chefe delas para ganhar moral, e assim tomar controle da administração da gangue, então era só fazer meus milagres já que eu aprendi com o terceiro maior gangster de toda a máfia (vulgo, meu pai), e transformar gangues intermediarias em gangues grandes o bastante para causar alguns estragos na DT. Enfraquecendo a DT, eu enfraquecia a Damon. E como bônus levava alguns mafiosos gostosos.

Eu traí os Motherwell, despedaçando nossa sociedade. Mas só havia eu e Damon com o sangue Diamond’s Trigger.

E nessa rotina de todo o ano surgir numa nova gangue como a nova mulher do chefe, e ir mudando tudo na administração da gangue, fazendo a mesma crescer incrivelmente, me rendeu certa fama. Eu era conhecida como a “Joker”, sim a coringa do baralho, eu era a carta mestre, a mais desejada, quem me tinha estava com tudo, todo chefe de gangue queria a Joker. Diamond Bechtel, a Joker. Eu gosto, soa bem.

Mas o motivo de ter ganhado esse apelido nunca me irritou como agora, afinal, quando eu entrava honorariamente para uma gangue, eu costumava transar com o chefe, mas eu não podia contar a Justin que eu era a Joker, muito menos transar com ele.

Infernos.

{...}

– E essa é a porta do meu quarto. – A voz de Justin soou, cansada e repetitiva, minha cabeça já estava cansada de tanto “essa é a porta de não-sei-o-que, e essa porta leva para o não-sei-o-que-lá”

– Entrada proibida, já saquei – estalei a língua no céu-da-boca, repetindo o que ele dizia sempre que era um cômodo particular ou “sigiloso”

– Na verdade... visitas são sempre bem-vindas – o sorriso malicioso que brotou nos lábios de Justin, me fez perder o foco por alguns segundos, e eu quase cedi e mostrei meu derretimento causado por aquele sorriso presunçoso.

– Pena que eu não estou afim de visitar o inferno – respondi copiando perfeitamente seu sorriso, talvez mais promíscua e safada ainda, capturando alguns milésimos de segundos em que alguma expressão confusa tentou estampar seu rosto. Claro que estava confuso, eu digo não estar interessada e ajo contradizendo todas as minhas palavras, isso era normal pra mim, era a minha carta coringa durante o flerte, deixava o cara confuso e excitado, duas emoções que não deixam o homem pensar direito, e assim consigo tudo o que quero. A questão era: Por que eu estava insistindo em flertar com ele, já não havia determinado que não rolaria nada?

O sorriso de Justin se alargou um pouco quando ele notou o tempo que meu olhar estava preso nele, e minha expressão não era das mais inocentes (eu não estava sendo safada de propósito! Foi sem querer, mas porra ele era gostoso!).

O olhar dele não se preocupou em manter-se fixo no meu, na verdade, a ideia de continuar olhando apenas meus olhos parecia ser a última na lista de desejos dele. Justin deixou o olhar cair um pouco, pesando sobre meus seios, e eu arfei sem querer, apenas sentindo o queimor de seus olhos fixos em mim. Os lábios de Justin foram rapidamente umedecidos pela sua língua rápida, e ele subiu seu olhar para mim novamente, quase que para garantir que eu havia visto seus olhos cheios de luxurias grudados em meus peitos nem tão a mostra, aquele corpo que me emanava calor e masculinidade se inclinou, projetando-se para mais e mais perto de mim.

Aquilo estava... quente.

– Sabe princesa... – Bieber começou a falar, apoiando uma mão em minha cintura, mas não me puxando para frente, o que não fazia diferença, já que antes mesmo dele se inclinar em minha direção, já estávamos próximos o suficiente para nos beijarmos... beijar, né? Gostei. Esperei Justin continuar sua frase que saia como um murmúrio terrivelmente rouco e sexy, minha calcinha já não estava em seu melhor estado e eu também não me encontrava com toda a minha sanidade. Ele não continuou sua frase, e eu senti algum aperto esquisito em meus órgãos internos, como uma carência de ouvir seu sussurro rouco e tremendamente sexy no meu ouvido novamente, minhas mãos correram até alcança-lo, e aqueles cinco centímetros entre nós pareciam uma maratona inteira para os meus dedos desesperados. Agarrei Justin pelo colarinho, precisando sentir um pouco de contato entre nós, e tentei murmurar algo em resposta para incitá-lo a terminar sua tão esperada frase, mas meu murmuro saiu tragicamente em forma de um sussurro manhoso, que tentei encerrar o mais rápido possível, porém Justin pressionou minha cintura com a mão que a segurava me fazendo prorrogar o gemido, e chamando atenção dos olhos dele que caíram sobre minha boca. – Eu não tenho a intenção de te levar para o inferno – ele murmurou, com a boca terrivelmente perto do meu ouvido, causando-me leves arrepios –, mas posso te levar para o céu, e garanto que você nunca iria esquecer – O sopro projetado pela sua voz rouca atingiu minha boca, me fazendo entreabrir a mesma, sedenta por um toque, um beijo, um amasso, uma foda...

– E como quer me levar até lá, Bieber? – Falei baixinho, forjando uma falsa inocência no tom calmo da minha voz, meus dedos deslizaram pela gola da roupa de Justin, e eu deixei minhas unhas encostarem com um pouco de força na região próxima ao pescoço, o que o fez morder aqueles lábios, e se inclinar ainda mais para mim. Me foda, motherfuck.

– No meu colchão, de preferência. – Sobre a minha calcinha: exercendo o papel de uma represa.

– Querer não é poder. – Soltei a frase com convicção, tentando quebrar o clima quente em que estávamos, já que ouvi passos se aproximando do corredor. Não que eu tivesse vergonha que me vissem flertando com Justin de forma tão descarada, eu apenas precisava de um pretexto para parar, já que se eu não encerrasse aquilo agora, eu só iria parar na sua cama, com ele me fodendo até que eu visse estrelas, simbolicamente me levando para o céu...

Dei as costas para Justin, que ainda segurava minha cintura, o movimento ocasionou uma pressão ainda maior de sua mão na região, me causando um enrijecimento na área. Mas qualquer sinal de tesão que a proximidade entre minha bunda e a pélvis de Justin, pudesse me causar foi totalmente ofuscado quando vi a figura que chegava pelo corredor, o real motivo de eu ter dado outro fora em Justin.

Céus, era ele.

Meu Deus! Eu quase posso sentir meu coração chorar!

O corpo era mais forte do que eu me lembrava, e uma alegria brotou no meu peito quando notei que ele não estava mais tão fraco e com aparência debilitada que tinha depois do incidente. Seu andar era despreocupado, e seu cabelo estava com o mesmo brilho e com a mesma aparência de garoto praiano, a barba rala e mal desenhada delineava alguma boa parte de seu rosto, o deixando com uma cara de mais velho, sua barba era inédita, mas contornava sua boca já tão conhecida. Os lábios eram finos, mas nem tão magros, o que me fazia pensar em seu sorriso, sempre tão lindo e esperançoso.

Lembrei imediatamente de seus beijos e seus toques, lembrei de cada jura de amor que já pronunciamos, juras as quais, eu sabia que não eram em vão. Um sorriso brotou instantaneamente nos meus lábios, tão grande que minhas bochechas doeram, e mesmo que eu não pudesse ver a curva em minha boca, eu sabia que de longe se via o quanto era verdadeira. Meu coração palpitou mais uma vez, uma vontade eletrizante de abrir meus braços o máximo possível para abraçar a figura a minha frente, me tomou, acompanhada de um arrepio na espinha. Algumas borboletas surgiram no meu estomago, e eu senti minha barriga se retrair devido a sensação, eu podia sentir meus olhos brilharem, e meu corpo se sentir vivo novamente.

Céus, era ele.

Senti uma pulsação anormal no peito, meu coração estava à beira de um enfarte, minhas pernas pareciam feitas de gelatina e meus braços estavam pesados como chumbo, enquanto eu sentia o sangue congelar dentro de cada uma das minhas veias, o que causava uma dor insuportável, mas tão pouco importante agora, afinal, ele estava na minha frente.

Obviamente, muito diferente da última vez que nos vimos, estava crescido e mais vivido, porém não estava mais bonito, seus olhos azuis estavam curiosamente verdes, e sua pele muito mais bronzeada do que eu me lembrava. Ele me encarou pela primeira vez, o rosto virado em minha direção, me dando uma visão bem melhor dos seus traços fortes e sutis, seus olhos estranhamente esverdeados desceram e subiram pelo meu corpo, me encarando de cima a baixo, checando o que ele estava vendo.

Ele estava ali. Tão lindo, tão meu. Tão palpável.

– Oliver? – O sussurro saiu pelos meus lábios sem que eu nem percebesse, chamando seu nome. E ele me encarou.

(N/A): Amor, seu eu escrevo notas finais e inicias é porque faz diferença você ler, se não fizesse eu não escreveria, meu bem, vai ler e sempre leia, por favor, nem demora.


Notas Finais


PUTA QUE PARIU, OLIVER, MIGO SEU LOCO, COMO VOCÊ FOI PARAR AÍ? Tudo isso e muito mais, amanhã no Globo Repórter
Coisas que aceleram a saída de cada capítulo: compartilhe a fanfic, mostre para as amigas, pfvr me diga sua critica e sua opinião, quero sempre melhorar, e comente sempre, e pfvr, não me deixe no vácuo quando digo "oi" ou "Curiosas?" nas notas!!!!!1!!!!!1
E se alguém não sabe, (N/A) significa notas da autora ´º-º`


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