História Diamond's Revenge - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Matthew Espinosa
Personagens Drake, Justin Bieber, Matthew Espinosa, Personagens Originais
Tags Bad, Drama, Gangue, Jessica Green, Justin Bieber, Máfia, Matthew Espinosa, Old Magcon, Revelaçoes, Romance, Triste, Tristeza
Exibições 199
Palavras 1.993
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente, tô até com vergonha de postar esse capítulo porque ele tá muito pequeno, dsclp
Mas em compensação, o próximo é grande, e eu posto até mesmo segunda ou terça, dependendo da recepção de vocês.

Capítulo 5 - Quase um Reencontro


Fanfic / Fanfiction Diamond's Revenge - Capítulo 5 - Quase um Reencontro

Capítulo V – Quase um Reencontro

Justin Drew Bieber POV.

Eu sentia a fisgada em minha virilha tomar proporções enormes, minha excitação era visível e literalmente palpável, mas de qualquer forma, meu interior suplicava para que Diamond testasse a teoria de que minha excitação estava extremamente palpável naquele momento. Certamente, aquele era um dos momentos mais excitantes da minha vida, o que era ainda mais estranho, pois ainda nem havíamos nos beijado, mas o que tornava aquele momento tão quente não era apenas a mulher maravilhosa a minha frente – isso só piorava/melhorava a situação –, mas a atmosfera sexy e quente que ela emanava estava inebriando meus sentidos.

Eu simplesmente não estava conseguindo raciocinar, eu era capaz de pensar mas não tinha a mínima faculdade para encaixar peças ou encontrar algo racional nas suas ações e palavras, ela simplesmente estava me envenenando com o seu feitiço, e algo me dizia que ela conseguia ser ainda pior do que aquilo. A perspectiva me animava.

Mesmo estando excitado e confuso – crédito dela –, eu sentia que com mais uns cinco minutos, e muito jogo de cintura, eu iria conseguir leva-la para um canto escuro e me aproveitar dela da melhor forma possível... então o canto escuro não seria o suficiente, e eu teria de puxa-la para o meu quarto, mas não aguentaríamos chegar lá, e foderíamos no corredor para quem passasse por ali visse, e ficaria tão confuso e excitado como eu.

– Querer não é poder – as palavras saíram de sua boca com uma convicção incrível, e eu consegui me lembrar que havia dito um “de preferência no meu colchão”, antes que começasse a pensar que ela lia pensamentos.

Ela se virou rapidamente, não me dando tempo de despejar a penca de piadinhas ou trocadilhos que eu tinha a fazer. Não que ela ter me dado as costas me impedisse de falar o que eu tinha para dizer, o interruptor foi que sua bunda se encaixou sobre minha virilha, com o movimento que ela fez, e isso me permitiu arfar, totalmente distraído com a sensação daquele enorme pedaço de carne, grande e redondo, se encaixando na minha excitação primaria. Eu definitivamente não devia me arrepiar com um simples contato desse, não deveria agir como um virgem implorando por qualquer contato ou insinuação sexual, mas eu não sei o que aconteceu, apenas me peguei usando minha mão em sua cintura para trazer aquele pecado mais para perto, numa suplica muda para que ela tivesse um pouco de dó e me deixasse tirar mais que só uma casquinha... me deixasse tirar sua roupa, sua sanidade, sua pose de dona da verdade...

O que claramente não rolou, pois no instante em quem foquei minha visão turva em seu rosto, pude notar seu olhar fixo direcionado a outra extremidade do corredor.

Matthew estava tranquilo, não parecendo tão afetado quanto eu sob a presença daquela mulher, ele simplesmente não parecia ter notado o olhar que ela lhe lançava. E que olhar. Os olhos azuis estavam fixos no meu amigo, o olhar perdido e sem foco, deixando a pupila correr livre junto com a íris, tentando captar qualquer ínfimo detalhe de Matthew. Rolei os olhos, entediado com a possibilidade de ela estar envergonhada por ter sido pega flertando comigo num corredor convenientemente perto dos quartos, mas achei que ficar envergonhada não era lá do feitio da mulher segura e confiante a minha frente.

Matthew aproveitou o momento para dar uma olhada quase pornográfica em Diamond, que mal pareceu se abalar – ou notar – o olhar que ganhou, provavelmente acostumada a checadas safadas como a que Matthew acabara de lhe proporcionar, mas uma coisa que eu tinha certeza que não era corriqueira na sua vida era o olhar vidrado dela em Matthew. Conclusão essa facílima de tirar, afinal ela já havia passado por várias pessoas – para não dizer caras –, e nenhum deles pareceu causar esse efeito nela, nem eu, e pode apostar que isso está me fazendo sentir o gosto da revolta em minha boca.

Não havia justificativa plausível para Diamond estar admirando Matthew daquele jeito, como se ele fosse um deus grego, e ela nem pudesse cogitar se dar ao luxo de arrancar o olhar dele por um só segundo. Porra, eu quem merecia ser chamado de Deus Grego naquela casa, as meninas gamavam em mim! Para, de olhar pra ele, como se ele fosse o cara mais bonito do mundo, eu sou o cara mais bonito do mundo, não ele!

Fui invadido de algum sentimento estranho, do qual eu não tinha conhecimento, provavelmente apenas orgulho ferido, mas eu era orgulhoso demais para confessar. Minha mão ainda pousada na cintura de Diamond – sinal claro de que aquela mulher pertencia a mim – se apertou ainda mais sobre o corpo bem delineado.

O olhar hipnotizado de Diamond em Matthew ainda não havia sido quebrado, nem com o meu apelo mudo ao lhe apertar a cintura. Bufei, irritado com o prolongamento de um olhar que devia ser apenas de reconhecimento, a expressão abobada no rosto de Diamond já estava me irritando, e uma nuvem de tensão estava se espalhando pelo local assim que Matthew ficou desconfortável com o contato visual tão expressivo e extenso.

Meu amigo trocou o peso de perna, visivelmente incomodado, e franziu o cenho me encarando. Agora que você não está entendendo nada, você me olha, né? Filho da puta. Que ele queime no inferno da dúvida e confusão.

Não que eu estivesse entendendo mais do que ele, sobre o olhar de Diamond, que, diga-se de passagem, já durava muito mais do que o necessário. Eu, mesmo, já estava preste a pigarrear, para talvez assim, acabar com aquela situação ridícula, mas Diamond se pronunciou por mim.

– Oliver? – O murmúrio de Diamond soou fino e embargado, uma terrível voz “pre-choro”, e eu lhe encarei com a expressão ainda mais confusa, procurando o fodido motivo dela dizer um nome tão aleatório e com a voz chorosa. Franzi o cenho e mudei meu olhar de rumo, encarando Matthew que me parecia não ter se abalado, obviamente por que o sussurro foi tão baixo que não se fez ouvido pelo meu amigo.

Invés de continuar expressando o mesmo desconforto ainda presente no ambiente, Matthew admitiu sua velha tática de fingir que “não era com ele”, voltou a sua postura despojada habitual, e desviou o olhar para qualquer canto, distraindo-se mais que o normal para tirar um maço de cigarros do bolso. Coçou a garganta e sua voz foi ouvida pela primeira vez.

– Justin, eu tenho que te avisar uma coisa, sei que os outros caras vão ficar no cagaço e não vão te falar – franzi o cenho para ele, pela primeira vez não observando a reação de Diamond – O carregamento para Luxemburgo.

– Está ferrado, eu sei. – Dei de ombros, mostrando uma calma e paciência que não pertenciam a mim, mas eu queria parecer tranquilo em relação a isso na frente de Diamond. Ao notar o jeito confuso de Matthew, tratei de explica-lo, para que ele desmanchasse a cara ridícula que ele fazia quando estava com alguma dúvida. – Já me deram a notícia – apontei com a cabeça para Diamond, com um desdém fora do comum, com a esperança que Matthew não voltasse a encarar a figura pecaminosa a minha frente.

Meu amigo sorriu, pigarreando enquanto ensaiava duas ou três palavras em comprimento, desistiu de manter seu olhar em mim e encarou a mulher deliciosa que o olhava com o cenho franzido. Não tive tempo de tentar desvendar o olhar de Diamond dessa vez, já que o meu próprio foi capturado quando Matthew aproximou-se de nós, encurralando Diamond entre mim e ele, e arrancou a mão de Diamond de sua posição anterior, deixando um beijo casto no dorso da mesma. Girei os olhos, entediado com o jeito “galanteador” de Matthew.

– Sou Matthew Espinosa, ao seu dispor, Diamond. – Ele sibilou o nome dela de forma insegura, encarando-a com os olhos cerrados, numa pergunta muda se não havia errado o nome.

– Diamond Bechtel. Diamyn – Ela confirmou, parecendo terrivelmente desconcertada – Você... você disse que se chama Matthew? – Em algum momento que eu definitivamente não consegui captar, aquela gostosa fugiu dos meus braços e de perto de mim como uma cobra esguia que ela era, surgindo com sua postura sensualmente confiante do outro lado do corredor, a sanidade quase totalmente recuperada e Matthew babando ao seu encalço.

Diamyn... é um belo apelido.

– Yeah, baby, e guarde bem esse nome, pois ele que você gemera a noite. – Matthew completou sua cantada de bordel com uma piscadela, arregalei os olhos, minha indignação era praticamente palpável, Diamond não esboçou reação alguma, apenas sorriu calmamente, como se estivesse apenas lidando a um assédio rotineiro.

Matthew era meu amigo, um grande fura-olho, mas meu amigo, e eu convivia com aquela peste desde os meus 13 anos. Seu porte atlético e o bronzeado sempre em dia eram frutos de suas inúmeras viagens ao litoral, onde ele costumava surfar – esporte favorito em que ele era viciado –, ou apenas se bronzear. Espinosa era loiro como eu, com um visual surfista e olhos azuis, conseguia conquistar várias mulheres com apenas a aparência, era quase tão bonito quanto eu, mas obviamente eu sou o melhor. Mas havia um pequeno detalhe, Matthew só conseguia conquistar as mulheres pela aparência, era cheio de defeitos, daqueles que só se suportar do melhor amigo, ele era um tagarela, irritante feito a peste, falava pelos cotovelos o dia todo, sobre qualquer assunto que lhe desse na teia, e todo mundo sabe o quanto mulher gosta de falar e de ser ouvida, pois é, Matthew também gostava, só nunca parecia aprender a ouvir. Matthew é horrível em flertar, suas cantadas são baratas, suas insinuações de sexo são chulas e bregas, se fosse para conquistar uma mulher paquerando, era melhor voltar para casa sozinho. Além de tudo, Matthew é super protetor, e eu nunca o vi namorando, mas sua superproteção deixaria qualquer um sufocado.

Eu não entendia por que estava com ciúmes dele com Diamond, afinal, ela nunca iria quere-lo, certo? Mas, o que diabos foi aquele olhar?

– Matthew, Matthew Espinosa. Matthew! – Ela estalou a língua no céu da boca, como se experimentando o modo como o nome soava, lhe pareceu agradável o suficiente para que ela continuasse – Eu esperava... – pigarreou, impedindo-se de dizer o que quer que seja que ela dizia – Então, Matthew... eu sei que é cedo, e espero realmente que você não esteja com sono ou cansado, por que você vai me levar para uma volta na cidade, preciso conhecer aqui, ver ares novos!

– Vou? – Interrogou um Matthew confuso, desconcertado com a mulher mandona que surgiu a sua frente. Por sua vez, Diamond apenas precisou de olhar severo em direção do meu amigo, para o baba-ovo já concordar – Vou! Não estou com sono... – O jeito que Matthew gaguejou atropelando as palavras, poderia ter sido cômico, se não fosse com ela.

– O Matthew tem muito o que fazer, você entende... concertando o sistema de segurança que você quebrou. Mas eu posso levar você, te quero embaixo do meu nariz, mesmo. – Ouvi minha própria voz dizer, escorregando sem permissão entre meus lábios sedentos.

– Na verdade, eu não danifiquei o seu “sisteminha” de segurança nível 9, Justin Bieber, e eu tenho certeza que você confia em Matthew para me vigiar. Além do mais, Bizzle, você já foi um ótimo “guia” me mostrando a casa. Vá descansar. O Matthew cuida de mim. – As formas irônicas e sarcástica com que ela jogou as palavras sobre mim pareceram sexys, mas não tanto quando ela deu um sorrisinho malicioso no fim de sua frase final. Imperceptivelmente me vi quase tendo um suspiro deslumbrado. Minha última visão, foi a de Diamond estendendo o braço para enlaça-lo com o de Espinosa, e me dando um olhar de cima a baixo, com direito a mordida no lábio só para piorar a situação, depois virando as costas, rebolando em seu salto, até sair do meu campo de visão com o braço dado a Espinosa.

Puta merda.


Notas Finais


Coisas que aceleram a saída de cada capítulo: compartilhe a fanfic, mostre para as amigas, pfvr me diga sua critica e sua opinião, quero sempre melhorar, e comente sempre. Seja legal comigo, e eu serei com você, quem decide quando o capítulo sai é você mesma


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...