História Diário de Anotações para Sobreviver - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Uma Fanfic Estranha
Exibições 12
Palavras 1.504
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Comédia, Drabs, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


O título resume q
Relembrar umas coisas aqui bateu a bad
Bora escutar indie e sofrer bbagahs
Sofrer pela falta de inspiração TuT

Capítulo 6 - Algumas Intrigas Amorosas e Sim, Não tenho Ideias pra Título


Seria tudo tão perfeito se eu não tivesse tomado aquela decisão de voltar a falar com aquelas garotas do grupo.

Ou talvez eu só seria mais solitária...

Não que eu não tivesse amigos antes, no terceiro ano eu era uma garota popular, minhas duas amigas até brigavam por mim. Bem, não que fosse legal.

Acho que minha situação mudou quando mudei pra uma escola particular, não é tão bom assim ser uma nerd... Uma nerd sem óculos e aparelho, de qualquer forma, eu só me tornei uma garota ignorante e competitiva.

De uma garotinha que brincava de Backyardigans e era perseguida por dinossauros, me tornei só uma resmungona que afastava todos.

Não seja assim.

Regra número 41, deixe as pessoas se aproximarem, você vai descobrir um dia que nada será legendário sem seus amigos por perto.

- É engraçado que esses dias nós estávamos conversando em português num post de um gringo - falei rindo, debruçada sobre a mesa da sala de aula - Zoamos com uns cem comentários aí o cara chegou falando "Hola" achando que éramos espanhóis, e a gente entrou em pânico por não saber inglês... Mas ele era italiano.

Eu rio demasiadamente quando estou empolgada.

- Ahn - minha amiga (vamos nos referir a ela como V), não parecia estar tão empolgada.

- Cara, como você não tem nenhuma novidade nunca? - perguntei, incrédula.

Será que eu sou a única pessoa com novidades na minha vida?

- Sei lá, eu dormi ontem.

Era sempre assim. Eu ficava fazendo coisas incríveis e ela dormindo.

"Coisas incríveis na internet" Minnie parece estar empolgada ao rir de minha cara.

Ah, não comece.

Sim, nós também conversamos mentalmente.

Não queiram saber da época que eu falava com Afrodite...

"Mulher chata não merece ser citada", bem, então você não deveria ser citada também, senhorita Minnie.

Bem eu acreditava que era filha de Afrodite, por isso os garotos gostavam de mim, enfim, esqueçam.

Vamos falar sobre as guerras de espada com meu irmão, qualquer coisa...

- Que cara é essa? - perguntou V, provavelmente notando a porcaria de mudança de humor que faço ao pensar e falar com a coisa em minha mente.

- N-nada, só estou lembrando uma coisa. Sabe, eu acabei meu relacionamento ontem, Maçã prefere peitos maiores, então...

- Oh - ela meio que me olhou como se estivesse assustada.

Tentei assimilar o que isso queria dizer.

- Não é que eu não queira... Quer dizer, somos amigas.

- Ah! - aí entendi - Não foi isso que eu quis dizer, eu só ia dizer que estou livre de falar sobre essas relações amorosas.

Nossa, não dá pra acreditar que ela pensou isso.

"Na verdade dá sim, olha lá no quadro" foi o que Minnie disse quando isso aconteceu.

Não entendi direito, mas olhei pro quadro despreocupadamente e percebi que minhas colegas estão escrevendo algo lá.

E esse algo seria bem vergonhoso se eu não fosse uma idiota e começasse a rir.

- Nossa - insira o nome de um shipp que seria V e eu aqui - muito louco, né?

V fica vermelha como um tomate quando fica com vergonha, o que não ajuda a minha crise de risada.

É algo automático, eu rio muito facilmente.

E não é só isso que me faz uma idiota.

"Acho que dançar as músicas dos Backyardigans ajuda".

Não posso opinar.

"E dormir com um urso de pelúcia, e choramingar alto toda vez que acontece algo que você não gostou, e pedir uma festa de aniversário da Disney...".

Okay, Minnie, sem mais delongas, ninguém quer saber essas coisas. Afinal, é perfeitamente normal uma pessoa querer uma festa da Disney, ou choramingar alto por isso e aquilo.

Vamos direto ao ponto?

O shipp escrito no quadro tinha duas peculiaridades, uma é que como a letra citada era V e mais nenhuma, o V se tornava prefeito para as iniciais do verdadeiro nome da Padaria. E a outra peculiaridade é que escreveram no quadro que eu era amante do melhor amigo do até então meu namorado.

Quer dizer, ele era bonito e tinha o sorriso mais bonito que ja vi em qualquer pessoa, eu até cantava ele quando não tinha o que fazer.

"15:35

Hey, fofinho, o que você sonhou esta noite?

15:37

Eu não sonho.

15:37

Claro, porque o sonho já é você";

"20:02

Sabe qual o nome do prato que eu queria comer hoje?

20:03

O que que tu quer, criatura?

20:05

Você :0".

Mas os alunos não deveriam saber sobre nossas trocas de carinhos.

Eu tenho um karma de nunca conseguir guardar segredos, no entanto era tão isolada, o karma estava forte pra chegar até os outros ein.

"Que capítulo vago da sua história ein".

Eu ainda não pensei no que escrever, todos sabem que sou uma pessoa entediante, que ama meias de bolinhas e dorme com um urso de pelúcia.

"Isso é verdade".

Não era pra concordar.

Vamos à regra número 9, como aguentar o ciúme.

Na verdade não sou uma pessoa ciumenta sabe...

"Ah, não. Claro que não", o deboche de Minnie está no ar.

Eu esfaqueei o travesseiro uma vez, só uma.

~Flashback on~

Sozinha em casa, estava tocando ... Acho que tava tocando música gospel do vizinho e eu estava com muita raiva então parecia "MURDEER" ao invés de "Deus é meu senhor".

Então eu sabia que minha mãe estava chegando, arregalei os olhos vendo a hora.

- Ih, me ferrei - comecei a pegar os destroços do pobre travesseiro assassinado, sem saber o que fazer com o estrago - Droga, eu sou uma assassina de travesseiro, já não bastava dormir agarrada neles, eu sou uma viúva negra!

- Melhor pensar nisso depois, boboca - avisou minha consciência (vulgo Minnie).

Ela curiosamente gosta da desgraça alheia, pelo menos da minha, então estava rindo enquanto eu coletava o morto e colocava no saco de lixo.

- Se algo der errado eu falo que foi o gato - decidi, fechando aquilo e andando pra lá e pra cá pela casa, procurando um lugar pra colocar o saco.

A porta da garagem fazia um barulho extremamente desagradável, mas naquele momento o barulho foi ótimo pois me avisou que eu estava em perigo.

- Jesus, Jesus - comecei a correr atrapalhada, direto pro grande salão que dava de frente pra grandes janelas que davam pra rua.

Eu poderia esconder o saco dentro da churrasqueira.

"Papai Noel terá um grande presente pra sua mãe e um grande castigo pra você no Natal, huh?".

Péssima ideia. A pessoa que havia chegado começou a subir as escadas, entrei em desespero.

E joguei o saco pela janela.

- Ai - dei um pulo ao ver meu pai atrás de mim com uma expressão curiosa no rosto - Eita, oi pai.

Sorri da forma mais convincente possível, o que significa que o sorriso estava horrível.

- O que você tá fazendo aqui? - perguntou o carrancudo.

Ele não gostava da minha presença, afinal, havia muitas coisas misteriosas sobre meu pai. Achava que ele só era egoísta mesmo... Descobri mais tarde o tipo de egoísmo dele.

- O que VOCÊ tá fazendo aqui? - repeti, tentando disfarçar e mudar de assunto - Soltei mais cedo e esta é minha casa, melhor eu não ficar na escola, não é?

O homem ignorou minha existência e foi para seu precioso computador, provavelmente ver pornografia etc coisas de homem.

Eu tive de colocar o saco no meio dos lixos que tinham na lixeira e nunca descobriram.

~Flashback off~

Todavia, se estiver com ciúme de algo, não esfaqueie seu travesseiro.

O melhor conselho que posso dar é aguentar e tentar se distrair, se quiser extravasar faça isso sem assassinar travesseiros e afins.

Agora vocês gostariam de saber o que me fez ciúme? Ok, estou parecendo a Dora Aventureira pedindo por respostas que não vão vir.

Já estão sabendo minha situação complicada de fazer um fake, eu estava muito triste por tomar um fora da Padaria, nós tínhamos brigado, o que já é outra história. E tomei a decisão: vou ser melhor que essa praga vendedora de pão.

E comecei a interagir, interagir com todos, todos mesmo. Eu era o tipo de pessoa que os antissociais odeiam, então acho que eu deveria me odiar.

Toda noite quando havia oportunidade eu dava boa noite pra todos que estavam online. E dessa forma, fiz alguns amigos.

E acabei com um namorado, melhor, meu personagem acabou namorando. E foi traído.

Tive um leve déjà vu.

Não tem como não sair esfaqueando coisas com essa situação!

- Na verdade tem sim.

Shiu.

Sei que o namoro era falso, mas meu personagem se magoou, e eu amo muito ele.

- Pô mano, que vacilo, me sinto usada, quero abraçar meu personagem, que putaria isso - essa fui eu antes de ficar com raiva mesmo no modo "Murder".

Não gosto muito de jogos da verdade, eles magoam muita gente, era pra ser engraçado. Alfred não precisava ter beijado tão satisfeito justamente o personagem da Padaria, e depois me ignorado e depois culpado a bebida.

Pelo menos tive uma satisfação:

"23:11

Adivinhe o que eu tô fazendo? ( ͡° ͜ʖ ͡°)

23:14

Vendo pornô gay

23:15

*Insira uma foto de uma pesquisa assim: Como se chama o nome quando o ranho desce e fica pendurado?*"

Era a Porta/Capivara, ela sempre aparecia e alegrava um pouco a noite, afinal estava triste e com ciúme também,

foi na verdade a única pessoa que não me magoou até hoje na minha vida. Mesmo sabendo o quanto eu gostava de sua namorada... Nós éramos uma família.


Notas Finais


Heh.. :')
Sinto saudade dos velhos tempos, ultimamente é só ver série e comer bobagens, ir pra escola e viajar na maionese, tá tenso
Aproveitem a família de vocês, sejam amigos ou família de sangue~
Até maix
Matem-me por ter ideia nenhuma pra nada


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...