História Diario de monstros e heróis. - Capítulo 5


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Categorias Bleach, Death Note, Dragon Ball, Fairy Tail, Hellsing, Hunter x Hunter, Naruto, Noragami, One Piece, Pokémon, Sword Art Online, Tokyo Ghoul, Zero no Tsukaima, Zero no Tsukaima F, Zero no Tsukaima: Futatsuki no Kishi, Zero no Tsukaima: Princess no Rondo
Personagens Bulma, Chichi, Erza Scarlet, Goku, Hideyoshi Nagachika, Hinata Hyuuga, Ken Kaneki, Louise Françoise Le Blanc, Lucy Heartfilia, Naruto Uzumaki, Natsu Dragneel, Saito Hiraga, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Animes, Comedia, Diversos, Dragon Ball, Fairytail, Mangás, Naruto, Romance, Suspense, Tokyoghoul
Exibições 11
Palavras 1.757
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Policial, Romance e Novela, Suspense

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - So espera... mãe!


Capítulo 4

      Fui despertando aos poucos por causa da luz fraca que vinha da janela, levantei e abrir a mesma e lá estava o que esperava, os ventos em alta velocidade e grandes estrondos dos trovões e uma chuva forte emanando ao poucos, fechei rapidamente a janela e me levantei indo pro quarto onde deixei a hinami dormir até que arrumasse uma cama nova pra ela, chegando de frente a porta fui abrindo aos poucos pra não fazer muito barulho, observei cada canto e vi que ela se descobriu e vendo aquela cena pensei como ela dava um jeito pra ficar confortável lá fora nesse frio, que situação estranha não gosto nem de pensa ainda bem que a encontrei pode dizer que não posso dizer sobre muitos que estavam na mesma situação que ela mais que Deus estejam que eles

  - nã-não mãe não po-por favor - rapidamente entrei  e as calmas fui a chamando
  - ei hinami acorda - ela abriu os olhos desesperada e pulou no meu colo
  - MÃE - a ajeitei sobre meus braços e a abracei  - não, não por favor não vá!
  - ei hinami calma sou eu - toquei sua testa e em seguida passei as mãos sobre suas bochechas - ei pequena abra os olhos - aos poucos foi abrindo e quando me viu solto uma lágrima que rapidamente se misturou com suas pele frágil - o que foi pequena o que houve
  - minha mãe ela, ela - e ia voltando a se desespera quando a abracei de novo e toquei seus cabelos os fazendo carinho - irmão vo-você
  - ei não se preocupe estou aqui, acho que foi só um pesadelo - olhei no relógio do meu lado e vejo que são 7:42 da manhã - ainda é bem cedo, espera um pouquinho eu já volto - rapidamente fui na cozinha  e peguei um pouco de água e levei pra ela que bebeu tudo e deixei o copo no chão do lado da cama e deitei - vem aqui pequena - chamei  - vamos dormi mais um pouco ainda bem cedo - ela limpou as lágrimas e se ajeito do meu lado - ei pode ficar tranquila vou dormir aqui com você, tente relaxar um pouco
  - irmão?
  - sim - ela me abraçou e se grudou sobre meus braços, passei um braço sobre seu corpo e a abracei - acho que boa noite pra nós dois hinami
  - obrigado, bom dia e boa noite pra você também - ela fechou os olhos e em 30 segundo adormeceu fiquei fitando seu cabelos enquanto ela dormia e vinha pensando que mais tarde irei ter uma conversa com ela sobre esse assunto que a atormentou essa noite algo que se eu não me esqueci sobre sua "mãe"

(...)

Acordei praticamente no chão, ouvi meu celular praticamente explodindo de tanto vibra sobre o cômodo que estava do lado da cama, o peguei e olhei duas mensagens

" me encontre na lanchonete perto do parque, e pelo amor de deus atenda o telefone quando os outros ligam"

E na outra era mensagem de promoção das operadoras, tenho que me lembra que tenho que bloqueia esses negócio, olhei a janela e percebi que a chuva atacava do lado de fora não acredito que aquele pingo de gente vai me fazer sair de casa, me levantei da cama e fui pra cozinha depois de comer algo faço minha higiene, peguei minha mochila e começo a colocar alguns livros e um caderno de anotações até que outra mensagem chega, pelo amor de senhor quando é que vão me DEIXAR EM PAZ

"Cadê você criatura, anda logo e saia de casa"

Ativei meu teclado e respondi

"CALMA PORRA!, daqui alguns minutos chego aí"

Chuto com força algo no chão que se colidiu com a parede e quando fui ver o que era, a praga do meu celular como essa porcaria foi para perto dos meus pés, Han, mais doze este destruídos esse ano, ainda quero saber qual foi a hora que essa merda saiu da minhas mãos, vou pegar outro só no mês que vem não retarda afinal é um celular por mês, depois de arrumar minhas coisas peguei a mochila comi algo e sair do apartamento chegando no portão vejo que a chuva ainda caia, droga esqueci o guarda chuva no ape

  - ei... - me viro pra ver de quem se tratava e lá estava o mesmo idiota, eu juro que passei e não o percebi ali - toma - ele joga um guarda chuva que saiu do criado mundo
  - como você...
  - peguei ele, han, a resposta é simples você o esqueceu ontem quando subiu pro seu apartamento - olha você devia me agradecer se não fosse eu já era, sabe como as pessoas estão hoje em dia - me forcei várias vezes até que saiu um "obrigado" - cara você você é tão tonta - o desgraçado se virou e subiu pelo elevador e me deixou com uma bela cara de trouxa, esse idiota acha que em quem

Abri o guarda chuva e sair indo para o local de encontro que marquei com minha querida amiga que dizer ela marcou, as ruas estavam meio vazias e bastante calma acho que é por causa da chuva mesmo, passei na biblioteca e entreguei alguns livros que havia comendado, e depois de uns cinco minutos cheguei no local de encontro e lá estava a peça na minha frente praticamente sem paciência alguma, pós quando me viu pulou em cima

  - nossa maria que demora aonde e o que você estava fazendo - me disse com os braços cruzados, esperando alguma resposta - você sabe a quanto tempo estou aqui te esperando?
  - taquei meu celular no chão então não sei nem que horas são!
  - mas como você é cara de pau, eu não esperava essa resposta
  - o sua idiota foi você quem pediu, agora fala pra que você me chamou?
  - han, tenho uma novidade boa talvez vamos fazer o estudos juntas no mesmo colégio
  - han, que bom e só isso
  - nossa você é muito drástica da um tempo e larga esse lado pedra que está em você, e também esqueci de dizer vou mora com você
  - O QUE!!, vo-você disse mora comigo - repetir tentando raciocina a situação
  - ei pare de grita a gente tá em uma lanchonete, e respondendo sua pergunta "sim" - ela disse tão simplesmente que nem viu minha reação, que amiga miserável - me mudo daqui dois dias, ta!
  - pera, pera, pera eu não lembro de ter concordado com isso - fiz sinal de não entendi nada - aliás desde de quando você decide por si mesmo?
  - ae nesses dias quem te ajudou quando roubaram seu diário ou sei lá o que você tem aí! - apontou pra minha bolsa
  - não é um diário e sim um livro, mas isso não vem ao caso - vou tirar cada palavra da boca dela
  - ei touka por favor só por um tempo, eu juro até eu arranjar um lugar onde mora, vai deixa eu ficar contigo vai por favor, vai, vai deixar, vaaai?
  - TÁ BOM, agora para de encher meu saco - e, acho que desisto de tira as palavras - você disse que iria se mudar daqui dois dias certo?
  - sim, por que?
  - e o tempo que tenho pra arrumar seu lugar de dormir
  - por isso que te amo amiga - depois de dizer isso ela pulou encima de mim e me Abraço
  - ei, você tá me sufocando sabia
  - Hm, desculpa - em seguida ela me soltou
  - aliás lucy você não estava estudando na Alemanha o que aconteceu?
  - hun, e uma longa história podemos dizer que a escola lá foi totalmente destruída, dizem as bocas que tinha pessoas lá que a destruíram outros falam que foi um fenômeno da natureza, um exemplo foi um tornado mas acho difícil pois quando fui ver a situação não havia marcas de explosão e também na Alemanha e muito difícil esse tipo de coisa acontece até agora eu não entendo como um furacão só destruiria meia coisa
  - Hm, como assim meia coisa
  - metade da escola foi devastada e outra continua normal tudo em pé como si você a olhasse pela metade
  - ainda não entendi nada mais depois você me conta isso melhor, acho melhor eu já que a chuva tá fraca então acho e um tchau - me levantei e coloquei a minha mochila nas costa e ia pra fora sendo acompanhada da lucy
  - tudo bem então até esse dois dias vou aparecer lá no seu ape, a touka tem uma coisa também
  - han?
  - quero uma banheira cheia de espuma e chocolates em volta, tudo bem rsrs
  - pode deixar vou colocar um gamba junto tudo bem donzela

    Assim que nos despedimos peguei meu caminho de volta pra casa, cara quando chegar vou dormir até as moscas me beija, mentira mas que eu vou dormi muito vou isso é verdade, chegando de frente ao prédio vejo o idiota do porteiro atendo alguém, aproveito e passo despercebida mais nada foi como queria

  - Oi criança de deus
  - eu não sou criança sua po... - ele me interrompe
  - opa, opa nada de palavrões e toma isso aqui... - ele pega um pacote e me joga - uma menina da sua idade que deixou isso aqui hoje de manhã
  - han, tá obrigado
  - obrigado, acho que vou chorar - e o retardado começou a fazer cena de quem estava chorando
  - vai se lasca

     Depois disso subi pelo elevador até chega no meu andar, cheguei de frente ao meu ape e o abrir joguei a mochila em qualquer lugar como de costume, me sentei no sofá e abrir o pacote

  - mas o que é isso - um álbum de fotografias minha e da lucy e nossos amigos quando criança - essa lucy - sorrir vendo cada foto e me lembrando do fato que nos separou por muito tempo, um reencontro seria até estranho pois tenho certeza de que não os reconheceria tão facilmente, aliás faz muito tempo.

(...)


Notas Finais


Qualquer dúvida da fic e só tira santificação aí nos comentários!

Até o próximo capítulo
......................


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