História Diario De sobreviventes 2.0 - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~gaabylennon

Postado
Categorias Originais
Tags Originais, Resident Evil, The Walking Dead, Walkers, Z Nation, Znation, Zombies, Zumbi, Zumbis
Exibições 7
Palavras 4.398
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Genteee!!! somos as mesmas autoras de diarios de sobreviventes originais porém aqui deixaremos mais organizado para voces

Capítulo 1 - First day


Fanfic / Fanfiction Diario De sobreviventes 2.0 - Capítulo 1 - First day

 Eu estava em uma daquelas aulas em que voce preferiria morrer do que ficar mais cinco minutos escutando a minha professora pelancuda e chata falando sobre como ela fez o primeiro sexo anal e como todos deveriam fazer também, isso é por que nos temos 15 anos...

Eu estava imaginando como seria divertido se por algum acaso ela fosse baleada, ou mutilada naquele momento, e eu realmente me arrependo disso! O meu colega de classe Jeff estava com a cabeça abaixada tentando dormir, quando a professora caminhou até ele para adiverti-lo com aquela voz de merda dela quando  ouvi uma gritaria do lado de fora, ela nem ligou, achou que era o 2º ano no intervalo, mas então quando ela se escorou na porta e continuou a gritar com Jeff, eu vi então uns barulhos esquisitos  ( mais do que os primeiros) e então uma coisa parecida com um zumbi começou a bater na porta da sala com certa força. Assim que a professora se afastou com medo ele conseguiu abrir a porta e entrou com tudo,  a primeira pessoa que ele viu, que no caso foi a professora que estava de costas para a porta, ele se jogou nela e ela teve o pescoço mordido, ela simplesmente se jogou para traz enquanto sangue da professora jorrava para fora caindo e escorrendo no rosto do Jeff  que olhava tudo com uma cara de espanto. A primeira coisa que eu fiz foi levantar e deixando minhas coisas para traz. Eu corri até a porta da sala e consegui desviar dele que se ocupava com a velha nojenta, sai, observei o corredor que estava assustador, zumbis corriam para todos os lados correndo atrás dos alunos, sangue pelas paredes e corpos sem vida esparramados no chão, passei correndo tentando chegar até a escada para descer até a saida da escola tentando chamar o menos de atenção possivel. A escola era grande e o portão enorme de entrada estava aberto, dava pra ver de longe da escada o tanto de zumbis que entravam por ele. Continuei a descer as escadas, encontrei então caido na escada meu professor do proerd, olhei para o cinto que continha em sua farda e então vi uma pistola, puxei ela e apertei o gatilho, estava sem balas. Mesmo sem nada para me proteger eu fui até a recepção e não tinha nínguem lá, fechei a porta que dava acesso as salas de aula. uns segundos após que eu fechei a porta, ouvi alguém batendo nela e gritando por socorro desesperadamente, me recusei a abrir, até porque eu também poderia ser atacada, depois disso apenas ouvi ele da mais uns 3 gritos e um barulho de zumbi me gelou. A pessoa que me pediu socorro estava morta. Não poderia passar o resto da vida na escola, então decido que deveria sair de lá e tentar achar alguém na rua, até porque eu não era a única viva ali e disso eu tinha certeza. Tentei sair pela porta lateral, a que era para alguns alunos atrasados entrarem, lá estava sem zumbis, todos eles estavam entrando pelo grande portão. Mas quando eu ia saindo, uma porta que os zumbis provavelmente arrombaram quase caiu por cima de mim. Fechei os olhos esperando pela batida, o que não aconteceu porque alguém segurou ela e empurrou-a para cair do lado contrario. Abri os olhos e uma pessoa de capacete me puxou suavemente pelo braço me conduzindo para fora da escola.Me guiou até uma moto, estava a uns 20 metros da escola. Ele então pediu para eu subir na moto e eu o obedeci, eu estava achando familiar aquela voz. Ele deu a partida na moto e nos tirou daquele inferno 

Passamos por vários lugares e pude ver que haviam pessoas que corriam desses zumbis, e haviam alguns infectados a mais que eu posso até admitir que tive um pouco de medo. Chegamos ao meu bairro, vi apenas alguns corpos estirados no chão, não haviam muitos transformados lá até porque o muro que cercava o condomínio era alto e tinha cercas elétricas e afiadas (mas isso não vem ao caso). Paramos em frente a praça, você deve estar se perguntando "porque diabos você tava na moto com alguém que nem conhece?" bem, pra falar a verdade acho que se você estivesse  no meio de 100 zumbis e tivesse uma alma viva na sua frente você iria com ele não acha?!. Eu estava me perguntando "como ele sabe aonde eu moro?. Bem, desci da moto e ele também, girando a chave e desligando-a, ele tirou o capacete, estava de costas para mim, cansada de não saber quem era eu me prontifiquei a perguntar

-quem é você?

- não se lembra de mim?

-quem sabe se você se virar eu poderei saber

Ele se virou e eu reconheci ele. 1 ano e 8 meses sem vê-lo, estava um pouco mudado, mas ainda sim eu consegui me recordar

- Quem é vivo sempre aparece

- irônico você dizer isso agora não?!

- acho que sim

- como tem passado Gabi?

- melhor sem você acredite

- nossa, deveria ter te deixado morrer mesmo

- vá se foder- esbravejei e sai com raiva em direção a minha casa, senti que ele estava vindo atrás de mim

- me desculpa, já falei que eu estava errado naquele dia- ele disse, me recusei a responder e a olhar para trás- Ei, me esculta

ele me pegou pelo braço e me virou, deixando que nossos rostos ficassem a centímetros

- me larga guilherme!- me debatia em seus braços

- porque não me desculpa?

- acha que é só salvar minha vida e eu esqueço de tudo? ainda me lembro de todos os detalhes 

flashback

Ele havia saido a alguns minutos, me disse que ia comprar um refrigerante ou algo do tipo, mas estava demorando, resolvi ir atrás dele. Subi as escadas e como estava um pouco mal e estava perto do banheiro feminino, eu decidi lavar meu rosto antes de procura-lo. Caminhei até a porta, entrei silenciosamnete pois ouvia vozes lá dentro e uma delas eu conhecia muito bem. Abri a porta de uma vez e pude ver ele beijando uma menina, ele estava em pé e ela sentada na pia, com o alto som da porta abrindo eles se assustaram e pararam o beijo. Assustado ele me olhava, largou dela e veio até mim, mas a cada passo que ele dava eu recuava um

- Gabi eu posso te explicar

- não precisa, já entendi.

- ham, quem é ela gui?- a menina desceu da pia e veio até nós

- acontece querida, que ele é meu namorado, quer dizer, ex

- namorado? me disse que estava sem nínguem

- e-eu- ele gaguejava ao falar, ela então ergueu o braço e ouvi o alto som do tapa que ela havia dado em sua face, ela saiu do banheiro, não antes de me pedir desculpas, eu apenas assenti com a cabeça

- amor...

- que se foda seu amor- eu disse e sai do banheiro,  ouvi ele gritar meu nome algumas vezes e tentar vir atrás de mim, mas apressei o passo e consegui sair da escola pelo portão lateral de carros,nem tive vontade de voltar para a festa no pátio, acabei voltando para casa, meus pais haviam viajado, então chamei minha amiga e passamos a noite toda acordadas, não conseguia dormir depois dessa. Acabei me mudando de escola, e desde então não vi mais ele, algumas amigas minhas falavam que desde que sai do colégio, ele era calado, não prestava atenção em nada, e se recusava a falar com qualquer menina que puxava assunto com ele, chegaram a questionar o porque de tal atitude, ele sempre dizia " tenho medo de que ela entre por quela porta e pense que estou traindo-a novamente"

flashback off 

Ele me pegou pelo braço e me virou, deixando que nossos rostos ficassem a centímetros.

- me larga Guilherme!- me debatia em seus braços

- porque não me desculpa?

- acha que é só salvar minha vida e eu me esqueço de tudo? Ainda me lembro de todos os detalhes 

-bem, não é que...

- já mandei me largar- ele então me olhou e fez um bico com a boca, não de birra, e sim de decepção. Soltou meu braço devagar e eu me afastei um pouco e ele continuava lá me encarando que nem idiota Decidi não ir a minha casa, já sabia quem eu deveria procurar. Sem falar nada eu comecei a andar ao lado contrario da minha casa, e ele apenas me seguiu.

- aonde vai?

- ali- respondi seca colocando as mãos nos bolsos da calça e andando cruzando as pernas a cada passo.

- ali aonde?- continuava a questionar

- na puta que pariu tá?! Ô moleque chato você hein!- eu disse raivosa

- desculpa- ele disse meio cabisbaixo e depois continuou a andar sem olhar para mim novamente. Mais 1 minuto de caminhada e já estávamos na casa de quem eu precisava. Parei diante da porta e toquei a campainha. Ouvi passos agitados descendo as escadas e então ouvi o barulho da chave girando e a porta sendo aberta

- CARALHO VOCÊ TÁ VIVA- antes mesmo de eu conseguir raciocinar a pessoa que abriu a porta pulou m mim me dando um abraço forte, quase que eu cai no chão.

- bom te ver também- eu disse retribuindo o abraço e com um pouco de dificuldade para falar já que ela me apertava muito forte

- como que conseguiu?! Não estava na escola? Porque ainda está de farda? Já conseguiu alguma coisa? Responde-me porra!- ela falava tudo rapidamente

- bem, eu ainda não consegui nada, acabei de chegar e ...

- como veio pra cá?- fui interrompida por ela. Não falei nada e apenas apontei para trás, só então que ela percebeu a presença do Guilherme ali.

- um vadio te ajudou? Diz-me que não, por favor- ela dizia rindo ironicamente.

- sim, ajudou... Mas eu não pedi ajuda, só te falo isso- meu disse e ele me olhou com uma cara de “o que?”.

- ok, entrem vocês dois... - ela disse olhando desconfiada para ele e dando passagem para a gente entrar, e o fizemos logo após. Eu vi então meu “cunhado” em frente a mesa de jantar com umas 3 mochilas lá, ele arrumava tudo lá dentro, comida, roupas, facas, gás de pimenta que ganhamos numa manifestação e outras coisas a mais. Assim que ele me viu ele falou

- e as armas da tua casa?

- ainda estão lá, eu pega daqui a pouco. Oi pra você também vadio dois, eu to bem tá obrigada por perguntar- eu disse me aproximando da mesa e ajudando ele a arrumar as bolsas, tudo separado em quantidades exatas dentro das mesmas.

- oi foi mal- ele disse dando uma curta risada.

Flávia foi para a cozinha e fazia algo no fogão, decidi nem olhar o que era, estávamos todos com pressa. Guilherme encostado na mesa ao meu lado, eu e Felipe arrumando as bolsas, e Flávia na cozinha, der repente ouço um gritinho agudo e olho pra ela.

- CARALHO TA ACONTECENDO UM APOCALIPSE ZUMBI DE VERDADE MANO, ESPEREI MINHA VIDA TODA POR ISSO- ela disse eufórica e eu olhei com cara de ”se gritar de novo vai fazer parte deles”- foi mal, tava me segurando desde cedo pra falar isso- ela disse dando uma curta risada.

- tá né?!- eu disse voltando aos meus afazeres- o que tá fazendo ai?- eu perguntei colocando os curativos dentro de uma bolsa

- miojo- ela disse- e lavando as garrafinhas para fazer coquetel molotov

- uma pra cada né?- eu perguntei

- talvez, tenho poucas garrafas- ela disse desligando o fogo e colocando o miojo no prato. Acabei de arrumar a bolsa e fechei-a.

- vamos lá em casa, tenho que arrumar minha bolsa também.- eu disse indo a cozinha, ela apenas assentiu com a cabeça e disse ao Felipe “ amor já volto”. Ele disse um “tudo bem” e depois nós saímos de lá.

Felipe’s POV

As meninas tinham ido à casa da Gabi. Eu terminei de arrumar as bolsas e depois da ultima eu sentei no sofá.

- vem pra cá- eu disse pro Guilherme que olhava para o chão. Ele olhou pra mim deu de ombros e andou até o sofá pra se sentar ao meu lado. Assim que ele se acomodou no sofá eu me prontifiquei a perguntar

- porque tá com essa cara de quem chupou limão azedo e não gostou?

- nada ué!- ele disse me olhando e franzindo o cenho

- porque a Gabriela não tá de papo contigo?

- sei lá!- ele não queria abrir o jogo

- a Flávia me contou que vocês tiveram um caso. É verdade? Fiquei sabendo que fez merda- eu disse me ajeitando no sofá para ficar de frente a ele

- ok, é verdade, eu namorei ela, e depois eu trai ela, e depois ela terminou comigo e estamos na situação atual, mais disso você já deve saber...- ele disse

- e você quando começou a namorar a...

- não muda de assunto. Pode falar, eu namoro a Flávia faz dois anos, conheço a Gabi ao mesmo tempo, eu posso te ajudar com ela. - eu disse tentando anima-lo a contar o que ele tinha com ela

- tá, eu ainda to afim dela, não peguei nenhuma menina desde que terminamos, não espera, peguei sim, uma menina e é porque meus colegas me drogaram, mas isso não vem ao caso. Eu devo ter jogado pedra na cruz pra ela ainda me odiar depois de quase dois anos- ele disse passando a mão no rosto e afundando o corpo no sofá- e depois de ter salvado ela- ele disse essa última frase cochichando, mas mesmo assim ainda consegui escutar.

- olha, cara na boa, eu escutei isso e posso te dar um conselho?- ele assentiu- não passa isso na cara dela porque senão ela vai te mandar embora do mundo um pouco mais cedo.

Flávia’s POV

- gostei desse calibre 38 posso ficar com ela?- eu perguntei a Gabi assim que ela colocou as armas do pai em cima da mesa (ele era policial)

- pode criatura- ela disse se jogando no sofá se deitando e cobrindo o rosto com as mãos

- que foi?- eu perguntei largando a arma e indo sentar ao lado dela

- nada- a voz dela saiu abafada contra a mão

- fala logo, acha que me engana- eu perguntei balançando o ombro dela

- tá... eu ainda gosto do Guilherme- ela disse ela ultima parte muito (muito) rápido, eu entendi, mas só queria ter certeza

- fala de vagar coisinha- eu disse levantando ela de vagar para ficar sentada e tirei-lhe as mãos do rosto

- Eu. Ainda. Gosto. Do. Guilherme- ela disse pausadamente

-SÉRIO? Meu deus, que LINDOO- eu disse histérica.

- cala a boca, não é lindo- ela disse se jogando de novo no sofá.

- ainda quer ele? Tipo quer ter ele de volta?- eu perguntei pra ela. Ela se levantou e me olhou

-não sei... - ela disse indecisa

- quer ou não quer, só tem essas duas alternativas. – eu disse cruzando os braços

-...

- ANDA, FALA- eu disse impaciente

- quero- ela disse baixinho

- é assim que eu gosto- eu disse sorrindo já com planos em mente

CAPITULO 4)  

Guilherme's POV

As meninas voltaram uns vinte minutos depois da casa da Gaby. A Flávia estava com o Felipe terminando de arrumar tudo para irmos embora, a Gaby tinha ido dormir um pouco, ela tinha acordado 4h da manhã. Eu também estava quase dormindo no sofá, até que senti alguém pulando do meu lado, o que me despertou na hora.

- tá com sono?- ela perguntou sinicamente

- não, tava de olho fechado pra ver a palpebra por dentro!- eu disse ainda sonolento

- nossa- ela colocou a mão no peito fingindo-se de indignada- eu ia te arrumar minha amiguinha, mas você partiu meus sentimentos

- como se ela nem liga mais pra mim?

- esta duvidando das minhas capacidades de cupido? Eu conheço ela faz 5 anos querido, eu sei do que ela gosta e do que ela não gosta.

- se você diz- eu dei de ombros- o que pretende fazer?

- embebedar ela pra vocês dois fazerem sexo- ela disse na maior cara de pau- tirar a sua virgindade 

- mas eu já não sou mais virgem- eu disse, e ela já sabia disso, eu tinha perdido-a com a Gabi

-mas falando sério agora, realmente vou tentar te ajudar! quer minha ajuda?

-calma ai, a gente ta preso na sua casa, em um apocalipse zumbi e você me pergunta se eu quero pegar minha ex namorada?! tá bom! 

- queridinho não é pegar, ela não é kenga pra você tá passando a mão, vocês tem que se casar antes de tudo!

- me arrume um lugar pra casar com ela que eu caso na hora, só falta um padre.

- eu sou padre

- você é menina cara.

- mas querido eu estou tentando ajudar, se não quer minha ajuda fala- ela disse brincando

- desculpa- eu disse- a Gaby já acordou?

- vai lá olhar- ela disse e eu me levantei da poltrona e fui pro andar de cima e andei pelo corredor até o quarto de hospedes que é onde a Gaby estava, ela estava deitada virada de costas pra porta, na certa não me viu. Fui andando lentamente até a cama, me ajoelhei do lado dela e mexi no braço dela pra ver se ela acordava. ela se virou olhou pra mim e depois virou para o outro lado de novo

- já sei que você tá acordada- eu disse- posso deitar aqui com você?- eu tentei

- querido tem tanto espaço ai na casa, dá pra você deitar em outro lugar não?

- nossa, minha companhia é tão ruim assim?

-pergunta pra menina que você pegou aquele dia

- ainda tá nessa?! já disse que não gosto dela, você é única pra mim!

- você espera um ano e oito meses até uma apocalipse zumbi pra me dizer isso?! Mas fazer o que né, você me salvou, o minimo agora é te aturar

- ingrata!- não sei porque eu disse, isso, só vi ela se virando para me olhar e começar a gritar comigo

- ingrata? ingrato é você que despachou a menina que teve que beijar essa sua boca imunda de onde só saem mentiras, e você depois deixou ela ir embora, assim como fez comigo

- para de teatro- eu disse- eu sei que você me quer- pisquei pra ela

- vai se foder convencido, some da minha frente- ela se sentou na cama e me olhou com raiva, eu levantei e ia embora, pra não deixa-la com raiva e para impedir que eu ficasse com raiva também. Na hora que eu ia saindo pela porta a Flávia me parou e disse " assim não da pra te ajudar cara". Depois disso ela puxou a chave da maçaneta e fechou a porta na minha cara e gritou " só sai dai quando se resolverem. Eu suspirei e olhei pra Gaby e ela apenas revirou os olhos

- vai ficar me encarando- ela perguntou

- sim, não vou parar enquanto você não me desculpar- eu disse, ela deu de ombros e se deitou de novo fechando os olhos. Fui até ela me sentei ao seu lado e fiquei cutucando ela de maneira irritante. Ela se virou deu um tapa na minha mão.

- PARA! me deixa em paz

- não posso!

- mas que merda claro que pode!- ela disse

- me desculpa?

- NÃO- ela disse com raiva se virando para o outro lado- não desculpo 

- porque? o que você não desculpa?

- não desculpo sua traição- ela disse

- Gaby, eu te amo, a gente ta no fim do mundo e você ainda quer continuar com essa briga?!

- sim eu quero- ela disse - e..

Antes mesmo dela terminar a frase eu lhe roubei um beijo porque senão ela não ia calar a boca nunca. Ela relutou de inicio, mas depois ela acabou sedendo quando eu segurei ela pelos braços e ela correspondeu ao beijo. Ficamos assim alguns poucos segundos, mas depois ela parou o beijo, me deu um tapa na cara e me empurrou fazendo com que eu caisse da cama.

- porque você fez isso?- não respondi, apenas puxei ela pelo braço e ela caiu cima de mim e segurei ela pela cintura. Mas bem nessa hora a Flávia abriu a porta e viu.

-eu não posso deixar minha creche sozinha por cinco minutos e vocês já querem se pegar? Eu hein- ela falou com uma cara tão maliciosa que eu juro, se você visse, você ia ficar mais vermelho do que eu- anda, vamos descer.

A Flávia se virou e saiu. Ela se levantou de cima de mim e saiu do quarto sem falar nada. Eu fiquei olhando um pouco pra porta, depois fechei o olho e suspirei. Acho que enfrentar esse apocalipse vai ser mais fácil do que enfrentar ela. Uns segundos depois eu me levantei de vagar e fui para o andar de baixo. Assim que a Flávia me viu ela falou:

- se recuperando do orgasmo Guilheme?

- antes fosse- eu disse terminado de descer a escada e me sentando no último degrau

-o que foi?- o Felipe perguntou

- eu cheguei lá no quarto e os dois estavam quase se comendo- a Flávia falou

- mas espera, vocês não estavam brigados?- ele perguntou

- Ainda estamos- a Gaby falou

- então como...- Felipe perguntou

- simples, ele é um idiota nojento que me agarrou a força- a Gaby falou. Depois disso todo mundo ficou em silêncio, o Felipe levantou e foi até a Janela e ficou lá parado um tempo, e depois de uns minutos gritou "PORRA"

- oque foi? - perguntei levantando 

Ele fez um gesto com as mãos indicando para olharmos pela janela, fui até onde ele estava e olhei e logo percebi que uma horda de zombies estava tentando pular o muro. Certo, tinhamos 3 opções: ou sairiamos de lá antes deles nos alcançarem , ou matariamos todos ( o que não é nada conveniente, se dando pelo fato de que eles eram centenas), ou fariamos silêncio e aguaradariamos eles irem embora.

- E agora?- eu perguntei

- não sei, talvez possamos ficar aqui, mas seria melhor se arranjássemos algum carro- O Felipe disse já pegando uma bolsa, colocando nas costas e entregando outra para a Flávia enquanto a Gabi pegava a bolsa dela também e eu peguei a minha logo depois.

-sabe dirigir?- eu perguntei ajustando a alça da mochila

-sei- ele disse olhando de novo pela janela- escultem agora, vamos sair pelo portão dos fundos, quero que você e a Gabi fiquem de mãos dadas, ajude ela a correr- acho que ele disse isso por causa das dificuldades de respirar dela- eu vou segurar na mão da Fá e tem um carro meio que grande na rua G, temos que ir pra lá já que a horda está vindo pelo outro lado.- ele começou a andar e seguimos ele. Chegamos ao portão e antes de abrirem a Flávia falou

- ta, agora a gente vai sair e não parem de correr nem que vocês queiram, sigam a gente porque algumas ruas devem ter mais zumbis e vamos ficar nessas duplas porque só nos duas temos armas ok? tá agora vamos- ela disse, olhei pra Gabi e ela segurou minha mão mesmo sem me olhar, acho que ela nem percebeu que fez isso, o Felipe abriu o portão, saímos correndo enquanto vinham vários zumbis atrás de nós, teve uma hora que antes de chegarmos a uma rua da planejada, a Flávia quase caiu por causa de um zumbi que saiu de baixo do carro e quase mordeu ela, mas ela conseguiu pegar a arma e atirar nele. Quase chegando na rua, a Gabi já não conseguia mas correr tato e eu tive que "carregar ela", na verdade eu só puxei ela e acabamos por conseguir chegar lá, quando chegamos no carro, a Flávia e o Felipe tentaram arrombar a porta do carro e ela me deu a arma, eu e a Gabi ficamos atirando nos zumbis enquanto ela e o Felipe abriam  a porta e tentavam ligar o carro, nesse momento a arma da Gabi travou, ela tentou destravar e um zumbi quase conseguiu pegar ela, mas eu consegui puxar ela e atirar nele, a Flávia e o Felipe conseguiram ligar o carro e entraram enquanto ele fazia  a manobra pra sair dal. e eu e a Gabi entramos no carro .

Gabi POV 

entramos no carro e pra ser sincera nao sei como consegui, minha respiraçao estava tao alta e forte que derrubaria a muralha da china ( se os zombies já nao tiverem feito isso...

sento do lado da janela e fico observando o carro passando por ilhares de zombies e um gaz azulado do lado de fora me faz ficar com um precentimento, encosto minha cabeça na janela e tento descansar um pouco de tudo aquilo, nao sei quanto tempo passou mais eu acabei dormindo, acordei com a Fá e o felipe discutindo nos bancos da frente e o guilherme olhando pra mim e gritando! eu me sento assuntada, pois aquele ponto eu ja estava deitada na janela, olho para o gulherme e pergunto oque esta acontecendo e ele ofegande diz

- eles querem te matar - 

-seu viado de merda! para de mentir! - disse flavia em um tom que passava de furia á odio

- calem a boca voces dois - felipe tentava falar quando foi interrompido novamente por flavia que pulou do banco do passageiro para o banco do lado do que eu estava sentada

ela olhou para mim com o rosto  cheio de lagrimas( e ela nao era do tipo que chorava quando estava sobria). Eu ja estava tendo um surto interno e ninguem me expilcava oque estava acontecendo, senti umas pontadas extranhas no braço e virei- me pra olhar, tinha sangue, muito sangue. entrei em panico, tudo tinha acontesido muito rapido, e minha cabeça girava e depois disso nao me lembro de mais nada.


Notas Finais


espero que gostem :) <3


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