História Diário De Uma Depressiva - Capítulo 2


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Categorias Amor Doce
Personagens Ambre, Castiel, Debrah, Kentin, Lysandre, Nathaniel, Personagens Originais
Tags Amor Doce, Castiel, Depressão
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Palavras 704
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - A Carta.


Fanfic / Fanfiction Diário De Uma Depressiva - Capítulo 2 - A Carta.

"Eu não sei o que fazer e estou sempre no escuro..."

 

Lucy On

 

Sonho On

 

Lucy - Mamãe não vai embora, eu prometo me comportar! - Grito segurando o braço da minha mãe enquanto chorava alto.

Mãe - Você vai ficar bem, tia Milly e tio Noah vão cuidar de você. Mamãe e papai tem que ir embora agora. Me solte Lucy.

Eu não parava de chorar, não queria meus tios... queria meus pais! Continuei agarrada ao braço de minha mãe, até ela se irritar e me afastar com força me fazendo cair no chão. Castiel correu até mim e me abraçou de lado, naquele momento meus pais me abandonaram... 

Lucy - Mamãe, papai... 

Castiel - Calma Lucy eu vou cuidar de você! É uma promessa.

 

Sonho Off

 

Acordei chorando e tremendo. Todas as noites a cena dos meus pais me deixando invadia minha mente, por isso eu odiava dormir.  Não percebi que chorava alto, até Castiel bater na minha porta.

 

Castiel - Você está bem? - Ele pergunta preocupado, balanço minha cabeça negativamente e ele se aproxima da minha cama, e se deita me abraçando. - O que aconteceu Princesa?

Lucy - A cena dos meus pais indo embora, aquela maldita cena... Tenho raiva da minha mãe, mas sinto ainda mais do meu pai. Ele nem se quer se despediu de mim, ele me manda presentes todo o mês sabe? Mas não é isso que eu queria. Uma vez eu fiz uma carta para ele, mas não consegui enviar.

Castiel - Você ainda tem essa carta? - Afirmo com a cabeça. - Deixa eu ler?

Me levanto e procuro a carta que está encima do meu Diário. Volto para minha cama e me deito entregando a carta para meu Castiel.

 

Oi pai, lembra de mim? Eu sou a sua filha. É, a sua filha está aqui pai.

Ah pai, quanto tempo você ficou ausente, quantos dias eu passei longe de você. Você não me viu crescer, perdeu os meus melhores momentos, e nas horas que eu mais precisei você também não estava comigo.

Porque pai? Porque toda essa distância, você não gosta de mim?

Eu continuo sendo a ‘sua garotinha’, aquela mesma que amava você, eu ainda sou aquela que todas as noites pede pra Deus te abençoar, eu ainda sou aquela que, às vezes, chora de saudade e de raiva ao mesmo tempo.

Pai… Quantas vezes eu te protegi de todos, quantas vezes eu protegi tua imagem, protegi teu nome…

Quantas vezes eu fiquei esperando você ligar, quantas vezes eu fiquei lembrando de quando eu era criança e você me pegava no colo.

Ah pai, faz tanto tempo que nós não somos “pai e filha”, na verdade nós nunca fomos isso. Eu não tenho culpa das coisas que aconteceram pai, não tenho culpa de nada, e eu não tenho que entender o porquê das suas atitudes, acima de tudo você é meu pai, e o que eu queria de você era amor.

Porque você acha que pode me comprar com presentes pai?

Eu não quero isso, eu queria você. Só isso. Só o teu amor de verdade, e a tua atenção.

Pai, não se preocupe, eu não tenho raiva de você, pelo contrário, eu te amo muito, e todos os dias eu me lembro de você, e fico pensando se você lembra de mim também.

Eu não merecia isso pai, não merecia ser largada dessa forma, eu sou sua filha… Pai, você foi embora da minha vida e nem se despediu de mim.

Quantas noites eu chorei por você pai.

Quando todo mundo te julgava eu te protegia, eu não escutava, porque mesmo com os seus erros você sempre foi o meu pai, e eu achava que um dia você pudesse voltar pra me pegar.

Mas até agora você não voltou pai.

Pai, eu estou com saudades, mas não do seu dinheiro e nem das suas coisas. Eu estou com saudade do tempo em que nós dois eramos uma família, eu tenho saudade dos tempos que tudo era normal.

 

Assim que ele termina de ler a carta, Castiel me abraça e beija minha testa. 

 

Castiel - Eles podem ter te deixado, mas eu nunca irei te deixar. Eu amo você Princesa! 

 

 


 



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