História Diario de uma garota apaixonada - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Colegial, Comedia, Comedia Romantica, Romence, Shoujo
Exibições 11
Palavras 1.278
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boooooooom, entao... desculpem pelas decadas q fiquei sem escrever -sim, decadas- maaaas to de volta.

Capítulo 5 - Noite de chuva


Antes de ir dormir deixei meu celular ao lado da cama e programei meu despertador para as oito horas da manhã.

Então, boa noite e até amanhã.

_____________________________________

Acordei com o barulho de trovoēs um cada vez mais alto que os outros. Os relâmpagos iluminavam o meu quarto a todo momento. 

Peguei meu celular e desci as escadas ate ir na sala, na onde estranhamente minha mãe estava conversando com a Miranda e bebendo café - parece que nunca conversaram na vida, ate soltavam risadinhas. 

- Oi... - falei indo ate elas. Quando cheguei la pude notar que Leonard estava sentado no sofa oposto ao delas quase dormindo.

- Oi! - respondeu Miranda enquanto minha mãe colocava mais café em seus copos. 

- Miranda e Leonard vieram aqui por causa que a energia caiu. - minha mãe falou e só então percebi que a sala estava sendo iluminadas pela lanterna do celular da minha mãe. Que logo desligou. 

- Ah... Acabou a bateria! - minha mãe praguejou - filha, você poderia ir pegar uma lanterna lá em cima? 

Assenti e me virei para voltar ate o andar de cima. Mas quando avistei apenas o breu atras de mim... gelei no mesmo momento.

Me virei de volta a sala e vi Leonard que estava com a cabeça tombada pro lado. Fui ate ele e o cutuquei. 

- Leonard! - chamei - Leonard! - ele acordou e me olhou assustado. Dei uma risada leve e apontei para o breu atras de mim. - Vamos! 

Ele assentiu e nós fomos até as escadas. Os relâmpagos continuavam e com eles vinham os trovoēs. Eu estava com medo do escuro, mas claramente, não iria falar. Mas acho que leonard também estava pois, segurou minha mão e se encolheu um pouco. Sorri e apertei a mão dele. 

Nós estavamos andando pelos corredores do andar superior. Fiquei algum tempo tentando achar a porta do meu quarto.  Quando finalmente achei entrei e puxei leonard para dentro. 

Eu tenho uma mania que... acabou de... me meter em uma situação constrangedora.

Foi assim: eu puxei ele para dentro do quarto. Ate ai tudo bem. Então quando eu fui ate a mesa perto da minha cama acabei por tropeçar em um urso de pelucia ou uma almofada - sim, é essa a minha mania. deixar almofadas e bichos de belucia espalhados pelo chão - então eu cai na cama e como eu estava de mãos dadas com ele, ele acabou caindo por cima de mim. No meio disso eu acbei pos bater a cabeça no ombro dele e o joelho na barriga dele. 

Agora minha cabeça ta doendo e ele provavelmente vai estar com um roxo na barriga amanhã - ou hoje. acho que já é de madrugada.

E mais uma vez nossos olhares se encontraram quando ele levantou a cabeça, nossos labios estavam cada vez mais perto e naquele momento senti minha cabeça parar de doer. 

Então para estragar tudo um trovão bem barulhento e estrondoso soa, fazendo Leonard se assustar e perceber o que estava fazendo. Ele levantou de cima de mim, colocou a mão na barriga e desviou o olhar para o detalhe na blusa azul escura que usava. seu rosto estava corado e ele parecia ficar com a respiração acelerada quando o quarto se iluminava. Acho que ele tem medo de relepângo...

Bom, deixei os pensamentos de lado e voltei a peocurar pela lanterna. Depois de alguns longos minutos procurando acabei por encontrar somente algumas pilhas. O que significava que nós teriamos que ir ate o escritório do meu pai. 

Voltamos então ao corredor. depois de muito tempo tentando achar a porta e me concentrar para não sair gritando de medo quando batia o pé em algo achei o escritório.

Dessa vez falei para Leonard me ajudar a procurar já que o comodo era um pouco grande. 

Eu estava procurando pela mesa de trabalho quando achei uma escultura com pontas de vidro q o meu pai amava. Não entendia o por que de ele gostar tanto dela, era horrível. Peguei e deslisei o dedo pela ponta afiada. 

Estava prestando atenção na escultura que me assustei quando senti uma mão no meu ombro. Por reflexo eu segurei a escultura com a mão esquerda e a usei apenas querendo fazer a pessoa se afastar. Mas acabei acertando a pessoa.

Um pouco assustada, me virei para a pessoa e dei um passo para tras. Segurei a escultura com as duas mãos senti algo escorrer entre meus dedos. Sangue, era sangue. A pessoa agora estava com a repiraçao acelerada tinha algo caido no chão, uma lanterna.

Só então percebi o que eu havia feito.

- Leonard! - larguei a escultuda na mesa e fui ate ele. - Meu deus! Me desculpa! Não foi por querer! 

- Eu sei que... não foi... - ele respondeu baixinho e com a respiração alterada. - Eu achei... a lanterna.

- ah...  - peguei a lanterna do chão. - valeu... vamos!

Segurei sua mão e percebi que estava molhada. Era sangue. Tinha me esquecido.

- Vamos! Temos que fazer parar de sangrar! - puxei ele pelo pulso até o meu quarto. Miranda e minha mãe poderiam esperar mais um pouquinho

Quando chegamos no quarto liguei a lanterna e mandei ele se sentar na cama. fui ate o banheiro pegar produtos para cuidar do corte. 

Quando cheguei no quarto vi que a blusa dele estava com uma poça de sangue no peito e outra no braço esquerdo.

- Você vai... ter que tirar... a... blusa. - falei um pouco sem graça enquanto sentava em um banquinho na sua frente.

Ele corou e tirou a blusa. O corte não foi tão fundo mas também não foi raso. Comecei pelo corte do braço que era menor. Passei o pano com um líquido para não inflamar. Ele resmungou um pouco quando o líquido tocou sua pele, mas logo parou e ficou quieto.

Quando acabei de limpar fiz um curativo com uma faixa branca. Agora chegou a parte mais dificil: o peito. Tanto para ele do que para mim. O corte ia de um lado ao outro na horizontal, e até parecia mais fundo que o outro. 

- Vai dor um pouco... - falei enquanto pegava outro pano e molhava-o com o liquido. Ele assentiu e ficou com a coluna mais reta.

Comecei a passar o pano pelo corte e ele começou a soltar alguns gemidos de dor baixinho. Ele estava afastando um pouco o corpo, por isso passei o braço por baixo do seu braço e coloquei a mão nas costas dele, empurrando-o para frente.

 Depois de um tempinho eu havia acabado. O curativo estava feito. falei para ele esperar lá que eu ia levar a lanterna ate as mulheres conversadeiras na sala e já voltaria.

Logo eu já estava de volta, quando cheguei ele estava deitado na minha cama de barriga para cima e brincando com a coberta. 

Quando cheguei mais perto perto percebi que ele estava sem camisa, o que me fez corar e ir pegar o casaco dele que tinha ficado comigo. ele vestiu ele e depois ficou olhando para a janela, onde a chuva caia e  varios relâmpagos reluziam.

Deitei do outro lado da cama e falei em um tom quase inauditivel: 

- Dorme comigo. Porque... eu tenho medo... do escuro. 

- Eu também tenho medo... mas é dos trovoēs! - ele falou se deitando ao meu lado e olhando para a janela. 

Depois de algum tempo sem nenhum barulho um barulho estrondoso se fez presente seguido pela chuva que ganhava mais força. Leonard se paroximou de mim e se encolheu e eu me aproximei dele segurando sua mão. 

- Então, vamos fazer assim: você me protege do escuro e eu te protejo dos trovões.

Ele assentiu, nossas testas se relaram e acabei por dormir de imediato.



Notas Finais


Foi isso gente... AMANHA E SABADOOOOOOOOOOO felicidade 100%
Gente, criticas por favor. Aceito todas.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...