História Diário de uma Submissa - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias 30 Seconds to Mars, 50 Tons de Cinza, Jared Leto
Visualizações 92
Palavras 2.313
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, boa leitura

Capítulo 18 - You could be mine all the time


Fanfic / Fanfiction Diário de uma Submissa - Capítulo 18 - You could be mine all the time

Fiquei tonta imaginando o que ele poderia ter planejado que exigiria uma boa noite de sono e um bom alongamento. Passaríamos o dia todo na sala de jogos? Puta que par... 

— Elina — ordenou ele. 

Minha cabeça se ergueu de repente para olhá-lo nos olhos. 

— Sim, mestre? 

— Fique aqui, em sua posição de espera. Voltarei logo. 

Fui rapidamente para minha posição padrão, ajoelhada, e baixei a cabeça. Meus joelhos afundaram no tapete macio sob a manta e fiquei agradecida por ele ter decidido me fazer esperar no tapete em vez de no chão duro.

Não havia como medir a passagem do tempo na sala de jogos. Mesmo que eu estivesse à vontade e livre para olhar o ambiente, não havia relógio que pudesse indicar se já tinha passado da hora do almoço.

Quanto tempo havia transcorrido desde que entrei, às dez horas? Meus olhos estavam loucos para espiar por uma janela, mas elas eram cobertas com cortinas blackout, escurecendo o ambiente, então fiquei de cabeça baixa. Ouvi quando ele voltou e senti o tapete afundar quando parou a meu lado. 

— Relaxe, minha linda — disse ele, sentando-se a meu lado.

Enquanto eu deslizava para me sentar, notei que ele trazia uma travessa: grande, com muitos itens que pareciam gostosos. 

— Estou com fome. 

O quê? Então ele decidiu fazer um lanche na sala de jogos?

— Tome. — Ele colocou a travessa em minhas mãos. 

Tudo parecia delicioso: lanches com patês e espetinhos de legumes.

— Banderillas. — Ele assentiu para os espetos e abriu uma grande garrafa de água a seu lado. — Vou começar por um desses. 

Olhei para os palitos de madeira com pepino, azeitona e cebola baby. Ele começaria por um desses? A meu lado, ele esperou. Ele queria que eu...?

Oh. 

Oh! 

Ah.

— Mas, primeiro — começou ele, pegando do bolso os grampos de mamilo com a corrente. — Quero enfeitar você um pouco.

Engoli em seco e baixei a travessa. Lembrei-me do beliscão dos grampos e da dor aguda quando ele os soltou. Como um puxão na corrente provocava um solavanco de desejo que chegava a doer entre minhas pernas. Eu me ajoelhei e estufei o peito, ao mesmo tempo um convite e uma aceitação. Meus mamilos endureceram ao pensar no que ele faria.

Ele trabalhou com uma tranquilidade confortável, esfregando entre os dedos primeiro um mamilo, depois o outro. Ele me provocava. Atiçava. Sussurrava para mim que eu era linda.

Ainda assim ofeguei quando o primeiro grampo se fechou no meu mamilo. Ele deslizou um dedo entre minhas pernas e traçou círculos lentos em volta de meu clitóris, provocando-me e atiçando-me novamente antes de voltar a colocar um grampo no outro mamilo.

— Lindo — disse ele quando terminou. Sentou-se sobre os calcanhares. — Agora você pode me servir.

Peguei um espeto, notando imediatamente como a corrente se balançava quando me mexia. Tudo que fazia levava a corrente a se mexer, dando um leve puxão nos grampos. Seria um longo horário de almoço. Escondi um sorriso só de pensar nisso. 

— Agora, Elina — disse ele, puxando a corrente e me fazendo gemer.

Olhei para a travessa. Eu deveria tirar os legumes do espeto e dar com a mão ou apenas levar uma banderilla à sua boca?

Ele não me deu nenhuma instrução, então eu tinha certeza de que podia fazer uma coisa ou outra. O que ele ia querer? Eu não sabia. Mas eu sabia o que eu ia querer, se a situação fosse ao contrário. Tirei o pepino de um espetinho e levei à sua boca. Seus lábios se abriram. Sua língua roçou a ponta de meus dedos enquanto o pepino desaparecia lá dentro. Merda, era divertido.

O volume em seus jeans me dizia que ele estava tão excitado quanto eu. Dei a ele uma azeitona e uma cebola baby, sempre oferecendo a comida com os dedos e sentindo o choque elétrico quando seus lábios encostavam em minhas mãos. Entre isso e a dor ainda perceptível em meus mamilos, eu era uma massa trêmula quando ergui um pequeno pedaço de lanche.

Mais uma vez, a corrente se balançou. Mais uma vez, os lábios dele beijaram de leve a ponta de meus dedos. Aconteceu o mesmo quando dei as cenouras. O mesmo quando voltei à banderilla. Como era possível que o ato de dar comida na boca fosse tão excitante? Eu não sabia como, mas era.

Percebi que servir a ele era exatamente isso: oferecer a mim mesma em qualquer âmbito que ele quisesse. Era a oferta sexual do meu corpo. O modo como eu lhe servia o café da manhã na sala de jantar. Como eu me preparava para ele, fosse esta preparação a ioga, correr ou me depilar. E era simples como pôr uma azeitona em sua boca.

— Está com fome, minha linda? — perguntou ele, os olhos sombrios de desejo.

— Sim, mestre. — Sorri. 

Ele tirou a travessa de minhas mãos em silêncio. Seus olhos observavam os meus enquanto ele tirava um pepino de um espeto e colocava em meus lábios. Abri a boca, aceitando sua oferta. Quando mastiguei e engoli, ele trouxe os dedos a minha boca. 

— Tem marinada nos meus dedos — disse ele. — Você precisa limpar.

Peguei seus dedos em minha boca, um de cada vez, e gentilmente lambi o molho. Quando terminei, ele apanhou uma azeitona e me deu. Mais uma vez, ele ergueu os dedos e novamente eu limpei cada vestígio de marinada. Em seguida, ele esbarrou em meu mamilo ao baixar a mão à travessa e reprimi um gemido.

Jared me dando comida na boca, combinado com a dor dos mamilos, me deixou num estado primitivo e devasso, considerando que não era o dedo dele que eu queria em minha boca. 

— Paciência — ordenou ele quando me mexi em meu lugar. — Vou tirar cada grama de prazer que puder do seu corpo e, quando você pensar que não pode suportar mais — ele puxou a corrente —, vou te mostrar o quanto ainda resta. 

Estremeci, acreditando em cada palavra dele. Ele sorriu diante da minha resposta, pegou um pedaço de lanche e terminou de me dar o almoço. 

—Você já está com os grampos há bastante tempo — observou ele quando terminamos. — Levante-se e coloque as mãos nas costas. 

O almoço me excitou mais do que eu teria imaginado. Ele me deu comida na boca num ritmo tranquilo. De vez em quando, segurava a garrafa de água em meus lábios e me instruía a beber. Só quando bebi minha parcela da água foi que ele bebeu um pouco.

Nos intervalos do processo de me alimentar, ele brincava com os grampos do mamilo. Às vezes, esbarrava levemente como que por acidente, mas eu sabia que Jared nunca fazia nada por acaso.

Em outras ocasiões, ele puxava de maneira descarada a corrente ou dava um peteleco na pele em volta de um dos grampos. Independentemente do que fizesse, o efeito ainda era o mesmo. No final do almoço, eu era um corpo trêmulo de desejo.

Com uma ordem, Jared me fez esperar até que ele se levantasse para que eu pudesse ficar de pé diante dele. Baixei a cabeça e esperei por outras instruções. Depois de retirar os grampos, ele amarrou meus bíceps as minhas costas com uma corda macia.

— Vá para a mesa — disse ele. 

Passei a curta caminhada fazendo o meu melhor para não pensar no que viria. Em vez disso, procurei me concentrar em seguir suas ordens, sem tentar prever ou adivinhar qual era o passo seguinte. Levei alguns minutos para conseguir chegar à mesa, com os braços amarrados às costas.

Quando consegui alcançá-la, no que devia ser um dos momentos mais deselegantes de minha vida, ele me posicionou de bruços para que a parte inferior de meu tronco pousasse em um apoio acolchoado e escorou a parte superior em almofadas. Ouvi que ele se afastava, voltando segundos depois. Suas mãos passaram uma venda por meus olhos. Senti um momento fugaz de pânico, mas me acalmei quando acariciou meu cabelo. 

— Você está bem? — perguntou ele. 

— Sim, mestre. 

— Amarelo ou vermelho se você precisar que eu pegue mais leve ou pare — disse ele, ainda acariciando o cabelo. — Tenho de preparar mais algumas coisas. Relaxe. 

Sua voz era baixa, mas trazia seu tom pragmático normal. Entre isto e suas mãos descendo por meu pescoço, por meus ombros e batendo os dedos de leve pela minha coluna, eu havia me entregado. 

— Linda — disse ele, sem jamais tirar as mãos do meu corpo.

Percebi depois de um tempinho que os preparativos de que ele havia falado tinham a ver comigo. Eu é que estava sendo preparada. Ai. Minha desconfiança foi confirmada quando ele pegou um dos braços e amarrou uma corda no pulso. Eu me remexi um pouco na mesa. A mão dele desceu para meu traseiro em um tapa firme.

— Eu não disse para você se mexer.

Fiquei inteiramente imóvel enquanto ele amarrava outra corda no outro pulso. Suas mãos desceram mais e massagearam minha cintura, seus dedos fortes trabalhando na porção inferior das minhas costas. Relaxei ainda mais. Eu já estava exposta a ele, mas ele esticou a ponta da corda do punho esquerdo até meu tornozelo esquerdo; depois repetiu o gesto com o tornozelo e o punho direitos, me deixando ainda mais exposta. Eu me sentia indefesa. 

— Lindo — disse ele. 

Eu não me sentia realmente linda. Sentia-me indefesa e desajeitada. O som do disparo de uma câmera atrás de mim me fez saltar.

— Só porque você não acredita em mim — falou ele. 

Ouvi seus passos enquanto andava a minha volta. Novamente a câmera disparou. Mas que merda. Estava tirando fotos minhas.

— Olhe só para isso — disse ele, deslizando um dedo para dentro de mim só por um momento. — Acho que você gosta bastante da ideia de eu ter fotos que comprovem a sua beleza.

Ele se aproximou da minha cabeça e deu um muxoxo. 

— Mas olha só para isso. Meus dedos estão sujos de novo.

Os tais dedos roçaram meus lábios, assim abri a boca e os chupei. Ele tinha razão; a ideia dele tirando fotos me excitava, especialmente amarrada como eu estava.

— Olhe só para você. Toda arreganhada, esperando por mim. — Os dedos dele me roçaram, quase me penetrando. — Pense só em todas as coisas que posso fazer com você. - Ele passou os dedos ao redor do meu clitóris. — As coisas que posso fazer aqui. — Ele meteu dois dedos fundo dentro de mim e meu corpo se mexeu. Gemi enquanto meus mamilos doloridos esfregaram-se na almofada da forma mais agonizante e mais deliciosa. Ele riu. — Ou aqui. — Ele moveu os dedos e provocou minha outra entrada. 

Prendi a respiração. Ah, sim. De novo. Quero que ele me tome de novo. Soltei um gemido quando ele passou o lubrificante de aquecimento em mim.

— Tão carente — disse ele. Uma espécie de plug girava lentamente onde ele me preparava. — Você se lembra? De Eric e Hadley? - Esforcei-me, tentando entender do que ele falava. — Do quanto você ficou admirada em ver como foi? — Ele pressionou, aos poucos inserindo o plug em mim. 

Eu estava sendo alargada. Alargada, aberta, exposta e esperando. Ele deu um tapa forte em minha bunda. 

— Agora você se lembra? — perguntou ele. Ah, sim. — Responda. 

— Sim, mestre.

As mãos dele eram gentis de novo, provocando-me, correndo por minha entrada. Ficaram mais rudes aos poucos e beliscaram meus grandes lábios. Depois ele me bateu de novo. Alternava, me batendo e provocando, até que tive dificuldade para saber o que era dor e o que era prazer. Sob suas mãos, as duas coisas se combinavam. Senti algo duro, parecia couro. Uma tira de couro? Ele subia e descia com ela, batendo provocantemente no clitóris e descendo com força contra meu traseiro. Gemi. 

— Gosta disso? — perguntou ele. 

— Gosto — respondi, entre o gemido e a fala. 

A tira desceu com mais força e atingiu exatamente onde estava o plug. Meu Deus. 

— Sim, o quê? — perguntou ele. 

— Ah — ofeguei. — Gosto, mestre. 

Ele me bateu de novo. 

— Melhor assim.

O couro atingiu gentilmente o local onde meu desejo crescia e me atormentava, e seus dedos mais uma vez circularam meu clitóris. Parecia que eu estava perigosamente equilibrada em alguma coisa e quase caía quando ele descia a tira mais forte. E mais forte. Não queria que terminasse. Por um tempo, parecia que não teria mesmo fim.

O plug dentro de mim. Seus dedos me provocando. E a tira, de algum modo, unindo as duas coisas num misto de dor e prazer.

— Vou comer você assim — disse ele por fim, com a respiração pesada. — Do jeito que está. Linda e escancarada.

Ouvi o som de um zíper e senti uma lufada de ar. Ele segurou meus quadris e, com uma investida forte e profunda, enterrou-se em mim. Gritei. A sensação era inacreditável: preenchida por ele e pelo plug. Alargada, preenchida e amarrada, perguntei-me por quanto tempo minha pele sensível e meu corpo atiçado suportariam. 

— Goze quando quiser — ofegou ele.

Tirava e metia repetidas vezes. Ele me comeu lentamente e com profundas estocadas. Elas eram controladas, estudadas. Eu estava me equilibrando novamente e queria segurar aquela sensação. Meu corpo se sacudiu com o orgasmo iminente, meus músculos duros e tensos. Ele acelerou o ritmo por trás. Movia-se mais rápido dentro de mim. Cerrei os punhos enquanto ele me penetrava, enquanto arremetia e atingia o plug. De novo. Eu ia... Eu ia... Gozar, gritando bem alto. Eu me sentia leve. Ou pesada.

Sim, era isso. Eu estava pesada demais para me mexer e meu corpo não me sustentava. Um leve tremor me percorreu. Efeitos residuais do orgasmo descomunal, concluí.

As mãos dele me acariciavam ao me desamarrar, a voz suave e baixa. Eu não distinguia o que dizia, mas não importava. Ele estava ali. Meus braços e minhas pernas estavam soltos, mas ele era gentil. Retirou a venda. A sala de jogos estava escura. 

— Relaxe — disse ele. — Descanse.

Seus lábios tocaram os meus com ternura uma única vez antes de meus olhos se fecharem.


Notas Finais


Até o próximo


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