História Diário do Sr.Carinhoso - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Bondade, Determinação, Esperança, Felicidade, Garotas, Garoto, Romance, Salvação, Sorriso
Exibições 1
Palavras 810
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Mutilação
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Sra.Morte


Fanfic / Fanfiction Diário do Sr.Carinhoso - Capítulo 2 - Sra.Morte

 — Ó minha criança, não tens de se matar, basta apenas acreditar. — 

 — Deixa comigo, meu anjo, eu cuido dela. — disse ele, a seu anjo da guarda, que observava a garota; lágrimas, mais lágrimas...

Marcas vermelhas, e pequenos arranhões, misturados com partes roxas em seu corpo, eram as marcas da garota, ele, então, chegou perto e disse — Olá, você está bem!? — ela com lágrimas no rosto olhou para ele e disse — Não me pergunte isso... — ele curioso perguntou — Motivo!? — ela respondeu — Independente da resposta, é algo retórico, não muda nad- — ele cortou sua palavra, colocando seu dedo sobre seus lábios, em sinal de silêncio. — Não, não é, o que muda totalmente essa pergunta, é quem a faz. — nenhuma palavra a mais surgiu de sua boca depois disso, seguindo, ele a beijou na testa, lhe perguntando — Qual seu nome!? Esse é o custo pelo beijo. — ela respondeu. — E-Eu sou...Alice. Eu não quero me matar, apenas acabar com minha tristeza. — disse, e ele pegou a lâmina de sua mão, a fazendo desaparecer. — Sendo assim, eu farei isso por você. — a puxando um pouco forte, a abraçou carinhosamente, quente, forte, seguro.

 — Toc toc...quem é? A decepção...pode entrar, você é de casa... — disse a garota, completando... — Porque ele...me traiu!? — perguntou sobre o abraço. Ele então disse — Nunca aceite a decepção em sua casa. Está se condenando, e por isso, não teria o direito de dizer que está mal, pois você, nem tentou resistir. — ela disse então — Sim, eu tentei por anos. — ele continuando a abraçando disse — Eu espero por uma coisa, desde que nasci, até quando eu morri, e ainda não veio, mas eu espero. Pois, esperar, mesmo sem notícias, é a única coisa, que me faz ir a alguém e perguntar se ela quer um abraço. — ela não entendo direito, começou a ouvir vozes, sombras apareceram, e ela o abraçou mais forte, fechando os olhos fortemente.

 — Burra.... —,  — Preguiçosa —,  — Apenas está se mostrando —,  — Vadia —,  — Chata —,  — Feia —,  — Ridícula —....e continuaram os xingamentos, algumas lágrimas escorreram, e disse ela — Como resisto a isso!? — ele apertando ela, apontou ao primeiro e disse — Ignorante, procura ver apenas as coisas ruins dos outros, sem ver o lado bom, você é pior que muitos, como acha que pode falar dela, sem olhar para si mesmo, perceba a escuridão a sua volta. — percebendo que era uma sombra então, desapareceu. Seguindo, ele apontou ao segundo e disse — Falso, estando sempre ao lado dela, que te apoia, para depois a falar isso, quem pensas que é, porque não olha para si, e vê o que fez, traição, o ato mais baixo que um ser pode cometer. — ouvindo isso, também desapareceu, apontando ao terceiro disse — Injusto, julga sem conhecer, nem tenho muito a falar, pois assim como julgas-te ela, será julgado. — ele então desapareceu, o último. Nem apontou o dedo apenas o olhou e disse, fazendo o desaparecer. — Mentiroso! Não tenho nem o que falar a você, pois você sempre inventa algo, para estar acima, é o pior de todos. — ele então desapareceu...

Sentindo-se um pouco mais segura, o abraçando ainda, soltou algumas lágrimas, com um sorriso de canto de boca. — Por que está me ajudando!? — ele então disse — Eu não estou fazendo nada, você quem está me observando e ficando feliz por coisas que você pode fazer também. — ela disse curiosa então — Nunca foi traído, e sentiu-se como se ninguém no mundo mais o ama-se — ele disse então, a soltando e sorrindo. — Sempre há alguém que te ama, e você não vê, basta, procurar, não vendo face, ou corpo, mas o coração e a mente. Poucos os que se importam, por isso, você não os vê, mas eles estão ali. — 

Sem apontar o dedo, mas o observando, aquele ser repugnante disse ele — Você o vê!? — ela pergunta — Quem!? — ele disse — Exato, você não o vê, mas eu vou te mostrar. — tocando sua cabeça, começando um cafune fraco, ela consegue perceber que algo preto, estava sempre ali, a tocando, a transtornando. — Quem é esse!? — perguntou segurando o medo, estando ao lado d'ele. — Ele é a morte, a dor, a Senhora Dor, Tudo de ruim, que acontece na sua vida, e enquanto você estiver tocando ela, você estará ruim, mas ao momento que ter fé, esperança ou amor, estará segura. — 

A criatura tentou chegar perto, e encostar nela, a assustando, porém ele segurou a mão da criatura e disse — Ela não me vê, pois sou brilhante de mais, mas ela estará sempre a sua procura, pois você não brilha o suficiente ainda. — fazendo a criatura ir embora disse ele por fim — Eu vou indo agora, lembre-se de abraçar alguém todos os dias, mas não espere alguém te abraçar, abrace alguém que com você, esperava. — ela tentou o segurar, mas não conseguia o tocar, disso, ela o agradeceu, e percebeu ao lembrar que precisará perguntar seu nome, que seus machucados, haviam sumido...



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