História Dias de Luta - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Walking Dead
Tags Daryl, Negan, Rick, The Walking Dead, Twd, Zumbis
Visualizações 38
Palavras 2.672
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá meus walkers, tudo beleza com vossas senhorias?
Espero imensamente que vocês curtam a fanfic. Finalmente tive acesso a um computador para desenvolver esse projeto que já estava na minha cabeça a muito tempo.

Antes de tudo, uns avisos bem rápidos:

1) Sendo uma fanfic de The Walking Dead, é óbvio que haverá gore (horror), o que significa que teremos cenas detalhadas de desmembramentos, carnificina e vários métodos de tortura :3

2) Sempre vejo por aí no Spirit e outras plataformas de escrita, fanfics com Negan, Daryl e Carl, mas, de verdade, meu noivo, o amor da minha vida é o Rick, portanto a fanfic será sobre ele.

4) Quero pedir cem milhões de desculpas pelos erros ortográficos. É que eu não tenho acesso a um computador a todo tempo, mas não quero ficar sem escrever, por isso me esforçarei bastante para escrever da melhor forma através do celular ( não se preocupe, não é só porque irei escrever alguns capítulos pelo celular que o número de palavras diminuirá ou a qualidade piorará!)

Aproveitem!

Capítulo 1 - Onde os zumbis podem unir duas pessoas


Fanfic / Fanfiction Dias de Luta - Capítulo 1 - Onde os zumbis podem unir duas pessoas

Quando Blake finalmente conseguiu abrir aquela lata de feijão, repartiu-o em duas tigelas e colocou uma delas no chão. Wade, o filhote de labrador, ao sentir o cheiro do alimento do outro lado da casa abandonada, correu pelos corredores e começou a comer desesperadamente.

Ela logo fez o mesmo, achando engraçado o fato de atualmente agir de maneira tão selvagem quanto próprio Wilson. Não usava talheres ou se preocupava com etiquetas, apenas devorava aquela coisa amassada e sem gosto da mesma forma que fazia com uma barra de  chocolate com nozes.

O cão lambeu seus dentes após terminar seu "jantar" em menos de três minutos e retornou ao sofá onde estava sentado. Blake pegou as tigelas e os colocou na pia, já não as usaria para nada. Caminhou até a mochila e se sentou na cadeira da cozinha com o walk talk em mãos. Ela tenta fazer uma chamada para qualquer pessoa que estivesse do outro lado da linha; ainda estava esperançosa e acreditava que alguém do seu grupo poderia ter sobrevivido a invasão da horda de errantes que atacou o seleiro onde eles se escondiam, o que ocorreu a duas semanas atrás.

- Wilson falando, alguém na escuta?- Diz olhando para o por do sol pela grandes  janela da cozinha, coberta por belas cortinas transparentes e rasgadas.

Como era de se esperar, ninguém ouviu, mas ela persistiu.

-Qual é galera, alguém aí esta vivo? Peter? Josh? Tyler? Jenna? Ellie? Alguém?- chamou com uma leve dor na garganta. Só a imagem deles perambulando com seus rostos deformados e grunhindo já a assustava. Havia crianças e idosos no grupo a qual antes pertencia, e não seria justo aqueles monstros arrancar-lhes a vida. 

Ela engole o choro e aperta o walk talk com força, quase quebrando-o. A sensação de estar só no mundo era a pior do mudo. Ninguém para conversar, ninguém para proteger. Estava tão louca que se viu conversando com Wade várias vezes, como se fosse um humano.

Se continuasse assim, enlouqueceria de vez; iria ficar mais pirada do que Negan.

Ela, ao lembrar do nome do homem mais terrorizante do apocalipse, estremeceu-se. Seu grupo devia muito a ele. O nome de todos foi marcado a sangue nas paredes de Negan, e ela sabia que se desse as caras, ela teria de servi-lo, assim como faz todos. 

Seu plano era bem simples: pegaria o primeiro veículo que achasse e sairia da região o mais rápido possível. Não tinha expectativas alguma para o futuro. O que ela iria comer ou como se defenderia dos errantes sem arma ou munição era um assunto a ser tratado futuramente, por enquanto, ela só queria apagar seus rastros e sumir da memória de Negan.

Blake então guarda o walk talk na mochila e se dirige em passos largos atá a sala de estar, onde Wade dormia tranquilamente. Espalhado no chão coberto por carpete havia discos de vinil de músicas de rock dos aos 70 ou 80 e, convenientemente, mais a frente, um toca discos intacto.

Wilso escolheu um qualquer e logo o pôs para tocar. A melodia então começa em sons calmos e relaxantes, mas logo se tornam mais barulhentos, bem no estilo heavy metal. 

Ela então se senta no chão e começa bisbilhotar na caixa de fotos que havia sido largado.

Ela sorri ao ver a família junta  na frente do que parecia ser o castelo da Disney. Era uma família com três filhos, sendo os dois mais velhos meninos. A mulher parecia estar grávida de um terceiro, mas provavelmente esse não chegou a nascer, ou, se nasceu, teria de viver nesse mundo caótico, sem lembranças de um outro mais feliz e digno.

Não aguentando mais esses pensamentos mórbidos, Blake larga as fotos e guarda-as direito na caixa. 

Wade então late ao ouvir um estrondo vindo do lado de fora. A garota rapidamente se põe  de pé e tira do coldre sua pistola contendo poucas balas. O cão continua latindo.

-Quieto Wade!-diz Blake ríspida temendo a vinda de mais errantes. O animal obedece.

Ele então acompanha Wilson até a janela da sala de estar, coberta por grossas tábuas de madeira para que os mortos não entrassem. Pela fresta, ela vê alguns zumbis se amontoando em torno de algo que, muito provavelmente, seria um animal. 

Um dos monstros, olhou em direção a casa onde Blake estava, e ela logo se lembra que não parou a música, e correu para fazê-lo. Ao retornar para onde estava, aliviou-se ao ver que a criatura já havia desviado sua atenção para outra coisa. 

Sentiu sobre seu jeans desgastado e sujo as patinhas pequenas de Wade, que estava com medo. 

-Acalme-se - disse esquecendo-se totalmente da irracionalidade do cão-, eles logo vão embora.

Blake e Wade estavam escondido numa casinha de campo, quilômetros de distância do centro da cidade. Aquele era o pior abrigo para se escolher, tendo em vista que os errantes sempre estão migrando pela mata e, vendo a quantidade de animais que ainda havia, não demoraria para que eles se juntariam para devorá-los.

De repente, um tiro foi disparado. O primeiro andante caiu e isso enfureceu os demais, que caminharam em passos lentos até seu alvo.

Mais disparos foram dados, e, um por um, aquelas criaturas desprovidas de racionalidade caíam como saco de cimentos, espirrando o sangue escuro pelo gramado da fazenda.

Blake tentou visualizar melhor quem estaria por trás daquele grupo de zumbis e se surpreendeu ao ver um homem, esfarrapado, com uma mísera pistola lutando contra eles.

Parecia estar cansado, não demoraria nada para que caísse no chão. 

Ele se virava bem. Atirava em uns e  depositava alguns golpes em outros. Suas habilidades de sobrevivência era admiráveis, pensava Blake. Ele sozinho conseguiu se livrar da maioria.

Aindada sobrara três zumbis, ele mirou contra eles e, ao disparar, nenhuma bala saiu. Sua munição acabara e não havia armas para usar em sua defesa.

Blake se via numa terrível indecisão. Seus instintos protetores instruíam-a a correr até o gramado e usar o que resta da sua munição para salvar aquele homem que respirava com dificuldades e estava a um passo de desmaiar. Já seu lado racional dizia as maiores possibilidades: aquele homem poderia estar infectado; gastar sua munição por alguém que morreria de qualquer forma era  um erro. Além do mais, se não estivesse sido mordido ou arranhado, poderia representar um risco de toda forma.

Sua cabeça mandava duas informações ao mesmo tempo. Os segundos corriam e ela não sabia o que fazer. Teria de escolher rapidamente, o barulho dos tiro atrairia a atenção de outros zumbis.

-Merda!- gritou. 

Abriu a porta e correu pelo campo até onde estava os últimos mortos-vivos. Deu alguns tiros e, para sua sorte- ou azar- acertou todos. Uma mira precisa. Blake assustou consigo mesma, nunca fora muito  boa com pontaria, sua habilidade se encontrava em lutas braçais, mas não dava para lutar boxe com um morto.

Ela estava ofegante pelo susto e pelo que acabara de fazer. Sorriu orgulhosa para si mesma e logo em seguida para o homem a sua frente. 

Ele usava uma camisa polo azul, banhada em sangue e lama. Seus cabelos eram castanhos e um pouco encaracolados, destacando charmosos fios acinzentados em meio deles. O rosto do pobre coitado mal se via, pois estava tomado pela sujeira e sangue. 

Seus olhos azuis esbanjavam gratidão, mas nada saia dos seus lábios. Ele estava em seu limite, era visível. 

-Car... Ca... Carl...- tentou dizer um nome, mas caiu antes de fazê-lo. 

-Meu Deus!-Blake diz após ver seu corpo colidir com o chão. A primeira coisa que pensou foi arrastá-lo até dentro da casa antes que mais dos errantes chegassem. E foi o que ela fez.

Pegou-o pelos braços e levou-o até a escada. Em seguida, com dificuldade e muito esforço, levantou-o e colocou deitado no carpete da sala. Rapidamente fechou a porta e colocou uma cadeira como uma tranca improvisada.

Wilson latia para aquele homem, mas logo se calou assim que Wilson se ajoelhou ao seu lado. O cão começou a farejá-lo enquanto a jovem procurava por seu corpo marcas de mordidas ou arranhões. Surpreendentemente, não havia nada, sequer um hematoma. 

Ela suspira aliviada ao ver que estava fora de perigo, mas se lembrou que ele poderia muito bem representar uma ameaça.

-Droga o que eu fiz? Sou muito burra!- Começou a bater na própria testa- trouxe um cara qualquer para dentro de casa e ainda perdi munição preciosa.

Levantou-se e começou a dar voltas pelo corpo desacordo pensando em algo sensato para fazer. Achava-se uma mulher tola por dar ouvidos a emoção ao invés da razão. E se ele fosse um dos Salvadores? O que seria dela se a levassem até o Negan? Trabalharia de escrava pela eternidade!

Maldição.

Wade estava sentado olhando para cara de Blake, confuso, com uma das orelhas abaixadas e olhinhos brilhantes.

-Meu Deus, Wade... o que faremos? -Ele virou a cabeça e mexeu o focinho. O pobre cachorro entristecia-se ao ver a dona aflita daquela forma.  Com então a dar voltas atrás do próprio rabo  e a ficar em duas patas para alegrá-la; isso sempre funcionava. 

Ela sorri. Wade vinha sendo o melhor companheiro do apocalipse que alguém poderia desejar. Era uma pena que não pudesse falar. Wilson suspira fundo tentando pensar com mais cautela. 

Lembrou-se então da corda que pegou do galpão abandonado dias atrás. Aquilo serviria para prendê-lo. Ela corre até a cozinha e tira de sua mochila o material, e retorna para sala já imaginando o tipo de nó que faria. 

"Aqueles anos sendo escoteira valeram apena" pensou ela lembrando-se da infância.

O único problema seria levar aquele homem de oitenta quilos para o quarto no andar superior. 

Blake se ajeita atrás dele e o segura por debaixo dos braços, da mesma forma que fez ao levá-lo para dentro de casa. 

Cada degrau era um sacrifício; ela não era fraca fisicamente, muito pelo contrário! Mas o desespero fazia parecer duas vezes mais pesado do que realmente era. Blake temia o que esse homem poderia fazer e se arrependeu por ter resgatá-lo. 

Quando finalmente chegou no quarto de casal, colocou-o sobre a cama, sujando de sangue e terra os lençóis brancos e limpos. Amarrou seus pulsos firmemente na cabeceira da cama e deu três fortes puxões para conferir se estava bem amarrado.

-Eu sou muito burra- disse antes de retornar a sala e adormecer no sofá.

XXX

Blake acordou no meio da madrugada com um barulho alto de xingamentos. Aquela pessoa acordara antes mesmo que pudesse pensar em um plano para se livrar dele.

Ela corre pela escada até chegar onde aquele estorvo que infernizara suas últimas três horas estava. Antes de adentrar o quarto, retirou sua pistola- sem munição- apenas para amedrontá-lo, caso quisesse fazer alguma gracinha.

-Fale baixo, irá assustar os vizinhos- disse com um tom de ironia. Quase riu do seu próprio comentário.

-Afinal, o que é isso? - disse fazendo alguns movimentos na esperança de se soltar. -Minha arma... Cadê minha arma?- Mudou de pergunta.

-Está no gramado! Ela estava descarregada. E eu te salvei daqueles zumbis, caso não se lembre.

Ele a olhou de cima para baixo um pouco desacreditado em suas palavras. Mas logo uma imagem rápida lhe atingiu a mente e ele mesmo pode confirmar o que a mulher havia dito.

- Obrigado- disse não muito contente. Ainda estava amarrado, sua cabeça doía e girava, e ele estava em uma posição comprometedora. -Onde está o resto do seu grupo?

Wilson olhou ao redor. "Estão todos mortos" era o que ela deveria dizer. Apesar de negar isso para si mesmo, sabia que era a verdade pura e concreta. Mas, apesar disso, preferiu mentir, pois sabia que não seria nada seguro um homem completamente estranho sozinho numa casa com uma mulher desarmada e sem grupo.

-Estão atrás de suprimentos- disse tentando esconder a mentira nítida em sua voz.

Eles permaneceram em silêncio por breves minutos. Ele parecia avaliar o lugar, talvez para uma possível fuga rápida.

-Então... Onde está o SEU grupo?- perguntou dando ênfase na palavra "seu".

-Provavelmente em Alexandria- respondeu com a voz rouca e cansada.

-Alexandria?-falou confusa. Estava vivendo em um mundo tão distante em sua própria mente que nem sabia que existia uma comunidade chamada "Alexandria".

-Sim.

-Então você não pertence ao grupo dos Salvadores!

-Não. E você..., Pertence?

-Não, e devo dizer que preciso manter-me o mais distante deles possível! É claro que são poucas as comunidades ou grupos que possuem algum tipo de empatia por eles.

-Fico aliviado em saber isso-  homem diz sorrindo.-E então... qual seu nome?

Ela fica um pouco receosa ao revelá-lo, mas também sentia-se mais segura em saber que ele não é um dos capangas do Negan. Pensou alguns segundos e concluiu que não faria diferença caso o dissesse, afinal, estaria bem longe amanhã mesmo.

-Blake Wilson. O cãozinho lá embaixo é o Wade. Posso saber o seu?

-Bom, senhorita Blake Wilson, já que ambos sabemos que não representamos ameaças um ao outro, poderia me desamarrar daqui?

-Isso depende. Dirá seu nome?

-Rick... Rick Grimes.

-Rick. Me parece familiar.

-O.K, não irá me desamarrar?

-Está certo- sorri e retira de seu bolso um pequeno canivete suíço, brilhante e avermelhado. Com cuidado, ela corta as cordas, libertando-o.-Essa foi a reconciliação mais rápida do mundo.

-Não poderia ser diferente,afinal, você me salvou!- Rick disse, apesar de não parecer muito grato com isso. Ainda estava muito abalado, sua cabeça dava rodopios e tudo o que ele conseguia pensar era onde estaria Carl.

Ele se senta na cama e massageia seus pulsos doloridos. 

-E o que fará agora?-Grimes pergunta olhando fixamente nos olhos claros de Blake.

-Esperarei amanhecer e buscarei um carro para me mandar daqui o mais rápido possível. Quanto mais longe de Negan,melhor.

Negan. Esse era o nome que atormentava a vida de todos os sobreviventes dessa região. Era era o rei da carnificina, o  mais homem sádico e impiedoso que esse mundo teve o desprazer de conhecer. Parece se alimentar do sofrimento alheio e se entreter vendo sangue e membros decepados. 

Rick sabia melhor que ninguém que Negan era pior que o próprio demônio, e preferia enfrentar um horda de zumbis ao ver-se ajoelhado novamente perante seus pés. A lembrança dos seus amigos sendo massacrados era como um disco riscado, sempre repetindo, várias e várias vezes, sem nunca cessar. 

A vingança era o que movia Rick; era o que movia a todos. Ele não dormiria em paz enquanto não tivesse a cabeça de Negan pendurado em sua lareira.

Blake, por outro lado, se contentava com a ideia de apenas se distanciar dele o quanto antes.

-E você tem um destino?

-Não exatamente. Irei onde me parecer seguro, os detalhes vejo depois.

Eles se olham. Os olhos azuis se colidem formando um tom mais escuro. Era como se, de alguma forma, ele entendesse a dor dela, e ela fizesse o mesmo, apesar de não saberem nada da história um do outro. 

Por um instante, Blake pensou já ter visto esse tal de Rick em algum lugar antes, a muito tempo atrás, mas descartou essa possibilidade.

-Creio que você irá voltar a Alexandria-  Wilson disse apenas para quebrar aquele momento constrangedor.

-Sim, mas esperarei amanhecer.

-Espero que não seja muito longe daqui. O barulho dos tiros que você deu atraíram mais mortos vivos para essa região.

-E não há nenhum veículo aqui?

-O mais próximo fica a dois quilômetros daqui. Mas eu irei usá-lo para viajar. Além disso, há pouca gasolina- explica.

Rick pensa um pouco e logo propõe:

-Posso te dar um pouco de gasolina de me levar até Alexandria amanhã!

-Não sei se é necessário...

-Eu discordo. Se quer se distanciar tanto assim da região, é necessário estar com o taque cheio. Já que a "gasolina está acabando", sugiro reabastecer o mais rápido possível.

Aquele argumento era imbatível. Era claro que Grimes só queria uma carona para casa, as chances de haver mesmo gasolina eram mínimas, ainda mais que essa tal de Alexandria parecia ter algum envolvimento com Negan,  e se há Negan, há miséria.

-Está bem- respondeu suspirando.Iremos amanhã.

XXX 

 

 

 


Notas Finais


OLÁ GALERAAAAAAA!
E aí, o que acharam? Gostaram? Amaram?Detestaram? Comentem! A opinião de vocês é muito importante para mim e para o desenvolvimento da história.
Criticas construtivas e positivas são sempre bem vindas!
Logo sai o próximo capítulo, prometo ;)
Beijos de zumbi!


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