História Dias de mudanças - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance
Exibições 2
Palavras 746
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que apreciem.

Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Dias de mudanças - Capítulo 2 - Capítulo 2

O amor é a compensação da morte. ( Arthur Schopenhauer )

Fiquei mais dois dias com meu pai em casa, ele estava muito triste ainda. Todos nós estávamos desse jeito. Mas papai amava muito minha mãe, seu amor era evidente, nós presenciavamos todos os dias, o quanto ele era carinhoso e amoroso com mamãe. Conversei com Bernardo meu irmão mais velho, ele morava perto da casa de nosso pai, pedi para ele ficar um tempo passando lá para ver como ele iria ficar. Assim quando possível nas minhas folgas do trabalho e faculdade eu iria vir aqui ver meu pai. E telefonaria para saber notícias dele sempre que possível também. Era quinta feira de tarde quando sai, voltei para o apartamento que eu dividia com José. Ele cursava comunicação e trabalhava em uma agência de marketing. Entrei no apartamento e fui tomar uma banho, troquei de roupa. Faltava uma hora e meia para nós irmos para faculdade. José chega com uma garrafa de cerveja na mão como sempre, sem contar nossa geladeira que estava sempre abastecida de cerveja. A família de José era rica, ele trabalhava porque gostava, dizia ele. Ele entra e me vê sentado e fala. - Lamento pela sua perda amigo. - Estou melhor agora José. Ainda um pouco de dor, mas melhor. - Meu tio morreu ano passado e eu gostava muito dele. Sei como é doído perde alguém que amamos. Ele disse. - Meu pai sofreu mais, na verdade ele ainda está sofrendo muito. Falei. Eu não sabia como era sentir um amor como esse que meu pai sentia. Uma vez perguntei para meu pai que sensação era essa de estar amando. Ele sorriu e disse que um dia eu sentiria a mesma sensação. Mas não poderia me explicar com palavras eu teria que vivenciar para intender. - Você Vai para faculdade ou vai ficar aqui hoje Leandro. Se for ficar posso ficar também, bebemos umas cervejas e jogamos um game. Ele disse. Enquanto jogava aquela garrafa vazia no lixo e pegar outra na geladeira. - Até seria uma boa ideia mas tenho prova na sexta e tenho que pegar umas matérias que estou atrasado. Terei que ir de qualquer jeito. Falei. - Tudo bem eu também vou. Há! Já estava esquecendo de falar. Veio uma ruiva de olhos verdes muito gata aqui atrás de você ontem. Como você estava no velório falei para ela passar aqui na sexta que talvez você estava de volta. Ela deixou o número dela e pediu para você ligar para ela. Você deu uns pega naquela gata cara? Ele perguntou. E pegou o número na geladeira e me deu. Olhei o nome Bruna lembrei dela, conheci ela em uma festa organizada pela turma de administração, um mês atrás, acho que ela mencionou estar cursando esse curso. Lembro que nós estávamos bêbados acho que nem passou de uns beijos. - Não me lembro bem José. Mas acho que não. Falei. Nunca mais falei com ela depois disso apesar do prédio de administração ser perto do que eu estudo e eu ver ela algumas vezes. Adicionei o número dela. Mas não iria ligar já que ela viria aqui mesmo. José terminou sua cerveja e foi para seu quarto. Ainda faltava quarenta minutos para o início da aula. Olhei para o número dela naquele papel, sua letra era linda. Tentei lembra de algo sobre a noite que ficamos juntos. Só consegui lembrar que fomos para um uma espaço isolado longe da multidão, ficamos nos beijando. Ela tinha um lábios macios e aqueles olhos verdes e o cabelo ruivo deixava ela muito linda. Mas o que me lembro, parou nesse instante. Faltando 25 minutos vou até meu quarto e troco de roupa. Coloco uma calça jeans e uma camisa marrom e pego minha bolsa. Quando chego na sala José já está esperando. A faculdade fica a 15 minutos de onde moramos, um dia vamos no meu carro e no outro dia no carro de José. Descemos e entramos no carro dei partida. Quando chegamos perto do prédio na área de direito ele perguntou antes de sair. - já ligou para ruivinha Leandro? - Não liguei. Ela vai ir de qualquer forma lá em casa mesmo. Falei. - Ela poderia querer marca para vocês se encontrarem em outro lugar. Ele disse. - Prefiro conversar em casa mesmo vai que não seja nada de importante. Falei. - Pode ser. Ele disse e saiu andando em direção a área onde ficava seu curso.




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